Este tipo de lance faz a gente lembrar como o futebol pode ser bonito!
Por Marise
Agora vai certo
O video está no Youtube :http://www.youtube.com/watch?v=C9Oq9dP0Fcw&feature=popular
Comentário
A aniversariante Marise tornou-se uma pesquisadora de mão cheia.
Por Alberto
Não sou poeta, longe disso. Mas, taí, feita em cinco minutos:
Nilmar,
Tu é um desses craques sem igual
Tu vestes vermelho, a cor do sangue
Da raça, bravura, do Internacional
O passe do D´Alessandro foi magistral
Oito adversários esperando tua ginga
Pra lá e pra cá, numa dança infernal
Era o teu dia de homenagear o Garrincha
Tu és o atacante maior do “Clube do Povo”
O outro time é conhecido como “Timão”
Mas, neste dia, eles ficaram sem nome e sem rosto
Como o das pernas tortas, tu os transformou em “João”
O próprio juiz apitou meio sem acreditar
O som parou, a torcida não estava sentada e nem de pé
Os aplausos de todos, não tardaram a iniciar
Uma tarde gloriosa, gol digno de Pelé
Falcão, Tesourinha, Fernandão, Larry, Figueroa e Manga
Tu faz parte agora desse Panteão, entrou para a história
É esse amor, esse grito, que não me cansa
Tenho muito orgulho de ser teu seguidor, Colorado das glórias!
Causou-nos muita surpresa a leitura do post “O padrão Abril de jornalismo”, no seguinte link: clique aqui.
Conversando com o editor colaborador responsável pelo nosso especial de seguros, Cláudio Gradilone, soube que a repórter Ana Borges não recebeu do sr. Rubens Sanches, presidente do Instituto Brasileiro Contra Fraudes de Seguradoras, nenhum contato no seu celular ou e-mail.
Ela diz que pode ter recebido tais ligações no seu telefone fixo, que apresentou problemas na época, em função do recente e conhecido apagão na Telefônica, mas, nesse caso, o sr. Sanches poderia ter retomado o contato via celular ou e-mail.
A pauta que ela estava fazendo era sobre os novos mecanismos das seguradoras para combater as fraudes. Como não havia novidade, a pauta caiu. O que o sr. Sanches viu publicado foram as outras reportagens que estavam sendo apuradas.
A repórter está disposta a conversar com o Sr. Sanches a qualquer momento para esclarecer qualquer dúvida que houver.
Também é incorreta a afirmação de que ele entrou em contato com a revista. Até agora, nenhum jornalista ou free-lancer a serviço da Quatro Rodas foi contatado pelo sr. Sanches. Gostaria que essa informação fosse retificada no post.
Atenciosamente
Zeca Chaves
Redator-chefe
QUATRO RODAS
Por RUBENS SANCHES PROENCA
NASSIF, EM RESPEITO A SEUS LEITORES, CONVÉM DEIXAR TUDO ESCLARECIDO, SUGIRO ASSIM UM NOVO POST.
A JORNALISTA ANA BORGES, SE APRESENTOU EM NOME DA REVISTA QUATRO RODAS ME SOLICITANDO INFORMAÇÕES DE PRESSÕES A CONSUMIDORES ATRAVES DE PERGUNTAS PERTURBADORAS DURANTE A REGULAÇÃO DE SINISTROS. Leia mais »
Com o professor Edmar Almeida, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Se não estiver vendo, clique aqui e vá até o player da página, na barra lateral direita.
Acatando sugestões de vocês, aqui vai o PDF do post, com todos os comentários, até às ãs 21:00 (reforma-politica)
Tenho para mim que a rigidez dos partidos políticos, a resistência dos caciques em estimular novas lideranças, está levando ao predomínio de uma gerontocracia ameçadora. Por outro lado, a falta de organicidade dos partidos acaba levando a um terrível jogo de clientelismo.
Ainda não consegui chegar a uma conclusão sobre o que é preferível: a atual zorra partidária ou as listas partidárias.
