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02/05/2009 - 19:36

Trivial de Ataulfo Alves

Do Portal Luís Nassif

Centenário de Ataulfo Alves

Postado por Laura Macedo

ATAULFO ALVES, o menino de Miraí, que se fez famoso no Rio de Janeiro, se vivo completaria 100 anos, em 02 de maio de 2009.

A exemplo do que está ocorrendo com os também centenários, Carmen Miranda, Roberto Martins e os cinquentenários Heitor Villa-Lobos, Roberto Carlos…, os apreciadores da boa música brasileira respirarão mais fundo o som desses artistas, nesse ano de 2009.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

8 comentários para “Trivial de Ataulfo Alves”

  1. anarquista disse:

    A caracterítica marcante de Ataulfo foi a desilusão amorosa.

    “”POIS É” talvez seja uma das mais famosas.

    Mas a que considero uma das letras mais harmoniosa é esta:

    http://www.youtube.com/watch?v=q_TEllEEpqw

  2. Gustavo Cherubine disse:

    Nassif, para quem na década de 90 estava antenado, uma das coisas mais bonitas do mundo foi conhecer o Ataulfo pela voz e o talento do Itamar Assumpção.

    Que disco sensacional.

    Abraços, Gustavo Cherubine.

    http://www.gafieiras.com.br/Display.php?Area=Entrevistas&css=1&SubArea=Biografias&ID=20&IDArtista=19

    Após o lançamento de Bicho de 7 Cabeças, Itamar foi convidado pelo amigo e poeta Carlos Rennó a participar de um projeto no qual artistas contemporâneos revisitavam obras de grandes compositores brasileiros. Isso acabou chamando a atenção de Itamar para a obra de Ataulfo Alves, o que o fez embarcar numa pesquisa que durou três anos e teve como fruto o disco lançado em 1996, Ataulfo Alves por Itamar Assumpção – Para sempre agora, lançado pela Paradoxx Music. O disco foi premiado como melhor do ano pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte).

  3. João Vergílio disse:

    Ataulfo Alves tem parcerias memoráveis com Wilson Batista, como as conhecidas “Bonde São Januário” e “Oh, seu Oscar”. Menos conhecida, mas na minha opinião maravilhosa é esta outra aqui, de 1939, que pode ser ouvida numa interpretação maravilhosa de Ciro Monteiro: MANIA DA FALECIDA.

    Se alguém souber de quem é o solo em segundo plano, me dê um toque. O cara dá um show. Toca um instrumento de palheta (clarineta?) como se fosse uma flauta transversal, no estilo de Pixinguinha e Benedito Lacerda.

    http://acervos.ims.uol.com.br/iah/custom/player.php?NSU=00009069&p=quicktime&dbpath=/home/ims/homolog/bases/iah/

  4. nsdelgado disse:

    “Mauro Santayana é jornalista

    Postado por TERROR DO NORDESTE às 16:06 0 comentários
    Plágio: ‘Veja’ copia ‘Wall Street Journal’ sem citar a fonte
    Que feio, Veja!

    A reportagem de capa da edição de 22 de abril da revista Veja traz uma matéria coordenada muito parecida com um artigo, publicado quase um mês antes, pelo jornal americano The Wall Street Journal (WSJ). Tanto a estrutura como trechos do texto são idênticos.

    Questionada pelo Comunique-se, a repórter Gabriela Carelli negou a ocorrência de plágio, que está evidente. “A gente falou com os pesquisadores, a gente fez a nossa própria apuração. A notícia é a mesma, a pesquisa é a mesma. Podem ter ficado parecidas. Foram três meses fazendo a matéria, ouvi 50 mil fontes, o box foi fechado de última hora. Não houve a intenção de fazer mal a ninguém”, explica.

    A matéria em questão foi publicada num box com o título de “Genes no combate ao crime”. Ela trata da utilização de traços genéticos na elucidação de crimes, mesmo tema do artigo “Descrevendo um ladrão: genes traçam aparência de suspeitos”, publicado pelo WSJ em 27 de março.As similaridades foram percebidas pelo leitor Edgar Zanella Alvarenga, que publicou num blog uma troca de e-mails com a Veja. Nas mensagens, a revista dá a mesma explicação que foi dada ao Comunique-se, de que as informações estão disponíveis no site da universidade.

