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	<title>Comentários sobre: As Unidades de Polícia Pacificadora do Rio</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Por: flavio martinho</title>
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		<dc:creator>flavio martinho</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2009 01:11:04 +0000</pubDate>
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		<description>Se é como o DKRC escreveu, o nome correto seria talvez Unidade de POLITICA Pacificadora, onde atua policia e ha &quot;serviços básicos para os moradores, como posto de saúde 24h e cursos profissionalizantes.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se é como o DKRC escreveu, o nome correto seria talvez Unidade de POLITICA Pacificadora, onde atua policia e ha &#8220;serviços básicos para os moradores, como posto de saúde 24h e cursos profissionalizantes.&#8221;</p>
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		<title>Por: Jorge Moacir</title>
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		<dc:creator>Jorge Moacir</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2009 15:54:54 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo plenamente com o comentarista Marco Antonio, é paliativo, por ser, mas a situação do Rio é insustentável, divido entre milicianos e traficantes que ditam as regras na Capital, quiçá no interior, dominam a pirataria, transportes clandestinos, gatonet, gás, caça-níqueis e tudo mais que possa ser criminoso e gere lucros. Agora, é preciso sim, uma fiscalização enérgica e rigorosa por parte da cúpula de Segurança Pública sobre estes batalhões instalados nas comunidades, caso contrário, só mudarão os opressores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente com o comentarista Marco Antonio, é paliativo, por ser, mas a situação do Rio é insustentável, divido entre milicianos e traficantes que ditam as regras na Capital, quiçá no interior, dominam a pirataria, transportes clandestinos, gatonet, gás, caça-níqueis e tudo mais que possa ser criminoso e gere lucros. Agora, é preciso sim, uma fiscalização enérgica e rigorosa por parte da cúpula de Segurança Pública sobre estes batalhões instalados nas comunidades, caso contrário, só mudarão os opressores.</p>
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	<item>
		<title>Por: Ivan Moraes</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-2/#comment-657586</link>
		<dc:creator>Ivan Moraes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2009 03:55:01 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Cursos Profissionalizantes - Quanto vai ganhar um profissional destes apos formado? Alias, formado em que? Se for curso de corte e costura e artesanato pode mandar fechar. Tem que ser “COISA UTIL”, MERCADOLOGICAMENTE UTIL, como TI, por exemplo.&quot;:  porque nao formar los em direito?

Entao eles podem se empregar como juizes, que sao excelentemente bem pagos, embora inuteis -mercadologicamente e socialmente- por design.

Ai eles podem conluiar aa vontade com cidadaos ilibados...  nao eh isso que juizes fazem?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Cursos Profissionalizantes &#8211; Quanto vai ganhar um profissional destes apos formado? Alias, formado em que? Se for curso de corte e costura e artesanato pode mandar fechar. Tem que ser “COISA UTIL”, MERCADOLOGICAMENTE UTIL, como TI, por exemplo.&#8221;:  porque nao formar los em direito?</p>
<p>Entao eles podem se empregar como juizes, que sao excelentemente bem pagos, embora inuteis -mercadologicamente e socialmente- por design.</p>
<p>Ai eles podem conluiar aa vontade com cidadaos ilibados&#8230;  nao eh isso que juizes fazem?</p>
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		<title>Por: Ivan Moraes</title>
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		<dc:creator>Ivan Moraes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2009 03:49:06 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Cidadelas exilarão os criminosos do meio da sociedade ordeira, com isso, não terão a sua presença ignóbil e perigosa, de entremeio aos cidadões ilibados&quot;:  foram os cidadaos ilibados que desapareceram com trilhoes de dolares do Brasil nos ultimos 15 anos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Cidadelas exilarão os criminosos do meio da sociedade ordeira, com isso, não terão a sua presença ignóbil e perigosa, de entremeio aos cidadões ilibados&#8221;:  foram os cidadaos ilibados que desapareceram com trilhoes de dolares do Brasil nos ultimos 15 anos.</p>
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		<title>Por: Jurasampaio</title>
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		<dc:creator>Jurasampaio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2009 01:17:04 +0000</pubDate>
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		<description>Pensso ser um começo.
Mas gostei mais da proposta do Graça Aranha. Abrs. Jura</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pensso ser um começo.<br />
Mas gostei mais da proposta do Graça Aranha. Abrs. Jura</p>
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	<item>
		<title>Por: Casares</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-2/#comment-657432</link>
		<dc:creator>Casares</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 22:18:04 +0000</pubDate>
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		<description>...e o estado entrando nas comunidades, não e bom?

Se não ha estado reclama-se, se ha, reclama-se tambem. 
Assim não ha cristão que aguente...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;e o estado entrando nas comunidades, não e bom?</p>
<p>Se não ha estado reclama-se, se ha, reclama-se tambem.<br />
Assim não ha cristão que aguente&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Diogo Siqueira</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657374</link>
		<dc:creator>Diogo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 21:10:56 +0000</pubDate>
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		<description>O Estado precisa se fazer presente nas comunidades cariocas.
Fazer-se presente para reprimir os moradores é INÚTIL.
Falta caixa no governo? Adote um sistema de tributação mais justo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado precisa se fazer presente nas comunidades cariocas.<br />
Fazer-se presente para reprimir os moradores é INÚTIL.<br />
Falta caixa no governo? Adote um sistema de tributação mais justo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Horacio</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657352</link>
		<dc:creator>Luiz Horacio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 20:41:56 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que resolve sim, e que é o que resolve. Já tive o prazer de conhecer o projeto de Polícia Comunitária que havia em um bairro carente, de grande população, quando era ainda pioneiro. Devia ter sido aperfeiçoado, expandido, aprofundado e aperfeiçoado. O tipo de elos que se formam nessa experiência é benéfico para a comunidade, a Polícia e para a sociedade. 

Não creio que esse projeto não tenha crescido a ponto de reformular todo o relacionamento do Brasil com suas polícias por resistência dos moradores ou dos policiais, pois o trabalho policial neste caso se torna muito mais complexo e gratificante. Da parte dos moradores também, a idéia de um bom apoio policial sempre é bom. Infelizmente teremos de cantar a ladainha novamente. A maior resistência na sociedade brasileira para que a cidadania e a Polícia se dêem muito bem vem dos políticos.

