Trivial da ditabranda
Do Portal Luís Nassif
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Nassif,
Veja a matéria que saiu na página do Terra: Jarbas nega ter acusado PMDB de espioná-lo. Nem mesmo os aliados da VEJA concordam com suas notícias…Que lástima!
Para entender esse jogo.
O senador Jarbas Vasconcellos deu uma entrevista à Veja contando essa história da escuta. A revista publicou acusando o PMDB de estar por trás da suspeita de escuta.
O sendor José Sarney encaminhou a questão para a Procuradoria Geral da República, para que investigasse o episódio. Agiu corretamente em defesa de um colega ameaçado pela república do grampo.
Aí Jarbas reagiu e disse que jamais afirmou que a tentativa de escuta partiu do PMDB, que a afirmação foi da Veja. Mas não é motivo para interromper a investigação. Tem que se ir a fundo para ver ou quem pretendia espionar ou quem inventou essa história de espionagem do PMDB ou de quem quer que seja.
Até o Inspetor Clouzot resolveria esse mistério.
10 de março de 2009 • 17h21 • atualizado às 17h21
O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) negou em discurso nesta terça-feira ter dito que foi espionado a pedido de colegas de partido. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), encaminhou ontem à Procuradoria-geral da República e ao Ministério da Justiça solicitação de investigação da denúncia da suposta espionagem a Jarbas. As informações são da Agência Senado.
“Vossa Excelência procura, não sei com que objetivo, distorcer a matéria da Veja, e por consequência, minhas declarações ao afirmar que denunciei uma investigação contratada por int
egrantes do PMDB. Não fiz em momento algum essa declaração, não citei o partido, sua direção ou qualquer de seus integrantes, apesar de haver sido ameaçado publicamente por vários deles. Só acusaria alguém se possuísse provas”, disse Jarbas.
De acordo com a matéria da revista Veja, um especialista pernambucano em “inteligência” procurou o senador para informar que tinha sido contatado para uma investigação. Essa apuração teria como responsável a empresa internacional Kroll. No entanto, quando soube que Jarbas Vasconcelos seria o alvo do “contrato”, o investigador preferiu não aceitar a missão.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia, Sem categoria Tags:(10/03/2009 – 12:09)
A Associação dos Juízes Federais do Brasil – AJUFE, entidade de âmbito nacional da magistratura federal, vem a público esclarecer que não é verdadeira a afirmação contida em reportagem publicada na edição desta semana (2103) da revista “Veja”, sob o título “Sem Limites”, segundo a qual “[h]á uma vertente importante que deve ser apurada sobre a famosa Satiagraha – o consórcio formado entre a polícia, o Ministério Público e Justiça. As ilegalidades da operação podem acabar livrando da cadeia um vilão do calibre de Daniel Dantas. Por causa disso o juiz do caso, Fausto De Sanctis, está sob investigação da corregedoria da Justiça Federal”.
Não é verdade. O juiz Fausto De Sanctis não está sob investigação da corregedoria por suposto “consórcio” com a polícia e o Ministério Público. O Corregedor-Geral da Justiça Federal da Terceira Região investigou o juiz por supostamente ter-se recusado a fornecer informações ao tribunal acerca da existência de procedimento investigatório relativo ao banqueiro Daniel Valente Dantas, em habeas corpus impetrado em favor deste por seus advogados, bem como por suposto desrespeito a decisões do Supremo Tribunal Federal. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:Revista Veja denuncia: Protógenes Queiroz grampeou Bush, Rumsfeld, Cheney, Idi Amin, o Papa e Deus
proto.jpgEm mais um furo de reportagem, a Revista Veja revelou que o Delegado Protógenes Queiroz grampeou o ex-presidente dos EUA, George W. Bush, o ex-vicepresidente Dick Cheney e o ex-Secretário de Estado Donald Rumsfeld durante os preparativos para a Guerra do Iraque. A revista não divulgou qualquer áudio da gravação, mas publicou a transcrição da conversa entre Cheney e Rumsfeld na qual se decidiu pela guerra. O diálogo não revela qualquer ilicitude na conduta dos antigos homens de estado americanos, mas prova a extensão da teia de espionagem construída pelo delegado brasileiro: Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: Idelber Avelar, Protógenes, VejaCaro Nassif,
Em 17 de março de 2008, o Movimento dos Sem Mídia ingressou com representação no Ministério Público Federal de São Paulo contra vários meios de comunicação por conta de promoção de “crime de alarma social” relativo a uma epidemia de febre amarela que aqueles meios de comunicação alardearam, em janeiro daquele ano, que haveria então no Brasil.
