iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade
06/03/2009 - 11:20

Eu erro, tu erras, a Folha erramos

Atualizado – imperdível

Da Folha

Petista chama rainha Elizabeth de “Margareth”

DA ENVIADA A CABO FRIO

Em discurso improvisado e bem-humorado ontem, em uma inauguração de uma escola técnica em Cabo Frio (RJ), o presidente Lula errou o nome da rainha da Inglaterra, disse que trocou o “menas laranja” por “en passant” e provocou o atacante corintiano Ronaldo, dizendo que ele teria de jogar por mais três horas para marcar um gol na sua estreia.

Do Blog Emails que Vêm e que Vão

“Diferentemente do que foi publicado na seção de necrologia, caderno São Paulo, nos dias 24/6 (pág. 3-6) e 25/6 (pág. 3-8), não houve missa de Ricardo Bacanhim Pereira. Ele está vivo.” (27.jun.97)

“O quadro da edição de 9/1 de ‘Ciência’, referente à reportagem ‘Viagra para mulher’, à pág. 25 do caderno Mais!, indica erroneamente a vagina no local do ânus. No mesmo quadro, o testículo está incorretamente indicado no local do escroto.” (14.mar.00)

“Diferentemente do que foi publicado no texto ‘Artistas periféricos passam despercebidos’, à pág. 5-3 da edição de ontem da Ilustrada, Jesus não foi enforcado, mas crucificado, e a frase ‘No princípio era o Verbo’ está no Novo, não no Velho Testamento.” (7.dez.94)

“O nome do maestro Eleazar de Carvalho saiu grafado errado na edição de ontem à pág. 1-9 do caderno Brasil.” (5.jul.94) (Saiu sem o v)

“Na nota ‘Balão’, da coluna Joyce Pascowitch, publicada à pág. 5-2 (Ilustrada) de 18/12, onde se lê ‘bando Opportunity’, leia-se ‘banco Opportunity’;” (21.dez.95)

“A peste pneumônica é transmitida por gotículas de saliva, diferentemente do que informou o texto publicado na pág. 2-10, no dia 24/09.” (28.set.94) O texto afirmava que a doença era transmitida por filhotes de perdiz. Quem editou o texto procurou um sinônimo para perdigoto, que pode significar tanto salpico de saliva como filhote de perdiz.

“Texto de capa do caderno Ilustrada da edição de anteontem grafou incorretamente no primeiro parágrafo a palavra ortografia (saiu hortografia).” (25.fev.95)

“Saiu grafado incorretamente na edição de ontem o plural de fuzil-metralhadora. O certo é fuzis-metralhadoras, e não fuzíveis-metralhadoras, como foi publicado na pág. 1-14 de Brasil.” (13.set.91)

“Por erro de digitação, foi grafado poço cartesiano, em vez de artesiano, na página 3-1 de sábado último.” (16.fev.94)

“O músico Carlos Santana é guatemalteco, e não mexicano, como informou reportagem à pág. 4-3 (Ilustrada) de ontem.” (12.mar.96)… “Diferentemente do que informou ontem esta seção, o músico Carlos Santana é mesmo mexicano e não guatemalteco.” (13.mar.96)

“Diferentemente do que foi publicado à pág. 1-14 (Brasil) da edição e 19/3, a Segunda Guerra Mundial começou em 1939, os EUA entraram na guerra em 1941, a Guerra dos Seis Dias foi em 1967, o presidente Richard Nixon (EUA) renunciou em 1974, Margaret Thatcher assumiu o poder no Reino Unido em 1979, o Muro de Berlim caiu em 1989, e o Iraque invadiu o Kuait em 1990.” (27.set.95)

Por Stanley Burburinho

FRASES PUBLICADAS EM ALGUNS JORNAIS, DO RIO DE JANEIRO, NOS ÚLTIMOS MESES.