Primeiro, vivemos um problema de gerações de políticos de esquerda no poder que não sabem se relacionar bem com policiais nem com militares. Têm medo, receio ou preconceito. E isso vale para um extenso leque que vale mesmo para PMDB e PSDB, sem contar PT, PPS, PSB, etc. Talvez o PC do B seja, paradoxalmente, o que tem melhores relações com a ordem social, quer dizer, não de forma ideológica, mas compreendem a necessidade da disciplina social e de uma ordem. Os outros fogem da ordem como o diabo da cruz. É para que a sociedade funcione e tenha paz e segurança. Para que a lei possa prevalecer.

Depois, não entendem do assunto e não o compreendem, quer dizer, não querem entender, pelas histórias da luta no passado. Mas agora estão no poder, e já há muito tempo, se estabelecermos o retorno das eleições diretas para governador como início da ascensão da esquerda, com o MDB. Se não dominam o assunto, e se querem desconhecê-lo, como se envolver diretamente, pessoalmente, apaixonadamente, diariamente com essa questão? (e existe outra forma de resolver esses problemas?) Como traçar políticas e sistemas nestes setores? E se não há prestígio nem interesse, mas uma vaga idéia de &quot;necessidade&quot; e de &quot;urgência&quot;, como transformar isso em prioridade concreta e real? Como treinar policiais dentro desse novo projeto?

