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15/05/2009 - 15:30

Os sistemas operacionais e o Netbook

Por foo

Qual o melhor sistema operacional para netbooks?

Netbooks são, por definicão, portáteis (telas de até 10 polegadas, e menos de 1kg de peso), com especificacões simples (processador de 1.6 GHz, 512 MB ou 1 GB de RAM, solid state drives de 16 ou 32 GB) e baixo custo (a partir de US$ 250,00 — ou R$ 520,00).

Vamos nos concentrar nos netbooks de baixo custo — que hoje custam US$ 250, mas que com o barateamento da tecnologia poderão custar menos de US$ 200 amanhã.

Dadas as restricões, vamos às comparacões:

Se olharmos apenas para as especificacões, as escolhas naturais são o Windows XP, o Ubuntu, e o Xubuntu.

O Windows 7 e o Vista não podem ser considerados bons sistemas operacionais para netbooks de baixo custo, pois usam quase todo o espaco disponível em memória RAM e HD. É claro que podemos encontrar netbooks com especificacões melhores: 2GB RAM, HDs de 200 GB — mas, nestes casos, os netbooks passam para um outro patamar, de US$ 300 ou US$ 400.

Escolhidas as três opcões (XP, Ubuntu, e Xubuntu), vejamos as ferramentas que cada um dos sistemas operacionais oferecem:

A conclusão é clara: o Ubuntu vem com o melhor conjunto de ferramentas, prontos para serem usados, seguido pelo Xubuntu.

Caso um usuário do Windows XP queira instalar a versão mais barata do MS Office, precisará desembolsar pelo menos mais US$ 99 (Office 2007 Student).

A solucão para os usuários de Windows XP é baixar e instalar o OpenOffice, o GIMP, o Firefox, e o Thunderbird — todos são softwares livres, e também funcionam no Windows. E também um antivirus, é claro.

Considerando estas opcões, podemos dizer que os três sistemas operacionais — XP, Ubuntu, e Xubuntu — são igualmente adequados para um netbook de baixo custo, cada um com seus prós e seus contras; com uma ligeira vantagem para os softwares livres, que já vêm prontos para serem usados, e não exigem antivirus (que costumam roubar uma parcela significativa de memória e processamento).

Artigo completo, com as tabelas:

http://capitao-obvio.blogspot.com/2009/05/netbooks-que-sistema-operacional.html

Autor: luisnassif - Categoria(s): Software Tags: , , ,

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30 comentários para “Os sistemas operacionais e o Netbook”

  1. Marcos P.B. disse:

    Tenho uma dúvida:

    Não dá pra rodar o MAC OS X num netbook ?
    Como o que se chama por aí de Hackintosh ?

    Parece que tem um pessoal que monta um PC e usa o Mac OS. Tem uma discussão brava se é legal ou ilegal mas, até onde sei, não há conclusão definitiva sobre isso.

    Acesse este artigo por exemplo:

    Sobre o netbook Hackintosh

  2. Luciano disse:

    Mas com essa configuração (512 de ram, com o XP, sem Office, webcam vga 640×480, processador VIA de 1,0 ghz, 2gb de flash) vc só adquire legalmente no Brasil por no mínimo R$ 900,00. Config bem abaixo desta que foi descrita. Porquê pagamos tão caro? Eu gostaria muito de comprar um net book decente pelos R$ 520,00 que vc falou aí, numa loja no Brasil, com nota fiscal e garantia. O povo brasileiro paga a conta e não quer nem saber pra onde vai o seu imposto.

  3. lamps disse:

    Um usuário louco, que use firefox e queira abdicar do útil recurso que é o pen drive alheio, pode usar o win XP sem anti-vírus. É o que eu faço tanto no meu netbook quanto no meu desktop. Mas o windows funciona como sistema secundário, inicializado quando quero jogar ou quando alguma tarefa não pode ser realizada no ubuntu904.
    =D

    Postagem feita no meu acer aspire one: Firefox e nada de avira.

