Nassif, amanhã, 2 de maio, comemora-se o centenário de nascimento de um dos nossos maiores sambistas, Ataulfo Alves, autor de uma penca de clássicos da música brasileira. Não vamos deixar a data passar em branco, não é?
Neste vídeo, Ataulfo Alves Jr. canta algumas dessas pérolas que fazem parte da trilha musical do nosso país:
Diariamente tenho o grande prazer de ler o seu Blog (e as participações de seus leitores).
Ontem ao participar à sua comunidade a morte da bailarina russa Ekaterina Maximova, você perguntava aos seus leitores se alguém teria algo a falar sobre a mesma
Sou uma amante do balé clássico e aqui em Brasilia, uma colaboradora do Instituto Cultural Ballet Brazil que nada mais é do que uma ONG que proporciona o ensino do balé clássico para crianças,adolescentes e jovens carentes de Brasília e seu entorno. O Instituto tem tido exito com o seu trabalho e faz duas apresentações anuais no Teatro Nacional de Brasília com peças completas do repertorio do balé clássico.
Também temos enviado bailarinos e bailarinas para companhias estrangeiras que ficaram conhecendo o trabalho do Instituto (Italia, Alemanha e Austria por ex.)
O motivo do sucesso apesar de todas as dificuldades é que o Instituto dá formação completa de balé tendo como professores, bailarinos russos que se dedicam bastante transmitindo a esses jovens os seus conhecimentos.
Atualmente, a responsável por esse ensino é a Maitre Olga Dolganova, bailarina russa renomada. Solicitei a Olga algo sobre Maximova.
Eis o relato da Professora Maitre Olga Dolganova sobre Ekaterina Maximova”
“Considerada grande bailarina russa, fez seus estudos de balé na Escola Bolshoi. Quando terminou seus estudos, foi convidada para ser bailarina solista do Ballet Bolshoi. Ali, a famosa bailarina Galina Olanova que foi considerada a maior interprete de Giselle ,na sua época, conhecendo o grande talento de Maximova dedicou-se na preparação da mesma para a interpretação desse papael (Giselle).
Ekaterina Maximova casou-se com Vladimir Vasilev, também bailarino e dançaram juntos a vida inteira e foram considerados eternos parceiros.
Grigarovitch que era o principal coreógrafo do Teatro Bolshoi, montou varios espetáculos de repertótio do balé classico, como: Don Quixote, Spartacus, Quebra Nozes etc, e Maximova participou de todos. A vida dela era o Teatro Bolshoi. A sua fama como bailarina percorreu o mundo.
Seu esposo, Vladimir Vasilev, depois de um tempo chegou a ser Diretor do Bolshoi e Maximova continuava como solista principal.
Além de Grande Bailarina e perfeita profissional, era uma grande pessoa humana que se destacava por sua generosidade, humildade,simpatia e alegria.
Como bailarina havia uma perfeição incomparável! Sua Beleza, sua linha e presença foram sempre presentes e marcantes.”
Estou enviando um video com a maravilhosa apresentação de Maximova na peça WALPURGISNACHT que aliás é comemorada hoje.
Há mais dez anos que só ouvimos axé, breganeja e funk. Tudo da pior qualidade.
Não entro no mérito de Renato Russo cantar bem ou não. O mesmo para Hebert Viana. Deixo isto para os críticos que buscam o perfeccionismo em tudo. Ás vezes não queremos perfeição. Queremos algo que nos atinja.
O Legião, com Renato Russo, soube fazer isto muito bem. Fez o que sua geração queria. Letras contestadoras. Algumas xaropadas, é verdade. Soube aproveitar as demandas de seu tempo e levar a publico suas vontades. Algumas coisas ainda são bem atuais.
Particularmente sempre ouço Metal Contra Nuvens e gosto muito:
A geração de hoje não está preocupada com contestação. Esta pouco se lixando para o que acontece com o país, com o próximo. E dá-lhe axé, breganeja e funk…ARRGGGGHHHH…. (Licença que vou vomitar)
O Paralamas, com Hebert Viana, também soube aproveitar seu tempo. Música também é diversão. Não queremos contestar o tempo todo. Às vezes somente dançar.