O gargalo então está, mais uma vez, na gestão direta dos cargos executivos e legislativos, mas também no organicismo dos partidos políticos. Mas a população e a Polícia voltarem a conviver bem - mesmo sem grande apoio dos governos -é uma forma efetiva de crítica e de proposta para superar essa divisão da sociedade em nossa cultura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que resolve sim, e que é o que resolve. Já tive o prazer de conhecer o projeto de Polícia Comunitária que havia em um bairro carente, de grande população, quando era ainda pioneiro. Devia ter sido aperfeiçoado, expandido, aprofundado e aperfeiçoado. O tipo de elos que se formam nessa experiência é benéfico para a comunidade, a Polícia e para a sociedade. </p>
<p>Não creio que esse projeto não tenha crescido a ponto de reformular todo o relacionamento do Brasil com suas polícias por resistência dos moradores ou dos policiais, pois o trabalho policial neste caso se torna muito mais complexo e gratificante. Da parte dos moradores também, a idéia de um bom apoio policial sempre é bom. Infelizmente teremos de cantar a ladainha novamente. A maior resistência na sociedade brasileira para que a cidadania e a Polícia se dêem muito bem vem dos políticos.</p>
<p>Primeiro, vivemos um problema de gerações de políticos de esquerda no poder que não sabem se relacionar bem com policiais nem com militares. Têm medo, receio ou preconceito. E isso vale para um extenso leque que vale mesmo para PMDB e PSDB, sem contar PT, PPS, PSB, etc. Talvez o PC do B seja, paradoxalmente, o que tem melhores relações com a ordem social, quer dizer, não de forma ideológica, mas compreendem a necessidade da disciplina social e de uma ordem. Os outros fogem da ordem como o diabo da cruz. É para que a sociedade funcione e tenha paz e segurança. Para que a lei possa prevalecer.</p>
<p>Depois, não entendem do assunto e não o compreendem, quer dizer, não querem entender, pelas histórias da luta no passado. Mas agora estão no poder, e já há muito tempo, se estabelecermos o retorno das eleições diretas para governador como início da ascensão da esquerda, com o MDB. Se não dominam o assunto, e se querem desconhecê-lo, como se envolver diretamente, pessoalmente, apaixonadamente, diariamente com essa questão? (e existe outra forma de resolver esses problemas?) Como traçar políticas e sistemas nestes setores? E se não há prestígio nem interesse, mas uma vaga idéia de &#8220;necessidade&#8221; e de &#8220;urgência&#8221;, como transformar isso em prioridade concreta e real? Como treinar policiais dentro desse novo projeto?</p>
<p>O gargalo então está, mais uma vez, na gestão direta dos cargos executivos e legislativos, mas também no organicismo dos partidos políticos. Mas a população e a Polícia voltarem a conviver bem &#8211; mesmo sem grande apoio dos governos -é uma forma efetiva de crítica e de proposta para superar essa divisão da sociedade em nossa cultura.</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Graça Aranha</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657336</link>
		<dc:creator>Carlos Graça Aranha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 20:28:52 +0000</pubDate>
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		<description>Nassif e todos, sei que é grande, mas tenham um pouco de paciência:
De um profissional especializado em segurança pública: NÃO TEM SOLUÇÃO COMO ESTÁ. Leiam abaixo como são as favelas em realidade:: Vou relatar com síntese possível extrato de projeto que humildemente, quando acreditava em papai noel e saci pererê, enviei à presidência da República e à Câmara Federal em 1998.
O RJ tem uma particularidade: favelas e mais favelas. Desumanas e cruéis com seus moradores. Por força de minha profissão, conhecendo-as em profundidade, bem como a realidade de seus personagens. UMA CONSTATAÇÃO: Não há projeto de urbanização possível nas favelas íngremes(maioria delas), dada a topografia. Qualquer intervenção, mera maquiagem. E eu não conclui isso sozinho, mas acompanhado por 2 arquitetos urbanísticos e dois engenheitos da COPPE-UFRJ.
Propus um trabalho exaustivo de pesquisa e formatação de projeto de lei a fim de formular um conjunto de ações que livrasse o RJ da medonha criminalidade entranhada nas favelas, impondo terror a seus habitantes.
Primeiro, àquela data(1998) precisaríamos de 12,5 Bilhões de reais.
Uma conta simples: precisávamos de 300.000 unidades habitacionais para comportar os 1.200.000 de residentes em favelas.
O projeto era polêmico: Construir um novo município, com toda infraestrutura, remover as favelas e seus habitantes para este novo município, destruir todas as construções em favelas, remover os escombros, reflorestar, tornar as áreas reflorestadas patrimônio biológico, tornar crime(aliás, já o é pela legislação ambiental) qualquer construção nessas área reflorestadas.
Área de construção: Campo de Gericinó, área que o EB sempre quis se livrar, às margens da Av. Brasil, entre Bangu, Padre Miguel e Ricardo de Albuquerque, ou seja, próximo.
Geração de empregos para a massa favelizada, construindo em uma ponta, destruindo em outra, reflorestando. Isso em processo inteligente. à medida em que fossem sendo construídos quarteirões, realizavam-se as mudanças. Município novo, planejado, plano, com escolas, creches, hospitais. À época já seria o 2º maior município do estado, perdendo apenas para a capital.
Fui massacrado pelos “patrulheiros esquerdalóides”, xingado de tudo que é nome, sim, porque falar nisso resulta até em morte.
Enfim, gente séria estava no grupo e elaborou todo o projeto.
Dos piores argumentos estavam aqueles que diziam do desejo de ver favelados à distância. Bem, só quem não conhece o RJ pode dizer que Gericinó é distante demais do Centro e da Zona Sul, até mesmo da Barra da Tijuca. É próximo e com vasta condução, para todos os pontos do RJ.
Aliás, com um município de 1.200.000, com indústrias e comércio estabelecidos, por que sair dali ? Parques, jardins, centros culturais, shoppings, cinemas, teatros, trabalho, trabalho e trabalho.
Fico a observar essa história de PAC em favelas, UPPs, &quot;favelas-bairro&quot; e percebo a perda de foco no alvo, ao menos, aqui no RJ. A ocupação do Dona Marta, por exemplo, pela PM não tem com o ser duradoura. Daqui a pouco acaba. Cobertor curto para pés descalços.
Como disse, conheço de perto muitas favelas e os dramas de seus habitantes. Há alguns raros sinais de urbanização à entrada de algumas e nada mais. Penetrando em seus interiores vemos cenas que nos remetem à barbárie. Esgoto em valas abertas, canos de água a alimentar baldes e latas. Há ainda as mais pobres, onde resistem barracos de madeira e papelões, misturados aos barracos de alvenaria com tijolos à vista. Pessoas, humanos, quase desnudos, caminhando entre dejetos. Isso é favela, sem aquela visão romantizada de certos teóricos e intelectualóides.
Creio que o GF deveria repensar essa questão de um milhão de casas e resolver a questão das favelas, no RJ e em todo o Brasil. Com favelas e excluídos NÃO SE PODE PERMANECER. É cruel e desumano. 
Isso, sim, seria um grande salto na qualidade de vida de nossos irmãos excluídos.
O resto, empreiteira pra lá, pra cá, terceirizados, dinheiro público…aquela velha história que conhecemos, por melhor intencionado que esteja o sr. Presidente, se estiver. 
PS.: Desenvolvi esse projeto a cinco cabeças por proposta da SSP-RJ, a qual solicitou de seus servidores policiais projetos que pudessem colaborar para a diminuição dos índices de violência. O projeto foi o vencedor e ganhei um distintivo comemorativo ! Claro, peguei o projeto e enviei à Brasília. Nada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nassif e todos, sei que é grande, mas tenham um pouco de paciência:<br />
De um profissional especializado em segurança pública: NÃO TEM SOLUÇÃO COMO ESTÁ. Leiam abaixo como são as favelas em realidade:: Vou relatar com síntese possível extrato de projeto que humildemente, quando acreditava em papai noel e saci pererê, enviei à presidência da República e à Câmara Federal em 1998.<br />
O RJ tem uma particularidade: favelas e mais favelas. Desumanas e cruéis com seus moradores. Por força de minha profissão, conhecendo-as em profundidade, bem como a realidade de seus personagens. UMA CONSTATAÇÃO: Não há projeto de urbanização possível nas favelas íngremes(maioria delas), dada a topografia. Qualquer intervenção, mera maquiagem. E eu não conclui isso sozinho, mas acompanhado por 2 arquitetos urbanísticos e dois engenheitos da COPPE-UFRJ.<br />
Propus um trabalho exaustivo de pesquisa e formatação de projeto de lei a fim de formular um conjunto de ações que livrasse o RJ da medonha criminalidade entranhada nas favelas, impondo terror a seus habitantes.<br />
Primeiro, àquela data(1998) precisaríamos de 12,5 Bilhões de reais.<br />
Uma conta simples: precisávamos de 300.000 unidades habitacionais para comportar os 1.200.000 de residentes em favelas.<br />
O projeto era polêmico: Construir um novo município, com toda infraestrutura, remover as favelas e seus habitantes para este novo município, destruir todas as construções em favelas, remover os escombros, reflorestar, tornar as áreas reflorestadas patrimônio biológico, tornar crime(aliás, já o é pela legislação ambiental) qualquer construção nessas área reflorestadas.<br />
Área de construção: Campo de Gericinó, área que o EB sempre quis se livrar, às margens da Av. Brasil, entre Bangu, Padre Miguel e Ricardo de Albuquerque, ou seja, próximo.<br />
Geração de empregos para a massa favelizada, construindo em uma ponta, destruindo em outra, reflorestando. Isso em processo inteligente. à medida em que fossem sendo construídos quarteirões, realizavam-se as mudanças. Município novo, planejado, plano, com escolas, creches, hospitais. À época já seria o 2º maior município do estado, perdendo apenas para a capital.<br />
Fui massacrado pelos “patrulheiros esquerdalóides”, xingado de tudo que é nome, sim, porque falar nisso resulta até em morte.<br />
Enfim, gente séria estava no grupo e elaborou todo o projeto.<br />
Dos piores argumentos estavam aqueles que diziam do desejo de ver favelados à distância. Bem, só quem não conhece o RJ pode dizer que Gericinó é distante demais do Centro e da Zona Sul, até mesmo da Barra da Tijuca. É próximo e com vasta condução, para todos os pontos do RJ.<br />
Aliás, com um município de 1.200.000, com indústrias e comércio estabelecidos, por que sair dali ? Parques, jardins, centros culturais, shoppings, cinemas, teatros, trabalho, trabalho e trabalho.<br />
Fico a observar essa história de PAC em favelas, UPPs, &#8220;favelas-bairro&#8221; e percebo a perda de foco no alvo, ao menos, aqui no RJ. A ocupação do Dona Marta, por exemplo, pela PM não tem com o ser duradoura. Daqui a pouco acaba. Cobertor curto para pés descalços.<br />
Como disse, conheço de perto muitas favelas e os dramas de seus habitantes. Há alguns raros sinais de urbanização à entrada de algumas e nada mais. Penetrando em seus interiores vemos cenas que nos remetem à barbárie. Esgoto em valas abertas, canos de água a alimentar baldes e latas. Há ainda as mais pobres, onde resistem barracos de madeira e papelões, misturados aos barracos de alvenaria com tijolos à vista. Pessoas, humanos, quase desnudos, caminhando entre dejetos. Isso é favela, sem aquela visão romantizada de certos teóricos e intelectualóides.<br />
Creio que o GF deveria repensar essa questão de um milhão de casas e resolver a questão das favelas, no RJ e em todo o Brasil. Com favelas e excluídos NÃO SE PODE PERMANECER. É cruel e desumano.<br />
Isso, sim, seria um grande salto na qualidade de vida de nossos irmãos excluídos.<br />
O resto, empreiteira pra lá, pra cá, terceirizados, dinheiro público…aquela velha história que conhecemos, por melhor intencionado que esteja o sr. Presidente, se estiver.<br />
PS.: Desenvolvi esse projeto a cinco cabeças por proposta da SSP-RJ, a qual solicitou de seus servidores policiais projetos que pudessem colaborar para a diminuição dos índices de violência. O projeto foi o vencedor e ganhei um distintivo comemorativo ! Claro, peguei o projeto e enviei à Brasília. Nada!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Orides</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657310</link>
		<dc:creator>Orides</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 20:07:06 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que resolve sim. Se não de imediato, mas ao longo do tempo,  a permanência de unidades que de fato prestem serviços aos moradores acabará por substituir os mesmos serviços fornecidos pelos grupos criminosos que dominam ou dominavam a favela, devido exatamente à ausência do Estado.