  4. Warody Lombardi disse:

    Inclusive o novo Ubuntu 9.04 tem a versão especial para os notebook super portáteis. Nunca testei, mas já é uma iniciativa no sentido de otimizar o desempenho destes equipamentos, que no geral não são muito poderosos…

  5. Eu, Diogo de Siqueira, uso o Sistema Operacional Ubuntu em meu notebook, e o considero o melhor sistema operacional do mundo!
    Não há nada mais agradável do que ser livre seja ao usar milhares de programas gratuitamente, seja estar livre de malware, spyware, vírus e outras pragas virtuais.

  6. Ricardo disse:

    Só acho que o Windows 7 deve ser incluído nessa lista sim. Ele está bem melhor que o Vista (que não roda em netbooks) e vai desbancar o XP.

  7. André Oliveira disse:

    Os netbooks são uma nova categoria de dispositivo. Será necessário criar para eles uma nova categoria de sistema operacional.

  8. Juca disse:

    Bom, quanto a coisa do Hackintosh aí, isso é ilegal. MacOS só pode rodar nos computadores da apple.

    E, instalar o MacOS X num netbook deve ser um parto. Esses dias dei uma fuçada num notebook da apple. Era uma ótima máquina, com processador de núcleo duplo e 4 GB de memória… Instalar o sistema operacional disso num netbook vai “matar” o netbook.

    Quanto as opções apresentadas aí no post, eu escolheria o Xubuntu, que é o que aproveitaria melhor os recursos da máquina.

  9. Caros e caríssimas,

    Uso diariamente um ASUS eeepc 701, celeron de 900MHz com 4GB de HD (Solid state), 2GB de RAM, wireless, webcam interna, teclado em português e telinha de 7″. Não chamaria ele de netbook. É uma baita máquina que só não é capaz de trabalhar com edição de imagem. No mais é uma mula! Roda uma distribuição do Linux chamada Xandros. Ela não é muito boa (esconde a potencialidade da máquina), mas dá pra colocar um Debian ou Ubuntu nele. Ainda vou arrumar tempo para testar uma desta distribuições nele.

    Ao Nassif pessoalmente: não esqueci nossa conversa. Aguarde mais um pouco!

    Abraços generalizados,

    Rogério

  10. Roberto São Paulo/SP disse:

    Agência Estado, divulgado pelo Último Segundo do IG, 17/02/2009 – 16:20
    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/02/17/abinee+faturamento+de+informatica+deve+crescer+12+em+2009+4124933.html
    ————-Abinee: faturamento de informática deve crescer 12% em 2009
    ————-A Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica (Abinee) projeta que o faturamento do setor de informática terá crescimento de 12% este ano, chegando a R$ 39,511 bilhões.

    É o maior crescimento esperado entre os setores que compõem a indústria eletroeletrônica, seguido por equipamentos industriais (10%), Geração, Transmissão e Distribuição – GTD (6%), material de instalação (4%), automação industrial (3%) e componentes (2%)………………….
    ……….As vendas de computadores pessoais devem se manter no patamar de 12 milhões de unidades, registrado em 2008.

    No ano passado, as vendas de desktops caíram 5%, queda que deve ser acentuada para 22% em 2009.
    Já as vendas de notebooks devem aumentar 40% este ano, ante o crescimento de 125% do ano passado.

    No quarto trimestre, as vendas de PCs caíram 9%, as de desktops recuaram 26%, e as de notebooks tiveram queda de 41%. Nas exportações da indústria eletroeletrônica, informática foi o único setor a apresentar queda (-12%)……………………………………

  11. Roberto São Paulo/SP disse:

    Creio que o Brasil é um dos maiores mercados de computadores pessoias e já tem várias empresas que montam computadores pessoais.
    ———-Precisamos instalar uma fábrica de processadores no Brasil, o mercado de computadores pessoais e televisores com recepção de sinais digitais garatem a viabilidade de uma fávrica no Brasil.

