Arquivo de maio 5th, 2009
05/05/2009 - 20:00
Os melhores da MPB, incorporando sugestões dos leitores.
Vamos dividir os músicos nas seguintes categorias:
1. Compositores de canções populares.
2. Sambistas
3. Compositores instrumentais
4. Cantores
5. Cantoras
6. Instrumentistas
7. Letristas
Começando pelos compositores de canções populares. Os critérios são de qualidade e importância da obra. Por importância, a influência que exerceu sobre a formação da música brasileira no século. Coloquei os sambistas em uma categoria à parte porque a quantidade e qualidade são enormes.
Na pré-história
Sinhô
Na chamada Fase de Ouro
Noel Rosa
Ary Barroso
Braguinha
Lamartine Babo
Os modernos
Luiz Gonzaga
Dorival Caymmi
Tom Jobim
Carlos Lyra
Baden Powell
Os contemporâneos
Edu Lobo
Geraldo Vandré
Milton Nascimento
João Bosco
Caetano Velloso
Gilberto Gil
Chico Buarque
Ivan Lins
Paulinho da Viola
Djavan
Quem quiser quem inclua outros.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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05/05/2009 - 17:00
Há uma enorme incompreensão que ainda remanesce em relação ao Bolsa Família.
A maior delas é em torno de uma dicotomia inexistentes: em vez de dar esmola o Estado deveria dar emprego.
Primeiro, não são políticas excludentes. Dá-se a base de sustentação mínima e oferece-se emprego.
Segundo, políticas de desenvolvimento – e de aumento de emprego – são inócuas sobre a base da pirâmide, se não vier acompanhadas de políticas de inclusão.
Numa ponta, tem-se a questão regional, os bolsões de pobreza. Essas regiões não se desenvolvem porque não tem consumo; não tendo consumo não atraem empresas; não atraindo empresas, não geram empregos.
Esse círculo vicioso está sendo rompido nas regiões mais pobres graças ao Bolsa Família e à Previdência Social. Criaram-se as bases para um consumo popular que estimulou empresas a investirem no atendimento à nova demanda. Em muitos lugares, o passo seguinte já foi dado, de instalação de empresas para atender à região.
Os valores da Bolsa e da aposentadoria são irrisórios mas permitiram uma estabilidade de ganhos. O que caracteriza a renda dos muito pobres, além do pequeno valor, é a inconstância do recebimento. Como não estão no mercado formal, dependem de bicos. Essa instabilidade impedia qualquer forma de comprometimento de renda com crédito. A Bolsa Família e a melhora nos benefícios da Previdência forneceram esse colchão mínimo. Com isso, a baixa renda pode ir às compras – a maior parte dos gastos, aliás, em alimentos e produtos de limpeza, mas parte em bens de consumo durável.
O segundo ponto é a inclusão dos miseráveis no mercado de trabalho. Também aí há uma incompreensão do que seja a miséria absoluta. E reflete a visão preconceituosa de que a miséria é fruto da vagabundagem.
A miséria absoluta é uma questão cultural. O sujeito vive na miséria porque aprendeu a viver apenas na miséria. Não tem noção do que seja sair da miséria. Aceita a condição como se fosse uma inevitabilidade.
O Bolsa investe em portas de saída do programa. A parceria com a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) mostra isso. Mas não se esperem resultados auspiciosos com os miseráveis. O máximo que se conseguirá, apertando as condicionalidades de colocar os filhos na escola, será salvar dessa tragédia a geração dos filhos.
Portanto espere-se da Bolsa Família o que ela pode dar: impedir a fome (só isso já seria suficiente para legitima-la); impedir a desagregação familiar; estimular a matrícula das crianças na escola.
A consolidação final do Bolsa Família será transformá-la em um ativo do Estado, do atual estágio da civilização brasileira e não um feito pessoal do governo Lula. Caso contrário, se entrar outro partido no poder, a tentação será “refundar” o Brasil. Essa é a verdadeira tragédia brasileira, praticada por todos os partidos independentemente de escolaridade.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fome
Tags: Bolsa Família, emprego, Fome
05/05/2009 - 16:51



Ou clique aqui.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia, Sem categoria
Tags: Carta Capital
05/05/2009 - 15:12
Por Paulo Maurício Machado
O sabão em pó Omo é a marca mais lembrada pelos consumidores brasileiros, segundo lista elaborada anualmente pela consultoria BrandAnalytics/Millward Brown com 180 marcas.