Assim como levou algum tempo para o crime &quot;dominar&quot; as favelas, levará outro para ser expulso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que resolve sim. Se não de imediato, mas ao longo do tempo,  a permanência de unidades que de fato prestem serviços aos moradores acabará por substituir os mesmos serviços fornecidos pelos grupos criminosos que dominam ou dominavam a favela, devido exatamente à ausência do Estado.</p>
<p>Assim como levou algum tempo para o crime &#8220;dominar&#8221; as favelas, levará outro para ser expulso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ademário</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657298</link>
		<dc:creator>Ademário</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 19:52:49 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados,
Esse sistema parece ter dado excelentes resultados em duas comunidades anteriormente problemáticas aqui em Niterói: o morro do Cavalão e o morro do Estado. Elas simplesmente desapareceram do noticiário de violência, pois o sistema começou a ser implementado aqui, já faz alguns anos.
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,<br />
Esse sistema parece ter dado excelentes resultados em duas comunidades anteriormente problemáticas aqui em Niterói: o morro do Cavalão e o morro do Estado. Elas simplesmente desapareceram do noticiário de violência, pois o sistema começou a ser implementado aqui, já faz alguns anos.<br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge Lima</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657293</link>
		<dc:creator>Jorge Lima</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 19:46:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30595#comment-657293</guid>
		<description>Parece que alguém, finalmente, resolveu usar a inteligência e não a força bruta no Rio de Janeiro. Sem conhecer o Rio, meu conhecimento da situação na cidade é baseado apenas no que vejo na mídia. Há mais de 10 anos que tenho convicção de que ações policiais convencionais não tem como produzir quallquer resultado efetivo no combate à criminalidade, no estágio em que ela se encontra nos morros cariocas. A única coisa que poderia funcionar seria o emprego de táticas de contra-insurgência e contra-guerrilha urbana.
Pois bem, se eu entendi corretamente as UPPs cumprem o mesmo papel dos ACISOS (ações cívico-sociais) desenvolvidos pelo Exército durante os governos militares. A origem dos ACISOS foi uma técnica desenvolvida pelos ingleses na Birmânia, durante operações contra uma força de guerrilha. Após anos de fracasso em suprimir, por meio de repressão violenta, o apoio da população aos insurgentes os militares ingleses resolveram conquistar a população através da prestação de assistência médica, odontológica, distribuição de alimentos, remédios, etc... Uma típica operação &quot;corações e mentes&quot;, que atingiu os objetivos desejados. Os guerrilheiros perderam o apoio popular e foram rapidamente dizimados pelas tropas britânicas. 
A situação no Rio é semelhante. O tráfico está misturado à população comum e dela recebe apoio, seja por temor, seja por identificação entre o cidadão honesto e o criminoso, devido aos laços de amizade, parentesco ou vizinhança que se formam nas comunidades. A partir dessa constatação, faz todo o sentido substituir a repressão pura e simples pela busca de isolar os criminosos, retirando-lhes aquilo que é mais importante: a possibilidade de ocultarem a si próprios, suas armas e drogas entre os cidadãos comuns, que nada tem a ver com a prática de crimes. 
Verdade que não é algo que vá apresentar grandes resultados no curto prazo, mas é a melhor iniciativa que poderia tomar o governo do Rio. Como dito no início, parece que começaram a raciocinar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que alguém, finalmente, resolveu usar a inteligência e não a força bruta no Rio de Janeiro. Sem conhecer o Rio, meu conhecimento da situação na cidade é baseado apenas no que vejo na mídia. Há mais de 10 anos que tenho convicção de que ações policiais convencionais não tem como produzir quallquer resultado efetivo no combate à criminalidade, no estágio em que ela se encontra nos morros cariocas. A única coisa que poderia funcionar seria o emprego de táticas de contra-insurgência e contra-guerrilha urbana.<br />
Pois bem, se eu entendi corretamente as UPPs cumprem o mesmo papel dos ACISOS (ações cívico-sociais) desenvolvidos pelo Exército durante os governos militares. A origem dos ACISOS foi uma técnica desenvolvida pelos ingleses na Birmânia, durante operações contra uma força de guerrilha. Após anos de fracasso em suprimir, por meio de repressão violenta, o apoio da população aos insurgentes os militares ingleses resolveram conquistar a população através da prestação de assistência médica, odontológica, distribuição de alimentos, remédios, etc&#8230; Uma típica operação &#8220;corações e mentes&#8221;, que atingiu os objetivos desejados. Os guerrilheiros perderam o apoio popular e foram rapidamente dizimados pelas tropas britânicas.<br />
A situação no Rio é semelhante. O tráfico está misturado à população comum e dela recebe apoio, seja por temor, seja por identificação entre o cidadão honesto e o criminoso, devido aos laços de amizade, parentesco ou vizinhança que se formam nas comunidades. A partir dessa constatação, faz todo o sentido substituir a repressão pura e simples pela busca de isolar os criminosos, retirando-lhes aquilo que é mais importante: a possibilidade de ocultarem a si próprios, suas armas e drogas entre os cidadãos comuns, que nada tem a ver com a prática de crimes.<br />
Verdade que não é algo que vá apresentar grandes resultados no curto prazo, mas é a melhor iniciativa que poderia tomar o governo do Rio. Como dito no início, parece que começaram a raciocinar.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Inútil</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657262</link>
		<dc:creator>Inútil</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 19:19:50 +0000</pubDate>
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		<description>É inviável a longo prazo. Se não me engano, o morro Dona Marta tem 1 policial para cada 40 habitantes. Ou seja: é inexequível em um número muito grande de comunidades. Faltariam policiais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É inviável a longo prazo. Se não me engano, o morro Dona Marta tem 1 policial para cada 40 habitantes. Ou seja: é inexequível em um número muito grande de comunidades. Faltariam policiais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Legal</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657227</link>
		<dc:creator>Legal</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 18:44:22 +0000</pubDate>
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		<description>Ao Tio-Avo

