O ano da França. E os brasileiros?
Estou trazendo este post de volta porque nos últimos dias foi enriquecido com uma enxurrada de comentários de brasileiros morando na França.
Clique aqui para ler também o post com a resposta da embaixada brasileira em Pais.
De Gesil
Nassif,
Veja só que absurdo!
Por Solange França
Planejei ir a Paris, em férias visitar um casal de amigos, fazer contato com outras instituições de ensino e pesquisa, e realizar o meu sonho de conhecer a França.
Sai de Ilhéus no dia 09/04/2009 às 12:32 com destino a Salvador, no vôo TAM 3660 (TAM Linhas Aéreas S.A). Às 23:00 sai de Salvador com destino a Paris, no vôo TAM 8068, chegando no Aeroporto Charles de Gaulle, às 14:00 do dia 10/04/2009.
Porém após sair da aeronave fui detida para conferência da documentação e encaminhada para uma sala do Departamento de Polícia da França (DPAF de Roissy). Uma policial francesa solicitou verificar passaporte, passagem aérea, dinheiro disponível, lugar onde me hospedaria e seguro. Para comprovar a hospedagem apresentei um “Attestation D’herbergement” (Certificado de Alojamento), emitido e enviado por email de Yves e Riviane Bellenand (casal de amigos que iria me hospedar). Informei que não havia feito seguro, mas apresentei o cartão de meu plano de saúde. Também apresentei contra-cheque do Governo do Estado da Bahia, do mês de março de 2009, onde conta que sou professora da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em atividade.
Sem muitos esclarecimentos, fui conduzida, juntamente com mais duas pessoas (uma moça e um rapaz), para o piso inferior do aeroporto, para uma outra sala do Departamento de Polícia da França. Na recepção desta sala se encontrava outro brasileiro.
Solicitei esclarecimentos ao policial da recepção, mas o mesmo mandou-me sentar, em um tom de voz ameaçador e agressivo. Neste momento, percebi que estava sendo expulsa da França e que não poderia pedir qualquer esclarecimento, pois isso era considerado uma agressão e poderia ter dimensões maiores, como a prisão em território francês.
Mais tarde um policial francês colocou luvas e solicitou para um dos brasileiros acompanhá-lo a outra sala. Uns dez minutos depois o outro brasileiro também chamado. Posteriormente chegou mais duas policiais francesas, que solicitaram a outra moça a ir para esta sala. Logo em seguida foi a minha vez.
Para esta sala fui conduzida com minha mochila e minha bolsa. Foi solicitado colocar tudo em cima de uma mesa e me afastar. Examinaram tudo que havia. Prenderam o meu passaporte e o dinheiro que eu possuía (200 reais, 100 dólares e 1.800 euros). Neste momento solicitei novamente esclarecimento sobre a expulsão. Uma das policiais mandou-me ficar quieta, novamente em tom ameaçador.
A outra policial, de certa forma, percebeu que realmente eu não era um risco para a segurança da França e de que haviam cometido comigo um excesso de rigor ao barrarem a minha entrada no seu território. Apresentei novamente a esta policial o meu contra-cheque, três cartões de crédito (Visa Ourocard Platinum, Mastercard Ourocard Platinum e Ourocard Gold, todos do Banco do Brasil), o certificado de alojamento e emails do professores e colegas de trabalho, com quem manteria contato mesmo em férias, visando um Pós-doutorado na França. Apresentei email de Henri Michel Pierre Plana (professor da UESC, francês, que se encontra na França, realizando Pós-doutorado no Laboratoire d’Astrophysique de Marseille), Michel Jean Dubois (francês, biólogo, que trabalha na WWW.intervivos.fr) e de Marcelo de Paula Correa (brasileiro, que está realizando Pós-doutorado no LATMOS – Laboratoire Atmosphères, Milieux, Observations Spatiales). Explique que não havia solicitado carta convite para visitar estes laboratórios, pois estava em férias, mas mesmo como turista e como Gerente de Pesquisa da UESC, também manteria contatos profissionais visando um Pós-doutorado e a articulação com instituições francesas de convênios para a submissão de projetos ao Sétimo Programa-Quadro para a Investigação e Desenvolvimento Tecnológico da Comunidade Européia. Ao questionar esta policial, de como reverter a situação, a mesma informou que isso só seria possível através da Embaixada do Brasil na França, e de que na sala em que eu estaria presa havia um telefone que poderia usar. A mesma me forneceu o telefone da Embaixada (01 43 59 89 30).