Segundo apurou o Movimento dos Sem Mídia, houve um descomunal aumento no número de vacinas contra a febre amarela em relação a surtos anteriores de uma doença que se manifesta com maior intensidade com intervalos regulares de anos. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: febre amarela, jornais, Ministério PúblicoDinheiro da venda é bloqueado para pagar precatório
Por Aline Pinheiro
O Banco do Brasil deve depositar em juízo as parcelas para pagar a compra da Nossa Caixa. A decisão em caráter liminar foi dada pela juíza Fernanda Souza Hutvler, da 20ª Vara Federal de São Paulo. Fernanda acolheu pedido da OAB, que requer em Ação Civil Pública que o dinheiro que o estado de São Paulo vai obter com a venda da Nossa Caixa seja usado para pagar precatórios.A Nossa Caixa foi vendida para o Banco do Brasil em novembro por R$ 5,3 bilhões. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça Tags: bloqueio, Nossa Caixa, precatórios, São PauloSó para ter uma comparação anualizados a queda seria de mais de 13%, uma pancada violentíssima.
E o tempo todo depois da quebra do Lemhan Brothers o COPOM com atas de reunião e relatório de inflação vinha afirmando que havia uma grande pressão de demanda sobre os preços, chegando a afirmar que estávamos num ambiente de descompasso entre a oferta e a demanda, a ata de dezembro de 2008 é o fim da picada.
Todo mundo dizendo que a pancada foi grande, mas o COPOM insistindo que não, muito pelo contrário, afirmava que havia grande risco de inflação de demanda.
Quem se diz economista, não pode deixar de perceber um tranco deste na economia, principalmente sentado em cima da direçao do Banco Central. Só podiam estar dormindo, não é possível que não tenham percebido a batida.
Um erro que custou quase quatro meses de paralisia total, na luta conta a recessão.
É preciso deixar a lentidão de lado e reduzir bruscamente os juros da Selic na mesma magnitude da redução do PIB do Quarto Trimestre de 2008, ou seja 3,2% na reunião do COPOM que começa hoje e termina amanhã.
O Certo mesmo era mandar todo mundo do COPOM, embora por incompetência total.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: Copom, recessão, SelicOPERAÇÃO SATIAGRAHA
Só pelo título, “Protógenes, a lenda”, nota-se que a modéstia passava ao largo da autobiografia que o delegado começava a preparar quando seu laptop foi apreendido pela Polícia Federal. Mas, diante do conteúdo do arquivo de pouco mais de uma página, fica patente que sua autoqualificação de “lendário” não surgiu após a Satiagraha.
No primeiro e único capítulo, chamado Infância, Protógenes Queiróz já promove seu caráter pseudorevolucionário. (…)
Meu Deus do céu! Vou abrir uma exceção para uma palavra que tenho vetado sistematicamente nos comentários: a canalhice não tem limites. O que está ocorrendo com este país? Enlouqueceram todos, a ponto de um corregedor imbecil colocar em um inquérito um documento de caráter estritamente pessoal e um colunista imbecil divulgá-lo?
Onde vamos chegar com essa escalada de barbárie? É a mesma canalhice que cometeram com Chico Lopes, quando divulgaram dados pessoais do computador de sua filha. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: Lauro Jardim, Radar, SatigrahaHoje passarei a tarde fora, em uma das audiências das ações que a Abril me move. Amanhã, outra audiência.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:Voltou com tudo o spam “Elite Privilegiada”, falsamente atribuído a mim.
Volto a publicar a resposta que escrevi para que os amigos, que receberem esse spam, ou o lerem em algum blog, possam divulgá-la:
Elite Privilegiada
Voltou a praga daquele spam “Elite Privilegiada”, falsamente atribuído a mim. Como tenho recebido muitos emails pedindo confirmação e como, provavelmente, muitos sites possam reproduzir o conteúdo e a falsa autoria, repito a resposta que dei na época (novembro de 2006, se não me engano) solicitando a quem encontrar esse lixo em algum site ou blog, que copie a minha resposta.
Elite Privilegiada
Por Luís Nassif
Foi em novembro, enfim,
Pouco após as eleições
Que circulou um spam
Eivado de imperfeições
No começo, meio e fim.
Com dose de preconceito,
De arrogância e mal feito
Escrito sem muito jeito
E atribuído a mim.
Como a asa da graúna
Falava mal do nordeste
Terra de João Pernambuco
De Patativa do Agreste
Do choro que vem dos Turunas
Do frevo pernambucano
Do batuque afro-baiano
De Bomfim, o sergipano,
Dos sons do sertão e das dunas.
