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Arquivo de março 29th, 2009

29/03/2009 - 23:27

Twitterando

Ainda estou tentando gostar do Twitter. Meu endereço é www.twitter.com/luisnassif

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/03/2009 - 22:15

O comentarista Al Neto

A melhor descrição que ouvi sobre a diplomacia de negócios dos EUA nos anos 50 foi de um programa radiofônico, feito a partir de Washington, do radialista Al Neto. O programa é de 1952.

Alguém teria informações sobre ele?

Opa, descobri que era da Voz da América. Era nascido em Lages. Um senhor radialista, com um nível de análise sobre política internacional que, penso eu, deveria ser único na imprensa brasileira da época.

Por Marco Aurélio Barroso

Hoje, acordei puxado para só dizer coisas originais. É mania minha. E cumpro à risca. Então, lá lá vai uma: o mundo é uma caixa de surpresa. Nesse final de domingo, leio e me surpreendo com Nassif elogiando o indefectível Al Neto. Americano nato, que, por descuido da mãe, foi parido no Brasil. Fazia parte da equipe de JK, cujo meio de campo era do mesmo quilate desse FRamengo que anda por aí: Al Neto, Sebastião Paes de Almeida, Augusto Frederico Schimdt e Lucas Lopes, isso sem falar das figurinhas fáceis: Roberto Campos, Gudin, Hugo Gouthier. Gostavam tanto do Brasil quanto eu do Bush,..

Não Nassif, mil vezes não, por favor peça desculpa, que eu desculpo o imediatamente. Continuas no comportamento excelente.

Comentário

O Marco Aurélio é membro da Comunidade do Portal, escritor e autor do livro “A Revolta do Boêmio – Nelson Gonçalves. Clique aqui para ir até sua página. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia, Sem categoria Tags:
29/03/2009 - 21:29

O Quinteto Brassil

Do Portal Luís Nassif

Quinteto de metais da Paraiba-Brassil no SESC SP

* Adicionado por Maria Dirce

Comentário

O Mário Siqueira citou o Quinteto do Paraíba. A seção de vídeos do Portal Luís Nassif tinha, graças a extraordinários garimpeiros como a Maria Dirce. Assista a esse show de aquecer a alma, com um pout-pourri que soma o maestro Duda, de Recife, com Villa Lobos.

Por Helô

Ó xente!

Mas temos no Portal o Cisneiro Soares de Andrade que toca trompa no Quinteto de Metais.

Clique aqui para ler o release que conta a história do Quinteto.

O BRASSIL realizou concertos em todas as regiões brasileiras e em diversas cidades do Exterior como Dijon (França), Boston, Nova Iorque, Washington (EUA), Londres e Monmouth (Inglaterra) e Montevidéu (Uruguai). Fez diversas
gravações para programas radiofônicos, incluindo alguns da BBC de Londres e da WBGH de Boston, sempre enfatizando a divulgação da música brasileira. Realizou concertos com expoentes da música instrumental internacional e brasileira, como Charles Schlueter (Boston Symphony Orchestra), Per Brevig (Metropolitan Opera, Nova Iorque), Christian Lindberg, Egberto Gismonti, Sivuca, Dominguinhos, entre outros. Além deste, o BRASSIL gravou outros quatro CDs, dois dos quais na Inglaterra.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Erudita Brasileira Tags: ,
29/03/2009 - 20:50

A canção de Cacaso

Estou em estado de graça ouvindo o CD “Rosa Emília – Álbum de Retratos – Cacaso, Parceiros e Canções” enviado pela Cafu.

Que maravilha de CDs, não apenas pelas composições de Cacaso e parceiros, mas pela voz de Rosa Emília e os arranjos e companhias vocais.

Por Luiz Eduardo Brandão

Rosa foi casada com o Cacaso, um dos grandes nomes da poesia “marginal” da década de 60-70. Além de grande poeta e letrista, Cacaso era um caricaturista formidável. A obra completa dele saiu faz uns poucos anos pela Cosac & Naify.

Comentário

Acho que 70/80.

Por Ricardo Queiroz Pinheiro

Antônio Carlos de Brito, conhecido como Cacaso, (Uberaba, 13 de março de 1944 — Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 1987) , sua produção principal se deu nos anos 70, participou daquilo que foi chamado de movimento da poesia marginal.

Trago comigo um retrato
que me carrega com ele bem antes
de o possuir bem depois de o ter perdido.
Toda felicidade é memória e projeto.

Comentário

E é primo do Brito Cruz, da Fapesp.

Por Helô

A moça está no exterior. Ela é talentosa e o vídeo que coloquei foi gravado em Veneza, mas descobri esse outro aqui.