Fui conduzida para esta sala de detenção que já contava com outras cinco pessoas também presas, somente com a roupa do corpo e uma folha de papel com o telefone da Embaixada e dos meus amigos Henri e Riviane. Minha mochila e bolsa ficaram no chão, em um corredor de acesso a esta sala, e o meu passaporte e dinheiro foram retidos pela polícia francesa.
Ao ligar para o número que seria da Embaixada do Brasil na França, fui informada de que no catálogo telefônico o número está errado, e que o número correto seria 01 43 59 89 30. Este número não atendeu. Consegui outro número que era 01 45 61 63 00, onde fui informada de que a Embaixada estava fechada e de que havia um plantão no Consulado do Brasil, cujo número era 06 80 12 32 24. Este número na verdade, era uma secretária eletrônica em que você deixa mensagem. Expliquei então para uma secretária eletrônica minha situação. Presa no Aeroporto de outro País, desesperada, precisando de ajuda Oficial Brasileira e só consigo falar com uma secretária eletrônica.
Em um único telefone, em uma sala de prisão juntamente com outras quinze pessoas, consegui então falar com meu amigo Henri (que estava em Marseille), lhe pedindo ajuda e de entrasse em contato com a Embaixada do Brasil na França e como meus amigos Yves e Riviane, que se encontravam no Aeroporto Charles de Gaulle tentando resolver o meu problema.
O tempo vai passando, algumas pessoas desesperadas, outras chorando, em uma sala pouco limpa, onde só havia espaço para uma dez pessoas sentarem, com um único telefone disputado por todos, realmente o nervosismo, a insegurança e o desespero vão aumentando. Então, acho que pelas 17:00 (não tinha relógio) chega a comida em uma sacola: uma lata de salada com atum, um pedaço de pão, um saco de batata frita, uma água e um doce cremoso banana e pêssego (utilizado para escrever números de telefone nas paredes da sala de prisão).
Por volta das 18:00, fomos todos conduzidos novamente para a sala do Departamento de Polícia, onde uma interprete iria nos informar sobre nossa expulsão. Várias pessoas desesperadas, querendo esclarecimentos, mas na verdade era apenas mais uma formalidade, onde fomos informados que sairíamos da França no primeiro vôo e de que o que tínhamos mesmo a fazer era assinar o termo de recusa de entrada (Refus d’entree), composto de cinco páginas, escrito em francês.
Retornamos para a sala de prisão, consegui falar pelo telefone com um funcionário do Consulado do Brasil, que já sabia da minha situação através da mensagem na secretária eletrônica e por conversa com meu amigo Henri. Fui então informada de que ele não poderia fazer nada e de que deveria mesmo retornar ao Brasil. Também consegui falar pelo telefone com meus amigos Yves e Riviane, que se encontravam no aeroporto, e já haviam feito duas tentativas frustradas de comprovar de que eu iria me hospedar na casa deles.
Por volta das 21:00 do dia 10/04/2009, a policia francesa entregou o meu dinheiro e fomos, um grupo de dezessete brasileiros, escoltados por dez policias franceses ao portão de embarque, para retornarmos ao Brasil no vôo TAM JJ 8055 com destino ao Rio de Janeiro. Ao chegar ao Rio de Janeiro, funcionários ineficientes e preconceituosos da TAM entregaram o meu passaporte e fui conduzida a Polícia Federal Brasileira e posteriormente para embarcar no vôo TAM JJ 8068 com destino a Salvador, onde peguei o vôo TAM JJ 3660 com destino a Ilhéus. No Aeroporto do Rio de Janeiro, eu teria de pegar a minhas bagagens, mas fui informada de que as mesmas não haviam vindo, e de que seria necessário realizar o preenchimento do formulário de Irregularidade de Bagagem, para que posteriormente as mesmas me sejam entregues (até o momento, dia 13 de abril, ainda não as recebi). Enfim, depois de 75 horas horríveis, novamente Ana Cristina Shilling estava me aguardando carinhosa e solidariamente no Aeroporto de Ilhéus.
