Os 15 anos da Carta Capital
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Tá certo que ficou um sabor amargo do caso Batisti, mas a Carta está como o Governo Lula para o Brasil, tem os seus defeitos, mas é de longe, muito longe a melhor opção.
Perda de tempo, não existe hoje , nem com o Martin Wolf, conferência que valha pena ir, as decisões que precisam ser tomadas todo mundo já conhece, e quem decide também, mas esta discussão nunca vai ser pública, assim, perda de tempo.
Quanto ao Rubini, o que ele fala o Bill Bonner já vinha dizendo e escrevendo há anos, novidade só para quem acompanha economia pela grande mídia.
Sei que é o valor do evento, mas mil real tá caro para nois pobres mortais. Vale mais assinar a carta por 4 anos.
Gostaria muito de ir, Salvador é muito longe.
Até o momento não verifiquei argumento que superasse aos dados pela CC no caso Batisti. Pelo que eu li esse tal do Batisti não é um herói como foram Lamarca e Marighela. Ele é um assassino.
Para quem não gosta de ser tapeado aqui vai o antídoto.
BUT STOCKS ARE RALLYING… HERE COMES THE BULL..
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“The depression has ended.” – Dr. Julius Klein, Assistant Secretary of Commerce
Quote
September 1929
“There is no cause to worry. The high tide of prosperity will continue.” — Andrew W. Mellon, Secretary of the Treasury.
October 14, 1929
“Secretary Lamont and officials of the Commerce Department today denied rumors that a severe depression in business and industrial activity was impending, which had been based on a mistaken interpretation of a review of industrial and credit conditions issued earlier in the day by the Federal Reserve Board.” — New York Times
December 5, 1929
“The Government’s business is in sound condition.” — Andrew W. Mellon, Secretary of the Treasury
December 28, 1929
“Maintenance of a general high level of business in the United States during December was reviewed today by Robert P. Lamont, Secretary of Commerce, as an indication that American industry had reached a point where a break in New York stock prices does not necessarily mean a national depression.” — Associated Press dispatch.
January 13, 1930
“Reports to the Department of Commerce indicate that business is in a satisfactory condition, Secretary Lamont said today.” – News item.
January 21, 1930
“Definite signs that business and industry have turned the corner from the temporary period of emergency that followed deflation of the speculative market were seen today by President Hoover. The President said the reports to the Cabinet showed the tide of employment had changed in the right direction.” – News dispatch from Washington.
January 24, 1930
“Trade recovery now complete President told. Business survey conference reports industry has progressed by own power. No Stimulants Needed! Progress in all lines by the early spring forecast.” – New York Herald Tribune.
March 8, 1930
“President Hoover predicted today that the worst effect of the crash upon unemployment will have been passed during the next sixty days.” – Washington Dispatch.
May 1, 1930
“While the crash only took place six months ago, I am convinced we have now passed the worst and with continued unity of effort we shall rapidly recover. There is one certainty of the future of a people of the resources, intelligence and character of the people of the United States – that is, prosperity.” – President Hoover
June 29, 1930
“The worst is over without a doubt.” – James J. Davis, Secretary of Labor.
August 29, 1930
“American labor may now look to the future with confidence.” – James J. Davis, Secretary of Labor.
September 12, 1930
“We have hit bottom and are on the upswing.” – James J. Davis, Secretary of Labor.
October 16, 1930
“Looking to the future I see in the further acceleration of science continuous jobs for our workers. Science will cure unemployment.” – Charles M. Schwab.
October 20, 1930
“President Hoover today designated Robert W. Lamont, Secretary of Commerce, as chairman of the President’s special committee on unemployment.” – Washington dispatch.
October 21, 1930
“President Hoover has summoned Colonel Arthur Woods to help place 2,500,000 persons back to work this winter.” – Washington Dispatch
November 1930
“I see no reason why 1931 should not be an extremely good year.” – Alfred P. Sloan, Jr., General Motors Co.
June 9, 1931
“The depression has ended.” – Dr. Julius Klein, Assistant Secretary of Commerce.
o mino é o cara, faz parte da história da imprensa brasileira, um lutador – manter uma revista como CC por 15 anos não é mole, não, principalmente nesse estranho período neonliberal e neocom onde os golpes baixos eram e ainda são em alguns casos as regras que balizam a idéia de sustentação da grande mídia….
mino merece e merecerá sempre o respeito dos que conhecem a história da imprensa no brasil…
Mino revelou-se, totalmente, no blog que criou. Decepcionou ao tratar seus comentaristas com casca e tudo. Não conseguiu fazer frente ao contraditório.
A cultura apurada, não valida ser superior ou tratar aos outros de forma truculenta, impaciente.
Um sábio sempre deverá cultivar a humildade, a paciência. Talvez VC, LN, esteja mais perto da sabedoria.
Em outra ocasião o contrariei ao defender as cores de nossa BANDEIRA; para ele, de extremo mau gosto.
Há sempre, no Mino, um resquício de tédio superior, que torna pessoas pedantes. Muito comuns em nossa abastada elite ou em pessoas que se julgam muito letradas, muito cultas.
Talvez culpa da idade, talvez da procedência; o Dines tem o mesmo jeito. este, judeu, nasceu aqui mas seu pai não. Possuem um ranço superior, como todo branco de olhos azuis. Falam–nos com toques de enfado, como se fizessem um enorme esforço para compartilhar nossa convivência.