    Poderíamos formar uma Joint Venture com a principais montadoras de computadores pessoais instaladas no Brasil e uma das principais fabricante de processadores
    O aporte de R$ 100 bilhões de reais ao BNDES garante a disponibilidade dos recursos necessários para a instalação de uma fábrica de processadores no Brasil.

    .Uma outra possibilidade seria a usar o Programa de um Computador Pessoal por aluno para viabilizar o desenvolvimento e fabricação de processador pela CEITEC exclusivo para o fabricação de computadores do Programa de um Computador por aluno e formar uma Join Venture com a Ceitec, montadoras de computadores pessoais e o BNDES.

  12. Trabalhei uns dias com o Ubuntu em Brasília. Levinho, simpático e extremamente funcional.

  13. karlos disse:

    Ao comentário das 21:49

    Um aporte de R$ 100 BILHÕES??? ao BNDES ou DO BNDES?
    massss,100 BILHÕES….!!
    E gostaria de ver a VIABILIDADE DESTA FÁBRICA de computadores,e/ou Processadores e/ou televisores digitais no Brasil( Zona Franca lógicamente.

    abraços

  14. Roberto São Paulo/SP disse:

    ABINEE-Abinee (Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica, 15/maio/2009 -16h00
    http://www.abinee.org.br/cgi-new/listnews.cgi/mostra
    ——————Newsletter ABINEE-Edição 400 – 15/maio/2009 -16h00
    ————-Estudo contratado pela ABINEE junto à consultoria IT Data aponta que o mercado brasileiro de PCs comercializou 2,217 milhões de unidades nos três primeiros meses de 2009.
    ————-Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram negociados 2,510 milhões de computadores, a retração chegou a 12%.

    Segundo o estudo, a crise internacional determinou a saída de alguns fabricantes do mercado por falta de expectativa de negócios. Além disso, as indústrias promoveram mudanças em suas estratégias, focando as atividades na produção de desktops, volumes menores de produção e conservadorismo nas negociações.
    ———–Do total de PCs, foram comercializados 1,507 milhão de unidades de desktops e 710 mil notebooks.
    ———–Com isso, a participação dos desktops cresceu em relação ao 4º trimestre/2008, atingindo 68% do total comercializado contra 32% dos notebooks. Em relação ao primeiro trimestre de 2008, a comercialização de desktops apresentou retração de 18%, caindo de 1,846 milhão de unidades para 1,507 milhão. Em relação ao quarto trimestre/2008, a queda atingiu 9,5%.
    ————Por sua vez, os notebooks apresentaram crescimento de 6,7% em relação ao primeiro trimestre de 2008 e queda 33,5% em relação ao quarto trimestre/2008.

    ———–Para 2009, a ABINEE prevê que as vendas de PCs deverão atingir cerca de 12 milhões de unidades, apostando na recuperação do mercado nacional de computadores. Corrobora esta previsão, a estimativa de crescimento de 20% na comercialização de PCs já neste segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre.
    ———–As vendas de desktops cairão 9% em relação ao total comercializado em 2008 (7,7 milhões), fechando o ano com aproximadamente 7 milhões de unidades, enquanto que as de notebooks crescerão 16% em relação a 2008 (4,3 milhões), atingindo cerca de 5 milhões unidades.

  15. Marcos P.B. disse:

    Dupla de espanhóis apresenta o primeiro “netbook” livre, solar e biodegradável

    Pode vir a transformar-se no cavalo de Tróia dos netbooks. Dois madrilenos criaram o primeiro computador de software livre, alimentado a energia solar e totalmente biodegradável. Tudo isto a partir de 130 euros e disponível em várias cores. O computador é fabricado na China e o “software” é desenvolvido em Madrid. O iUnika Gyy estará à venda em finais do próximo mês de Junho e estará disponível em 15 mil pontos de venda em todo o mundo.