Um conhecido meu acha que o fenomeno da violencia e uma reacao ao tratamento brutal que a elite sempre teve para com o povo mais simples. Meu amigo, antigo dono de livraria na Rua Augusta, na epoca em que a Rua Augusta era o oh do borogodo, tinha dificuldade em conseguir manter os funcionarios na loja tamanho os desaforos feito pelos clientes. Nao raro, eles davam tapa na cara do pessoal. 

Hj, gracas a violencia, o pessoal das ZELITES estao muito mais &quot;educados&quot;, segundo opiniao do meu amigo.

E vc concorda com a analise do meu amigo, ou ha um certo exagero ai?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao Tio-Avo</p>
<p>Um conhecido meu acha que o fenomeno da violencia e uma reacao ao tratamento brutal que a elite sempre teve para com o povo mais simples. Meu amigo, antigo dono de livraria na Rua Augusta, na epoca em que a Rua Augusta era o oh do borogodo, tinha dificuldade em conseguir manter os funcionarios na loja tamanho os desaforos feito pelos clientes. Nao raro, eles davam tapa na cara do pessoal. </p>
<p>Hj, gracas a violencia, o pessoal das ZELITES estao muito mais &#8220;educados&#8221;, segundo opiniao do meu amigo.</p>
<p>E vc concorda com a analise do meu amigo, ou ha um certo exagero ai?</p>
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	<item>
		<title>Por: Vladimir</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657201</link>
		<dc:creator>Vladimir</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 18:22:07 +0000</pubDate>
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		<description>A presença do Estado é fator determinate da cidadania e da democracia.
O Rio,apesar de sua história recente de abandono da maior parte de sua população,ensaia,ainda que a passos pequenos,uma mudança dde direção.
      Independente de partidos políticos,aparentemente,as três esferas de poder,federal,estadual e municipal,parecem remar na mesma direção e,com isso,a realidade trágica deste estado pode começar a mudar,mas,como já dito por alguns,é preciso que isto torne-se uma política de estado e não programa do governante de plantão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A presença do Estado é fator determinate da cidadania e da democracia.<br />
O Rio,apesar de sua história recente de abandono da maior parte de sua população,ensaia,ainda que a passos pequenos,uma mudança dde direção.<br />
      Independente de partidos políticos,aparentemente,as três esferas de poder,federal,estadual e municipal,parecem remar na mesma direção e,com isso,a realidade trágica deste estado pode começar a mudar,mas,como já dito por alguns,é preciso que isto torne-se uma política de estado e não programa do governante de plantão.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Sebastião Antônio BARACHO</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657188</link>
		<dc:creator>Sebastião Antônio BARACHO</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 18:12:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30595#comment-657188</guid>
		<description>EIS, PARA MIM, A SOLUÇÃO PARA ACABAR COM O CONLUIU E, REUNIÃO DAS QUADRILHAS:

CIDADE... CIDADELA!