No segundo lugar do ranking aparece a marca da rede de fast-food McDonald’s, com 14,6 pontos na pesquisa. Vêm em seguida Microsoft (14 pontos), Petrobras (13,1), Coca-Cola (12,9), Smirnoff (8), Rexona (7,6), Pão de Açúcar (6,8), Bohemia (6,8) e Natura (5,7).
Levantamento completo: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u560741.shtml
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
Tags: marcas
05/05/2009 - 11:18
Por nira
Como eu já sei que esse assunto não deve dar ibope por aqui, gostaria de aproveitar o Fora de Pauta para parabenizar Cleonilson Nicácio, presidente da Infraero, pela coragem em levar adiante uma reforma de estatuto que parece levar em conta os interesses da instituição e não dos partidos políticos.
Mais temerária ainda, a iniciativa de demitir o irmão do ínclito líder do governo, senador Romero Jucá, o senhor Oscar Jucá ; um indicado do ínclito deputado Chinaglia, o senhor Edgar Brandão, e outros menos votados. Abriu mão de valiosíssimos serviços de consultoria, mas diminuiu os gastos, não?
Claro que haver mais de 200 cargos num órgão público a serem preenchidos por indicação política é uma coisa que existe desde o descobrimento (vide carta do Caminha), todo mundo faz, garante a união da base e a governabilidade, e é pura hipocrisia udenista achar essas coisas esquisitas, mas não deixa de ser interessante ver alguma sacudidela nessas coisas, ou não? Ou essas não são também mudanças desejáveis, e sim uma reles tentativa de desestabilizar o governo?
Bem, desejo ao sr Nicácio longa e feliz vida, porque o cargo…
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: Infraero
05/05/2009 - 11:09
Do Portal Luís Nassif
* Publicado por Rogério Maestri
* Publicado por Rogério Maestri
* Publicado por Graúna, ó xenti!!!!
* Publicado por Salinas
Comentário
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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05/05/2009 - 10:39
Dados muitos interessantes trazidos pelo Davi Kupffer em sua apresentação na Cosec.
Discos rígidos em poucas bases do mundo:Tailândia virou produtor relevante.
As montagens ocorrem em vários lugares. Empresas finais preferem se relacionar com montadores de segunda linha que se relacionam com fornecedores de terceira linha, fragmentando a produção.
Análise dos ganhos do iPod
- iPod 300 dólares
- Apple ganha 80
- 163 dólares vão ou ficam nos EUA
- 2o país que mais recebe valor: Japão, com 26 dólares.
- China, onde montagem final: 4 dólares.
Esse estudo muda um pouco a ideia sobre a industrialização chinesa, na qual deve existir uma quantidade grande de maquiladoras.
Quando China vende para EUA, mesmo agregando 30 dólares, registra exportação de 200 dólares. Mas, na verdade, parte relevante nunca saiu dos EUA.
Superestimativa do peso do comércio em relação ao valor produzido.
Não se contabiliza comércio pelo valor adicionao. Quando mercadoria vai e volta entre países muitas vezes, gera corrente comercial mas valor adicionado muito baixo.
Esses tombos de comércio internacional, na verdade refletem um pseudocomércio quando se olha em termos de valor.
Por PB
Nassif,
O estudo completo está aqui:
pcic.merage.uci.edu/papers/2007/AppleiPod.pdf
Who Captures Value in a Global Innovation System?
The case of Apple’s iPod
Greg Linden, Kenneth L. Kraemer, Jason Dedrick
glinden@berkeley.edu, kkraemer@uci.edu, jdedrick@uci.edu
Pedro Biondo Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Sem categoria
Tags: comércio mundial, sistema fragmentário de produção, valor agregado
05/05/2009 - 10:30
Por José A. Matelli
Nassif, e essa ofensiva da Fiat, heim? Primeiro, a Chrysler. Agora, negocia a aquisição da Opel na Alemanha (clique aqui), o que criaria o segundo maior grupo do mundo no setor, só atrás da Toyota. Hoje, surgem comentários da aquisição das atividades da GM na América Latina (clique aqui). De onde estão tirando tanto fôlego?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios, Sem categoria
Tags: automobilística, Fiat
05/05/2009 - 10:26
Não está na hora de uma correição no corregedor?