Agradeço muito aos amigos Henri Michel Pierre Plana, Yves Bellenand e Yves e Riviane Bellenand, que na França tentaram resolver este enorme transtorno.
Agradeço muito a solidariedade dos amigos franceses Yvonnick Le Pendu e Michel Jean Dubois.
Agradeço a amiga Ana Cristina Shilling por estar disponível em momentos muitos difíceis.
E agora realizo vários questionamentos:
1. A agência de viagem deveria ter me informado sobre toda a documentação necessária para a realização da viagem. Esse questionamento eu realizei no momento da compra da passagem.
2. A TAM Linhas Aéreas S.A, que realiza os vôos internacionais deveria informar aos seus clientes a documentação necessária para a realização da viagem.
3. A Embaixada do Brasil e o Consulado do Brasil não estavam funcionando na sexta-feira e o seu plantão, não mostrou o mínimo interesse em resolver a situação.
4. Não se pode mais visitar amigos em férias? É obrigatório nos hospedarmos em hotéis?
É um texto logo, mas não representa à grande frustração, o medo, a insegurança, o desrespeito, o preconceito que vivi durante estas 75 horas.
Neste momento gostaria que as autoridades brasileiras tomassem conhecimento do acontecido e também manifestem um esclarecimento.
O que era para ser também um presente de aniversário gerou muito sofrimento.
Não estou afim de conversar no momento sobre o assunto.
Um grande abraço,
Solange França
Por Fabricio Vasselai
Acho que esse acontecimento poderia servir de pretexto para pensarmos uma questão maior sobre o Itamaraty: apesar de um histórico de excelência em diversas áreas da política exterior, não é de hoje que o Itamaraty revela-se omisso, frágil e pouco qualificado para defender os interesses de cidadãos brasileiros fora do Brasil.
Compare-se o apoio que um americano assaltado no Brasil recebe de sua embaixada e o que um brasileiro vilipendiado no exterior recebe da nossa lá fora. Compare-se casos como Jean Charles com situações análogas envolvendo americanos.
A excelência do Itamaraty jamais abarcou o atendimento aos brasileiros fora do Brasil.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

Algumas observações – que entendo possam ampliar o princípio de realidade no caso, sobretudo aos mais ufanistas, que estão aqui a criticas a profa. Solange por ter escolhido ir à Europa (diga-se de passagem, uma viagem de certa forma de trabalho, pois não é possível fazer ciência – que é o que a profa. Solange faz – sem intercâmbio, troca de conhecimentos e tecnologias) do que passar férias no Ceará, por exemplo.
- Ele estava, sim, de acordo com o relatado, coberta com praticamente todos os documentos referentes à estada de curta temporada em países da Comunidade Européia.
- Não é verdade que todos os povos adoram brasileiros. Infelizmente, por causa da imagem distorcida e construída socialmente no exterior, para muitos países no mundo, somos loucos por futebol, samba e aqui tudo corre frouxo. E ao se falar de brasileiras então, para muitos europeus somos todas prostitutas, vide o caso das “Mães de Bragança”, em Portugal.
- Nada, repito, nada justifica a forma como a profa. Solange foi tratada pela polícia de um país que estampa em sua bandeira a liberdade,a igualdade e a fraternidade entres os seres humanos. Quem sabe isso não seria já resultado da política do midiático Sarkosy?
