<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: O espaço público na Constituinte</title>
	<atom:link href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/01/o-espaco-publico-na-constituinte/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/01/o-espaco-publico-na-constituinte/</link>
	<description>Sobre economia, polÃ­tica e notÃ­cias do Brasil e do Mundo</description>
	<lastBuildDate>Sun, 21 Mar 2010 01:38:56 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Julião</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/01/o-espaco-publico-na-constituinte/comment-page-1/#comment-648731</link>
		<dc:creator>Julião</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 20:00:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30352#comment-648731</guid>
		<description>Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:

Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?

Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?

Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?

Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?

Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?

Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? 

Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  

A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:</p>
<p>Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?</p>
<p>Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?</p>
<p>Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?</p>
<p>Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?</p>
<p>Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?</p>
<p>Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? </p>
<p>Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  </p>
<p>A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Julião</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/01/o-espaco-publico-na-constituinte/comment-page-1/#comment-648730</link>
		<dc:creator>Julião</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 20:00:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30352#comment-648730</guid>
		<description>Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:

Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?

Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?

Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?

Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?

Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?

Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? 

Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  

A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!

Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:

Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?

Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?

Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?

Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?

Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?

Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? 

Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  

A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!

Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:

Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?

Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?

Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?

Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?

Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?

Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? 

Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  

A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!


Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:

Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?

Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?

Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?

Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?

Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?

Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? 

Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  

A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!


Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:

Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?

Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?

Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?

Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?

Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?

Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? 

Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  

A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:</p>
<p>Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?</p>
<p>Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?</p>
<p>Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?</p>
<p>Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?</p>
<p>Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?</p>
<p>Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? </p>
<p>Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  </p>
<p>A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!</p>
<p>Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:</p>
<p>Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?</p>
<p>Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?</p>
<p>Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?</p>
<p>Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?</p>
<p>Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?</p>
<p>Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? </p>
<p>Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  </p>
<p>A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!</p>
<p>Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:</p>
<p>Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?</p>
<p>Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?</p>
<p>Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?</p>
<p>Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?</p>
<p>Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?</p>
<p>Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? </p>
<p>Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  </p>
<p>A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!</p>
<p>Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:</p>
<p>Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?</p>
<p>Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?</p>
<p>Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?</p>
<p>Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?</p>
<p>Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?</p>
<p>Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? </p>
<p>Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  </p>
<p>A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!</p>
<p>Quaisquer opiniões sobre a atual blogosfera pode ser prematura, não completa, sem muita base, etc. mas considerando as poucas questões à seguir:</p>
<p>Quantos de nos, participantes pode, anteriormente, opinar publicamente (mesmo que de maneira limitada e reservada) sobre qualquer assunto polêmico ou reservado no Brasil ou em qualquer lugar do mundo?</p>
<p>Quantos de nos não tivemos possibilidade de divergir e tivemos que nos calar diante da estupidez de “donos da verdade”, expressa em meios de comunicação amplos?</p>
<p>Quantos de nos não ouvimos um idiota cantando “eu te amo meu Brasil, eu te amo, salve a juventude do Brasil”, enquanto nossos direitos eram subtraídos, amigos torturados, nosso dinheiro roubado, nosso futuro ferrado, e caso falássemos alguma coisa éramos classificados de “comunistas”?</p>
<p>Quantos de nos não ficamos mudos por longos anos com receio até da perda de empregos, ouvimos outros Gilmar Mendes (lembram-se do Ministro da Justiça, o famoso “Gaminha” do AI-5) falarem com petulância que só os crápulas possuem, governadores e políticos corruptos no máximo possível ( Quércia, Maluf, Fleury, ACM, etc.) deixarem claro o lema “roubo, sim e daí, você não pode fazer nada mesmo”?</p>
<p>Quantos de nós não ficamos afrontados com o Brasil sendo vendido por uns trocados, para amigos íntimos do poder, em prol da “privatização” de propriedades públicas rentáveis e fundamentais nas nossas vidas?</p>
<p>Quantos de nós não nos sentimos roubados cada vez que recebemos a conta de nossos telefones, que foram privatizados para aumento da eficiência, mas que fundamentalmente formaram uma grande quadrilha para nos espoliar? </p>
<p>Só por estes poucos fatos, de uma imensa opressão que sofremos por nossa vida, sem possibilidade de nenhuma resposta da nossa parte, justifica dizer que ESPERO QUE MEIOS DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOVOS,  NOS PERMITAM EXPRESSAR REPULSA OU APOIO AO QUE CADA UM JULGAR CERTO OU ERRADO.  </p>
<p>A frase do texto “Espaço público informal, descontínuo e plural por onde circularam reivindicações diversas. Espaço público no qual se elaborou e se difundiu uma ‘consciência do direito a ter direitos’, conformando os termos de uma experiência inédita na história brasileira, em que a cidadania é buscada como luta e conquista e a reivindicação de direitos interpela a sociedade enquanto exigência de uma negociação possível, aberta ao reconhecimento dos interesses e das razões que dão plausibilidade às aspirações por um trabalho mais digno, por uma vida mais decente, por uma sociedade mais justa” (Paoli &amp; Telles, 2000: 105)” é lapidar e maravilhosa!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EDWARD CHADDAD</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/01/o-espaco-publico-na-constituinte/comment-page-1/#comment-648718</link>
		<dc:creator>EDWARD CHADDAD</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 19:15:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30352#comment-648718</guid>
		<description>ANARQUISTA

Infelizmente, o Schopenhauer nasceu lá em minha cidade.

O que fazer ?

