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13/05/2009 - 19:25

O Teatro Recreio

Do Portal Luís Nassif

A Companhia Valter Pinto

Adicionado por Helô

Uma das primeiras luxuosas montagens de Walter Pinto, no Teatro Recreio, no Rio de Janeiro, nos anos 40.

Theatro Recreio – 1933

Em 1933, Manoel Pinto, empresário, estreou com a Cia. Margarida Max. Após o falecimento de Manoel Pinto, seus filhos Álvaro e Walter Pinto permaneceram como arrendatários do teatro. O Theatro Recreio foi demolido em 1969 para que fosse efetuado o prolongamento da Rua Pedro I até a Avenida Mem de Sá. Esse prolongamento, apesar de autorizado pelo Conselho Municipal, não se efetivou: hoje, terminando a Rua Pedro I, existe uma escadaria e a parede lateral do prédio ocupado pela Telemar. Os portões de ferro que existiam na fachada do antigo teatro estão atualmente na entrada do Retiro dos Artistas, em Jacarepaguá. Fonte: Teatros do Centro Histórico do Rio

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

8 comentários para “O Teatro Recreio”

  1. Gostei de ver as fotos do Teatro Recreio!

  2. luzete disse:

    as garimpeiras não param…
    belo trabalho.

  3. Luiz Eduardo Brandão disse:

    Me contaram outro dia uma história ótima da Carmen Verônica, uma das vedetes históricas do teatro de revista carioca. No dia do golpe tinha espetáculo. Ela e uma colega foram mais cedo para a cidade se preparar num cabeleireiro. A cidade parecia um cemitério, quase ninguém na rua, tanques por toda parte.
    - O que será que está acontecendo? – inquietou-se uma.
    - Ouvi dizer que vai ter uma revolução – respondeu a outra.
    - Xiii, será que vai atrapalhar o espetáculo?
    Resolveram descobrir antes de entrar no salão. Despachada como sempre, a Carmen Verônica tomou a decisão:
    - Melhor perguntar pra um meganha desses.
    Dirigiu-se decidida até um tanque. Bateu na escotilha. Apareceu um soldado, e ela:
    - Ô bofe, pra quando é a tal revolução? A gente precisa saber porque hoje tem espetáculo.

  4. Maxwell barbosa Medeiros disse:

    Um belo trabalho mesmo. Espero ver mais coisas sobre esse teatro.

  5. Helô disse:

    Nassif
    Já acrescentei mais 30 fotos e criei um álbum sobre o Teatro de Revista. Estamos fazendo um trabalho em conjunto: eu, Henrique, Cafu e Laura. E tudo começou com Linda Flor, depois Marques Porto (o Tio Agostinho) e vai por aí… Viva a grande teia!

    Maravilha. E tem mp3 também?

  6. Cafu disse:

    Dá uma tristeza danada ver essas coisas carregadas de estórias e história irem embora para sempre…

  7. Helô disse:

    Começamos com as fotos e consegui colocar textos informativos em várias delas. Mas veja o que descobri:
    Aracy Cortes cantando “Tu qué tomá meu home” (Olegário Mariano e Ary Barroso) e “A polícia já foi lá em casa” (Julio Cristóbal e Olegário Mariano).

    http://www.divshare.com/download/5514704-f14
    http://www.divshare.com/download/5514727-e82

  8. Henrique Marques Porto disse:

    Nassif,
    Tem mp3 também.Vou postar na minha página. Achei um samba de Sinhô chamado “Não quero saber mais dela”, de 1928, gravado em dupla por Francisco Alves e Rosa Negra. Rosa Negra é uma figura misteriosa. Não se sabe seu nome, nem quando e onde nasceu e morreu. É a primeira cantora-atriz negra da história do nosso teatro. Fez parte da Companhia Negra de Revista (1926), que só tinha atores negros. Foi fundada por De Chocolat, Pixinguinha era o Diretor Musical, Grande Otelo começou a carreira nela. Rosa Negra fez sucesso de 1926 até início dos anos 30. Depois sumiu. Sem deixar pistas.
    O samba -amaxixado- de Sinhô é uma delícia. Foi composto para uma Revista, mas ainda não descobri qual. Na gravação, Francisco Alves faz sotaque de português, que tenta seduzir a mulata para quem quer “montar casa” na favela. A mulata e o português -personagens recorrentes das Revistas dos anos 20.
    abraço
    Henrique Marques Porto

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