Governadora ao mar
Da Folha Online
Serra diz que Yeda tem condições de se defender sozinha das denúncias
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse nesta quarta-feira que a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), tem “condições de se defender” das acusações de caixa dois durante sua campanha ao governo do Estado, em 2006.
Serra defendeu um “exame apurado” dos depoimentos que ligam a governadora ao esquema de caixa dois antes de conclusões antecipadas que possam prejudicá-la. “Isso merece uma averiguação profunda antes de conclusões que podem ser levianas”, afirmou.
Yeda busca apoio dentro do partido para se defender das acusações. A governadora tucana se reuniu nesta quarta-feira com o advogado Eduardo Ferrão. É o mesmo que cuidou da defesa do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) nos processos abertos contra ele no ano passado por quebra de decoro parlamentar. Ferrão também defendeu Cássio Cunha Lima (PSDB), governador cassado da Paraíba.
Ainda hoje, Yeda se reúne com o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE). Ela já esteve hoje com o líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP). Guerra disse ontem que a direção do partido não pode se responsabilizar pela defesa das denúncias contra Yeda.
“A operação nacional do partido é uma coisa, a local é outra. Não faz o menor sentido [nos envolvermos na defesa]. Não estamos sendo acusados nem vitimados por nenhum tipo de denúncia. O fato é que essas denúncias são contra a governadora e ela saberá se defender”, disse Guerra ontem.
Comentário
A posição do governador Serra apenas confirma as hipóteses sobre os fatos que antecederam a decisão da Veja de detonar a governadora Yeda. Houve um “nada a opor” do seu parceiro.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

O grande problema da Yeda (claro, além de ser corrupta) é a total falta de competência. Ela é MUITO ruim, não tem o mínimo de capacidade para tocar uma prefeitura, que dirá de um estado.
Ela e o PAES formam uma dupla e tanto.
Eu não entendo como a gauchada ainda não expulsou esta sujeitinha do poder. Morei um bom tempo por lá e conheci de perto o povo gaúcho, um povo aguerrido, como eles gostam de dizer, e muito politizado.
Luis Nassif,
Penso que nunca vou saber se a Yeda Crucius foi uma boa ou uma má governante. Poderei saber se ela foi corrupta se ao fim houver uma sentença condenatóeria transitada em julgado. Tenho certeza que se um dia houver essa sentença, a imprensa não dará a mínima para ela, pois para a imprensa o que importa é o auê.
Sobre a imprensa, enviei alguns comentários para o texto “Recado ao deputado” de 07/05/2009 às 18:29 no blog do Pedro Dória que me parecem bem mereçam uma leitura.
Você acertou ao dizer que a governadora foi jogada ao mar. Acerto pouco e pequeno perto de tantos e grandes equívocos que você cometeu em “As finanças estaduais” de 11/05/2009 às 09:18. Como lá a governandora Yeda Crucius é lembrada, trago o meu comentário de 12/05/2009 às 18:50 com as críticas que eu fiz ao que onsiderei equívocos seus.
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Segue assim a transcrição do comentário:
“Luis Nassif,
Talvez ao tentar trazer muitos textos para análise ao mesmo tempo que se propõe a fazer alguns comentários você se sujeita a (emitir) opiniões que são adequadas à sua ideologia, mas não batem com os fatos que você tem disponível sobre o assunto e muitas vezes nem mesmo com a sua própria ideologia.
Você inicia falando da melhora do desempenho dos Estados com queda de dívida e aumento do superávit. Há muitos que gostam do crescimento da dívida, pois dívida também é crédito (Penso que vi isso em uma chamada no seu antigo blog cujo título era “O problema é o BC” e que saiu em 03/02/2008 às 23:58 na aba de economia fazendo referência à entrevista de Márcio Pochmann, do IPEA, concedida a Lu Aiko Otta, do “Estadão”). Bem, mas você não pensa assim (eu também não) nada mais justo, portanto, em falar em melhora do desempenho dos Estados pelo fato da dívida ter caído.