De quem era o palavreado?
Pus-me então a imaginar
Talvez o ectoplasma
De um rentista secular
Um dandy afrescalhado
Que nasceu escravocrata
Que abusava da mulata
Que gastou toda a prata
E quedou estropiado.
Ou então senhor de engenho,
Sem fazenda e compostura
Guardando dos velhos tempos
A arrogância e a usura
E total falta de empenho
Para assuntos do trabalho,
Que sempre achou ato falho
Quem na vida dava o malho
Atrás da boa procura.
Lembrei do deslumbramento
Com que tratavam o Edemar
Sujeito esperto e tinhoso,
Um malandro secular.
De como era um tormento
Quando dava suas festanças
Ócio, deslumbre, gastança
Malandragem e lambança
De tempo crepuscular.
A elite mega-store
Saia atrás do convite
Disputando a boca livre
Arroz de festa de estirpe
Como um penetra-mór
Edemar fez muito mais
Palácio nas marginais
Rei da elite, ex do cais,
Soberano do “offshore”
A elite deu Edemar
E os esquemas da Daslu
O povo deu dona Ivone
Maxixe, choro e lundu
E o poder de sonhar
Com uma terra irmã
Sem essa febre malsã
Que corrói o amanhã
Desse elitismo sem par.
Mas a elite eficiente
Prescinde da arrogância
É o empresário e o empregado,
Que buscam a relevância
A melhora permanente
Programas de qualidade,
Eficiência, lealdade,
Trabalho e brasilidade
Olhando sempre em frente.
Por isso, aqui, nessa hora
Solicito ajuda vossa
Para que espalhe o poema
Esclarecendo a quem possa
Que esse spam é desforra
Escrito baixo, rasteiro,
De quem não é brasileiro,
E passa o ano inteiro,
Querendo sempre ir à forra.
Sobre a Operação Satiagraha, o enfoque que vem sendo dado pela Globo e outros veículos, na esteira dos obscuros interesses da revista Veja, não está correto.
Veja, Globo e outros estão falando em pedir providências das autoridades. Alguns se escondem com expressões do gênero, “A Veja disse que teria…” numa forma de, com o verbo no condicional, escamotear o que endossam.
Bom lembrar que os documentos citados por Veja são a própria providência ou já são parte dela, em andamento na Polícia Federal.
Não obstante, pedem providência!
A Veja fala como se ela tivesse descoberto fatos, quando quem teve a iniciativa de ir até a casa do delegado Protógenes foi a PF. Foi a PF que recolheu o que encontrou, analisou e tomou medidas, enviando inclusive para a Justiça.
O que se vê é a leitura tendenciosa de Veja, sensacionalista, que tem encontrado amparo pouco prudente até de pessoas respeitáveis.
Constata-se uma leitura manipulada de quem não tem tradição alguma de praticar um jornalismo sério.
Na condição de Delegado Federal, eu tenho cópias de documentos de alguns trabalhos que fiz, até pra me resguardar e resguardar o interesse público – em caso de má fé de terceiros. Que mal há nisso? Isso autoriza alguém a dizer que eu iria usar tais documentos para chantagear alguém ou praticar qualquer crime? Se durante uma investigação, suspeito de alguma derivação, é meu dever aferir ou esconder? Em aferindo a improcedência do que suspeitei, sou obrigado a jogar fora?
Se a Veja sabe disso, vai dizer que na PF a regra é “guardar tudo para fins criminosos”; outros falarão de Estado Policial ou recorrerão a mantras e frases de efeito que só servem para alimentar no imaginário social a aceitação das estruturas podres que minam o Estado.
Dentro do jornalismo investigativo, um material produzido, mas não utilizado pelo jornal, TV, revista deve, necessariamente, ser jogado fora? Guardar, manter em seu arquivo pessoal tal material só pode ter destino espúrio?
Digo, pois, que se eu tivesse trabalhado numa operação como a Satiagraha, eu não teria fragmentos do trabalho, teria sim, cópia integral de tudo, sem que disso se pudesse ter qualquer conotação criminosa.
É improvável que uma operação daquele porte, envolvendo tantos interesses escusos, tenha transcorrido sem deslizes. Mas, certamente de proporções diminutas diante da cleptocracia brasileira, endossada por alguns veículos de imprensa – o que nos leva a supor que o Protógenes tinha razão ao cogitar de um esquema de mídia para proteger criminosos.
