Os sistemas operacionais e o Netbook
Por foo
Qual o melhor sistema operacional para netbooks?
Netbooks são, por definicão, portáteis (telas de até 10 polegadas, e menos de 1kg de peso), com especificacões simples (processador de 1.6 GHz, 512 MB ou 1 GB de RAM, solid state drives de 16 ou 32 GB) e baixo custo (a partir de US$ 250,00 — ou R$ 520,00).
Vamos nos concentrar nos netbooks de baixo custo — que hoje custam US$ 250, mas que com o barateamento da tecnologia poderão custar menos de US$ 200 amanhã.
Dadas as restricões, vamos às comparacões:
Se olharmos apenas para as especificacões, as escolhas naturais são o Windows XP, o Ubuntu, e o Xubuntu.
O Windows 7 e o Vista não podem ser considerados bons sistemas operacionais para netbooks de baixo custo, pois usam quase todo o espaco disponível em memória RAM e HD. É claro que podemos encontrar netbooks com especificacões melhores: 2GB RAM, HDs de 200 GB — mas, nestes casos, os netbooks passam para um outro patamar, de US$ 300 ou US$ 400.
Escolhidas as três opcões (XP, Ubuntu, e Xubuntu), vejamos as ferramentas que cada um dos sistemas operacionais oferecem:
A conclusão é clara: o Ubuntu vem com o melhor conjunto de ferramentas, prontos para serem usados, seguido pelo Xubuntu.
Caso um usuário do Windows XP queira instalar a versão mais barata do MS Office, precisará desembolsar pelo menos mais US$ 99 (Office 2007 Student).
A solucão para os usuários de Windows XP é baixar e instalar o OpenOffice, o GIMP, o Firefox, e o Thunderbird — todos são softwares livres, e também funcionam no Windows. E também um antivirus, é claro.
Considerando estas opcões, podemos dizer que os três sistemas operacionais — XP, Ubuntu, e Xubuntu — são igualmente adequados para um netbook de baixo custo, cada um com seus prós e seus contras; com uma ligeira vantagem para os softwares livres, que já vêm prontos para serem usados, e não exigem antivirus (que costumam roubar uma parcela significativa de memória e processamento).
Artigo completo, com as tabelas:
http://capitao-obvio.blogspot.com/2009/05/netbooks-que-sistema-operacional.html
Autor: luisnassif - Categoria(s): Software Tags: Linux, netbook, SO, ubuntu

blogs.computerworld.com, ddivulgado pelo ssite BR-Linux.org, 23/04/2009
http://br-linux.org/2009/alpha-680-primeiro-netbook-com-android-no-mercado/
Alpha 680: primeiro netbook com Android no mercado?
Esta nota foi publicada por Augusto Campos em 23/04/2009 às 1:00 pm
Um netbook barato (100 a 200 dólares), com touchscreen, 3G, Wi-fi, portas USB, slot SD, tela de 7 polegadas que pode ser girada como em um tablet, e outras especificações de hardware que lembram as de celulares, tudo isso rodando o Android – é o que promete o Alpha 680, que já pode ser consultado no site da Skytone, empresa mais conhecida pelos seus Skypefones e computadores infantis de baixo custo.
Primeiro de muitos? O tempo dirá, e tomara que os próximos tenham especificações um pouco menos modestas. Mesmo assim, caso este aparelho chegasse logo à venda (e aqui no Brasil), eu compraria. (via blogs.computerworld.com)………………
http://blogs.computerworld.com/sites/default/themes/cw_blogs/cache/files/u153/Picture_71.png
Agência FAPESP – A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, 3/10/2008
]http://www.agencia.fapesp.br/materia/9521/especiais/novos-chips-em-2011.htm
————-Novos chips em 2011
Por Thiago Romero
A primeira indústria de semicondutores ferroelétricos na América Latina será instalada no Estado de São Paulo, no Parque Ecotecnológico de São Carlos, no interior paulista.
————-O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (2/10), no gabinete do reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo, pelos representantes das duas companhias responsáveis pelos investimentos no projeto, a norte-americana Symetrix Corporation e o Grupo Encalso-Damha, sediado em São Carlos………………….
…………….Os chips com memórias ferroelétricas são diferentes dos processadores de computador, que são ferromagnéticos. Uma importante aplicação está nos cartões bancários ou de crédito. As memórias ferroelétricas podem ser lidas e escritas cerca de 100 trilhões de vezes, enquanto a memória magnética de um cartão comum suporta apenas algumas dezenas de milhares de leituras.
Para que o produto seja desenvolvido no Brasil serão investidos até US$ 1 bilhão na nova fábrica. “A estimativa é que as construções tenham início no segundo semestre de 2009 e a operação comece no final de 2011”, disse Ricardo Castelo Branco, diretor comercial da joint-venture entre os dois grupos empresariais, à Agência FAPESP.
“A fábrica deve faturar cerca de R$ 100 milhões nos primeiros anos de funcionamento. O mercado mundial de chip de memória gira em torno de US$ 53 bilhões e o Brasil tem entre 1% e 2% desse mercado. O objetivo do empreendimento é faturar com a substituição das importações desses dispositivos. Inicialmente, queremos suprir o mercado brasileiro, mas a idéia é exportar também”, disse Castelo Branco…………………..
Portal do Governo do Estado de São Paulo, Dom, 26/10/08 – 11h34
http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=99939
————–São Carlos é sede da 1ª fábrica nacional de semicondutores
Filial instalada no país produzirá memórias e chips
Rogério Silveira, da Agência Imprensa Oficial
Referência nacional em pesquisa e inovação tecnológica, a cidade de São Carlos, no interior paulista, abrigará a primeira fábrica de semicondutores do País.
O projeto de construir a filial brasileira da multinacional Symetrix Systems é uma parceria da empresa norte-americana com a prefeitura local, Secretaria Estadual do Desenvolvimento e Grupo Encalso-Damha………………….
……….Opção paulista – A Symetrix Systems foi criada na década de 1980 no Estado norte-americano do Colorado pelo brasileiro Carlos Paz de Araújo. Ao decidir por São Carlos, o empresário potiguar deixou de lado municípios concorrentes nos Estados do Rio de Janeiro e de Pernambuco.
Um dos motivos da sua escolha é o fato de a cidade abrigar uma das duas sedes do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC). Trata-se de um dos principais Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O CMDMC é coordenado pelos professores Élson Longo e José Arana Varela, do Instituto de Química (IQ) da Unesp. A dupla também lidera um grupo de 120 cientistas de instituições públicas como USP-São Carlos, Ufscar e Unesp…………………..
Foo
me desculpe, voce esta sendo tendencioso: o windows 7 usa menos recursos que o Vista, e roda sim em netbook. Se eu quiser pagar pelo sistema operacional eu acho que posso ser livre para isso nao?
O Windows 7 em netbooks? que eu saiba o Windows 7 serve para transformar o Air Force 1 em um Fusquinha. De repente, se você instalar num Notebook Pentium Quad Core topo de linha ele venta a dar a sensação de um Netbook com recursos limitados. Ai sim.
Marcondes: “me desculpe, voce esta sendo tendencioso: o windows 7 usa menos recursos que o Vista, e roda sim em netbook. Se eu quiser pagar pelo sistema operacional eu acho que posso ser livre para isso nao?”
Sem dúvida, mas a premissa do artigo era identificar os sistemas operacionais mais adequados para um netbook de US$ 250.
Se você for pagar US$ 50 a US$ 100 por um sistema operacional, mais memória RAM e HD, o netbook se transforma em um mini-laptop, que está fora do escopo deste artigo.
Creio que ficou demonstrado que, para o segmento de baixo custo, o Windows XP e o Ubuntu se mostram mais adequados do que o Windows 7.
Olá pessoal!
Os debates acerca das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) podem ser tão apaixonados, e por vezes confusos, como são os debates sobre política e economia.
Os Sistemas Operacionais (SOs) listados no artigo indicado pelo Foo constituem uma pequena fração das possibilidades.
Só no campo das mini distribuições baseadas em GNU/Linux, especialmente aplicáveis a micros antigos ou de poucos recursos, existe uma gama variada de opções que podem rodar um ambiente gráfico em hardware antigo, fazendo um micro 486 DX2 heroicamente acessar a internet por meio de navegadores atuais.
A título de exemplo, tivemos no Brasil uma distribuição, infelizmente hoje descontinuada, de boa qualidade chamada Kurumin, desenvolvida por Carlos Morimoto, visando micros antigos com requisitos mínimos a partir de um Pentium II 266 (ou K6-2) com 128 a 196 MB de RAM.
As especificações de hardware dos Netbooks já lançados em média superam com vantagens, principalmente no quesito de eficiência no consumo de energia, as de uma máquina convencional mediana com chips de sexta geração ( Pentium III ).
Lançamentos de novos chips da empresa britâmica ARM, que equipa 9 entre 10 aparelhos celulares, chegam para acirrar a competição nos Netbooks com os chips VIA e Intel, delineando melhor um nicho de mercado para os Netbooks na faixa dos US$ 200 para o consumidor final.
Feitas estas considerações iniciais eu posso dizer:
a) Foo, faltou naquela comparação do artigo a distribuição OpenSuse, da Novell, que briga diretamente com Ubuntu, e Windows ( seja XP, Vista ou Win 7).
b) Luciano, concordo com você. O diferencial de preços interno e externo é grande, também por conta dos impostos, e é fator limitador para que larga parcela da população possa ser incluída digitalmente. Dado o gosto dos brasileiros pelos celulares, me parece mais natural a inclusão digital através de netbooks como uma evolução dos smartphones do que propriamente pensados como um enxugamento dos notebooks. Provavelmente netbooks e notebooks devem ser entendidos como produtos complementares mais do que produtos substitutos.
c) André Oliveira, tudo depende da concepção que dá origem a um sistema operacional. A proposta GNU/Linux é a do Software de Código Livre e Aberto (do inglês FOSS – Free and Open Source Software) com características customizáveis e modulares. Podem existir desde distribuições abrangentes, com boa quantidade de programas potentes pré-instalada, como o Ubuntu e o OpenSuse, até as mini distribuições cuidadosamente otimizadas para tarefas específicas, ou mini distribuições para rodar em micros antigos ou com recursos limitados. Na concepção GNU/Linux não seria necessário criar uma “nova categoria de sistema operacional”, apenas focar o empacotamento da distribuição para o nicho de mercado. O núcleo do sistema operacional (kernel) e suas evoluções pode ser mantido compatível, diluindo os custos de desenvolvimento.
Uma grande diferença é que na concepção FOSS existe um processo de empoderamento do usuário, e não o seu aprisionamento numa família de produtos de software proprietário ( lock-in ) porque os custos de mudança para ferramentas alternativas ( switching costs) se torna quase nulo.
Thiago – Campinas/SP
Nassif,
Faltou colocar o Mac OS X. Eu o instalei em um netbook Lenovo S10. Posso garantir: é muito mais rápido do que o Windows e mais funcional do que o Ubuntu. Uma pesquisa rápida pela internet mostrará como é fácil instalá-lo. Para evitar pirataria, já que apenas o Darwin é livre. Recomendo aos afoitos que forem tentar, passar na loja mais próxima e comprar uma cópia legítima do OS X, resolve o problema da pirataria e passa-se a infligir apenas a EULA da Apple que, acredito, desrespeita algumas diretrizes do nosso código de defesa do consumidor.
Mais assim esse Ubuntu nao funciona em um Netbook com 2GB DE MEMORIA FASH, e assim gostaria de saber que sistema operacional que voces me recomendaria pra esta usando em um netbook com 2GB de memória Flash .
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Ficarei esperando Flw