As listas depurariam os partidos de aventureiros, mas consolidaria defitinivamente o caciquismo.
Tenho dificuldades em enxergar como seria a governabilidade com o enrijecimento dos partidos em torno de lideranças envelhecidas. Haveria uma ampliação da radicalização política ou uma racionalidade maior nas alianças? Haveria acordos programáticos ou a cooptação sairia do varejão de hoje para um atacadão pior ainda?
Prefiro deixar a discussão para os especialistas do Blog, para que ajudam os demais comentaristas e o blogueiro a formar sua opinião.
Aqui, a opinião do cientista político Fábio Wanderlei dos Reis
Matéria típica da Folha, sobre o Tribunal de Contas da União, do Valdo Cruz e da Marta Salomon.
A matéria se sustenta em uma informação: vai abrir uma vaga no Tribunal de Contas da União e governo Lula fará sua primeira indicação de Ministro. Depois, coloca-se o recheio de obviedades e se tira a impressão do Executivo avançando, em uma ação articulada, sobre a autonomia do TCU.
Mesmo com a erosão de preços que obriga as empresas a produzirem até 45% a mais para faturar o mesmo valor apurado 12 meses antes, a brasileira Digitron, com sede na Zona Franca de Manaus, conseguiu manter os R$ 360 milhões em vendas realizadas um ano antes. Sua produção foi de 3,1 milhões de placas-mães, 400 mil a mais que em 2007 – 37% de em um mercado de 8,6 milhões de computadores de mesa, em 2008.
…………….Agora, além de planejar elevar a produção de 3,5 milhões de placas para computadores de mesa, a empresa pretende produzir placas para notebooks, mercado que deverá fechar 2009 com 5 milhões de unidades. Leia mais »
Da prerrogativa de foro à prerrogativa de Tribunal
Gostaria de discutir no blog a PEC nº 115/07, de autoria do Dep. Paulo Renato Souza, que pretende criar um Tribunal Superior Administrativo com competência para julgar, “especificamente, ações penais relativas a crimes contra a administração pública e ações cíveis relativas a atos de improbidade administrativa, que envolvam altas autoridades
públicas”.
Um dos motivos apresentados pelo autor da proposta é que:
“Parece ganhar corpo na sociedade a proposta de acabar com a prerrogativa de foro para determinadas autoridades como caminho para que esta seqüência ocorra. Entretanto, a supressão pura e simples da prerrogativa de foro poderá ter conseqüência exatamente oposta à desejada. Isso porque os processos continuariam a se arrastar no tempo, em razão das técnicas protelatórias proporcionadas pela legislação processual, mormente em processos iniciados no primeiro grau de jurisdição. A criação de varas especializadas para o julgamento de crimes contra a administração pública fica, também, sujeita a este mesmo inconveniente. Assim, é preciso encontrar mecanismo que proporcione processo ágil, bem instruído e com resultados concretos, seja a absolvição do inocente, seja a efetiva punição do culpado. Com efeito, acredito que a própria prerrogativa de foro, repensada, possa assegurar a celeridade e a efetividade que se almeja.” Leia mais »
Que tal,para “inaugurar a semana” um debate sobre este fenômeno que a Tata Housing chinesa, está propondo ao governo chinês,de constuir milhares de aptos residenciais,tipo dos nossos quitinetes da praia,a um custo (não subsidiado)de 16,3 mil,e pensa-los adaptados a realidade brasileira,que seguramente alivaria sobremaneira o nosso déficit habitacional ?
Por foo
A Tata não é chinesa, e o projeto não será na China.
Eu publiquei a notícia ontem, no meu blog:
Conglomerado indiano planeja apartamentos de US$ 7800 em Mumbai
Depois de mostrar que é possível vender carros por apenas US$ 2000, o conglomerado indiano Tata planeja o lançamento de 1200 apartamentos de US$ 7.800 a 13.400 (R$ 16 a 27 mil). São apartamentos pequenos (veja as plantas), destinados a pessoas que ganham de US$ 5 a 10 mil por ano.
esse debate lançado pelo Mangabeira é muito oportuno. E de fato Mangabeira mostra sua grande inteligência e criatividade neste documento. Tem alguns pontos primorosos, especialmente no que tange à questão da educação.