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Sem categoria Tags: ,
29/03/2009 - 20:29

Trivial de Euclides da Cunha

Do Portal Luís Nassif

EUCLIDIANAS (’Os Sertões’) Vida e Obra de Euclides da Cunha

* Adicionado por Maria Dirce

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/03/2009 - 18:19

O fim dos ciclos econômicos?

Por Neves

Será o fim dos ciclos de Kondratieff? O economista, argentino Jorge Beinstein levanta esta hipótese:

“Isto permite-me colocar a hipótese de que assim como ocorreu há cerca de um século com os ciclos decenais de Juglar podemos actualmente sustentar que as ondas longas de Kondratieff perderam a sua validade científica. A fase descendente do quatro Kondratieff foi triturada pela nova realidade. A economia mundial completamente hegemonizada pelo parasitismo financeiro obedece a uma dinâmica radicalmente diferente da que vigorou durante a era do capitalismo industrial”.

Ele fundamenta que o fim dos Kondratieff está num marco de senilidade do capitalismo, baseado em cinco indicadores do fenômeno que aponta: a decadência da potência hegemônica; a crise urbana e a decomposição das cidades; a degradação estatal-militar com a hipertrofia bélica da potência central; o bloqueio tecnológico, fundado no conceito de limite estrutural do sistema tecnológico, de Bertrand Gille; e a hipertrofia financeira conjugada com a desaceleração de longo prazo da economia. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Novo Modelo Tags: ,
29/03/2009 - 15:00

As modinhas de Machado e Napoleão

Tempos atrás, um leitor colocou um comentário sobre o português Arthur Napoleão, sujeito fantástico. Gênio mirim o piano, viajou com o pai pelo mundo dando audições quando tinha menos de 8 anos. Tornou-se enxadrista e não me lembro se empatou ou venceu o maior gênio de xadrez do século 19, o norte-americano Paul Morphy.

Radicou-se no Rio, montou uma loja de músicas, tornou-se professor de vários futuros grandes músicos, como Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga. Era amigo da intelectualidade da época e compos modinhas em parceria com Machado de Assis.

Ontem, no agradabilíssimo sarau de que participei, conheci a psicóloga e excelente cantora Leniza Castello Branco. Ela foi atrás das músicas de Napoleão, recuperou as partituras na Biblioteca Nacional, conseguiu arranjos do Julio Medaglia e gravou um CD com as parcerias.

Ficou de me enviar o link para mostrar a vocês.

Aqui, o link do seu Blog com a nota sobre Arthur Napoleão.

Leniza interpreta Arthur Napoleão

Autor: luisnassif - Categoria(s): Erudita Brasileira, Música Tags: , ,
29/03/2009 - 13:01

O gênio Alexandre de Farias

Já escrevi várias vezes que considero o violonista Fábio Zanon, além de um dos maiores violonistas do mundo, o grande crítico e analista da música erudita brasileira. Seus programas na Rádio Cultura FM – que  Paulo Markun tirou do ar – era uma fonte permanente de melhor informação sobre a música erudita brasileira.

Estava agora ouvindo um programa antigo sobre Alexandre de Faria, compositor nascido em 1972 que compôs “Entoação”, sobre o massacre da Candelária.

Opinião de Zanon: Alexandre é das poucas pessoas que ele conheceu que tem a chama da genialidade.

Não fosse as menininhas estarem me telefonando sem parar para sair para almoçar com elas, escreveria mais sobre ele agora.

Do Portal Luís Nassif

Entoada, sonata para o violão, de Alexandre de Faria pelo Massacre da Candelária

* Postado por Ivanisa Teitelroit Martins

A Chacina da Candelária – uma história sem fim

O “terror” que um crime hediondo produz sobre uma sociedade demarca o lugar do homem “civilizado” em guerra com o mundo da escória, que sequer é humano para o “homem civilizado”. Quando a vítima é uma criança e os agentes são jovens a virulência dos discursos é ainda maior, na oposição radical entre “eles não sabem o que fazem” e “eles são monstros” ou “são psicopatas”. Se o humano é mau, deve ser educado e civilizar-se. Se o humano é bom, sua bondade foi corrompida por vitimação ou doença: psicopatia, segundo o discurso psiquiátrico, pois no mundo moderno, a nomenclatura médica é a mais limpa, exclui com a precisão de um bisturi. (continua)

Comentário

Aqui, Zanon interpretando Alexandre.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Erudita Brasileira, Música, Sem categoria Tags: , ,
29/03/2009 - 11:16

O caso Valmir Campelo

Por Adilson

Nassif,

Observe uma pontinha do iceberg das relações promíscuas de autoridades com empreiteiras, bancos e “empresários”, matéria feita pela revista IstoÉ de 1996.

Fraude Monumental

Empresário condenado por rombo de US$ 157 milhões acusa dirigentes do Banco do Brasil e diz que pagou a campanha de Valmir Campelo a governador de Brasília.