- A postura da embaixada brasileira nem merece grandes análises. A pergunta é simples: de quê serve uma embaixada que atende via secretária eletrônica? E a falta de competência e habilidade do funcionário que soube do caso e pouco pôde resolver? Será que isso não prova que enquanto somos muito competitivos em sectores fundamentais da economia, como a indústria, por exemplo, o serviço público continua péssimo aqui e acolá? E olha, que a peneira de ingresso ao Instituto Rio Branco é muito fina.
- À grande imprensa cabe tornar público a situação e, como deve ser o bom jornalismo, ouvir todos, inclusive a polícia francesa. E quem sabe assim, a questão possa ser de fato pautada e não apenas pontuada como tem sido feita por alguns veículos.
- Por fim, em um país que destina muito pouco para a educação em tempo integral e ao desenvolvimento de C&T – principalmente para as regiões Norte e Nordeste – como pensar que esse mesmo país cuide bem de seus cidadãos e cidadãs de bem em território brasileiro ou fora dele?
- Não conheço a profa. Solange França, mas a ela minha solidariedade e aos que a criticam por ir ao país de Piaf, tentem pensar que a questão é muito menos simples do que alguns apresentam aqui.
- Ao governo brasileiro cabe o mínimo, pedir uma retratação oficial da França.
Prezada profa. Solange França,
Você pagou pelo que não deve. Sabemos que há muitos brasileiros ilegais pela Europa toda e que eles aprontam muito, por isso é que muitos brasileiros legais e honestos acabam sofrendo todo esse constrangimento e humilhação.
Sinto muito por você. Espero que agora você já esteja melhor.
E não fique com qualquer ressentimento da França. É mesmo um grande país.
O caso da Solange Franca e irritante porque e oriunda de uma politica de um governo (Sarkozy) que nao tem nenhum respeito pelos direitos e a dignidade humana.
Esse governo narcisista e incompetente estabelece cotas de expulsao a serem cumpridas pelas autoridades departamentais. Pouco importa como e quem, a unica coisa que importa e expulsar e, humilhar.
Vivo e trabalho na Franca (sou funcionario publico po sinal) e os tratamentos e as expulsoes que tenho visto sao inaceitaveis.
Onde esta nosso governo, nossa policia federal, nosso Itamaraty para adotar a famosa politica de reciprocidade ? Por que o fizeram com os espanhois mas nao o fazem com os franceses ?
Eu tenho do é dos tantos outros que estavam la com ela, e sabe Deus a forma q foram tratados, muita gente q sai daqui com um sonho de ganhar dinheiro la fora, e la não tem a quem recorrer…
Quem marcou bobeira Solange infelizmente foi vc , a sua documentaçõ estava incompleta, e seus amigos tbm, pq não registraram a carta na Mairie( prefeitura).
Espero q para uma proxima vez tudo dê certo,
Estou indignado e tenho vergonha.
Essa notícia ilustra, infelizmente, a politica cada vez mais repressiva do nosso governo e a política de encerramento das fronteiras da UE. Muitos franceses e europeus lamentam esta situação.
Eu sou realmente pesaroso.
e solange eu acho que esta istoria esta mal contada sentimentos de mineiro eclaro
Eu acho que invez de catalogar logo “os Franceses” como os maus, apontem apenas o dedo “pra injustiça”, basta pesquisar a mesma matéria nos sites franceses pra ver que a indignação deles é tanto quanto a nossa. O culpado é a politica de merda do pais, nao o povo em si!