Mas infelizmente temo que esse magnífico documento acabe na vala comum do engavetamento por estar descolado de certas bases necessárias para ser possível colocar em prática. Em minha visão limitada, vejo um um certo ar de utopia na proposta. Leia mais »
O Banco Central interrompeu as nebulosas operações de swap reverso e voltou a comprar dólar no mercado à vista. Não impediu a continuidade da apreciação do real.
Tem que se levar em conta que, mesmo para cabeças duras como os diretores do BC, situações excepcionais exigem medidas excepcionais. Está se montando numa bolha em cima de operações de arbitragem. Se a compra de dólares for insuficiente para impedir sua derrocada, tem que se apelar para medidas heteroidoxas.
O país não pode correr o risco do aprofundamento do déficit nas transações correntes. Aliás, o próprio Mário Mesquita, diretor do BC, passou a reconhecer esse risco.
Existe uma revolução em curso, na maneira dos anunciantes analisarem a eficácia dos veículos. Na televisão, um dos problemas é o da “taxa de engajamento”, isto é, aferir qual o grau de atenção dos telespectadores aos comerciais veiculados.
Ex-primeiro-ministro da Islândia, Geir Haarde conta como perdeu o cargo e diz que outros ainda vão cair
Jamil Chade, GENEBRA
“Eu fui a primeira vítima política da crise financeira mundial. Mas tenho certeza de que outros governos cairão.” O aviso é do ex-primeiro-ministro da Islândia Geir Haarde, que, meses depois de sua queda, falou ao Estado sobre como viveu o que ele chama de “dias dramáticos”.
A Islândia foi o primeiro país a ser duramente afetado pela crise, com bancos falindo, demissões e a constatação de que estava em um caos financeiro. O governo caiu no fim do ano passado.
Haarde garante que tirou pelo menos duas lições da turbulência: um sistema de metas de inflação e altas taxas de juros – como o que existe no Brasil – não funciona. Além disso, uma economia não pode simplesmente ficar à mercê dos fluxos internacionais.
(…) O ex-primeiro-ministro admite que ainda não sabe se o mundo já aprendeu todas as lições da crise. “Não sei se o mundo aprendeu. Vejo ainda muita gente defendendo um sistema de metas de inflação e altas taxas de juros. Isso não funcionou para nós e é importante que se pare de dizer que há um consenso internacional de que esse é o caminho correto”, alertou.
“Essa crise não terminou e ainda não promoveu todas as mudanças políticas que acredito que ainda ocorrerão. Meu governo caiu. Mas outros certamente vão cair também”, disse. Eleições vão ocorrer neste ano na Alemanha e no Reino Unido.
Com milhões de novos desempregados, governos que esperavam uma reeleição relativamente fácil correm o sério risco de não continuar no poder. É o caso do Reino Unido.
Enquanto isso, protestos se proliferam em várias partes da Europa. “Ninguém tem ainda ideia do que fazer para superar definitivamente essa crise. Essa é a verdade”, completou.
Os Estados Unidos se arriscam a passar por uma década perdida, a exemplo do Japão (entre 1990 e 2000), se não tomar medidas agressivas para estimular a economia e limpar o seu sistema bancário, disse nesta segunda-feira Paul Krugman, economista ganhador do Prêmio Nobel. “Estamos adotando meias medidas que ajudam a economia a andar sem se recuperar plenamente, e os bancos a sobreviver sem realmente prosperar”, afirmou Krugman. “Estamos fazendo aquilo que os japoneses fizeram nos anos noventa”, disse a um pequeno grupo de jornalistas durante uma visita a Pequim. Krugman afirmou que não está claro que a China venha a sofrer crescimento abaixo da média, como conseqüência dos efeitos da atual crise. “Estou preocupado que os EUA e a Zona do Euro tenham uma década perdida ao estilo japonês”, comentou ele.
