Seu colaborador angolano está de volta e, como sempre, a partir de Luanda. Abaixo um um video do Djavan, interpretando um clássico da música angolana. E tem mais. você sabia que o Djavan baptizou a editora dele de Luanda, nome da cidade, por ter sido nela que ele teve o primeiro banho de multidão, com centenas de pessoas a cantarem as suas músicas num show numa antiga praça de touros??
Ação da PF foi mencionada nesta tarde por deputados na CPI dos Grampos durante depoimento de Protógenes
Rita Cirne, da Central de Notícias, Pedro Dantas, de O Estado de S. Paulo
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SÃO PAULO - A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira, 8, o cumprimento de mandados de busca e apreensão na sede do banco Opportunity, de Daniel Dantas, no Rio de Janeiro. Anteriormente, a PF havia informado que cumpriria mandados em São Paulo, o que acabou não sendo confirmado. Os mandados foram expedidos pelo juiz Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo .
De acordo com os agentes, a ação policial seria um desdobramento da Operação Satiagraha. A operação têm como objetivo a apreensão de livros fiscais de registro obrigatório da contabilidade dessas empresas.
Comentário
Obviamente o pedido de busca e apreensão foi feito pelo novo titular da Satiagraha, Delegado Ricardo Saadi.
Só agora comecei a assistir a CPI do Grampo. Pergunta do Vanderley Macris querendo ter informações para que a CPI e o relator possam ter dados para o indiciamento de Daniel Dantas.
A CPI não indicia. Ela junta elementos e encaminha ao Ministério Público. Para tanto, ele quer informações sigilosas que já estão em poder do MP e do Juiz. A CPI quer julgar, para poder, então, encaminhar ao MP – que já está investigando – para que o MP investigue; e ao Judiciário – que já está julgando – para que continue a julgar.
Mas Nassif, o Vanderley está dando oportunidade ao Protógenes expôr o que/quem é Daniel Dantas, revelando seus crimes e, principalmente, sua infiltração no poder público.
Comentário
Tem razão. Analisei apenas a primeira pergunta. Agora está ficando mais claro. Foi um interrogatório respeitoso e relevante, esse do Macris.
Agora é curioso o jornal da Globo News. Dois minutos depois de Protógenes negar enfaticamente ter investigado a Ministra Dilma Rouseff, o jornal entra no ar informando os distintos telespectadores que ele ficou calado quando indagado sobre o tema. Criam a versão para o mesmo público que, poucos minutos antes, testemunhou o fato verdadeiro.
Por Marco Antonio
Mas, o fato mais importante do depoimento não foi comentado. Eu até postei no Fora de Pauta, mas não foi publicado. O Presidente da CPI, logo no início, diante do silêncio de Protógenes quanto às suas perguntas, decidiu apresentar um filme em tela contendo os anteriores depoimentos do delegado, para mostrar contradições. Foi imediatamente rebatido por colegas de todos os partidos, que afirmaram que, durante quase duas décadas de CPI tal expediente nunca foi utilizado.
O Presidente foi questionado sobre se a CPI havia autorizado o filme. Disse que sim, e foi imediatamente rebatido por um membro. Aí falou que se os colegas não queriam ouvir, tudo bem, ele só queria a verdade.
No meio do bate boca, o deputado Chico Alencar o acusou verbalmente de ter recebido financiamento de campanha de sócios de Dantas. Itagiba não negou e começou a acusar Alencar de utilização indevida de verba de gabinete, retirando imediatamente a acusação ( ” eu não citei o senhor”), quando o deputado do PSOL afirmou: ” o senhor vai ter de provar”. Enfim, totalmente desmoralizado, passou a palavra ao relator.
Por trás da máscara de Fantomas
ESTÊVÃO BERTONI
DA REPORTAGEM LOCAL
Não era nada mole liquidar Fantomas, um homem de pedra nos ringues, já alertava o locutor. Herói do telecatch -espetáculo de luta livre popularizado pela TV entre os anos 60 e 80 no país-, o mascarado justiceiro escondia sob a fantasia preta com detalhes brancos a identidade de Guerino Cicon, um marceneiro de Piracicaba (SP) de quase dois metros e mais de 100 kg.