E em seguida você menciona o aumento do superávit. Eu pensei que você fosse contra o superávit fiscal. Eu sou contra, mas penso que fica de bom tamanho se for para reduzir a dívida pública À conta da melhoria do superávit fiscal cabem também: a) a inflação residual de 2002 em razão da grande desvalorização do real (que desvalorizou dívidas não corrigidas peo IGP_DI enquanto a arrecadação crescia); b) o aproveitamento que os governadores fizeram dessa inflação maior não a transferindo para os salários dos servidores públicos, enquanto que a arrecadação subia com a inflação, c) a redução do IGP-DI em decorrência da desvalorização do dólar e em decorrência reduzindo a expansão da dívida interna dos estados e d) o aumento da receita em decorrência de maior crescimento do PIB. E é bom lembrar que a redução da dívida pública dos Estados não é em valores absolutos mas em relação ao PIB.
Para você, a melhoria do superávit fiscal faz parte de um processo de aumento de eficiência das gestões fazendárias. Isso me fez lembrar a música Tropicália de Caetano Veloso:
“Quando Pero Vaz Caminha descobriu que as terras brasileiras eram férteis e verdejantes, escreveu uma carta ao rei: Tudo que nela se planta, tudo cresce e floresce. E o Gauss da época gravou”
Será que lá na época de D. Manuel não havia um técnico para fazer o relato da situação financeira do Estado de Portugal, como o técnico de som Rogério Gauss mencionado na canção de Caetano Veloso, e colocado uma frase como essa sua. Vai ver que está lá gravado em algum livro do período que “a melhoria do superávit fiscal é decorrente de um processo de aumento de eficiência da gestão fazendária.”
Ah, não! A sua melhoria é datada. É uma melhoria “especialmente a partir da implantação da nota fiscal eletrônica e da substituição tributária”. Luis Nassif, não escreva isso não. O cupom fiscal pode até ser entendido como uma Nota Fiscal eletrônica, mas a Nota Fiscal Eletrônica que você está falando está vindo ainda aos trancos e barrancos. E a substituição tributária apenas está sendo expandida, mas é instrumento utilizado desde emenda em 83 na Constituição de 67. E traz melhora imediata (mas sem ser representativa na receita pois as mais recentes só alcançam bugigangas), mas vai ficar como um transtorno para os novos governantes que ainda virão. A expectativa é que a reforma tributária acabe com o modelo do ICMS e o imbróglio da Substituição Tributária possa ser jogado para debaixo do tapete.
E o Rio Grande do Sul pelo tamanho, pela riqueza sempre teve na liderança, mas há sempre cooperação de todos os estados. São Paulo, Pernambuco tem também vanguarda nessa área.
E a Yeda Crucius é um desastre? Por favor, Luis Nassif, disponibilize para todo mundo esse mecanismo de aferição de competência do gestor público. Não gosto da Yeda, por que ela é do PSDB, mas como avaliar se ela é uma má gestora? E a idéia de que foi Yoshiaki Nakano quem plantou as sementes da modernização do gerenciamento fiscal em São Paulo? A não ser que você esqueceu de dizer de todos os outros, pois, embora eu não saiba que sementes são essas, não creio que os que vieram antes ou que os que vieram depois foram muito diferentes do Yoshiaki Nakano.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 12/05/2009″
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Bem, era isso a dizer. aproveitei na transcrição para consertar os erros perceptíveis que cometi como em “mas vai ficar como um transtorno para os novos governantes que ainda virão”, pois havia digitado “os antigos governantes”. Alias, erros da mesma cepa que você teria comentado e eu só vim a perceber na releitura dos comentários ao texto “As finanças estaduais” como trocar o nome de Germano Rigotto pelo de José Fogaça.
Quanto ao comentário de Andre Araujo em 13/05/2009 às 19:52 em que ele diz:
“grande dificuldade em emplacar a reeleição, tarefa dificil quando o governo é péssimo”,
parece que ele acredita naquilo que eu percebo subliminarmente ser também sua crença: o mote do PSDB para alavancar a campanha pelo parlamentarismo e pela emenda da reeleição: “governante bom fica, governante ruim o povo tira”.
Bem, o PSDB pensou tirar proveito do mote chamando, nos primeiros anos do governo Lula, o governo de corrupto e incompetente. Lula foi eleito. Com isso o PSDB se mostrou mentiroso. Não aconselho a nnguém adotar o mesmo caminho. A primeira frase, embora sem prova, é uma grande falsidade, e a segunda no q a não ser no caso de total incompetência, o que é difícil ocorrer nos processos democráticos, salvo se se tratar de eleição às custas de Planos Econômicos em véspera de eleição, também jamais poderá ser comprovada em relação
13/05/2009 – 19:52
Enviado por: Andre Araujo
Muito ao contrario do que o PT faz com a parceira de ruindade da Dona Yeda, a governadora do Pará , Ana Julia, apoiada até debixo dágua pelo PT em bloco. Iguala as moças a grande dificuldade em emplacar a reeleição, tarefa dificil quando o governo é péssimo. Vai ser uma novela e tanto.
José Fogaça nunca foi governador do RS. Quem você queria citar: Germano Rigotto, Olívio Dutra, Antônio Brito?
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/11/as-financas-estaduais/
11/05/2009 – 09:18
As finanças estaduais
12/05/2009 – 18:50
Enviado por: Clever Mendes de Oliveira
Luis Nassif,
Talvez ao tentar trazer muitos textos para análise ao mesmo tempo que se propõe a fazer alguns comentários você se sujeita a opiniões que são adequadas à sua ideologia, mas não bate com os fatos que você tem disponível sobre o assunto e muitas vezes nem mesmo com a sua própria ideologia.
Você inicia falando da melhora do desempenho dos Estados com queda de dívida e aumento do superávit. Há muitos que gostam do crescimento da dívida, pois dívida também é crédito (Penso que vi isso em uma chamada no seu antigo blog cujo título era “O problema é o BC” e que saiu em 03/02/2008 às 23:58 na aba de economia fazendo referência à entrevista de Márcio Pochmann, do IPEA, concedida a Lu Aiko Otta, do “Estadão”). Bem, mas você não pensa assim (eu também não) nada mais justo, portanto, em falar em melhora do desempenho dos Estados pelo fato da dívida ter caído.
E em seguida você menciona o aumento do superávit. Eu pensei que você fosse contra o superávit fiscal. Eu sou contra, mas penso que fica de bom tamanho se for para reduzir a dívida pública À conta da melhoria do superávit fiscal cabem também: a) a inflação residual de 2002 em razão da grande desvalorização do real; b) o aproveitamento que os governadores fizeram dessa inflação maior não a transferindo para os salários dos servidores públicos, enquanto que a arrecadação subia com a inflação, c) a redução do IGP-DI em decorrência da desvalorização do dólar e em decorrência reduzindo a expansão da dívida interna dos estados e d) o aumento da receita em decorrência de maior crescimento do PIB. E é bom lembrar que a redução da dívida pública dos Estados não é em valores absolutos mas em relação ao PIB.
Para você, a melhoria do superávit fiscal faz parte de um processo de aumento de eficiência das gestões fazendárias. Isso me fez lembrar a música Tropicália de Caetano Veloso:
“Quando Pero Vaz Caminha descobriu que as terras brasileiras eram férteis e verdejantes, escreveu uma carta ao rei: Tudo que nela se planta, tudo cresce e floresce. E o Gauss da época gravou”
Será que lá na época de D. Manuel não havia um técnico para fazer o relato da situação financeira do Estado de Portugal, como o técnico de som Rogério Gauss mencionado na canção de Caetano Veloso, e colocado uma frase como essa sua. Vai ver que está lá gravado em algum livro do período que “a melhoria do superávit fiscal é decorrente de um processo de aumento de eficiência da gestão fazendária.”
Ah, não! A sua melhoria é datada. É uma melhoria “especialmente a partir da implantação da nota fiscal eletrônica e da substituição tributária”. Luis Nassif, não escreva isso não. O cupom fiscal pode até ser entendido como uma Nota Fiscal eletrônica, mas a Nota Fiscal Eletrônica que você está falando está vindo ainda aos trancos e barrancos. E a substituição tributária apenas está sendo expandida, mas é instrumento utilizado desde emenda em 83 na Constituição de 67. E traz melhora imediata (mas sem ser representativa na receita pois as mais recentes só alcançam bugigangas), mas vai ficar como um transtorno para os antigos governantes. A expectativa é que a reforma tributária acabe com o modelo do ICMS e o imbróglio da Substituição Tributária possa ser jogado para debaixo do tapete.
E o Rio Grande do Sul pelo tamanho, pela riqueza sempre teve na liderança, mas há sempre cooperação de todos os estados. São Paulo, Pernambuco tem também vanguarda nessa área.
E a Yeda Crucius é um desastre? Por favor, Luis Nassif, disponibilize para todo mundo esse mecanismo de aferição de competência do gestor público. Não gosto da Yeda, por que ela é do PSDB, mas como avaliar se ela é uma má gestora? E a idéia de que foi Yoshiaki Nakano quem plantou as sementes da modernização do gerenciamento fiscal em São Paulo? A não ser que você esqueceu de dizer de todos os outros, pois embora eu não saiba que sementes são essas não creio que os que vieram antes ou que os que vieram depois foram muitos diferentes do Yoshiaki Nakano.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 12/05/2009
11/05/2009 – 12:24
Enviado por: Murilo Costa
Caro Nassif,
José Fogaça nunca foi governador do RS. Quem você queria citar: Germano Rigotto, Olívio Dutra, Antônio Brito?
Rigotto.
Recado ao deputado
7/May/2009 · 18:29 · 105 Comentários
Desculpem-me a ignorância: Tendo em vista o que rola no RGS, vocês queriam que o Serra falasse o quê? (Em tempo não sou de sampa)
Ficaram decepcionados, no fundo no fundo, queriam mesmo é que Serra defendesse a Yeda com unhas e dentes.
Os governos de Ana Julia e os anteriores são igualmente ruins.
Os governos do PT na prefeitura de POA e os dos outros são igualmente ruins.
Os DOIS (?!!) governos do PT no RS e os outros são igualmente ruins.
Mas bah! Ainda bem que aqui tem gente que pensa.
Passados poucos meses do governo de Yeda, já sabíamos que se equivaleria ao de Serra em SP. Não acho que o de Yeda seja pior do que o de Serra. O de Serra é muitíssimo pior, e a história o mostrará como de fato está sendo. A questão é que o PIG sempre está com ele. Tanto que espinafrou a governadora para propiciar a Serra a declaração de que a deixaria ao léu. Tudo muito combinadinho.
O Serra, ai, o Serra…..
Bastante evidente a incapacidade dele em assumir o posto de presidente da república. Não falo isso por sua visão de país, ainda que esta seja duvidosa. Mas isso seria subjetivo.
O problema é que ele tem uma incapacidade absurda de gerenciar conflitos e interesses. Não consegue fazer a costura mais elementar. Ele consegue o impensável: fazer com que seus aliados fritem outros aliados de forma que todo mundo saiba que quem apertou o botão foi ele mesmo!!! Qualquer conversa de comadre, debaixo do Serra, se torna o maior barraco de feira livre!!!!
Sem chance.
Quem quiser ter um milhão de dores de cabeça por sei lá quantos anos, vote no Serra.
É a ressaca da Satiagraha. A revista Veja tenta, agora, retomar um lugar ética e jornalisticamente sustentável, que não a deixe sozinha sobre o palco, nem a transforme numa espécie de porta-voz de um partido político. Pau na Yeda Crusius, em nome do moralismo hipócrita e capenga que a patotinha da Marginal tenta transformar numa espécie de ideário político. É tosco, mas cola. Senhores grisalhos podem vestir novamente a máscara do Zorro, montados em seus cavalinhos de pau. Todos se acotovelando para garantir seu lugar no panteão dos justos. Hipócritas! Velhacos! Gente sem pudor!
Como dizia aquele personagem do desenho animado…
Eu te disse, eu te disse.
rsrs
Caros,
queira o Serra ou não, a verdade é que as sérias denúncias contra Yeda já vão contaminar sua campanha a presidente no Rio Grande do Sul. O povo gaúcho, apesar de ter dado uma guinada à direita nos últimos anos, é politizado o bastante para entender que a dupla PSDB/DEM vende, mas não entrega. Ou seja, é que nem igreja de crente: muito som e pouca imagem.
Para Serra e cia, qto antes a governadora for defenestrada do cargo, melhor para suas pretensões eleitorais em 2010. O engraçado pe que a CartaCapital, por meio do repórter Leandro Fortes, já tinha dado duas capas sobre as falcatruas do governo Yeda e nada tinha sido reverberado pelos demais órgãos. Agora, foi só a Veja dar que todo mundo corre atrás, como se a roubalheira tucana do Sul fosse novidade.
Resumo da ópera, levando em conta apenas o atual momento político: vamos chegar à eleição de 2010 com um governador tucano cassado, o Cássio Cunha Lima; uma (ainda) governadora tucana de um grande estado em vias de sofrer impeachment (Yeda) e um outro ex-tucano governador (Ivo Cassol) sendo acusado diariamente das piores atrocidades possíveis.
Assim é o PSDB, um partido tão igual ou pior do que os outros. Pena que a mídia e a elite (sobretudo a paulista) não enxergam isso.
Caros,
da série “Aos amigos tudo, aos inimigos, a lei”:
A “reserva moral” Pedro Simon, juntamente com outros três senadores do PMDB, assinou o pedido de CPI para apurar possíveis desvios da direção da Petrobras.
Atitude nobre do paladino. Pena que não fez o mesmo no Rio Grande do Sul, onde calou-se, juntamente com seu partido, em relação às denúncias contra a tucana Yeda.
Engraçado essa sina do Pedro Simon: em Brasília, onde estão os holofotes, Simon faz questão de jogar para a platéia. No RS, cala-se, esconde-se e vira um político igual aos outros.
E assim caminha a mediocridade.
O PIG, este braço armado neoliberal, certamente se corrói ao ver blogs como este do Nassif e outros tantos onde reina a vida inteligente e pensante. Quanto à Yeda… coitada. Antes só que mal acompanhada. Tudo o que começa errado tem muitas chances de terminar errado.
Adicionando mais um elemento para caracterizar o sen Pedro Simon, recomendo a leitura do post “A geografia moral do senador Pedro Simon” publicada pela Agencia Carta Maior, de autoria do blogueiro do RS Urgente Marco Aurélio Weissheimer. O post serve para dimensionar exatamente a vestal/messalina.
PARA NOSSA LABORIOSA IMPRENSA, NÃO ESTÁ ACONTECENDO NADA!
A TV Globo censurou a informação de que os ataques partiram do PCC (ver vídeo).
http://www.youtube.com/watch?v=xurtiBZCNd0&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?
v=xurtiBZCNd0&feature=player_embedded
As edições on-line de Veja, Folha de São Paulo e Estadão, até o fim da noite de quarta-feira também censuram a informação quanto ao PCC.
Mas ainda tem IMPRENSA que fala a verdade:
SÃO PAULO – [ 13/05 ]
Prisão de traficante gera protesto violento
Cruzeiro On Line
A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) voltou a impor o terror em São Paulo, desta vez na Penha, zona leste na capital paulista, por causa da prisão de Wagner Barbosa da Silva, um de seus traficantes.
Homens ligados à facção criminosa queimaram ônibus e caminhões e fizeram barricadas nas ruas e avenidas do bairro. O trânsito na Marginal do Tietê foi bloqueado. Carros foram depredados.
A Polícia Militar reforçou o patrulhamento na região, com a Tropa de Choque. Houve tiroteio. Até as 20h, não havia informações sobre feridos.
Segundo a PM, a prisão do traficante causou o protesto. Silva foi preso durante a tarde, na favela Tiquatira, por policiais da 3ª Companhia do 51º Batalhão. O preso foi conduzido ao 10º Distrito Policial (Penha).
A Polícia Civil confirmou a prisão no início da noite. Um investigador afirmou que o traficante foi flagrado com maconha, haxixe, crack e armas.
Concordo com você Jonas.
Espero que o povo gaúcho volte as raízes de inteligencia e politização que sempre o caracterizou e promova uma limpeza desses canalhas das terras pampeanas
MAS QUE BARBARIDADE TCHÊ!!!
O velho Simon, o maior chutador de defunto do Brasil. E a velha Yeda, o boi de piranha da vez.
Nassif, rapaz, gosto muito do seu blog. Excelente nível, postagens originais e um ambiente democrático e de respeito mútuo.
MUITO BOM!