1. “A nova terapia traz esperanças a todos os que morrem de câncer a cada ano.” – Jornal do Brasil

2. “Apesar da meteorologia estar em greve, o tempo esfriou ontem intensamente.” – O GLOBO

3. “Os sete artistas compõem um trio de talento.” – EXTRA

4. “A vítima foi estrangulada a golpes de facão.” – O DIA

5. “Os nossos leitores nos desculparão por esse erro indesculpável.” – O GLOBO

6. “No corredor do hospital psiquiátrico os doentes corriam como loucos.” – O DIA

7. “Ela contraiu a doença na época que ainda estava viva. – JORNAL DO BRASIL

8. “Parece que ela foi morta pelo seu assassino.” – EXTRA

9. “Ferido no joelho, ele perdeu a cabeça.” – O DIA

10. “O acidente foi no triste e célebre Retângulo das Bermudas.” – EXTRA

11. “O tribunal, após breve deliberação, foi condenado a um mês de prisão.” – O DIA.

12. “O velho reformado, antes de apertar o pescoço da mulher até a
morte, se suicidou.” – O DIA

13. “A polícia e a justiça são as duas mãos de um mesmo braço.” – EXTRA

14. “Depois de algum tempo, a água corrente foi instalada no cemitério, para a satisfação dos habitantes.” – JORNAL DO BRASIL

15. “Há muitos redatores que, para quem veio do nada, são muito fiéis às suas origens.” – O GLOBO

16. “O aumento do desemprego foi de 0% em novembro.” – O GLOBO

17. “O presidente de honra é um jovem septuagenário de 81 anos.” – O DIA

18. “Quatro hectares de trigo foram queimados. A princípio, trata-se de um incêndio.” – JORNAL DO BRASIL

19. “Na chegada da polícia, o cadáver se encontrava rigorosamente
imóvel.” – EXTRA

20. “O cadáver foi encontrado morto dentro do carro.” – O DIA

21. “Prefeito de interior vai dormir bem, e acorda morto.” – O DIA

http://www.mail-archive.com/pousoaltenses@yahoogrupos.com.br/msg00481.html

Mais Folha de São Paulo:

Menandro não é malandro

“Na edição do Agrofolha do último dia 15, a coluna ‘A Arte de Amolar o Boi’ (pág. 5-2) saiu com um erro: onde se lê ‘o grego Malandro’, leia-se ‘o grego Menandro’, em referência ao comediógrafo ateniense.” (19/12/92)

Sr. Fracasso

“O nome do chefe de governo em Portugal no período entre 1928 e 1951 é Antonio Oscar de Fragoso Carmona e não Antonio Oscar de Fracasso Carmona, como foi publicado na Ilustrada em 22/8″. (30/9/95)

Maiô usado, vestido suado

“Por um erro de digitação, na coluna ‘Joyce Pascowitch’, na pág. 5-2 (Mais!) de anteontem, onde se lê ‘o mesmo vestido suado na praia sobre o maiô’, o correto é ‘o mesmo vestido usado na praia sobre o maiô’”. (22/1/98)

Dilúvio

“Em alguns exemplares da edição de 30 de março de Esporte, foi informado incorretamente à pág. 4-3 que o personagem bíblico Jó criou a arca que salvou as espécies animais do dilúvio. Foi Noé quem construiu a arca.” (6/4/95)

Empate de espermatozóides

“Houve um erro na reportagem ‘Menstruação é enigma para meninos’ do Folhateen da edição de ontem. Dois espermatozóides não ‘empatam’ fecundando um mesmo óvulo. Dois óvulos podem ser fecundados por dois espermatozóides, dando origem a gêmeos bivitelinos, ou um óvulo fecundado por um espermatozóide pode se dividir em dois ovos, gerando gêmeos univitelinos (idênticos).” (12/5/92)

Tatu não nasce em ovo

“Diferentemente do que foi publicado em 29/11, na pág. 5-7 (Folhinha), o tatu não nasce de um ovo. Ele é um mamífero placentário, que se desenvolve na barriga de sua mãe.” (6/12/97)

Mandíbula

“O texto ‘Chico Anysio deixa hospital no Rio’, à pág. 4-2 (Ilustrada) de 20/2, informou que o humorista fraturou a “mandíbula direita”. A mandíbula (maxilar inferior) é um osso único.” (5/3/97)

Vou de “Taques”

“Diferentemente do que foi publicado na edição de ontem (São Paulo), a rodovia que passa pela cidade de Praia Grande chama-se Pedro Taques, e não Pedro Táxi.” (20/11/99)

http://www1.uol.com.br/folha/circulo/antologia_erramos.htm

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: ,

93 comentários para “Eu erro, tu erras, a Folha erramos”

  1. Uwe disse:

    Luis NassifSobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo
    06/03/2009 – 07:00
    O programa de um mihão de casas

    Vai ser corrigido também????