Resumo do caso

No dia 28 de junho de 1996, Di Francisco e Albiero foram condenados pelo juiz Maurício Garibe, da 1ª Vara Criminal de Jundiaí, por furto mediante fraude e formação de quadrilha. Albiero pegou 13 anos, Di Francisco, 10. Dois meses depois da condenação, os dois resolveram contar a ISTOÉ grande parte do que sabem e, como ameaçara o empresário, eles sabem o suficiente para comprometer um senador (Valmir Campelo) e alguns dos principais dirigentes da mais tradicional instituição financeira do País. “Em 1994, US$ 6 milhões retirados do BB foram investidos na campanha do senador Valmir Campelo (PTB) ao governo do Distrito Federal”, denuncia Di Francisco. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Corrupção, Justiça Tags: , ,
29/03/2009 - 10:35

A homofobia que mata

Do caderno Aliás, do Estadão

A máquina do ódio homofóbico não para de moer

Todos os dias, mais de um homossexual masculino é assassinado no País. Travestis são maiores vítimas

Vagner de Almeida* – O Estado de S.Paulo

- Desde que iniciei o trabalho sobre violências estruturais, no início dos anos 80, com o surgimento da aids e o crescente número de vítimas do ódio homofóbico, assassinatos praticados com altíssimo grau de violência contra homossexuais ainda crescem no Brasil. No Parque dos Paturis, em Carapicuíba (SP), um suposto serial killer matou, entre julho de 2007 e o último dia 15, nada menos do que 14 pessoas, a maioria homossexuais. Em 2009, também foram assassinados dois travestis de 20 anos no Altiplano Cabo Branco, em João Pessoa. Em todo o País, de janeiro a junho de 2008 foram registrados mais de 50 homicídios contra essa comunidade, tendo o número duplicado até o início de dezembro. Esses dados referem-se apenas aos casos registrados nas delegacias de polícia, nos laudos dos hospitais e por instituições como o Grupo Gay da Bahia, o qual, com tremenda dificuldade, consegue obter informações precárias. Estatísticas comprovam que, por dia, mais de um homossexual é morto em nosso território.(continua)

Comentário

Creio que o preconceito mais arraigado em nossa sociedade é contra o homossexualismo. Da morte de homossexuais em crimes de rua, até a lista pink (sobre os homossexuais da sociedade paulistana), é um preconceito que não respeita classe social.

Em casa sempre recriminamos qualquer forma de manifestação preconceituosa. As quatro meninas  foram criadas dentro desses princípios. Da influência da escola, das conversas com coleguinhas, nunca vi manifestações contra negros. Contra homossexuais, sim. Nada que tivesse sido passado pelos professores, mas a partir de conversas com coleguinhas.

Não chegaram a desenvolver essa excrescência (do preconceito) porque prontamente reprimidas. Mas é revelador sobre os filtros que a sociedade passou a construir contra outras formas de preconceito; e dos filtros civilizatórios que ainda estão por serem construídos.

É um preconceito tão arraigado que há alguns tipos manjados na Internet, blogueiros extremamente agressivos, com histórico de homossexualismo, que se tornaram homofóbicos empedernidos como forma de autodefesa.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Costumes Tags: , ,
29/03/2009 - 10:01

O G20 e o multilateralismo

É curioso comparar as diversas matérias e análises sobre o multilateralismo e a reunião do G20, que ocorrerá na próxima semana.

De um lado, Barack Obama tenta reativar a idéia do multilateralismo, aproximando-se da União Europeia e da Rússia. Os europeus vendem a idéia do G20 e dos organismos multilaterais. Mas, ao mesmo tempo, não conseguem definir sua própria unidade.

Nos últimos anos, em vez de se agregar à UE, o Reino Unido se atrelou à política externa norte-americana. A França sempre defendeu seus interesses nacionais. Depois de um início como motor da UE, as forças internas da Alemanha passaram a batalhar por medidas individuais de defesa dos interesses internos.

O combate à crise tem duas vertentes: as medidas de combate à recessão e a regulação bancária.
Ao mesmo tempo, há diferenças enormes entre a maneira como os Estados Unidos e os países europeus estão enfrentando a crise. Em relação aos estímulos econômicos, os EUA saíram na frente enquanto os europeus estão patinando em decisões irrelevantes. Ou seja, não há coordenação nas políticas de estímulo à economia.

Já em relação à regulação bancária, é forte na Europa a idéia de uma entidade supranacional regulando o sistema bancário; mas nos EUA ainda se tenta um modelo de regulação nacional.
Por trás de tudo isso, vê-se a transformação do G20 no grande fórum de discussões, mas sem as ferramentas de implementação, o que somente seria possível com a coalizão estratégica entre EUA, Europa e Ásia.