E não adiantava recorrer a táticas torpes, como “chutar violentamente a região baixa” de Fantomas. Moicano e Cantinflas já tentaram isso numa luta e nada conseguiram.
De uma família de italianos, mudou-se para SP nos anos 60. Praticava natação e halterofilia, o que o ajudou a entrar no mundo das lutas, área em que foi muito feliz, diz a filha Idely, com a voz embargada.
Ela lembra que os shows costumavam fechar o Pacaembu, de tão cheio. Seu pai conheceu o país em turnês.
Nos combates, Guerino fingia ter uma das pernas endurecidas. Era uma tática. E ele já se machucou de verdade? A princípio, a filha diz que não. Depois lembra que o pai já quebrou o dente, a clavícula, um dedo, entre outros.
Depois que as lutas acabaram, trabalhou como segurança, até se aposentar. Há cerca de um ano, vivendo na Cohab, passou a sofrer com problemas circulatórios e de diabetes. Estava internado há cinco meses e teve um dedo, e depois a perna, amputados.
“Quero colocar uma faixa em frente ao hospital Tatuapé para agradecer ao tratamento que tivemos”, diz a filha.
Guerino morreu sábado, 28, aos 75 anos. Deixa duas filhas, quatro netos e três bisnetos. A missa de sétimo dia foi ontem, em São Paulo.
- Fantomas contra Moicano e Cantinflas, memorável.
Por Denilson
Nassif.
Achei este vídeo da luta no youtube, será que alguém o postou antes?
Daniel Lima e Kelly Oliveira \Repórteres da Agência Brasil
Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou há pouco que Aldemir Bendine é o novo presidente do Banco do Brasil. Ele substitui Antônio Francisco de Lima Neto, que assumiu o cargo em dezembro de 2006. Bendine é funcionário de carreira do BB há 30 anos, e, até então, era vice-presidente de Cartões e Novos Negócios de Varejo da instituição.
Neste momento, Mantega concede entrevista sobre a saída de Lima Neto da presidência do Banco do Brasil. Pela manhã, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia confirmado que ele deixaria o cargo, mas o nome do substituto não tinha sido anunciado…………………………………
Comentário
O Banco do Brasil tem essa dupla personalidade, de banco público e banco com capital em Bolsa, disputando mercado com bancos privados.
Tem vantagens de ser banco público, como acesso a depósitos públicos, repasse de recursos públicos, folha de pagamentos dos funcionários e o aval do Tesouro. Quando eclodiu a crise, por exemplo, o BB foi amplamente beneficiado por depósitos que fugiram de outros bancos.
A contrapartida é ser um instrumento de políticas públicas. É evidente que há limites para essa utilização do banco. Não se pode afetar seu desempenho, tem que se mensurar o custo de qualquer pedido que fira sua lógica econômica.
Mas não há nenhuma incompatibilidade entre cumprir a função pública e a privada.
Por exemplo, o governo definiu como prioritária a consolidação da agricultura familiar como fornecedora de biodiesel. O BB tem o Pronaf, para financiamento da agricultura familiar. Montou uma área social, importante para a imagem do banco e importante para a inclusão de novos clientes. Portanto, pode casar atuação social com busca de resultados.
Quando recebe a ordem de reduzir os juros, não há nada que fira seus interesses. Pelo contrário, o banco foi beneficiário de aumento de depósito e, com a redução, poderia avançar na conquista de market-share.
Os problemas do BB foram de outra ordem. No primeiro governo Lula, houve ampla infiltração política no banco, que causou enormes dissabores à corporação BB. Depois dos escândalos – que culminaram com a demissão do Diretor de Marketing, da diretoria da Cobra Informática, entre outros – a corporação sentiu-se fortalecida. E aí o corporativismo falou mais alto que a interlocução com a área econômica.