Por Luciano Prado
Estadão online
“Colegas de De Sanctis são alvo de apuração
Corregedoria do TRF cita 5 juízes por suposta desobediência a uma desembargadora
Fausto Macedo
Depois de Fausto Martin De Sanctis, o juiz da Operação Satiagraha que na semana passada livrou-se de punição disciplinar, outros cinco magistrados federais são alvo da Corregedoria do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF 3). Colegas de De Sanctis no Fórum Federal de São Paulo, os cinco são citados em procedimento administrativo por suposta desobediência a uma desembargadora que havia exigido informações sobre investigação relativa ao Grupo Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas.
Ontem, os advogados dos magistrados ajustaram os termos de manifestação que será entregue à Corregedoria do TRF 3. A defesa está sob responsabilidade do escritório Bottini & Tamasauskas Advogados, representado pelos advogados Pierpaolo Bottini, ex-secretário da Reforma do Judiciário (2005/2006) e Igor Tamasauskas, ex-subchefe-adjunto para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência (2005/2007). A Corregedoria encaminhou os autos à Presidência do TRF 3.
O episódio ocorreu em maio de 2008, um mês antes da Satiagraha. Na época, advogados de Dantas souberam de interceptação telefônica em curso na Polícia Federal. A defesa fez uma pesquisa junto às 10 Varas Criminais Federais de São Paulo, sem êxito. Os advogados recorreram, então, ao TRF 3, por meio de habeas corpus.
Uma desembargadora determinou aos juízes criminais que informassem acerca da existência de inquérito, “resguardado o devido sigilo”. Os magistrados se reuniram informalmente para discutir como deveriam proceder. A dúvida do grupo era como informar a corte sem violar o segredo. Não fizeram deliberação. No prazo legal, encaminharam individualmente ao TRF dados de que dispunham em envelopes lacrados.
Quando as informações chegaram ao seu gabinete, a desembargadora reconsiderou a ordem pois reconheceu que não era ela a magistrada com competência para apreciar o caso. Devolveu os envelopes aos juízes, sem abri-los.
A Corregedoria instaurou procedimento sobre suposta rebelião. Profissionais com ampla experiência no âmbito de ações penais, sem nenhum registro desabonador em sua folha de serviços, os magistrados citados na apuração da Corregedoria atravessam um período de desconforto. Eles acreditam que tecnicamente não correm risco de sanções, mas os incomoda o fato de ter seus nomes lançados em procedimento administrativo, aberto por ocorrência que inexistiu porque não houve desobediência.
Na última quinta-feira, Fausto De Sanctis, que também participou daquela reunião, foi submetido ao crivo do Órgão Especial do TRF 3 e acabou absolvido. Ele escapou de dois processos disciplinares propostos pelo desembargador André Nabarrete, o corregedor-geral.
O segundo processo versava sobre a Satiagraha. De Sanctis teria afrontado o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal – o juiz mandou prender duas vezes o banqueiro; o ministro soltou. O Órgão Especial debateu a suposta desobediência. Por 8 votos a 6, De Sanctis foi inocentado.”
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça
Tags: Nabarrete, Satiagraha, TRF
05/05/2009 - 10:18
Matéria da Folha, sobre as análises do TCU nos Benefícios de Prestação Continuada. É importante anotar a maneira como trabalham os diversos bancos de dados públicos, cruzando informações. O cartão eletrônico, a ampliação dos BDs permitem, hoje em dia, ampliar cada vez mais o controle dos progamas de massa.
É importante anotar a maneira como os dados são divulgados. Como já lembrado por comentaristas daqui, um percentual insignificante de abusos no Prouni foram utilizados como se todo o sistema fosse comprometido.
É importante o TCU se dar conta de sua importância institucional e não procurar “esquentar” suas fiscalizações, como os mancheteiros de alguns jornais.
Da Folha
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O Benefício de Prestação Continuada, maior programa de transferência de renda do governo, teve 10% de seus benefícios com indícios de irregularidades apontados pelo TCU (Tribunal de Contas da União).
Uma auditoria aprovada pelo tribunal constatou que o BPC está sendo pago a proprietários de automóveis, terras e empresas. O TCU também identificou 475 mil CPFs inexistentes no cadastro dos beneficiários.
O limite de renda no programa corresponde atualmente a R$ 116,25 por mês por pessoa da família. O BPC é pago a idosos com mais de 65 anos ou pessoas deficientes consideradas incapazes para o trabalho. A incapacidade deve ser atestada por perícia médica.