As nossas cidades e, capitais, estão sendo injustamente penalizadas com as Penitenciárias e Cadeias, em blocos de cimento e ferro, cercadas pelos policiais e carcereiros, em vigília diuturna a observarem... Vigiando! Uma casta de natureza miserável, todavia, sempre, violenta! 
No âmago das prisões, na sua parte sob vigilância, os condenados ou, na iminência de sê-lo! Ficam na ociosidade licenciosa, a matutarem novos crimes a serem cometidos! Quando, de lá, saírem e/ou, os arquitetando e, enviando aos comparsas em liberdade, com o fito de receberem ajuda financeira, em espólio ao incauto cidadão ilibado.
Em nosso país, as Leis e as suas vicinais, dão aos abastados os meios de não irem para as prisões, se locupletando com benesses ilegais, e, com isso, os crimes continuam na sua trajetória infame a dizimar vidas e, bens materiais, apenas, os criminosos mais pobres, superlotam as prisões e, os mais ricos, passeiam pelas passarelas da sociedade, entretanto, são tão criminosos quanto aos recolhidos às celas das prisões.
Como a pobreza é maioria, quase que absoluta, além de ser uma desculpa esfarrapada para se associar aos crimes, as nossas Penitenciárias e Cadeias estão sempre superlotadas de presos e, de... Ociosidade!
No meu empírico entender, só vejo uma solução, para extrairmos esse câncer do meio da sociedade ordeira, cumpridora dos seus deveres e, trabalhadora, na forma dos tópicos seguintes: 
—Todas as Capitais dos Estados federativos, tenham próximo, uma CIDADE-CIDADELA, com a finalidade de ser, ali, colocados todos os criminosos condenados, para cumprirem às suas penas, sob vigilância policial e carcereira.
—Em cada Cidadela, haja locais apropriados para os reclusos trabalharem, recebendo salários condizentes, que iriam para uma conta poupança bancária, à disposição do preso para saque de, até oitenta por cento do que tiverem depositado.
—Todas as Firmas que quiserem colocar oficinas na Cidadela, após passarem por uma triagem profissional a cargo do Governo, poderão construir Galpões na Cidadela, porém, a mão de obra só poderá ser retirada dos próprios presos, recebendo pelo labor efetuado.
—A Periferia da Cidadela, seria cercada de altos Muros de cimento armado e, eletrificados! Sendo vetado aos reclusos se aproximarem dos muros até dez metros longitudinais. 
—Não haveria Grades internas com, cada preso, ocupando um barraco de seis pessoas, devassável de fora para dentro, para facilitar, aos carcereiros, a vigilância Deles.
—No centro, haveria um prédio amplo e salão de reuniões dos encarcerados e, também, para receberem visitas, antes, devidamente revistadas pela guarnição e, por tempo, antes, determinado, com a conversação e imagem sendo devassável para os carcereiros.
—Não haveria uniformes para os recolhidos, no entanto, cada um Deles, deverá usar, sempre, um Crachá com o seu nome e, com as cores anunciando a sua periculosidade e/ou, Não! Por exemplo: Vermelho para o mais perigoso/ Azul para o mediano e Branco para o de melhor comportamento prisional, com a troca de crachás ficando a cargo da diretoria da cidadela.
—Os campos de pouso de aeronaves só poderão ocorrer do lado de fora da Cidadela e, perto dos muros, em local, anteriormente demarcado.
—Os vários trabalhos os presos, não poderão ter ferramentas que possam ferir a integridade física de outrem, caso ocorra à necessidade de tal uso, que as ferramentas fiquem contidas por correntes em bancos de ferro, colocados, cimentados, no piso dos galpões e/ou, externamente a eles.
—Os reclusos, com mais tempo com o crachá branco, poderão ser usados como auxiliares dos carcereiros, recebendo, monetariamente, pelo labor e, servindo de incentivo para os outros lhe seguirem os passos, melhorando, assim, o comportamento prisional deles.
—Os policiais militares guarnecerão ao longo dos muros e, na faixa proibida aos presos, atendendo, se for o caso, ao chamado dos carcereiros.
—As armas dos carcereiros estarão ligadas ao coldre, por um alarme, que será acionado, toda a vez que houver o saque, diretamente aos militares, dessa forma, a arma só poderá sair do coldre numa emergência, evitando, assim, que reclusos tentem furtá-la do carcereiro.
—Cada Cidadela terá que ter a capacidade de conter os presos de todo o Estado, onde estiver localizada.
—No prédio central, também, haverá Escolas para os presos para melhorarem a sua forma de saber didático, o mesmo ocorrendo com relações as Religiões, enfermarias, laboratórios, gabinetes médico e dentário etc.
—Uma dependência seria destinada aos menores infratores, devidamente separados dos criminosos adultos, com os menores usando os mesmos crachás, já referenciados.
—A todos os reclusos seria proibido às reuniões, entre Eles, fora dos horários estipulados pela direção da cidadela, dando preferência, para tais reuniões, o ajuntamento de presos que tiverem o mesmo crachá, pois, o Mal é e, sempre será... Contagioso! Além disso, o Mal epidermido (Crachá vermelho) nada tem a ensinar ao idêntico, entretanto, é calamitoso para os que estão se recuperando!
—Os banheiros e lavatórios serão coletivos, um para cada grupo de crachá idêntico.
—A Alimentação será igualitária para todos os reclusos e, não será pior do que a dos guardiões. 

RESUMINDO:

A Construção da Cidade-Cidadela, uma para cada capital de Estado, quase nada onerará aos cofres públicos, pois, havendo várias dezenas de presídios e cadeias públicas em cada Estado e Capital, com a desocupação Deles, tornando-os vagos, às suas dependências poderão ser vendidas ou, alugadas, pelo governo estadual, para serem utilizados em outros fins, principalmente, comerciais (Fábricas, Hotéis, Depósitos etc.)
Haverá, inclusive, uma redução considerável das guarnições policiais e de carceragem que, só terão que praticar os seus serviços específicos nas cidadelas! O Restante das guarnições, antes a vigiarem os presos nos presídios e cadeias, cuidarão do policiamento costumeiro à cata de lograrem os crimes e, de aumentarem o recolhimento de novos criminosos para a Cidadela, portanto, mantendo, melhor, a Lei ou, a ordem pública e, protegendo aos cidadões honestos!
As Cidadelas exilarão os criminosos do meio da sociedade ordeira, com isso, não terão a sua presença ignóbil e perigosa, de entremeio aos cidadões ilibados, ficando os maléficos, apenas, com a possibilidade de mudarem de Crachás, ou seja: Se reabilitarem, totalmente ou, aceitavelmente!