    O aparelho, uma criação da empresa iUnika, tem um ecrã de oito polegadas (resolução de 800×480), pesa 700 gramas, tem rato táctil, processador Ingenic de arquitectura Mips de 400MHz, 128 MB de memória RAM (extensível a 512 MB), um disco duro de 1 GB (extensível até 64 GB com cartão SD), três portas USB, conectividade ADSL, Wi-Fi, CDMA e GPRS, 10/100 LAN Ethernet, corre no sistema operativo Linux e estará disponível em 12 idiomas. Foram criados quatro modelos: simples, solar, equipado com GSM (Sistema Global para Comunicações Móveis) e o modelo GSM solar. Todos os quatro modelos são biodegradáveis.

    A “carcaça” do iUnika Gyy é feita com produtos totalmente naturais, como sejam a farinha de milho e a celulose, que se fundiram numa espécie de bioplástico, um material seguro até aos 85 graus centígrados.

    Este portátil é uma criação de dois madrilenos – o empresário Ángel Blázquez e Pablo Machón, presidente da Fundação para o Conhecimento Livre –, que apresentaram ontem o seu invento no International LibreMeeting 2009, perto de Madrid, conta o “El País”.

    Tudo começou há dois anos, quando Blázquez começou a fabricar um portátil pequeno, ecológico e barato. Quando conheceu Machón, no ano passado, fundaram em conjunto a iUnika. “Os nossos produtos são especiais, serão sempre biodegradáveis e nenhum funcionará com programas privados e pagos”, assegura Blázquez, citado pelo “El País”.

    Dois dos portáteis (modelos solar e GSM solar) carregam-se com uma placa aplicada no dorso do computador. “Demoram entre cinco e sete horas a carregar. Fizemos muitos testes, mas nunca obtivemos o mesmo resultado. Depende do sol, do ângulo… A boa notícia é que se mantém. Ao contrário de um computador normal, alimenta-se enquanto o utilizador está a trabalhar, sem cabos”.

    O cartão GSM, que permite a ligação à Internet, não faz parte do pacote básico do computador, tendo o cartão de memória que permite a conectividade que ser adquirido à parte, fazendo aumentar o custo do computador de 130 para 180 euros.

    O portátil vem com “umas 30 aplicações de software pré-instaladas. Existe um armazém com milhares de programas que podem instalar-se livre e gratuitamente. A ideia é que cada um o personalize”, comenta Machón, citado pelo “El País”.

    “A nossa margem de lucro é mínima. Queremos posicionar a marca”, diz Blázquez. Machón insiste: “As motivações ecológicas, de respeito pelo meio ambiente e pelo utilizador não servem se não criarmos um produto que se venda muito”. Blázquez recorda, por exemplo, o falhanço do projecto OLPC, de Nicholas Negroponte, que pretendia dar às crianças dos países pobres um computador por cem dólares. Mas de cem dólares passou para o dobro, 200, e a sua comercialização eternizou-se. Como evitar os mesmos erros? “Sendo mais ágeis, não quebrando alianças”, opina Blázquez, citado pelo diário espanhol. “O projecto OLPC comprometeu-se a usar software livre, mas em 2008 passou para o Windows. Essa traição deu-lhe uma publicidade negativa”.

    Outra diferença entre o projecto OLPC e o novo iUnika Gyy é o público. Se o primeiro era destinado a crianças, o novo netbook tem um público mais abrangente e poderá ser comprado em todos os grandes retalhistas do mundo. “Esta apresentação que fazemos aqui é para dar um empurrão ao seu lançamento em Espanha, França e Portugal. Na Ásia é uma ‘bomba’ e também na Europa de Leste, sobretudo na Polónia, onde está a ser muito aguardado”, concluíram os criadores.

    Com informações do softwarelivre

    fonte:
    Boca no Trombone

  16. Luiz Marcos Gomes disse:

    Lembro que também está disponibilizado na rede, para quem quiser, o Ubuntu Remix 9.04, feito especificamente para netbooks, que têm telas menores.

  17. foo disse:

    @Ricardo: “Só acho que o Windows 7 deve ser incluído nessa lista sim. Ele está bem melhor que o Vista (que não roda em netbooks) e vai desbancar o XP.”