    Pimenta em olho alheio………………………

    Já cometi erros muito mais criativos. Imagine se tivesse usado o J em lugar do H.

  2. Vivi disse:

    Muito bom!!! rs O que assusta, depois das risadas, é perceber o nível de quem anda fazendo os jornais ultimamanente…

    Falando nisso, o texto do professor Villa, escalado para mostrar que a família Frias está correta no caso da “ditabranda”, praticamente criou a “ditabela”. Levou um pito público da antiga orientadora!!!

  3. Emilio disse:

    No passado dia 4 de fevereiro o site UOL divulgou a lista dos aprovados na primeira chamada da Fuvest 2009 às 9 horas (antes da própria FUVEST), mas a relação era de 2008!!!!!

  4. André Oliveira disse:

    Hahahahahahahaha……..
    São quase vídeo cacetadas, sem o vídeo

  5. Lil Netto disse:

    Priapismo?

  6. José Robson disse:

    “…foi encontrado um cadáver já em BOM estado de putrefação….”

    Trecho de uma reportagem policial que circulou em um jornal aqui da minha cidade, só não me recordo em qual, pois isto ocorreu já faz uns cinco anos – o caso ficou muito tempo sendo comentado.

  7. Marcelo de Matos disse:

    No site http://www.ezoneonline.com.br a matéria “As mulatas do imperador” trata de incríveis erros de impressão e suas correções, às vezes, mais incríveis ainda. Um jornalista disse que o imperador desembarcou no porto amparado por duas mulatas, ao invés de muletas. No livro “Flor de Sangue”, de Valentin Magalhães, publicado em 1897, a errata adverte: “À página 285, quarta linha, em vez de – estourar os miolos – leia-se cortar o pescoço”. Lá tem mais. Quem quiser, é só conferir.

  8. altamiro souza disse:

    Imagine a folha pedindo desculpas pelas falhas.
    Seria Catalogo de desculpas…

    a folha esteve sempre tao obcecada em reformar tudo, inclusive o corpo humano e os fatos da realidade economica e politica, que perdeu-se totalmente, so restou o redator do necrologio, um artista da palavra, que deveria criar uma pagina especial Humor do Avesso – ri tanto que quase levantei da cadeira…

    isso acontece porque, para a folha, no principio não era o verbo coisa nenhuma,

    era a verba…

    em resumo, a folha era bem mais humorada, não era, nao?

    O rio tambem não deixa por menos, cada vez mais excitante, tem ate orgasmo de morto…em cemiterio não há empate tecnico…
    que mortos priapricos, hein?

    boa foi aquela do foca que foi entrevistar o ferreira gular e na hora de escrever a materia escreveu goulart de andrade…

    (ainda bem que ambos são grandes figuras e nem reclamaram)…

    Isso tudo ai eh um grande lance – da livro.

  9. Marco Antonio disse:

    Foi o Reagan que veio ao Brasil e nos chamou de Bolívia. O resto do mundo apenas pensa que nossa capital é Buenos Aires. Quanto à Inglaterra, em minha opinião o erro é ter rainhas e reis. Logo, se se chamam Margareth ( que foi rainha de fato, talvez daí advindo um ato falho) ou Elizabeth, pouco se me dá. Fernando Henrique Cardoso não chamou o famoso personagem de Guimarães Rosa, Manuelzão ( havia, inclusive, a famosa obra, não lida pelo sociólogo, ” Manuelzão e Miguilim”) de “Manuelão”? Não tentou fugir de sua responsabilidade na participação gravada do caso Telebrás, dizendo que “o ilícito seria o presidente interferir em licitação, a Telebrás foi vendida por leilão”, ignorando que o leilão é apenas uma das cinco forma de licitação previstas pela lei 8666/93? Não seria o caso de a imprensa noticiar com muito mais destaque, já que se trata de alguém que se aposentou com 37 anos como professor e tenta difundir a fama de culto e bem-informado? Mas parece que gafes só existem para ex-metalúrgicos.