    Dentre os trechos “parecidos”, existe uma declaração que, no texto da Veja, aparentemente teria sido dada pela pesquisadora da Universidade da Pensilvânia Pamela Sankar. “‘Há uma perigosa tendência a fazer correlações entre etnia, crime e predisposição genética’, alerta Pamela Sankar”, diz a matéria da Veja.

    Fonte nega ter sido procurada

    Questionada pelo Comunique-se, a pesquisadora negou ter sido procurada pela Veja. Ela afirma que as informações publicadas pela revista foram baseadas em entrevista dada a um repórter do WSJ. No jornal americano existe a seguinte passagem: “Algumas pessoas podem fazer correlações entre raça, crime e disposição genética”.

    A reportagem da Veja traz outro erro. No jornal americano essa declaração foi atribuída ao pesquisador da Universidade de Tilburg, na Holanda, Bert-Jaap Koops. A repórter da Veja reconhece não ter procurado a pesquisadora e, como justificativa, diz que tal procedimento é usual na revista. “Fulano fala tal coisa, eu não tô dizendo que ele disse a mim. Quando fala pra gente, a gente coloca: ‘disse à Veja’. Às vezes a gente pode pegar, isso não é um plágio.”

    Apijor: “moralmente condenável”

    http://wwwterrordonordeste.blogspot.com/

  5. Mário Mendonça disse:

    LN

    Já que Tu tem nos brindado com pérolas do passado que tal postar uma famosa musica de sua época, que faz tempo que não ouvimos.

    Runaround sue , do Dion And The Belmonts

    Abraços

  6. Laura Macedo disse:

    Oi João Vergílio, quanto tempo?

    Conferindo meu acervo encontrei o Vol 7 da coleção “Os Grandes Sambas da História” que tem, entre outras, a música “Mania da Falecida” , do Ataulfo Alves.

    O que os créditos acrescentam ao que você já colocou é que é executada por Cyro Monteiro com Regional. (RCA-Victor – disco nº34.470 lado A / ago. 1939 – grav. 30/05/1939).

    Não há especificação do Regional. Eu acredito que seja o do Benedito Lacerda.
    Primeiro porque o Regional dele aparece em vários CDs da coleção, que totalizam 40 volumes. Nesse mesmo Vol 7 tem outra faixa do Cyro Monteiro interpretando “Deus me Perdoe” de Lauro Maia/Humberto Teixeira, com o Regional do Benedito Lacerda.

    Segundo porque, mesmo não tendo bom ouvido para música :( (( , acho o som dele inconfundível. Mas posso estar errada.

    Um grande abraço.

    Laura Macedo.

  7. Laura Macedo disse:

    Oi, Anarquista.

    Também gosto muito da música “Infidelidade”, de Ataulfo Alves e Américo Seixas. Tanto que foi uma das que selecionei para o post.

    A famosa “Pois É” tem uma historinha de bastidores que não sei se você conhece.

    Conta-se que uma bela morena passou um tempão indo a boate que o Ataulfo se apresentava só para vê-lo. Seus amigos começaram a buzinar no seu ouvido: Ataulfo, rapaz, tem um pedaço de morena doida para te conhecer depois do show…e o Ataulfo deixando passar…
    Um belo dia, cedendo a tentação dos amigos, disse: Tá bom, hoje vou conhecê-la.
    Mas não é que a bela morena não apareceu nesse dia, nem nunca mais!

    Daí a inspiração para a música “POIS É”.

    Pois é
    Falaram tanto
    Que desta vez
    A morena foi embora
    Disseram que ela era a maioral
    E eu é que não soube aproveitar
    Endeusaram a morena tanto, tanto
    Que ela resolveu me abandonar

    A maldade dessa gente
    É uma arte
    Tanto fizeram
    Que houve a separação, ai, ai, ai
    Mulher agente encontra
    Em toda parte
    Mas não se encontra a mulher
    Que a gente tem no coração

    Abraços.

    Laura Macedo.

  8. Pedro dos Anjos disse:

    pois é
    de tanto falarem
    quase
    que eu
    quase
    virei
    quase

    laurinha,
    gostei de
    ]você.

    saiba,
    quem era eu
    para llembrar

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