    Eu exclui o Windows 7 pelo fator custo.

    Além dele exigir 4 vezes mais memória do que o XP, ele vai adicionar entre $50 e $100 ao custo do computador — fazendo com que o preço final comece na faixa dos $300-$350.

  18. foo disse:

    Marcos P.B.: “Não dá pra rodar o MAC OS X num netbook ?
    Como o que se chama por aí de Hackintosh ?”

    É possível, sim.

    Mas o preço do Mac OS X é de $129, sem falar no trabalhão para instalar.

  19. Antonio Donato Filho disse:

    Mais um vantagem do Linux alem de não ser nescessario anti-virús ele tambem não desfragmento o HD ao contrario do Windows.

  20. André Oliveira disse:

    Windows 7 para um netbook é um desperdício. O aparelhinho serve basicamente para acessar a internet e sistemas operacionais de uso pleno como XP, Vista, Win 7, OSX ou ubuntu são muito pesados porque estão preparados para qualquer tipo de uso.
    É necessário desenvolver uma nova categoria de sistema operacional especificamente para esses aparelhos. Me parece que ao menos a Intel está trabalhando em algo nessa linha.

  21. Roberto São Paulo/SP disse:

    blogs.computerworld.com, ddivulgado pelo ssite BR-Linux.org, 23/04/2009
    http://br-linux.org/2009/alpha-680-primeiro-netbook-com-android-no-mercado/

    Alpha 680: primeiro netbook com Android no mercado?
    Esta nota foi publicada por Augusto Campos em 23/04/2009 às 1:00 pm

    Um netbook barato (100 a 200 dólares), com touchscreen, 3G, Wi-fi, portas USB, slot SD, tela de 7 polegadas que pode ser girada como em um tablet, e outras especificações de hardware que lembram as de celulares, tudo isso rodando o Android – é o que promete o Alpha 680, que já pode ser consultado no site da Skytone, empresa mais conhecida pelos seus Skypefones e computadores infantis de baixo custo.

    Primeiro de muitos? O tempo dirá, e tomara que os próximos tenham especificações um pouco menos modestas. Mesmo assim, caso este aparelho chegasse logo à venda (e aqui no Brasil), eu compraria. (via blogs.computerworld.com)………………

    http://blogs.computerworld.com/sites/default/themes/cw_blogs/cache/files/u153/Picture_71.png

  22. Roberto São Paulo/SP disse:

    Agência FAPESP – A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, 3/10/2008
    ]http://www.agencia.fapesp.br/materia/9521/especiais/novos-chips-em-2011.htm
    ————-Novos chips em 2011
    Por Thiago Romero
    A primeira indústria de semicondutores ferroelétricos na América Latina será instalada no Estado de São Paulo, no Parque Ecotecnológico de São Carlos, no interior paulista.
    ————-O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (2/10), no gabinete do reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo, pelos representantes das duas companhias responsáveis pelos investimentos no projeto, a norte-americana Symetrix Corporation e o Grupo Encalso-Damha, sediado em São Carlos………………….
    …………….Os chips com memórias ferroelétricas são diferentes dos processadores de computador, que são ferromagnéticos. Uma importante aplicação está nos cartões bancários ou de crédito. As memórias ferroelétricas podem ser lidas e escritas cerca de 100 trilhões de vezes, enquanto a memória magnética de um cartão comum suporta apenas algumas dezenas de milhares de leituras.

    Para que o produto seja desenvolvido no Brasil serão investidos até US$ 1 bilhão na nova fábrica. “A estimativa é que as construções tenham início no segundo semestre de 2009 e a operação comece no final de 2011”, disse Ricardo Castelo Branco, diretor comercial da joint-venture entre os dois grupos empresariais, à Agência FAPESP.

    “A fábrica deve faturar cerca de R$ 100 milhões nos primeiros anos de funcionamento. O mercado mundial de chip de memória gira em torno de US$ 53 bilhões e o Brasil tem entre 1% e 2% desse mercado. O objetivo do empreendimento é faturar com a substituição das importações desses dispositivos. Inicialmente, queremos suprir o mercado brasileiro, mas a idéia é exportar também”, disse Castelo Branco…………………..