  10. HUGO disse:

    Aqui vai uma pérola de sua santidade FHC.

    “E que as minhas últimas palavras sejam de reconhecimento ao esforço feito pela Ford, perdão, pela General Motors…”
    26 de julho de 2000, em Gravataí, na inauguração de uma fábrica da GM.

    http://veja.abril.com.br/especiais/anos-fhc/melhores-frases-63749.shtml

    no link existem outras gafes, auto elogios e aquelas velhas afirmações que não afirmam absolutamente nada.

  11. Marco Antonio disse:

    E ainda há um erro divertido. Quando Brizola morreu, Eliane Cantanhêde o chamou de homem de poucas letras, embora_ gostando ou não dele_ foi considerado por políticos, autoridades e juristas um dos três maiores oradores políticos do século. E Eliane escreveu no texto que setores da sociedade tinham ” ogeriza” do gaúcho. Eu mandei um e-mail dizendo que ao menos as poucas letras que Brizola conhecia ele sabia como utilizar. A repórter simplesmente silenciou e o texto foi alterado, com a grafia correta.

  12. carlitos disse:

    Não é que a Joyce Pascowitch acertou na mosca? A correção da Folha é que logicamente está errada.

  13. Irismar Martins dos Santos disse:

    Não sei se foi inspirado no Erramos da Folha…

    Errata
    (LF Veríssimo)

    Na página 12, linha 16, onde está “Beije-me, desgraçado”, leia-se “Deixe-me, desgraçado”.
    Na página 13, linha 39, onde está “. . .da tia de Heidegger”, leia-se “ . . .da teoria de Heidegger”.
    Na página 28, o trecho que começa com a frase “Na água-furtada da mansão” e termina em “riso incontrolável” está completamente truncado. A segunda linha do trecho — “quando Melissa e Rudy surpreenderam Athos abrindo a barriga do gato” — deve ser a quarta. A quarta linha — “não posso, não posso me controlar! Quando a lua entra no quar­to crescente eu começo a minguar e. . . “ — deve ser a terceira. E a terceira — “uma linha de lanceiros se estendia por todo o horizonte” — deve ser de outro livro. No mesmo trecho, onde está “açude” leia-se “açoite” e onde está “reumatismo” leia-se “pragmatismo”. O autor não pode garantir que a ortografia da palavra em sânscrito esteja exata. E o ponto e vírgula depois de “bolor dos séculos”, claro, é ridículo.
    Página 111, terceira linha: onde está “com pé lindo” leia-se “compelindo”.
    Página 118. O autor não conseguiu localizar exatamente onde está o erro, mas é evidente que ele existe. O Dr. Robão não poderia ter participado do encontro com os conspiradores já que — como o leitor mais atento certamente percebeu — o Dr. Robão morreu de uma embolia no terceiro capítulo. É melhor pular esta parte.
    Página 200, da linha 20 até o fim da página. Totalmente ininteligível. Num esforço de memória (pois nem os originais tinha à mão, visto terem sido perdidos — ou jogados fora? — pelo revisor…) o autor conseguiu repor alguma ordem na narrativa. Ludmila não aceita a proposta do príncipe. Declara que prefere morrer a trair seu marido (e não “prefi­ro Momo a traíra no mar”, como saiu). Expulsa o príncipe da sua cama e o chama de ignóbil (em vez, é claro, de “Igor”). Nas linhas seguintes, como saiu, o leitor terá a impressão de que o príncipe tropeça num anão e cai de ponta-cabeça, pela janela, num canteiro, onde passa a ser cheirado, com interesse, por um unicórnio. Nada disso — desnecessário dizê-lo — acontece. O príncipe veste-se com calma dignidade, acena com a mão e sai (pela porta!) para o corredor, e só então começa a ser cheirado, com interesse, por um unicórnio. Pelo menos, o autor acha que é isto. Aquela frase no final do parágrafo — “Zé, telefona para o Duda” — não tem nada a ver com a história e deve ter sido acrescentada pelo revisor, Deus sabe em que circunstâncias.
    Página 301, linhas 3, 12 e 29. Onde está “babalu” leia-se “cabelo”. Onde está “lontra maluca” leia-se “lenta meleca” — quer dizer, até o autor já está ficando confuso, “lentamente” — e onde está “despiu-se alegremente no hall” leia-se “despediu-se alegremente no hall”.
    Página 324, da linha 4 até o fim. É Ludmila e não, como parece, o Dr. Robão — que está morto — que diz “O que está em julgamento hoje, senhores, é nada mais, nada menos, do que a tradição moral do Ocidente, a Ética Cristã e a minha massa de empada”. Ela sabe que todos sorrirão, menos o cri­minoso. Onde saiu “o motor pifou” leia-se “o promotor piscou”. A frase final de Athos, que deveria ser “Eu sou canhoto” — eliminando-o, portanto, como um dos suspeitos — saiu “Eu não sou canho­to”, o que modifica todo o sentido da história. O leitor pode muito bem deduzir que Athos acio­nou o interruptor, matando Miller e os três cientis­tas. O que tornará pouco convincente a confissão do príncipe, ainda mais que a sua frase, que encerra o livro — “Cavalheiros, fui eu” — saiu “cavalo fuinha”.
    No final é ponto e não vírgula.