Realmente, você tem razão quando diz que o Blog do Nassif é o mais liberal possível, onde realmente o exercicio da cidadania é praticado, onde a liberdade de expressão é respeitada.

E é verdade: há muitos locais, onde o pluralismo não é sentido, pois parece que todos são adeptos da seita do pastor Jones ( aquele do suicídio coletivo de 900 adeptos ) ou então a censura come solta.

Cada vez mais admiro sua postura e combatividade.

Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ANARQUISTA</p>
<p>Infelizmente, o Schopenhauer nasceu lá em minha cidade.</p>
<p>O que fazer ?</p>
<p>Realmente, você tem razão quando diz que o Blog do Nassif é o mais liberal possível, onde realmente o exercicio da cidadania é praticado, onde a liberdade de expressão é respeitada.</p>
<p>E é verdade: há muitos locais, onde o pluralismo não é sentido, pois parece que todos são adeptos da seita do pastor Jones ( aquele do suicídio coletivo de 900 adeptos ) ou então a censura come solta.</p>
<p>Cada vez mais admiro sua postura e combatividade.</p>
<p>Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/01/o-espaco-publico-na-constituinte/comment-page-1/#comment-648688</link>
		<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 18:18:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30352#comment-648688</guid>
		<description>http://www.youtube.com/watch?v=hWL194HkRGI

Comentários do Luis Carlos Prestes sobre a Constituinte que viria (era o ano de 1986). A partir do 8º minuto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=hWL194HkRGI" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=hWL194HkRGI</a></p>
<p>Comentários do Luis Carlos Prestes sobre a Constituinte que viria (era o ano de 1986). A partir do 8º minuto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anarquista</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/01/o-espaco-publico-na-constituinte/comment-page-1/#comment-648664</link>
		<dc:creator>anarquista</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 17:37:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30352#comment-648664</guid>
		<description>&quot;&quot;Acho que a blogsfera avança no fortalecimento e consolidação de tais arenas públicas informais, descontínuas e plurais&quot;&quot;

       Digo eu: Pode até ser no futuro.Por enquanto,não.A não ser que esteja se refirindo a comunidades.Mas no mesmo espaço,por agora, é impossível( uma das raras excessões é LN,) Uma das raras excessões é LN que publica os contrários,mas tbm aglomerou uma opinião maciça em torno de uma opinião única( cerca de 95 por cento)

E não é culpa dele? Acho que é,sim.Porque embora publique os contrários,infuencia e muito, com seus Post a determinados assuntos.Infla e inflama a galera de modo sorrateiro.É uma forma sutil de colocar assuntos segundo os seus leitores, e não de  interesse geral.

Mais,e bota mais nisso, é o problemático conservador Reinaldo Azevedo.Ontem o assistindo no programa &#039;&#039;entre aspas&#039;&#039; disse sobre o refinamento de seu blog.Nas entrrelinhas ou &#039;&#039;entre aspas&#039;&#039; quis dizer que aceita divergências de opiniçoes, desde que: &#039;&#039;Sou conta  o aborto,mas publico pensamentos diferentes dos meus,analizados por ângulos e argumentos diferentes&#039;&#039;.Mais ou menos isso: Eu publico sim,quem apresentar o argumento melhor do que o meu PRA SER CONTRA O ABORTO.I

isso é liberdade de expressão?

Então, o dia que um blog ou qualquer meio via internet conseguir reunir mais ou menos na mesma proporção,prós e contras pra tudo, poderemos considerar que realmente ela será plural.

Por enquanto, todo plurarismo está concentrado em vários &#039;&#039;singularismos&#039;&#039;( um lugar só)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8221;Acho que a blogsfera avança no fortalecimento e consolidação de tais arenas públicas informais, descontínuas e plurais&#8221;"</p>
<p>       Digo eu: Pode até ser no futuro.Por enquanto,não.A não ser que esteja se refirindo a comunidades.Mas no mesmo espaço,por agora, é impossível( uma das raras excessões é LN,) Uma das raras excessões é LN que publica os contrários,mas tbm aglomerou uma opinião maciça em torno de uma opinião única( cerca de 95 por cento)</p>
<p>E não é culpa dele? Acho que é,sim.Porque embora publique os contrários,infuencia e muito, com seus Post a determinados assuntos.Infla e inflama a galera de modo sorrateiro.É uma forma sutil de colocar assuntos segundo os seus leitores, e não de  interesse geral.</p>
<p>Mais,e bota mais nisso, é o problemático conservador Reinaldo Azevedo.Ontem o assistindo no programa &#8221;entre aspas&#8221; disse sobre o refinamento de seu blog.Nas entrrelinhas ou &#8221;entre aspas&#8221; quis dizer que aceita divergências de opiniçoes, desde que: &#8221;Sou conta  o aborto,mas publico pensamentos diferentes dos meus,analizados por ângulos e argumentos diferentes&#8221;.Mais ou menos isso: Eu publico sim,quem apresentar o argumento melhor do que o meu PRA SER CONTRA O ABORTO.I</p>
<p>isso é liberdade de expressão?</p>
<p>Então, o dia que um blog ou qualquer meio via internet conseguir reunir mais ou menos na mesma proporção,prós e contras pra tudo, poderemos considerar que realmente ela será plural.</p>
<p>Por enquanto, todo plurarismo está concentrado em vários &#8216;&#8217;singularismos&#8221;( um lugar só)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