Deixou-se de lado a visão estratégica, a busca de market share e falou mais alto a competição com o setor privado – especialmente nos indicadores de rentabilidade. O banco se fechou em si, como se tivesse se sentido humilhado pela perda da liderança histórica do mercado bancário brasileiro, após a fusão Itau-Unibanco.
O banco manteve a rentabilidade, mas sua participação, na luta contra a crise, acabou sendo ofuscada pela Caixa Econômica Federal.
Aparentemente, a mudança irá promover ajustes de conduta que seguramente serão benéficas ao país, e provavelmente benéficas para o banco.
As vendas de imóveis usados na cidade São Paulo aumentaram 140,29% em fevereiro na comparação com janeiro, “recolocando o mercado da Capital nos níveis em que se encontrava antes da crise econômico-financeira global em setembro de 2008″, afirmou José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECI-SP).
“Não é o caso de acharmos que os problemas acabaram e que voltamos à normalidade, mas pode ser um indício de que o possível efeito psicológico da crise, que deixou todo mundo receoso de fazer negócio e se endividar, estaria se diluindo por conta da percepção de sua real dimensão e das medidas que estão sendo tomadas para combatê-la”, explicou o presidente do CRECI-SP.
O crescimento em fevereiro foi detectado pela pesquisa que o CRECI-SP fez com 463 imobiliárias da Capital, que informaram ter vendido 163 casas e apartamentos. Esse número fez com que o índice de vendas da Capital evoluísse de 0,1465 em janeiro para 0,3521 em fevereiro, alta de 140,29%. Em agosto, antes da eclosão da crise, haviam sido vendidas 173 unidades e, em julho, 225.
Em setembro, quando a crise eclodiu nos Estados Unidos, a pesquisa CRECI-SP contabilizou no universo das imobiliárias consultadas, a venda de 196 imóveis na Capital. Os efeitos da retração econômica que seria global ainda não haviam sido sentidos no Brasil, o que começou a ocorrer parcialmente em outubro – nesse primeiro momento de susto com a situação da economia, as vendas de usados baixaram para 103 unidades, informaram as 463 imobiliárias pesquisadas.
Houve um respiro em novembro, com a negociação de 160 unidades, mas aí a crise chegou de fato ao mercado – as vendas despencaram para 73 unidades em dezembro e para 63 em janeiro último. O presidente do CRECI-SP não arrisca prognóstico sobre o desempenho do mercado em março, mas espera que se inicie em abril uma nova fase com a entrada em vigor das medidas do pacote habitacional do governo federal.
“As medidas do pacote do governo são positivas e devem atrair compradores para o mercado de usados, não só para o de novos”, avaliou José Augusto Viana Neto. “A possibilidade que o pacote abriu de se financiar 90% e até 100% do valor do imóvel e a esperada redução dos juros para os imóveis mais baratos certamente vão se refletir em aumento de vendas”, acrescentou.
Aqui no Rio Grande do Sul, os neoliberais promoveram mais uma vez, o ” Fórum da Liberdade “, tradicional encontro para promover o liberalismo da boca para fora. Esta vez também homegearam o polêmico dono da editora Abril, conforme o jornal Zero Hora:
Roberto Civita é homenageado
O empresário Roberto Civita foi homenageado na abertura do fórum, na segunda-feira. Presidente do Conselho de Administração e diretor editorial do Grupo Abril, recebeu o Prêmio Liberdade de Imprensa (à esquerda na foto, com o presidente do Instituto de Estudos Empresariais, Rafael Sá), conferido a profissionais que defendem a liberdade de imprensa.
- O nosso maior compromisso não é com governo, anunciantes ou acionistas e, sim, com os leitores e com a verdade – afirmou Civita.