Sebastião Antônio Baracho
conanbaracho@uol.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>EIS, PARA MIM, A SOLUÇÃO PARA ACABAR COM O CONLUIU E, REUNIÃO DAS QUADRILHAS:</p>
<p>CIDADE&#8230; CIDADELA!</p>
<p>As nossas cidades e, capitais, estão sendo injustamente penalizadas com as Penitenciárias e Cadeias, em blocos de cimento e ferro, cercadas pelos policiais e carcereiros, em vigília diuturna a observarem&#8230; Vigiando! Uma casta de natureza miserável, todavia, sempre, violenta!<br />
No âmago das prisões, na sua parte sob vigilância, os condenados ou, na iminência de sê-lo! Ficam na ociosidade licenciosa, a matutarem novos crimes a serem cometidos! Quando, de lá, saírem e/ou, os arquitetando e, enviando aos comparsas em liberdade, com o fito de receberem ajuda financeira, em espólio ao incauto cidadão ilibado.<br />
Em nosso país, as Leis e as suas vicinais, dão aos abastados os meios de não irem para as prisões, se locupletando com benesses ilegais, e, com isso, os crimes continuam na sua trajetória infame a dizimar vidas e, bens materiais, apenas, os criminosos mais pobres, superlotam as prisões e, os mais ricos, passeiam pelas passarelas da sociedade, entretanto, são tão criminosos quanto aos recolhidos às celas das prisões.<br />
Como a pobreza é maioria, quase que absoluta, além de ser uma desculpa esfarrapada para se associar aos crimes, as nossas Penitenciárias e Cadeias estão sempre superlotadas de presos e, de&#8230; Ociosidade!<br />
No meu empírico entender, só vejo uma solução, para extrairmos esse câncer do meio da sociedade ordeira, cumpridora dos seus deveres e, trabalhadora, na forma dos tópicos seguintes:<br />
—Todas as Capitais dos Estados federativos, tenham próximo, uma CIDADE-CIDADELA, com a finalidade de ser, ali, colocados todos os criminosos condenados, para cumprirem às suas penas, sob vigilância policial e carcereira.<br />
—Em cada Cidadela, haja locais apropriados para os reclusos trabalharem, recebendo salários condizentes, que iriam para uma conta poupança bancária, à disposição do preso para saque de, até oitenta por cento do que tiverem depositado.<br />
—Todas as Firmas que quiserem colocar oficinas na Cidadela, após passarem por uma triagem profissional a cargo do Governo, poderão construir Galpões na Cidadela, porém, a mão de obra só poderá ser retirada dos próprios presos, recebendo pelo labor efetuado.<br />
—A Periferia da Cidadela, seria cercada de altos Muros de cimento armado e, eletrificados! Sendo vetado aos reclusos se aproximarem dos muros até dez metros longitudinais.<br />
—Não haveria Grades internas com, cada preso, ocupando um barraco de seis pessoas, devassável de fora para dentro, para facilitar, aos carcereiros, a vigilância Deles.<br />
—No centro, haveria um prédio amplo e salão de reuniões dos encarcerados e, também, para receberem visitas, antes, devidamente revistadas pela guarnição e, por tempo, antes, determinado, com a conversação e imagem sendo devassável para os carcereiros.<br />
—Não haveria uniformes para os recolhidos, no entanto, cada um Deles, deverá usar, sempre, um Crachá com o seu nome e, com as cores anunciando a sua periculosidade e/ou, Não! Por exemplo: Vermelho para o mais perigoso/ Azul para o mediano e Branco para o de melhor comportamento prisional, com a troca de crachás ficando a cargo da diretoria da cidadela.<br />
—Os campos de pouso de aeronaves só poderão ocorrer do lado de fora da Cidadela e, perto dos muros, em local, anteriormente demarcado.<br />
—Os vários trabalhos os presos, não poderão ter ferramentas que possam ferir a integridade física de outrem, caso ocorra à necessidade de tal uso, que as ferramentas fiquem contidas por correntes em bancos de ferro, colocados, cimentados, no piso dos galpões e/ou, externamente a eles.<br />
—Os reclusos, com mais tempo com o crachá branco, poderão ser usados como auxiliares dos carcereiros, recebendo, monetariamente, pelo labor e, servindo de incentivo para os outros lhe seguirem os passos, melhorando, assim, o comportamento prisional deles.<br />
—Os policiais militares guarnecerão ao longo dos muros e, na faixa proibida aos presos, atendendo, se for o caso, ao chamado dos carcereiros.<br />
—As armas dos carcereiros estarão ligadas ao coldre, por um alarme, que será acionado, toda a vez que houver o saque, diretamente aos militares, dessa forma, a arma só poderá sair do coldre numa emergência, evitando, assim, que reclusos tentem furtá-la do carcereiro.<br />
—Cada Cidadela terá que ter a capacidade de conter os presos de todo o Estado, onde estiver localizada.<br />
—No prédio central, também, haverá Escolas para os presos para melhorarem a sua forma de saber didático, o mesmo ocorrendo com relações as Religiões, enfermarias, laboratórios, gabinetes médico e dentário etc.<br />
—Uma dependência seria destinada aos menores infratores, devidamente separados dos criminosos adultos, com os menores usando os mesmos crachás, já referenciados.<br />
—A todos os reclusos seria proibido às reuniões, entre Eles, fora dos horários estipulados pela direção da cidadela, dando preferência, para tais reuniões, o ajuntamento de presos que tiverem o mesmo crachá, pois, o Mal é e, sempre será&#8230; Contagioso! Além disso, o Mal epidermido (Crachá vermelho) nada tem a ensinar ao idêntico, entretanto, é calamitoso para os que estão se recuperando!<br />
—Os banheiros e lavatórios serão coletivos, um para cada grupo de crachá idêntico.<br />
—A Alimentação será igualitária para todos os reclusos e, não será pior do que a dos guardiões. </p>
<p>RESUMINDO:</p>
<p>A Construção da Cidade-Cidadela, uma para cada capital de Estado, quase nada onerará aos cofres públicos, pois, havendo várias dezenas de presídios e cadeias públicas em cada Estado e Capital, com a desocupação Deles, tornando-os vagos, às suas dependências poderão ser vendidas ou, alugadas, pelo governo estadual, para serem utilizados em outros fins, principalmente, comerciais (Fábricas, Hotéis, Depósitos etc.)<br />
Haverá, inclusive, uma redução considerável das guarnições policiais e de carceragem que, só terão que praticar os seus serviços específicos nas cidadelas! O Restante das guarnições, antes a vigiarem os presos nos presídios e cadeias, cuidarão do policiamento costumeiro à cata de lograrem os crimes e, de aumentarem o recolhimento de novos criminosos para a Cidadela, portanto, mantendo, melhor, a Lei ou, a ordem pública e, protegendo aos cidadões honestos!<br />
As Cidadelas exilarão os criminosos do meio da sociedade ordeira, com isso, não terão a sua presença ignóbil e perigosa, de entremeio aos cidadões ilibados, ficando os maléficos, apenas, com a possibilidade de mudarem de Crachás, ou seja: Se reabilitarem, totalmente ou, aceitavelmente!</p>
<p>Sebastião Antônio Baracho<br />
<a href="mailto:conanbaracho@uol.com.br">conanbaracho@uol.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Legal</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657180</link>
		<dc:creator>Legal</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 18:06:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30595#comment-657180</guid>
		<description>Isto e pura conversa pra boi dormir. 

Posto de Saude - Tem equipamentos basicos? Pessoal capacitado? Remedios? Se nao pra todas as 3 nao adiantou nada. 