O importante não é o que Veja teve acesso, mas sim a leitura que faz do que viu e do que tenta impor, na pretensa condição de formadora de opinião.
Não custa lembrar que um Estado Democrático e de Direitos se faz, sobretudo com uma imprensa digna, honesta.
Que venham as sapatadas! Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça Tags: Protógenes, Satiagraha, VejaAi vai, às 9 em ponto.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta, Sem categoria Tags:Essa onda avassaladora sobre Protógenes, por parte de uma cadeia de adversários explícitos e de suspeitos de envolvimento na Satiagraha não está criando um réu, mas um mártir – independentemente do delegado ser um justo ou um justiceiro, independentemente de ter ficado nos limites da lei ou exorbitado.
Esse pessoal não enxerga um metro adiante do nariz. Como supor que esse massacre – acompanhado por toda a Nação – não vai ser um tiro no pé? Entrem na Internet, consultem todos os sites com notícias sobre o tema que abram espaço para comentários.
A cada dia, a cada nova truculência, esse episódio está expondo todos os vícios do modelo político brasileiro, o fracasso da democracia, o fracasso dos Três Poderes, a desmoralização do Executivo, a vendeta da Polícia Federal, a manipulação do Judiciário pelo presidente do STF, a manipulação da justiça pela imprensa.
Poucas vezes vi perda de rumo igual. Não estão se dando conta de que todos estão ficando com a cara da Veja.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça, Mídia, Política Tags: Protógenes, SatiagrahaDurante anos apontei a insuficiência da análise dos “cabeças de planilha”, sua falta fatal de conhecimento histórico, político, de microeconomia, que os habilitasse a selecionar as melhores variáveis para seus modelitos matemáticos.
Lembro-me de uma comparação que fiz entre Simonsen e Delfim, ao tempo em que o primeiro era celebrado como o maior economista brasileiro. No artigo mostrava Simonsen como o esteta, o homem que via a economia como à música, com regras que permitissem o equilíbrio matemático, a leveza de uma sinfonia.
Mas a economia era feita de variáveis muito mais amplas. Como saber para onde caminha a economia sem entender como funciona o Congresso, sem saber avaliar a velocidade do Executivo, sem ter sensibilidade para compreender como os empresários reagem às crises e às decisões de política econômica?
Nesse sentido, o conhecimento de Delfim Netto sobre a economia brasileira era incomparavelmente mais rico e sofisticado.
E o que dizer dos “professores de Deus”, pessoas sem nenhuma sofisticação intelectual, meros utilizadores de formas estatísticas, “ensinando” como o mundo deveria se comportar?
Aqui, um artigo definitivo de Delfim sobre o desastre produzido pelos economistas acadêmicos – na verdade, os “cabeças de planilha” na economia mundial.
O Jânio de Freitas tem as melhores fontes do Rio de Janeiro. Em sua coluna de hoje, chama a atenção para o seguinte: (clique aqui):
1. Quando se descobriu que a Globo tivera a exclusividade na cobertura da Satiagraha, houve protestos generalizados levando o diretor da Polícia Federal Luiz Fernando a abrir processo disciplinar para apurar as circunstâncias.
2. A CPI do Grampo requisitara à Polícia Federal e ao juiz Ali Masloum cópia do material apreendido de Protógenes.
3. O material só chegou na quinta-feira, quando a maioria dos parlamentares da CPI estavam ausentes. Segundo Jânio, assim que recebeu o material, o deputado Itagiba mandou guardá-lo, devidamente lacrado.
4. 24 horas depois, o material estava publicado na Veja. Detalhe meu: a revista fecha impreterivelmente ao meio dia de sexta-feira.
5. A hipótese de Jânio é que alguém, que queria passar o material para a Veja, esperou chegar à Câmara, aguardando que alguém desse alguma bisbilhotada, para desviar as suspeitas do verdadeiro vazador, que pretendia que q revista lesse (e interpretasse o relatório) antes da própria CPI.
Confirmado que o material que chegou à Câmara permaneceu lacrado, o vazamento ocorreu ou na Polícia Federal ou com o juiz Ali Masloum.
Pergunto: haverá investigação sobre o vazamento?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça, Mídia Tags: Ali Mazloum, CPI, Marcelo Itagyba, SatiagrahaOs economistas ainda estão aturdidos com os dados da produção industrial de janeiro – medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A queda foi muito mais acentuada do que as piores previsões.
A indústria geral registrou uma queda de 17,23%. Se se excluir o setor automobilístico, a queda se reduz para (ainda expressivos) 13,68%. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia Tags: