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12/05/2009 - 23:25

Trivial do Cuitelinho

Do Portal Luís Nassif
Nara Leão – Cuitelinho

* Adicionado por luzete

Cheguei na beira do porto onde as ondas se espaia.As garça, dá meia volta e senta na beira da praia.E o cuitelinho não gosta, que o botão de rosa caia.Ai qua…

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

25 comentários para “Trivial do Cuitelinho”

  1. luzete disse:

    olha o que achei:

    observação feita por Romy Bastos:

    “Esta canção é uma jóia do nosso folclore musical,e como toda autêntica canção folclórica não tem um autor conhecido,mas foi Paulo Vanzolini (zoólogo, pesquisador musical e compositor) quem a recolheu da boca do povo.Para quem não sabe quem é Paulo Vanzolini ele é o autor da famosíssíma canção RONDA. (Informações e letra retirada do Livro A LÍNGUA DE EULÁLIA de Marcos Bagno)”.

    fonte:
    http://www.ninha.website.nom.br/cancoes/cuitelinho/cuitelinho.htm

  2. Macello disse:

    Poeminha cheio de ‘erros’ de português, certo?… Claro que não! ‘Errado’ é pensar dessa maneira. Nos links abaixo, propostas de reflexões sóciolinguísticas sobre o assunto, que tomam como exemplo a letra de Cuitelinho:

    http://aviladebrito.blog.terra.com.br/2009/04/28/a-redundancia-do-plural/

    http://aviladebrito.blog.terra.com.br/2009/04/29/o-yeismo-ou-quando-velho-vira-veio/

  3. Tio Almir da Bahia disse:

    LN e Antonio Francisco,
    Quero “DIREITO DE RESPOSTA”.

    No meio da controvérsia, me deparei com alguns disparates: afora o paulistano Vanzolini, tem até “mineiro” querendo passar a mão no folclore da minha terra.
    Uma vez eu já situei o “Indio Tupi do Xingú” como sendo parceiro do LN: bom de economês e “zero ” de geografia!
    Era só vocês repararem em um trecho da música:….. eu entrei no Mato Grosso, dei em terras paraguaias…. Só se consegue entrar em Mato Grosso, já dando em terras paraguais, se você vier da minha terra natal: o Paraná!

    Vejam a prova do crime e a “acusação gravíssima” neste depoimento do paulistano do Ipiranga, Vanzolini , para o livro “Alguma Coisa Acontece” de Herbert Carvalho: ( excelente )!
    ……Os sócios do Jogral éramos eu, o Adauto Santos, O Luis Carlos Paraná e o Marcus Pereira, que, depois, montou uma gravadora. O Marcus Pereira era uma ótima pessoa, mas um trapalhão de primeira. Em relação a música Cuitelinho, ele me deu um trabalho danado.
    Eu cantava Cuitelinho no Jogral. É uma moda paulista(???) , colhida do folclore popular por Antonio Carlos Xandó e por mim. Durante uma viagem minha, o Marcus Pereira, gravou e colocou meu nome na música. Tive uma tremenda mão-de-obra para ir ao escritório de direito autoral colocar também o nome do Xandó.
    O pior, porém, foi o Milton Nascimento dizer que era do folclore mineiro(???) . Isso é do folclore da fronteira do Paraná(!!!) com o Paraguai. Nós ouvimos essa música de um barqueiro que passava perseguidos políticos de país para país, na região da tríplice fronteira(!!!!), durante a ditadura militar, mas ele só sabia um verso: os outros dois eu fiz para cantar no Jogral.
    O verso original e importante é este: “ Cheguei na beira do porto aonde as água se espraia, as garça dá meia volta e senta na beira da praia, e o cuitelinho não gosta que o botão de rosa caia”. É um verso perfeito, rimado e metrificado, como todo verso caipira.
    E aí Milton Nascimento e Wagner Tiso gravaram Cuitelinho como sendo folclore mineiro. Quando é que Minas teve fronteira com o Paraguai?………….

    • Ricardo Louzada disse:

      Uma coisa eu pude confirmar: como esta música poderia ser do folclose mineiro, se Minas não faz devisa com o Paraguai? Sempre achei estranho, mas quem sou eu pra questionar algo que os mestresda nossa música fazem. Espero que não digam que são versos de Caetano, pois a Bahia fica ainda mais longe do Paraguai…

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