Cursos Profissionalizantes - Quanto vai ganhar um profissional destes apos formado? Alias, formado em que? Se for curso de corte e costura e artesanato pode mandar fechar. Tem que ser &quot;COISA UTIL&quot;, MERCADOLOGICAMENTE UTIL, como TI, por exemplo.

Outra coisa. O nome &quot;Unidade de Policiamento Pacifico&quot; e terrivel. Da a impressao que a policia e violenta e que os &quot;mano&quot; sao gente boa. Nada disto, a policia deveria e ser aplaudida quando sobe o morro, pega um traficante e lhe da uns belos &quot;cascudos&quot;. Quem gosta de traficante sao estas ONGs de protecao ao bandido. Leva-los pra casa eles nao querem.

O que precisa ser feito no Rio, e no resto do pais, e DESARMAR os bandidos. E combater suas principais formas de renda: trafico de drogas, roubo de carga e roubo de carro. 

Acoes culturais e educativas e jogacao de dinheiro publico na lata do lixo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto e pura conversa pra boi dormir. </p>
<p>Posto de Saude &#8211; Tem equipamentos basicos? Pessoal capacitado? Remedios? Se nao pra todas as 3 nao adiantou nada. </p>
<p>Cursos Profissionalizantes &#8211; Quanto vai ganhar um profissional destes apos formado? Alias, formado em que? Se for curso de corte e costura e artesanato pode mandar fechar. Tem que ser &#8220;COISA UTIL&#8221;, MERCADOLOGICAMENTE UTIL, como TI, por exemplo.</p>
<p>Outra coisa. O nome &#8220;Unidade de Policiamento Pacifico&#8221; e terrivel. Da a impressao que a policia e violenta e que os &#8220;mano&#8221; sao gente boa. Nada disto, a policia deveria e ser aplaudida quando sobe o morro, pega um traficante e lhe da uns belos &#8220;cascudos&#8221;. Quem gosta de traficante sao estas ONGs de protecao ao bandido. Leva-los pra casa eles nao querem.</p>
<p>O que precisa ser feito no Rio, e no resto do pais, e DESARMAR os bandidos. E combater suas principais formas de renda: trafico de drogas, roubo de carga e roubo de carro. </p>
<p>Acoes culturais e educativas e jogacao de dinheiro publico na lata do lixo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Walber F. dos Santos</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657178</link>
		<dc:creator>Walber F. dos Santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 18:03:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30595#comment-657178</guid>
		<description>O povo apoia qualquer iniciativa de cidadania que venha do Poder Público de forma pacífica e gratuita. Na realidade o carioca é avesso a violencia e a armas. A vocação do povo carioca é o diálogo, a boa prosa, a boa musica.O carioca gosta do lazer tanto quanto de acolher o proximo. Não é à toa que as comunidades do Rio de Janeiro cresce conforme o coração do carioca. O carioca não gosta de barrar ninguem, quando o assunto é fazer o barraco. O carioca nãp barra ninguem quando o assunto é fazer um time para jogar uma pelada. O carioca sempre cede quando alguem pede para colocar mais um  na ala de sua escola de samba. E por aí vai. O carioca é inocente.  É tão inocente que divide sua praia até com o Ricardão. O paulista nunca vai entender o carioca, que quando fala  causa a maior zoação na galera.Quem vai entender o carioca que se diverte sem um centavo no bolso, sem lenço e sem documento, amigo da praia e da rua,  que mesmo duro e sem protocolo consegue viver feliz nesse  Rio que atrai e encanta qualquer turista que passa por aqui? Por isso que o melhor do Rio é o carioca.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O povo apoia qualquer iniciativa de cidadania que venha do Poder Público de forma pacífica e gratuita. Na realidade o carioca é avesso a violencia e a armas. A vocação do povo carioca é o diálogo, a boa prosa, a boa musica.O carioca gosta do lazer tanto quanto de acolher o proximo. Não é à toa que as comunidades do Rio de Janeiro cresce conforme o coração do carioca. O carioca não gosta de barrar ninguem, quando o assunto é fazer o barraco. O carioca nãp barra ninguem quando o assunto é fazer um time para jogar uma pelada. O carioca sempre cede quando alguem pede para colocar mais um  na ala de sua escola de samba. E por aí vai. O carioca é inocente.  É tão inocente que divide sua praia até com o Ricardão. O paulista nunca vai entender o carioca, que quando fala  causa a maior zoação na galera.Quem vai entender o carioca que se diverte sem um centavo no bolso, sem lenço e sem documento, amigo da praia e da rua,  que mesmo duro e sem protocolo consegue viver feliz nesse  Rio que atrai e encanta qualquer turista que passa por aqui? Por isso que o melhor do Rio é o carioca.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Athos</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657160</link>
		<dc:creator>Athos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 17:50:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30595#comment-657160</guid>
		<description>O Estado chegando aonde nunca tentou ir. Como isso pode ser ruim?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado chegando aonde nunca tentou ir. Como isso pode ser ruim?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tio-avô</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/15/as-unidades-de-policia-pacificadora-do-rio/comment-page-1/#comment-657153</link>
		<dc:creator>Tio-avô</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 17:43:59 +0000</pubDate>
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		<description>Ao DKRC
A primeira coisa que deveria ser feita seria tirar o &quot;P&quot; de Polícia: Os favelados têm nojo de assistencialismo social e de polícia.
Terá que ser muito efetivo: o descaso do Estado foi enorme e por muito tempo.
Podemos evitar na Amazônia, outra forma de se perder; já que lá os evangélicos estão convertendo os nativos e ONG&#039;s com interesses escusos, com navios bem aparelhados estão pirateando nossa biodiversidade.
Quando a situação se tornar quase irreversível o custo será altíssimo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao DKRC<br />
A primeira coisa que deveria ser feita seria tirar o &#8220;P&#8221; de Polícia: Os favelados têm nojo de assistencialismo social e de polícia.<br />
Terá que ser muito efetivo: o descaso do Estado foi enorme e por muito tempo.<br />
Podemos evitar na Amazônia, outra forma de se perder; já que lá os evangélicos estão convertendo os nativos e ONG&#8217;s com interesses escusos, com navios bem aparelhados estão pirateando nossa biodiversidade.<br />
Quando a situação se tornar quase irreversível o custo será altíssimo.</p>
]]></content:encoded>
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