Luis Nassif,
Este comentário deve permanecer. O comentário acima enviado em 14/05/2009 às 08:29, se possível poderia ser retirado. Como eu expliquei no comentário enviado em 14/05/2009 às 14:17, para o seu post intitulado “O deputado x o poder do Império” (originalmente fora chamado de “A invencível armada x o barquinho”) de 14/05/2009 às 12:54 houve falha e o email foi enviado ainda em elaboração. Talvez tenha sido por descuido, alias nem sei o que ocorreu, pois estava consertando uma frase incompleta em comentário ainda em elaboração quando recebi a mensagem de que o comentário estava aguardando moderação. Na seqüência, após concluir o comentário eu o enviei solicitando que o anterior fosse censurado. Para minha surpresa e frustração foi retirado o email enviado incorretamente. O que importa é que estou enviando ele novamente como se pode ver a seguir:
Penso que nunca vou saber se a Yeda Crucius foi uma boa ou uma má governante. Poderei saber se ela foi corrupta se ao fim houver uma sentença condenatória transitada em julgado. Tenho certeza que se um dia houver essa sentença, a imprensa não dará a mínima para ela (a sentença), pois para a imprensa o que importa é o auê.
Sobre a imprensa, enviei alguns comentários para o texto “Recado ao deputado” de 07/05/2009 às 18:29 no blog do Pedro Dória que me parecem bem mereçam uma leitura.
Você acertou ao dizer que a governadora foi jogada ao mar. Acerto pouco e pequeno perto de tantos e grandes equívocos que você cometeu em “As finanças estaduais” de 11/05/2009 às 09:18. Como lá, a governadora Yeda Crucius é lembrada, trago o meu comentário de 12/05/2009 às 18:50 com as críticas que eu fiz ao que considerei equívocos seus.
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Segue assim a transcrição do comentário:
“Luis Nassif,
Talvez ao tentar trazer muitos textos para análise, ao mesmo tempo que se propõe a fazer alguns comentários, você se sujeita a (emitir) opiniões que são adequadas à sua ideologia, mas não batem com os fatos que você tem disponível sobre o assunto e muitas vezes nem mesmo com a sua própria ideologia.
Você inicia falando da melhora do desempenho dos Estados com queda de dívida e aumento do superávit. Há muitos que gostam do crescimento da dívida, pois dívida também é crédito (Penso que vi e li isso em uma chamada no seu antigo blog cujo título era “O problema é o BC” e que saiu em 03/02/2008 às 23:58 na aba de economia fazendo referência à entrevista de Márcio Pochmann, do IPEA, concedida a Lu Aiko Otta, do “Estadão”). Bem, mas você não pensa assim (eu também não) nada mais justo, portanto, em falar em melhora do desempenho dos Estados pelo fato da dívida ter caído.
E em seguida você menciona o aumento do superávit. Eu pensei que você fosse contra o superávit fiscal. Eu sou contra, mas penso que fica de bom tamanho se for para reduzir a dívida pública À conta da melhoria do superávit fiscal cabem também: a) a inflação residual de 2002 em razão da grande desvalorização do real (que desvalorizou dívidas não corrigidas pelo IGP_DI enquanto a arrecadação crescia); b) o aproveitamento que os governadores fizeram dessa inflação maior não a transferindo para os salários dos servidores públicos, enquanto que a arrecadação subia com a inflação, c) a redução do IGP-DI em decorrência da desvalorização do dólar e em decorrência reduzindo a expansão da dívida interna dos estados e d) o aumento da receita em decorrência de maior crescimento do PIB. E é bom lembrar que a redução da dívida pública dos Estados não é em valores absolutos mas em relação ao PIB.
Para você, a melhoria do superávit fiscal faz parte de um processo de aumento de eficiência das gestões fazendárias. Isso me fez lembrar a música Tropicália de Caetano Veloso:
“Quando Pero Vaz Caminha descobriu que as terras brasileiras eram férteis e verdejantes, escreveu uma carta ao rei: Tudo que nela se planta, tudo cresce e floresce. E o Gauss da época gravou”
Será que lá na época de D. Manuel não havia um técnico para fazer o relato da situação financeira do Estado de Portugal, como o técnico de som Rogério Gauss mencionado na canção de Caetano Veloso, e colocado uma frase como essa sua. Vai ver que está lá gravado em algum livro do período que “a melhoria do superávit fiscal é decorrente de um processo de aumento de eficiência da gestão fazendária.”
Ah, não! A sua melhoria é datada. É uma melhoria “especialmente a partir da implantação da nota fiscal eletrônica e da substituição tributária”. Luis Nassif, não escreva isso não. O cupom fiscal pode até ser entendido como uma Nota Fiscal eletrônica, mas a Nota Fiscal Eletrônica que você está falando está vindo ainda aos trancos e barrancos. E a substituição tributária apenas está sendo expandida, mas é instrumento utilizado desde emenda em 83 na Constituição de 67. E traz melhora imediata (mas sem ser representativa na receita, pois as mais recentes só alcançam bugigangas), mas vai ficar como um transtorno para os novos governantes que ainda virão. No melhor dos mundos os governantes e os técnicos têm a expectativa que a reforma tributária acabe com o modelo do ICMS e o imbróglio da Substituição Tributária possa ser jogado para debaixo do tapete.
E o Rio Grande do Sul pelo tamanho, pela riqueza sempre teve na liderança, mas há sempre cooperação de todos os estados. São Paulo, Pernambuco tem também vanguarda nessa área.
E a Yeda Crucius é um desastre? Por favor, Luis Nassif, disponibilize para todo mundo esse mecanismo de aferição de competência do gestor público. Não gosto da Yeda, por que ela é do PSDB, mas como avaliar se ela é uma má gestora? E a idéia de que foi Yoshiaki Nakano quem plantou as sementes da modernização do gerenciamento fiscal em São Paulo? A não ser que você, na pressa, esqueceu de mencionar todos os outros, pois, embora eu não saiba que sementes são essas, não creio que os que vieram antes ou que os que vieram depois foram muito diferentes do Yoshiaki Nakano.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 12/05/2009″
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Bem, era isso a dizer. aproveitei na transcrição para consertar os erros perceptíveis que cometi como em “mas vai ficar como um transtorno para os novos governantes que ainda virão”, pois havia digitado “os antigos governantes”. Alias, erros da mesma cepa que você teria cometido e eu só vim a perceber na releitura dos comentários ao texto “As finanças estaduais” como trocar o nome de Germano Rigotto pelo de José Fogaça.
Quanto ao comentário de Andre Araujo em 13/05/2009 às 19:52 em que ele diz:
“grande dificuldade em emplacar a reeleição, tarefa difícil quando o governo é péssimo”,
parece que ele acredita naquilo que eu percebo subliminarmente ser também sua crença: o mote do PSDB para alavancar a campanha pelo parlamentarismo e pela emenda da reeleição: “governante bom fica, governante ruim o povo tira”.
Bem, o PSDB pensou tirar proveito do mote chamando, nos primeiros anos do governo Lula, o governo de corrupto e incompetente. Lula foi eleito. Com isso o PSDB se mostrou mentiroso. Não aconselho a ninguém adotar o mesmo caminho. A primeira frase, embora sem prova, é uma grande falsidade, e a segunda no que concerne à incompetência, a não ser no caso do incompetente absoluto, o que é difícil ocorrer nos processos democráticos, salvo se se tratar de eleição às custas de Planos Econômicos em véspera de eleição, também jamais poderá ser comprovada em relação a qualquer governante.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 14/05/2009
Luis Nassif,
Creio que muitos possuem uma idéia errada da democracia e da representação. Como deixar sem representação parcela da população que é de direita? Por que achar que só o parlamentar identificado com a nossa ideologia é um parlamentar honesto, íntegro?
Como acusar de corrupto um governante antes que se tenha uma sentença condenatória transitada em juízo?
Quando chamamos alguém de incompetente estamos só emitindo uma opinião que jamais poderá ser desmentida ou comprovada. Em relação a corrupção, não. Se chamamos alguém de corrupto antes da sentença transitada em julgado corremos o risco de cometer um crime e ao mesmo tempo estamos achincalhando com instituições como o Ministério Público, a Polícia Judiciária e o Poder Judiciário. Só se eles forem corruptos ou incompetentes existirá a possibilidade de eles não se sujeitarem a uma sentença condenatória.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 14/05/2009
Luis Nassif,
Consertando a última frase:
“Só se as instituições como o Ministério Público, a Polícia e o Poder Judiciário fossem corruptas existiria a possibilidade de os corruptos não se sujeitarem a uma sentença condenatória (Salvo o erro ocosional dessas instituições)”.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 17/05/2009