  14. EGF disse:

    Baixou o Sérgio Porto em vocês hoje. Brilhante!

    Mas na imprensalona devia existir além da Erramos, a seção Mentimos.

  15. Carlos disse:

    Nassif,
    Confundir filhotes de perdiz com gotículas de saliva, como transmissores da peste pneumônica, é comparável com o “boimate” da veja.

  16. Marko disse:

    Kkkkkkkk

    O dia q a “Falha de S.Paulo” Publicar um ‘Erramos’ d 1ªpág. relativo ao “Ditabranda” quem sabe dê pra considerar… rs

    Qto a pergunta “Como chama aquela doença que é confundida com virilidade?” A resposta é Priapismo. E olha… (por desconhecer q isto em alguns casos pode levar a impotência permanente) tem mta gente querendo sofrer ou q o namorado, noivo, marido sofra dessa doença hein rs rs rs

  17. Neves disse:

    É normal pessoa a partir de certa idade trocar as bolas e os nomes das pessoas. Muitos que estão fazendo chacota com o lapso do presidente, mais dias ou menos dias, cometerão o mesmo engano. Só os acometidos de idiotia juvenil é que acham que isto nunca vai ocorrer com eles, a velhice é inexorável, a menos que você desista.
    A matéria da Folha cria um factóide para a exploração preconceituosa de sempre: basta dar uma volta pela rede para ver os mesmos blogs repercutindo a matéria, com os comentários jocosos, rancorosos e sobretudo de despeito.
    Um bando de gente de classe média que arrota sabedoria, se acham no direito de ofender quem não frequentou suas universidades. Lula cursou a dele, a mais prestigiosa, a universidade da vida; pois enquanto essa cambada ladra porque conhece a Rainha Elizabeth II pelo noticiário, Lula a conhece … pessoalmente.
    Como diria o Ibrahim Sued: sorry, periferia!

  18. [...] Nassif repercutiu esta matéria com um dos inúmeros textos da FSP que tentam desmoralizar qualquer erro do Lula. Leia aqui. [...]

  19. rundfunk hörer disse:

    Uma pérola inesquecível de um diário de Ponta Grossa (PR), nos anos 60, manchete principal na 1ª página:
    “Disco voador avistado nos céus de Curitiba” -
    só que sem o “é” em “céus”.

  20. Lau Mendes disse:

    “Na nota ‘Balão’, da coluna Joyce Pascowitch, publicada à pág. 5-2 (Ilustrada) de 18/12, onde se lê ‘bando Opportunity’, leia-se ‘banco Opportunity’;” (21.dez.95)

    -A data …DEZ 1 9 9 5

    Premonição ou “ato falho”?

Deixe um comentário:

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

Os campos com * são de preenchimento obrigatório






Voltar ao topo