  23. Roberto São Paulo/SP disse:

    Portal do Governo do Estado de São Paulo, Dom, 26/10/08 – 11h34
    http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=99939
    ————–São Carlos é sede da 1ª fábrica nacional de semicondutores
    Filial instalada no país produzirá memórias e chips
    Rogério Silveira, da Agência Imprensa Oficial

    Referência nacional em pesquisa e inovação tecnológica, a cidade de São Carlos, no interior paulista, abrigará a primeira fábrica de semicondutores do País.
    O projeto de construir a filial brasileira da multinacional Symetrix Systems é uma parceria da empresa norte-americana com a prefeitura local, Secretaria Estadual do Desenvolvimento e Grupo Encalso-Damha………………….
    ……….Opção paulista – A Symetrix Systems foi criada na década de 1980 no Estado norte-americano do Colorado pelo brasileiro Carlos Paz de Araújo. Ao decidir por São Carlos, o empresário potiguar deixou de lado municípios concorrentes nos Estados do Rio de Janeiro e de Pernambuco.

    Um dos motivos da sua escolha é o fato de a cidade abrigar uma das duas sedes do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC). Trata-se de um dos principais Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O CMDMC é coordenado pelos professores Élson Longo e José Arana Varela, do Instituto de Química (IQ) da Unesp. A dupla também lidera um grupo de 120 cientistas de instituições públicas como USP-São Carlos, Ufscar e Unesp…………………..

  24. Marcondes disse:

    Foo
    me desculpe, voce esta sendo tendencioso: o windows 7 usa menos recursos que o Vista, e roda sim em netbook. Se eu quiser pagar pelo sistema operacional eu acho que posso ser livre para isso nao?

  25. ejedelmal disse:

    O Windows 7 em netbooks? que eu saiba o Windows 7 serve para transformar o Air Force 1 em um Fusquinha. De repente, se você instalar num Notebook Pentium Quad Core topo de linha ele venta a dar a sensação de um Netbook com recursos limitados. Ai sim.

  26. foo disse:

    Marcondes: “me desculpe, voce esta sendo tendencioso: o windows 7 usa menos recursos que o Vista, e roda sim em netbook. Se eu quiser pagar pelo sistema operacional eu acho que posso ser livre para isso nao?”

    Sem dúvida, mas a premissa do artigo era identificar os sistemas operacionais mais adequados para um netbook de US$ 250.

    Se você for pagar US$ 50 a US$ 100 por um sistema operacional, mais memória RAM e HD, o netbook se transforma em um mini-laptop, que está fora do escopo deste artigo.

    Creio que ficou demonstrado que, para o segmento de baixo custo, o Windows XP e o Ubuntu se mostram mais adequados do que o Windows 7.

  27. Thiago - Campinas/SP disse:

    Olá pessoal!

    Os debates acerca das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) podem ser tão apaixonados, e por vezes confusos, como são os debates sobre política e economia.

    Os Sistemas Operacionais (SOs) listados no artigo indicado pelo Foo constituem uma pequena fração das possibilidades.
    Só no campo das mini distribuições baseadas em GNU/Linux, especialmente aplicáveis a micros antigos ou de poucos recursos, existe uma gama variada de opções que podem rodar um ambiente gráfico em hardware antigo, fazendo um micro 486 DX2 heroicamente acessar a internet por meio de navegadores atuais.

    A título de exemplo, tivemos no Brasil uma distribuição, infelizmente hoje descontinuada, de boa qualidade chamada Kurumin, desenvolvida por Carlos Morimoto, visando micros antigos com requisitos mínimos a partir de um Pentium II 266 (ou K6-2) com 128 a 196 MB de RAM.
    As especificações de hardware dos Netbooks já lançados em média superam com vantagens, principalmente no quesito de eficiência no consumo de energia, as de uma máquina convencional mediana com chips de sexta geração ( Pentium III ).

    Lançamentos de novos chips da empresa britâmica ARM, que equipa 9 entre 10 aparelhos celulares, chegam para acirrar a competição nos Netbooks com os chips VIA e Intel, delineando melhor um nicho de mercado para os Netbooks na faixa dos US$ 200 para o consumidor final.

    Feitas estas considerações iniciais eu posso dizer:

    a) Foo, faltou naquela comparação do artigo a distribuição OpenSuse, da Novell, que briga diretamente com Ubuntu, e Windows ( seja XP, Vista ou Win 7).

    b) Luciano, concordo com você. O diferencial de preços interno e externo é grande, também por conta dos impostos, e é fator limitador para que larga parcela da população possa ser incluída digitalmente. Dado o gosto dos brasileiros pelos celulares, me parece mais natural a inclusão digital através de netbooks como uma evolução dos smartphones do que propriamente pensados como um enxugamento dos notebooks. Provavelmente netbooks e notebooks devem ser entendidos como produtos complementares mais do que produtos substitutos.

    c) André Oliveira, tudo depende da concepção que dá origem a um sistema operacional. A proposta GNU/Linux é a do Software de Código Livre e Aberto (do inglês FOSS – Free and Open Source Software) com características customizáveis e modulares. Podem existir desde distribuições abrangentes, com boa quantidade de programas potentes pré-instalada, como o Ubuntu e o OpenSuse, até as mini distribuições cuidadosamente otimizadas para tarefas específicas, ou mini distribuições para rodar em micros antigos ou com recursos limitados. Na concepção GNU/Linux não seria necessário criar uma “nova categoria de sistema operacional”, apenas focar o empacotamento da distribuição para o nicho de mercado. O núcleo do sistema operacional (kernel) e suas evoluções pode ser mantido compatível, diluindo os custos de desenvolvimento.

    Uma grande diferença é que na concepção FOSS existe um processo de empoderamento do usuário, e não o seu aprisionamento numa família de produtos de software proprietário ( lock-in ) porque os custos de mudança para ferramentas alternativas ( switching costs) se torna quase nulo.

    Thiago – Campinas/SP

  28. Bruno Abreu disse:

    Nassif,

    Faltou colocar o Mac OS X. Eu o instalei em um netbook Lenovo S10. Posso garantir: é muito mais rápido do que o Windows e mais funcional do que o Ubuntu. Uma pesquisa rápida pela internet mostrará como é fácil instalá-lo. Para evitar pirataria, já que apenas o Darwin é livre. Recomendo aos afoitos que forem tentar, passar na loja mais próxima e comprar uma cópia legítima do OS X, resolve o problema da pirataria e passa-se a infligir apenas a EULA da Apple que, acredito, desrespeita algumas diretrizes do nosso código de defesa do consumidor.

  29. Matheus Rodrigues disse:

    Mais assim esse Ubuntu nao funciona em um Netbook com 2GB DE MEMORIA FASH, e assim gostaria de saber que sistema operacional que voces me recomendaria pra esta usando em um netbook com 2GB de memória Flash .
    Meu Email e MATHEUS.GOOGLE@HOTMAIL.COM
    Ficarei esperando Flw

    • Paulo disse:

      Não sei de onde vc tirou que o Ubuntu não funciona nessa configuração. Eu uso o Ubuntu desde a versão 8.10 (hoje estou com a 9.10) num Acer Aspire One AOA150, que originalmente veio com XP. Comparando o Ubuntu com o XP, na mesma máquina, é muito mais rápido para iniciar, para navegar e para rodar programas relativamente pesados como o Gimp. Nunca vi meu netbook atingir 75% da memória disponível de 1GB. Em geral consome algo em torno de 400MB, com um punhado de aplicativos rodando ao mesmo tempo, sem travar, nem ficar lento. Ao contrário do XP, que come uma memória federal e ocupa o processador com coisas inúteis, como antivirus. Pessoalmente, me sinto muito mais seguro usando o Ubuntu do que o XP.

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