Não sei se alguns de você já dançaram “Por quase um segundo’. Para que pensar se o Hebert canta bem ou não? O que vale são as emoções que tal música te dá. O que vale é repetir o que diz a música no ouvido da parceira e ganhar uns apertos, uns beijos ao som do piano
Não dá para levar as coisas tão a sério, caso contrário só ouviríamos clássicos e óperas.
A sonsa “Eduardo e Mônica” exemplifica bem isto.
Vamos deixar de ser tão sérios. O quer vale é a diversidade.
A vida só com Eduardos ou só com Mônicas deve ser um pé no saco…
Em tempo: sempre gostei de ouvir rock progressivo e blues.
Era e sou fã de Celso Blues Boy. Sempre procurei blues nos circuitos alternativos. Já falaram do Terço, que era das poucas bandas brasileiras de rock progressivo.
Sempre fui fã de James Brow, mas ia prás discotecas dançar Bee Gees.
E sempre tocava Legião e Paralamas nas rodas de violão. Fazer o que: as minas gostavam…
Isso aqui é muito bom. A Casa Branca – e o Obama – sem medo de prestar contas do trabalho cotidiano. A transparência vai dando saltos junto com a tecnologia.
Por Neves
Nassif,
Gostei do tema. Dá para repetir a seção de vez em quando?
Vou abrir algumas do meu baú de recordações para colaborar. Lá vai:
Por onde anda ela?
A sobrinha de Ademilde Fonseca aqui aparece com Grande Otelo e Ankito. Diretamente do Clube do Guri, o mesmo programa que revelou Elis, Sonia Delfino – O pianinho http://www.youtube.com/watch?v=sfrH92tsX-k
Aproveitando a cena acima de “Um Candango na Belacap”, alguém fez uma montagem com outra canção na voz dela.
Trata-se de algumas reflexões que concluo com a anotação que fiz na minha dissertação de mestrado (2002), comentando o artigo Direitos Sociais: Conflitos e Negociações no Brasil Contemporâneo, do ano 2000, de Maria Célia Paoli e Vera da Silva Telles: Leia mais »
Desde a campanha das diretas, tinha-se uma estrutura relativamente estável regulando a opinião pública, cujo epicentro era a chamada grande mídia – quatro ou cinco jornais do Rio e São Paulo, algumas revistas semanais e o jornalismo da TV Globo.
A partir desses centros, a informação se espraiava para os rádios, para a mídia regional e para veículos menores.
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Nesse período, crises econômicas ou de credibilidade restringiram ainda mais esse núcleo. Jornal do Brasil e IstoÉ perderam sua dimensão política, estreitando ainda mais o mercado.
Por outro lado, houve avanço considerável da mídia regional, que em muitos casos recuperou valores do jornalismo – como a grande reportagem – deixados de lado pela mídia central. Leia mais »
Venho acompanhando vários sites na Internet, e o seu especialmente. O motivo que me leva a escrever vem a ser o seguinte. A ONG que presido, Instituto Brasileiro Contra Fraudes de Seguradoras, recebeu por escrito um email de uma jornalista da editora Abril, que foi cadastrado em nosso site pela mesma, inclusive com a identificação do IP da maquina.
No email, com o telefone da casa da repórter, sou informado que a Revista 4 Rodas estaria fazendo uma matéria sobre os procedimentos das seguradoras, com perguntas perturbadoras que acabam por lesar os clientes.
Vários consumidores lesados foram entrevistados.
Ocorre, que a jornalista pediu vários documentos que comprovavam as fraudes contra consumidores. Mas espantosamente, a matéria que acaba de ser publicada, curiosamente alem de fazer uma espécie de defesa dessas empresas, nada fala a respeito dos documentos coletados e tampouco das irregularidades, que são apontada apenas por esta ONG, mas pelo Ministério Publico e principalmente pela CPI que foi aberta na Assembléia de SP para investigar as seguradoras. Cujo resultado foi a denuncia de 7 dessas empresas, inclusive com encaminhamento ao Gaeco e outras autoridades.