Quarta-feira, 08 de Abril de 2009
Desembargadora pede para ser empossada presidente do TRF-3
Chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (7), uma Reclamação (Rcl 8025) para tentar anular em parte a eleição realizada pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, que escolheu o desembargador federal Paulo Octávio Baptista Pereira como presidente daquela corte. Para a desembargadora Suzana de Camargo Gomes, segunda colocada no pleito e autora da reclamação, ela deve ser empossada na Presidência, uma vez que Paulo Octávio seria “inelegível” para o cargo. Leia mais »
O BNDES contratou financiamento de R$ 254 milhões para a nova empresa aérea Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A adquirir quatro aeronaves fabricadas pela Embraer, sendo uma modelo ERJ-195 e três, modelo ERJ-190. Os aviões serão destinados ao transporte doméstico e deverão ter configuração de 106 (ERJ-190) e 118 assentos (ERJ-195). Trata-se do primeiro financiamento em moeda nacional aprovado pelo BNDES para a compra de aeronaves destinadas ao mercado doméstico……………………….. …………………..Utilizando somente aeronaves fabricadas pela Embraer, a Azul pretende atuar no mercado doméstico com operações ponto-a-ponto entre pares de cidades e frequência diária, com maior disponibilidade de vôos diretos. Para isso, serão utilizadas aeronaves de menor porte, mais adequadas a esse tipo de serviço, por terem menor custo operacional por viagem……………………………..
Estou tentando há três semanas conversar com o Ministro da Fazenda Guido Mantega. Impossível! O assessor de imprensa Ramiro Alves sequer dá retorno aos telefonemas. Em toda ligação, alega-se que está em reunião, que não pode atender ligações (não o Ministro, mas o assessor de imprensa) e fica-se por isso mesmo.
Os demais assessores são educados, mas não tem poder de marcar conversas. Passam o celular de Ramiro. Mas as ligações caem invariavelmente na caixa postal. E não adianta deixar recados, porque jamais serão respondidos. E não adianta tentar o Ricardo Morais -, porque é mais difícil de encontrar que o Obama.
E nem adianta achar que é questão pessoal. Esse tratamento é democraticamente estendido a toda imprensa. Me informam que é imensa a lista de telefonemas de jornalistas não respondidos pelo assessor.
Se, especialmente em momentos de crise, a palavra e os esclarecimentos do Ministro da Fazenda são elementos relevantes de articulação das expectativas, o assessor de imprensa deveria ter a mesma dimensão de um Secretário da Fazenda.
Mantega não se deu conta que, depois do Ministro, a comunicação social de um Ministério é o ponto mais visível para a formação da imagem de toda a equipe.
Segundo minha consultora para assuntos de CPI, não se deve esperar muita novidade do depoimento do Delegado Protógenes. Ele só irá falar sobre o que está documentado. E apenas sobre os documentos que constam do inquérito já entregue à Justiça e que estão liberados do sigilo.
Antes, os deputados pediram os documentos para o De Sanctis, que negou. Recorreram ao STF e o Ministro Peluso deu razão a De Sanctis. Quando a CPI ressurgiu no mês passado, voltaram a pedir os documentos a De Sanctis, que novamente recusou.
Há dois inquérito, o da Satiagraha, conduzido pelo juiz De Sanctis, e aquele sobre o Protógenes, pelo juiz Ali Mazloum. O inquérito Satiagraha está mantido sob sigilo pelo juiz De Sanctis que, no entanto, repassou os documentos para o juiz Mazloum, a seu pedido.
Mazloum queria do inquérito todo, mas DeSanctis não achou pertinente e mandou só o que realmente poderia se relacionar ao objeto do inquérito do Mazloum. Este quebrou o sigilo de todos os documentos, inclusive os do inquérito que não eram dele. Com isso conseguiu esquentar as denúncias da Veja, mas está sendo alvo de uma representação na Corregedoria, por quebra de sigilo.
No seu depoimento, Protógenes só poderá falar sobre documentos que já são públicos.