Embora tenha cerca da terça parte do número de beneficiários do Bolsa Família, o BPC tem um orçamento 60% superior ao do mais famoso programa de transferência de renda do governo. Em 2009, o BPC custará R$ 18,5 bilhões, enquanto os gastos do Bolsa Família são estimados em R$ 11,4 bilhões neste ano.
Ao cruzar a relação de beneficiários do BPC com bases de dados como Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) e Rais (Relação Anual de Informações Sociais), a auditoria do tribunal apontou indícios de erros e fraudes no público-alvo do programa.
A economia potencial prevista com a correção recomendada nos cadastros foi calculada pelo TCU em R$ 2,5 bilhões, em cinco anos. A auditoria não revela a identidade dos supostos beneficiários irregulares.
O relator Augusto Nardes cita “sinais de riqueza” incompatíveis com o programa, como o registro de um Toyota Hilux em nome de um beneficiário.
Na semana passada, o TCU apontou proprietários de carros de luxo entre os beneficiários do ProUni (Programa Universidade para Todos), que banca bolsas de estudos em instituições privadas de ensino. Cruzamento similar feito nos cadastros do Bolsa Família será votado pelo tribunal amanhã.
O relatório sobre o BPC considerou “graves” as falhas do Ministério do Desenvolvimento Social, que não faz a revisão dos benefícios a cada dois anos, como manda a lei.
Até hoje, nenhum benefício passou por mais de uma revisão. E parte das revisões não foi concluída porque o ministério nem sequer conseguiu localizar os beneficiários.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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05/05/2009 - 10:08
Estou na reunião do Conselho de Economia (Cosec) da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). No elevador, encontro o Yoshiaki Nakano. Não está otimista com a economia. Acha que o consumo segurou o tranco até agora. Mas começará a ceder.
A lógica é simples. A crise foi provocada pelo trancamento do crédito, que segurou a produção. O consumo se manteve. Em um segundo momento há o desemprego que começará a se refletir sobre o consumo.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise
Tags: consumo, crise, Yoshiaki Nakano
05/05/2009 - 09:39
Da Folha
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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05/05/2009 - 09:37
Atualizado
Do Valor
Legislativo: Migração do lobby de construtoras para tribunal não reverte veto a obras e mobiliza parlamentares
Congresso reage à perda de poder para o TCU
Caio Junqueira, de Brasília
Lobistas do setor de infraestrutura acostumados por décadas a frequentar gabinetes do Congresso mudaram de endereço nos últimos anos e passaram a ter atuação preferencial em seu órgão auxiliar, o Tribunal de Contas da União (TCU). As constantes crises de credibilidade e a diminuição de iniciativas em definir diretrizes são apenas o pano de fundo para a principal razão dessa migração: as fiscalizações ininterruptas que o tribunal faz em obras públicas e o poder de paralisá-las, impedindo que as empresas recebam milhões de reais para executar as construções.
(…) Parlamentares ouvidos pelo Valor disseram que “antigas figuras” que marcavam presença no Legislativo agora são assíduos no tribunal. Um alto diretor de uma grande empreiteira expõe a razão: “No Congresso sobra tempo para intermediar interesses relativos a regulamentação de um setor ou a um projeto de lei, que demoram para tramitar, enquanto no TCU bastou um indício de irregularidade para comprometer o pagamento e o orçamento da empresa.” Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Corrupção, Gestão Pública
Tags: empreiteiras, lobby, TCU
05/05/2009 - 09:37
CEPAL diz que Brasil está se recuperando

Alicia Bárcena, diretora da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL), disse ontem que a economia brasileira “mostra sinais de recuperação”. Os números também demonstram isso: a bolsa está oscilante, e ontem mesmo subiu 5%, as exportações em abril cresceram 14,8% sobre março e a balança comercial registrou um superávit de US$ 3,7 bilhões em abril, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Além disso, o número de declarações entregues de imposto de renda aumentou 5,4% em comparação com o ano anterior.
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia
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05/05/2009 - 09:00
Para uma terça animada.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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05/05/2009 - 07:00
Coluna Econômica – 05/05/2009
Um dos pontos chave para saber de que forma o país sairá da crise é o desempenho da balança comercial. Nos tempos de bonança para o comércio mundial, o câmbio impediu o aumento das exportações de manufaturados. O saldo comercial dependeu da explosão do consumo e das cotações de commodities.
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As primeiras avaliações do IEDI (Instituto de Estudos de Desenvolvimento Industrial) não são otimistas. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica
Tags: câmbio, exportações, IEDI, saldo comercial
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