Resumindo. Alem da Veja, não podemos mais confiar na 4 Rodas. A jornalista, antes imbuída na matéria que defenderia os consumidores, agora não responde aos nossos emails e telefonemas. Nem a revista nos atende. Infelizmente, sem respostas da reporter, que agora se cala aos nossos pedidos de explicação, a Abril enterra o pouco, ou melhor, o bem pouco do restante terminal de sua credibilidade.
Durante todo o dia de hoje e TRF da 3ª Região dedicou-se a julgar dois pedidos de abertura de processo administrativo disciplinar contra o Juiz Federal Fausto Martin De Sanctis.
O primeiro, rejeitado por 11 a 4, referia-se ao caso MSI-Corinthians e foi aberto pelo corregedor com base em notícia do site Consultor Jurídico. Um réu impetrou HC no STF pq seu advogado não acompanhou o interrogatório de outros co-réus. A defesa arrolou testemunhas no exterior e as cartas rogatórias para 6 (seis) países, para ouvir testemunhas, e que estavam sendo cumpridas.
Alegou-se desobediência pq a liminar proferida pelo Ministro Celso de Mello determinou a suspensão do processo, o que foi acolhido pelo juízo, mas os pedidos de cooperação que já estavam tramitando no exterior não foram suspensos. Leia mais »
Esta fragmentação das opiniões sem dúvida veio para ficar e tem sido fundamental para o avanço social. Na área de saúde, que é a que tenho algum domínio, este fenômeno pode ser notado no episódio recente da “gripe H1N1″ (ex gripe suína).
Alguns anos atrás esta pseudo pandemia criada por alguns infectologistas da OMS (os pedra n’agua) e reverberada por alguns infectologistas regionais (os morolas iniciais) teria causado pânico por meses, assim como a pseudo epidemia da gripe aviária.
No entanto, com a INTERNET foi rapidamente anteposta a essa visão equivocada, uma visão mais realista de que este episódio não era tão grave como queriam fazer crer os infectologistas midiáticos da OMS e sua versão regional (alguns, infelizmente, professores universitários e proprietários de grandes laboratórios que faturam com o pânico). Hoje, alías, alguns destes infectologistas já tem mudado o discurso, sentindo que a posição inicial era insustentável nos fatos reais.
Comentário
Confesso estar ainda boiando. Afinal, qual o nível de gravidade da gripe suína? E quem tiver um bom levantamento sobre o carnaval em torno da outra gripe, enriqueceria o debate. Leia mais »
A absolvição do juiz Fausto de Sanctis pelo Pleno do Tribunal Regional Federal de São Paulo é mais uma derrota política do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes.
Na IstoÉ desta semana, fuzila-se mais um juiz que votou contra os interesses de Daniel Dantas, o Ministro Carlos Alberto Direito, que rejeitou ação do PPS contra a colaboração ABIN (Agência Brasileira da Inteligência) – Polícia Federal.
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Gradativamente, um a um vão caindo os factóides de uma enorme armação, na qual Gilmar teve papel fundamental, comprometendo a imagem do STF. Leia mais »
Abri um Fórum no Portal Luís Nassif para discutir a Lei de Imprensa (clique aqui).
A liberdade de imprensa é algo que transcende a mídia. Quando misturam-se negócios e imprensa, há a necessidade de poderes moderadores para evitar o poder absoluto da mídia.
A contraparte fundamental, para se discutir liberdade de imprensa, é sobre os limites do poder da mídia, o direito de resposta, o não direito de ocultar fontes, em caso de reportagens criminosas (obviamente depois do Judiciário se manifestar).
Hoje em dia a mídia entrou no foco, a discussão é sobre seus limites, os direitos dos cidadãos em relação aos seus abusos.
Ai vai um dos comentários pertinentes, colocados no Fórum. Leia mais »
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.