SOU PÓLIPO E PARA BOM ENTENDOR SABE O QUE É
AS ESTRELAS ME PERSEGUEM DIZEM QUE ELAS TEEM LUZ PRÓPRIA E POR ISTO ELAS PERSEGUEM MAS NINGUÉM É INDEPENDENTE NESTE MUNDO O FOGO A CHAMA QUE CONTEM COMO BASE O AZUL É A ALMA
DO VERMELHO E AS ESTRELAS VÃO CAIR DISSE-ME DEUS PORQUE SÃO ELAS QUE ME DESTROIRAM E ME DESTROEM AS ARTISTAS DE CINEMA E DEUS VAI FAZER O FGO APAGAR E AS ESTRELAS CAIREM DEUS ME FALOU ISTO QUANDO ENTREI NA IGREIJA SANOTO ANTÔNIO QUANDO ERA PERSEGUIDA E ESTÁ ESCRITO QUE DEUS VAI CASTIGAR BASTANTE COM AS ÁGUAS ATÉ QUE ELAS ACABEM E DEPOIS QUEIMARÁ TODOS NO FOGO PORQUE ACHAM QUE ELAS SÃO MELHORES QUE O FOGO E EU ERA DE DEUS SIM ERA MUITO BELA NÃO CONHEÇO MINHA BELEZA PORQUE A DIRETORA NO JARDIM DE INFÂNCIA DISSE QUE IAM ME DEIXAR FEIA SOU DE DEUS SIM PERFEITA E DIZEM QUE SOU LOUCA O QUE NÃO PASSA DE ABALO MORAL E FÍSICO ABUSO SEXUAL NAS ESCOLAS E MAUS TRATOS TORTURA QUANDO VI MINHA AURÉOLA DESTRUIRÃO MINHA BELEZA FORA O FEITIÇO O BATUQUE E OS ESPIRITOS E O OLHO O QUEBRANTO TODOS SABEM NA HISTÓRIA QUE EU ERA MUITO BELA
MAS PREGARAM EU SER MÁ RUIM E NÃO É VERDADE SOU AS UVAS PRETAS AS TREVAS QUE É DOCE E POR ISTO SOU DÓCIL BENÍGNA E QUE NOS BURACOS QUE NOS BURACOS DO MAR AS NASCENTES SAI ÁGUA DOCE
E EU SOU BENÍGNA MAS A MITOLOGIA PREGA QUE SOU MÁ E FOI PERSEGUIDA POR ISTO ME INJURIAVAM ME PERSEGUIAM QUEM DÁ VIDA A ELES ÁGUA CHUVA A VITALIDADE E QUERO AS ESTRELAS DE CINEMA E DO MAR DEUS FARÁ CAIR AS ESTRELAS E APAGARÁ O FOGO
PORQUE HOMENS SE UNIRAM A QUEM SE DIZEM INDEPENDENTES SENDO QUE NINGUÉM É INDEPENDENTE UM DEPENDE DO OUTRO A CHAMA O AZUL QUE QUEIMA COM O AZUL COMO BASE E O FOGO PORÉM NA LUZ NÃO SE ENCHERGA O AZUL PORQUE ELE É VAPOR E ELES ACHAM QUE SÃO SÓ O VERMELHO
ME DESTRUIRAM E CREIO QUE NUNCA SEREI COMO ANTES MINHA VONTADE DE VIVER ACABOU QUANDO EU NASCI E APARECI NA LUZ E ESTA E QUANDO DEUS FEZ A LUZ SE ARREPENDEU PORQUE FOI NA LUZ QUE ELES PASSARAM A PERSEGUIR PORÉM DIZEM QUE HAVIAM GRITOS NAS TREVAS E CREIO QUE ESTES GRITOS SEMPRE FORAM MEUS E DEUS COM A LUZ DESCOBRIU TODA A VERDADE,PREGARAM EU SER MÁ POR INVEJA DA MINHA BELEZA,DAS MINHAS OBRAS A GANÃNCIA E POR ABALO MORAL E FÍSICO A CRUELDADE E O MAR ESTÁ CHEIO DE CICATRIZES AS ONDAS REVOLTAS MAREMOTO ABALO MORAL E FÍSICO.
MIRIAM COUTINHO.
Cara Solange.
Pior do que ser barrada no aeroporto de um pais estrangeiro, eh tomar consciencia de que, apesar de pagos por nos, contribuintes, para nos auxiliarem quando estamos em dificuldades no exterior, os funcionarios do Consulado do Brasil falham sempre em exercer a funcao para a qual sao pagos.
Fiquei indignado com a indiferenca deles para com o seu caso.
Isso soh promove a mah fama, jah notoria, do Consulado do Brasil.