Uma pena, verdadeiro desperdício.
Um beijão, LN. Tomara que jamais mude seu jeitinho mineiro de ser.
Incrível como o assunto Battisti é marcante. Quase nenhum comentário sobre a crise e seus desdobramentos, muitos sobre o caso.
E o primeiro comentário, do Mário Blaya, toca o ponto cenrtal da polêrmica com o Mino. Ele está correto na sua avaliação do caso, mas deixou uma impressão desagradável por parecer que seu incômodo era despeito porque alguém do governo breasileiro (no caso, Genro) ousou discordar ou não atender a um peddo da Itália (e não entro no mérito da solicitação italiana)..
Nassif,
A Carta Capital publicou uma entrevista com a governadora do Pará muito reveladora sobre esse esquema Gilmar Mendes – Daniel Dantas & Cia. Acho que pode contribuir para o desmascaramento dessa gente que estamos promovendo aqui no Portal, especialmente porque o resto da mídia nunca repercute os furos da Carta Capital.
A íntegra da entrevista está no Blog do Mello: http://blogdomello.blogspot.com/2009/05/governadora-do-para-e-forcas-em-favor.html#blogdomello
Nassif,
Digo mais uma vez neste blog:
as pessoas tem memória curta.
Esquecem todo o bom jornalismo por uma questão pessoal.
Para Lu Dias:
Mino ‘não é truculento ;apenas humano…”
Dos quatro só levo em conta a opinião do Belluzo, por ser um dos maiores economistas brasileiros e presidente do meu palestra itália, e a do fenomenal Mino Carta, quanto ao Mercadante, fiz campanha para ele em 2002, mas após descobrir ligações dele com o Dantas, ele morreu para mim.
E criticar o Delfim é pleonasmo, e estou tentando combater meus erros de português.
Nassif, antes de vir para seu Blog frequentava o do Mino. Certa vez, não me recordo o assunto e fiz elogios a Maquiavel. O Mino me colocou no Cacho de respostas. Mino é áspero, irônico, mas nunca deixou de postar minhas opiniões. Conheci o Mino através da TV e se não me engano era na Record. Infelizmente Mino abandonou seu Blog na polêmica “Battisti”. Espero que um dia ele volte para nos brindar com sua eloquencia em defesa do verdadeiro jornalismo. Defendeu Lula desde o primeiro mandato, posteroirmente se desiludiu ao ponto de chamar o” bolsa família de migalhas que caem da mesa da elite”. Mesmo assim tenho grande respeito por este Italo-brasileiro. Deixo aqui um grande abraço ao Mino Carta.
Realmente, cada cabeça uma sentença. Interpretação de texto nem se fale, então.
A quantidade de xingamentos que o Mino ouviu no blog dele por ocasião dos posts sobre o Caso Battisti deu bem a medida da diferença entre um jornalista com 50 anos de janela e um bando de aloprados frutos da falência educacional brasileira.
E ainda querem lhe impingir a pecha de troglodita!
É dose…
Do site Mercado Ético:
Da era do consumo à política sóbria
Depois de uma longa euforia, estamos mudando de mentalidade: chegou o momento de nos tornarmos sóbrios. Uma pesquisa feita no Natal passado apresentou resultados surpreendentes: os entrevistados declararam que, mesmo que o seu orçamento para os presentes era diminuto, não estavam, por causa disso, mais tristes, mas sim mais felizes. A reportagem é de John Lloyd, publicada no jornal La Repubblica, 28-04-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Leia a seguir.
http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/da-era-do-consumo-a-politica-sobria/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=mercado-etico-hoje
Evento caríssimo. Será que não poderia ser transmitido pela internet? Quem é que pode pagar este preço?
Muito boa a Carta Capital. Encaro-a como um contraponto à Veja e seus similares. Decidi assiná-la. Se o Mino errou? Acho que tanto ele quanto os comentaristas de seu blog erraram a mão. Mas é isso. Discutir política é “bronca”, porque nem todos que a iniciam com a razão conseguem segurar a paixão. Mas faz parte do jogo democrático. Respeito a decisão do Mino em parar com o blog, mas prefiro acreditar que ele tá esfriando a cabeça. Seria muito bom tê-lo novamente na blogosfera, junto a você, Nassif, ao Azenha, ao PHA, ao Fontes, ao Edu e tantos outros que estão mudando a forma de tratar a infomração. Parabéns a Carta Capital.
De longe, a melhor revista semanal publica atuamente no País.
Assino Carta há uns 2 anos e não me arrependo de cada centavo investido, de cada exemplar recebido.
Carta publica semanalmente o que todos sabem, mas não lêem em nenhum dos demais “grandes” veículos. Aliás, Carta não faz mais do que sua obrigação – informar o leitor. É que a qualidade jornalística anda tão em baixa, que quem faz o mínimo esperado se destaca.
Mas Carta faz muito mais do que o mínimo. Ela traz realmente informação relevante e discussões inteligentes. Não raro, expondo pontos de vista contraditório. Onde mais há isso hoje?
Parabenizo a Carta pelos seus 15 aninhos e espero que ela cresça cada vez mais no coração dos leitores brasileiros ciosos por informação séria e, por favor, verídica.
Ao Orides:
Se for, tá bão!