Nesse imbroglio todo, o que se percebe é a economia mundial ainda na fase preliminar de consolidação de conceitos e de definição das futuras formas de ação e dos limites para as ações globais coordenadas. Ainda falta um Lord Keynes para fazer a síntese e apontar o rumo.

Clique aqui para acessar um clipping de artigos sobre o tema.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Mundo, Política Tags: ,
29/03/2009 - 09:38

Direito de resposta e liberdade de imprensa

Do Estadão

ANJ repudia decisão contra jornal ”Estado de Minas”

O vice-presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Júlio César Mesquita, divulgou ontem nota de repúdio à decisão do juiz da 4ª Vara Federal de Belo Horizonte, Ronaldo Santos de Oliveira, que concedeu direito de resposta à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) no jornal Estado de Minas.

A ANJ criticou o espaço oferecido à instituição, considerado “desproporcional e descabido”: além da primeira, foram ocupadas mais seis páginas.

A sentença veio após uma série de reportagens sobre supostas irregularidades nas prestações de contas da UFMG. O jornal cita favorecimento a professores e parentes em concursos e projetos com dinheiro público. A ANJ lembra que os dados são do Tribunal de Contas da União (TCU) e a UFMG foi procurada para se manifestar.

Comentário

O maior fator legitimador da mídia – contra os abusos que comete – é o direito de resposta rápido. É direito sagrado. Se a ANJ fosse politicamente mais inteligente, criaria um conselho, tipo Conar, para analisar rapidamente os erros de cobertura, ou os assassinatos de reputação com objetivos comerciais (como comete a Veja), para permitir o direito de resposta no prazo mais rápido possível.

O tamanho do dano está relacionado às acusações e ao tempo decorrido da resposta.

Quando uma publicação inicia uma campanha ou solta uma matéria caluniosa contra uma pessoa ou instituição, o impacto é imediato. Repercute, espalha sem que a pessoa possa se defender. Depois, são anos recorrendo a ações judiciais (para quem tem recursos para tal). Quando sai a sentença, o caso já esfriou. O direito de resposta perde a eficácia, a nota – em geral uma sentença judicial dada em tipos pequenos – torna-se pouco legível.

Desde o ano passado tento o direito de resposta na Veja, pelos ataques sofridos. Na Vara de Pinheiros, o pedido foi rejeitado duas vezes sem análise do mérito. Poderá levar anos até a sentença sair. Se não tivesse o espaço no Blog e firmado reputação pública, teria sido liquidado por um colunista venal. E os que não dispõem desse espaço?

A ANJ deveria perder o ranço corporativista e discutir seriamente esse assunto. A maior ameaça à liberdade de imprensa, hoje em dia, é a leviandade na veiculação de acusações, sem permitir o direito de resposta ao ofendido.

Por Roberto G

É, meu caro Nassif,

Não avançaremos muito sem ter em conta q essa interpretação “ilusões perdidas & memórias do escrivão isaías de caminha” da liberdade de imprensa é o principal fundo de comércio, no senso estrito do termo, dos chamados “barões da impresa”. Eqto não ficarem claros os negócios q são feitos usando a “liberdade de imprensa” como biombo, essa interpretação continuará prevalecendo. Embora haja essa questão de assassinato de reputações, que é moralmente a mais nefasta, eu falo aqui de especulação financeira no sentido mais direto de fomentar altas e baixas, de criar clima para ajudar decisões governamentais pouco defensáveis pelo crivo do interesse público, etc…

Tem q ficar claro q as empresas de imprensa não são só observadoras do jogo, mas parte dele. E muito interessada. Esse viés é velho e creio q no passado recente foi demasiadamente tolerado, qdo se via apenas o papel da imprensa na luta pela redemocratização do país. Agora, pagamos esse preço caríssimo. O espaço q a imprensa dita séria tem hoje, conquistou naquele período.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: , ,
29/03/2009 - 09:15

Fora de Pauta

Hoje é domingo, pé de cachimbo… Que tal lembrarmos esses versinhos de infância?

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/03/2009 - 09:09

Os financiamentos habitacionais

Por Roberto São Paulo/SP

Usando o simulador de financiamento de imóvel da CEF (clique aqui)

O prazo máximo para financiamento de 100% do imóvel é de 240 meses, e o limite de renda é de 30% da renda familiar

Para uma renda de R$ 2.300,00 o valor máximo financiado é de R$ 58.000,00, mas o limite de comprometimento da renda é de 30% e a parcela seria de R$ 680,00

caso o limite fosse 20% da renda o valor máximo financiado seria de R$ 39.000,00 reais para pessoas de 30 anos, e de R$ 35.000,00 para pessoas na faixa de 50 anos. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: ,
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