Matéria de Ana Paula Grabois, do Valor, sobre a melhora do desempenho dos Estados, com queda de dívida e aumento do superávit. A dívida segue o IGPM. Subiu no ano passado, com o aumento do IGPM. Deve cair este ano.
Já a melhoria do superávit fiscal faz parte de um processo de aumento de eficiência das gestões fazendárias, especialmente a partir da implantação da nota fiscal eletrônica e da substituição tributária.
Cansei de alertar, na época, que esse aumento significaria um choque fiscal, um aumento expressivo na arrecadação. Seria hora de se negociar contrapartidas de melhoria dos gastos e de redução das alíquotas. E vai haver mais arrecadação ainda, quando terminar a integração dos bancos de dados estaduais.
O curioso nessa história é que o estado que primeiro avançou nas novas práticas foi o Rio Grande do Sul, na gestão Germano Rigotto. Os técnicos da Secretaria da Fazenda foram os primeiros a colocar em práticas os novos princípios. Quem colheu os louros foi o desastre ambulante, Yeda Crusius, que passou a deitar e rolar em cima da nova arrecadação.
Aqui em São Paulo ocorreu o mesmo fenômeno. Dentro da mediocridade geral que foi o governo Geraldo Alckmin, a Fazenda esteve em boas mãos com Eduardo Guardia e, depois, com Mauro Ricardo e – principalmente – conta com uma inteligência própria, de funcionários de carreira. São as sementes plantadas por Yoshiaki Nakano.
Boa discussão proposta por Virgílio Afonso da SIlva e Conrado Hubner Mendes, na seção Tendências e Debates da Folha, sobre o conceito de transparência para o STF.
O que assegura a transparência é a clareza das decisões, não as transmissões pela TV ou súmulas circulando na Internet. É aquela velha discussão sobre a condição necessária porém não suficiente.
Esqueceram de mencionar que esses dois movimentos estão sendo fundamentais para desmascarar as falsas tecnicalidades de sentenças obscuras.
Prova é a segunda decisão de Gilmar Mendes sobre a prisão de Daniel Dantas. Em outros tempos, ficaria escondida em tecnicalidades entre advogados. Agora, a parte mais antenada da opinião pública sabe que ele recorreu a uma interpretação no mínimo maliciosa, ao argumentar que até o juiz De Sanctis considerava os fatos obscuros e que não havia fatos novos entre o primeiro e o segundo pedido de prisão.
O juiz falou em fatos obscuros ANTES do depoimento de Hugo Chicarone e de se encontrar os dólares. Depois, aconteceram esses dois fatos novos e o juiz mudou de opinião.
Sem essa circulação de informações, tudo continuaria sendo tratado como uma discussão etérea. Embora não fosse essa a intenção de Gilmar, essa superexposição do Supremo o obrigará inevitavalmente a ser muito mais transparente.
TENDÊNCIAS/DEBATES
Na Secretaria Especial de Acompanhamento Econômico, Roberto Mangabeira Unger tem se comportado como um espécie de provocador de ideias de todo o governo. Vai de um lado para o outro, identifica ideias inovadoras, agita na imprensa e espera que, daí, as ideias frutifiquem.
É uma ação meio guerrilheira, em função da falta de instrumentos que permitam compatibilizar planejamento de longo prazo com o dia a dia da gestão pública.
Mesmo assim, tem cumprido seu papel.
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Um dos últimos documentos gerados foi o paper “O desenvolvimento do Nordeste como projeto regional”.
Nos últimos anos, a região emergiu como uma das forças dinâmicas da economia. Na fase de estagnação da economia brasileira, como um todo, exibiu vários polos dinâmicos de crescimento, em grande parte estimulados pela nova demanda que surgiu, através do Bolsa Família e da Previdência Social. Leia mais »
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.