Aqui, dois documentos, o do De Sanctis não aceitando abrir o sigilo do inquérito para a CPI; e do TRF-3, negando liminar contra a atuação da ABIN.
Inaugurando a temporada de divulgação de balanços corporativos do primeiro trimestre nos EUA, a mineradora Alcoa reportou o primeiro prejuízo em 15 anos, US$ 497 milhões. Para voltar aos lucros, a mineradora conta com o aumento de produtividade para baixar custos e o plano de estímulo fiscal chinês que deve favorecer o consumo de commodities. O diretor-presidente de Alcoa, Klaus Kleinfeld, disse que a redução de custos da empresa vai economizar US$ 400 milhões por ano, e que a China deve ser o único mercado onde a demanda por alumínio não deve cair.
A economia britânica pode se retrair mais um ano e levar outros dois para recuperar, de acordo com o Instituto Nacional de Investigação Econômica e Social (NIESR, na sigla em inglês). Em um estudo, a entidade disse que o atual declínio econômico é “muito semelhante” à desaceleração no início da década de 1980. A economia contraiu 4,2% desde maio de 2008, de acordo com NIESR. O ministro das Finanças, Alistair Darling, já admitiu que o Tesouro se enganou em relação à duração e profundidade da recessão.
“A desaceleração desde o último outono (setembro a dezembro), foi muito mais profundo do que as pessoas esperaram em qualquer parte do mundo”, disse Darling.
É corriqueira as manifestações quanto ao excesso de demandas judiciais e do diminuto número de serventuários da justiça. Porém, não há espaço para discussão ou mesmo veiculação de informações confiáveis sobre os dias efetivamente trabalhados pelos funcionários judiciais. Tome-se por exemplo essa semana, já no dia de hoje a justiça do trabalho (federal) não terá expediente, na justiça estadual o feriado começa amanhã. Há informações (não oficiais) de que para cada dia trabalhado um serventuário da justiça, incluindo-se ai juízes folgam dois.
Acho que o alto nível do seu blog poderia enriquecer o debate sobre o regime de trabalho dos serventuários da justiça, ou trazer informações sobre o real número de dias trabalhados pelos servidores da justiça.
Comentário
Atenção, operadores do Direito: as críticas procedem?
a paralisação da ciência e das universidades francesas chega a 10 semanas (não se trata de greve por aumento de salário). A situação é tensa. O projeto do Sarkozy ameaça os fundamentos da excelência científica francesa. O impacto desse projeto afeta o mundo científico em geral. As manifestações atravessam o país e até agora nenhuma reportagem no Brasil tratando do assunto.
As avaliações sobre a economia brasileira lembram a história do copo meio cheio ou meio vazio.
Ontem a CNI (Confederação Nacional da Indústria) soltou seu relatório “Indicadores Industriais”, com dados até fevereiro. Aí está olhando a metade vazia. indicadores
Em cima dos dados do relatório, é possível se ter a esperança de que se pode ter chegado ao fundo do poço. Mas os dados ainda são muito díspares, de setor a setor, para uma conclusão mais taxativas.
De qualquer modo, vale para se entender como comparar séries estatísticas. Leia mais »
Nos últimos anos, quinze cidades americanas passaram a ter moeda própria, parte delas após a crise para vender os problemas de liquidez. Recentemente, a China propôs ao Brasil e à Argentina o uso das moedas nacionais no comércio bilateral.
Na crise da Argentina, sob Domingo Cavallo, muitas províncias criaram suas próprias moedas – no fundo, títulos de dívida -, para rolar compromissos mensais. Esse expediente foi aplicado por Ademar de Barros em São Paulo, quando interventor, criando um passivo monumental.
Nos próximos meses, é possível que a escassez de crédito – especialmente em dólares – leve ao surgimento de soluções criativas para contornar o problema. Principalmente porque Europa e Estados Unidos vivem uma situação de quase guerra – em relação aos estragos produzidos nos seus respectivos sistemas bancários. Leia mais »
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.