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14/05/2009 - 20:00

Trivial do Teatro de Revista

Do Portal Luís Nassif

Por Helô e companheiros de Comunidade


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Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

26 comentários para “Trivial do Teatro de Revista”

  1. Romanelli disse:

    CARTA aberta ao povo brasileiro

    No país da IMPUNIDADE:

    Como pode um Deputado Federal ter MENTIDO em rede de Rádio e TV e nada ter-lhe acontecido?

    Como pode o mesmo, talvez tentando salvar seus interesses pequenos, não corar em sua tentativa consciente de jogar o país inteiro num atoleiro?

    -Este CARA tem o direito de querer ser um BRASILEIRO?

    É pra isso que brigamos contra a ditadura, pelo fim da censura, pelo direito a CIDADANIA dado a maioria? Pra que estas criaturas pequenas se aproveitassem e tripudiassem com a cara da gente impunemente?

    -CARO deputado, o senhor tinha provas do que dizia outro dia da TV e no rádio, sobre a poupança, em cadeia nacional?

    É assim que gostaríamos de ter visto o uso da palavra democrática? Pra garantir a impunidade de poucos VERMES em atentarem contra a nossa Pátria?

    Como Brasileiro, até o fim de minhas forças exigirei respeito e cobrarei pelos corretos DEVERES e DIREITOS.

    Diante desta triste realidade, e pelo fim da IMPUNIDADE, CLAMO para que haja célere punição a estes AVENTUREIROS que não sabem se comportar quando na oposição, quando fora de governos.

    em assim sendo…

    Sou pela PUNIÇÃO EXEMPLAR, por absoluta falta de DECORO e de tentativa de atentado econômico, ao deputado MENTIROSO.

    Como brasileiro peço que as autoridades e instâncias competentes CASSEM A PALAVRA E O MANDATO do Deputado que não soube honar aquela casa legislativo, feita pra servir o POVO, para o POVO.

    Que cassem seu mandato, e indiretamente seu atrevimento em confundir a traição com direito, direito fictício e MOLEQUE que permitiria o uso contínuo da palavra, desviando-se de sua NOBRE MISSÃO, pra se perpetuar nesta eterna zombaria exercida pelo deputado Raul Jungmann em suas arriscadas tentativas.

    Direito, é bom que se diga, outorgado pelo povo em total confiança, e que agora, MAIS DO QUE PROVADO EVIDENTE, foi agredido, desprezado e TRAÍDO por este MENINO INCONSEQUENTE.

  2. Helô disse:

    Neves

    Obrigada pelas suas contribuições, sempre tão valiosas. Outro dia vi esse filme da “Anilza Leoni” no YouTube, mas não sabia quem era. Achei parecida com a Maysa e não pesquisei nada. Agora você me entrega a informação de bandeja. Valeu, Neves! Adorei as fotos de Leila Diniz.
    Beijos.

  3. Tio-avô disse:

    Porque as mulheres estão sendo tão masculinizadas ou emagrecidas?
    Quando elas não têm pernas no modelio de jogador de futebol, as têm no de Olívia Palito.
    A Virgínia Lane, deve ser a pessoa que tem as pernas mais lindas da melhor idade.

  4. Helô, Henrique, Cafu e Laura,
    Parabéns pela pesquisa! Preciosa em seus detalhes. Como sempre, ontem passei pela FUNARTE, aqui no Rio, e me lembrei da pesquisa de vocês: na porta do edifício encontram-se muitas fotos de produções teatrais da primeira metade do século passado.
    Existe um material riquíssimo que precisa o quanto antes cair na rede a fim de ser divulgado para as novas gerações. De fato, não se trata de saudosismo, mas de preservação de uma memória. E uma memória que se liga a determinados círculos sociais, das classes médias e setores igualmente populares de uma cidade profundamente (e sempre) conturbada.
    Quanto ao termo revista, como alguém perguntou aí em cima, ele deriva do fato de inicialmente serem espetáculos produzidos anualmente, cujo objetivo era fazer um panorama dos principais acontecimentos do ano; uma “revisão” do que ocorrera na cidade e no país: epidemias, fechamento de jornais, golpes os mais variados etc. Daí o termo “revista”. Revisão essa que vinha entremeada com muito humor, piadas, números musicais, sempre costurados por um entrecho dramático, um enredo, se quisermos dizer assim, com um personagem que nos levava a vivenciar aquelas situações de crise durante um período. O primeiro grande autor das revistas de ano foi Artur Azevedo. É dele, por exemplo, o projeto de construção do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Irmão do escritor Aluizio de Azevedo, ficou notabilizado pela produção de obras com uma crítica leve sobre a política da época, a imprensa (olha ela aí!) e os costumes de um modo geral. Estamos falando de uma sociedade inicialmente escravocrata – Artur Azevedo situa-se justamente na passagem da mudança de regime político e econômico –, e, portanto, com graves problemas sociais, além das questões urbanas e culturais facilmente identificáveis.
    No entanto, a revista que reside na nossa memória mais recente, já sofria o processo de um desmonte terrível. O enredo dramático deixava de fazer parte intrínseca do espetáculo e encontrava-se certa banalização do riso fácil e bastante cortejador do poder. Não é à toa que um político do naipe de Getúlio Vargas, em pleno Estado Novo, se deixava caricaturar nas peças.
    Mas, de todo modo, resta certo glamour da época e uma identificação importante de um público com um projeto teatral que inquestionavelmente faz parte da história do país.
    Abração na equipe, Theo

  5. Ivan Moraes disse:

    Neves: adorei!

    Pra quem nao conheceu, ainda ha tempo:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Leila_Diniz

  6. Rebecca disse:

    POR FAVOR URGENTE

    Eu gostaria de saber se ha alguma versão nova da música “Mulheres à vista” da Virgínia Lane. Uma regravação, em um bom rítimo. Ou então alguma regravação de músicas que as vedetes dançavam, dos anos 40 e 50!

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