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04/03/2009 - 10:00

O imposto sobre maconha

Por Vinícius Fernandes

Clique aqui.

não está rolando em nenhum lugar aqui essa discussão ?

Imposto sobre a maconha pode ajudar a Califórnia a sair da crise

Imposto sobre a maconha pode ajudar Califórnia a sair da crise
O projeto de lei de um deputado do Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, propõe a legalização da maconha e a cobrança de impostos sobre a venda da droga, como forma de ajudar a reduzir o alto déficit do Estado.

O projeto do representante democrata de San Francisco, Tom Ammiano, legalizaria o cultivo, a posse e a venda de maconha para maiores de 21 anos. A utilização medicinal da maconha já é legal na Califórnia, mas a nova legislação iria além disto, permitindo o uso da substância para consumidores comuns.

Cultivadores da erva e atacadistas pagariam uma taxa inicial de franquia de US$ 5 mil, além de um imposto anual de US$ 2,5 mil. Já os revendedores pagariam US$ 50 por cada onça (28 gramas) do produto.

Críticos da proposta acreditam que a legalização estimularia o consumo da maconha e levaria ao uso de drogas mais pesadas e que ao cobrar imposto o governo teria interesse em manter elevado o consumo.

E você o que acha? Você acredita que a legalização estimularia o consumo? Você acha errado o governo cobrar imposto sobre a venda de drogas?

Por Dishumor Astúcio

Agora eles precisam de nós. Sinto-me ultrajado.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: , ,

101 comentários para “O imposto sobre maconha”

  1. Taiguara disse:

    Só pode ter sido por influência do FHC e do Gabeira. Que, por ora, estão absortos na instalação e divulgação do “cansei’ federal. E depois a Dilma é que é ‘midiática’.

  2. Rutger Hauer disse:

    Quem diria? Os maconheiros vão salvar o mundo.

  3. ednardo disse:

    - há drogas e drogas. MAconha não tem o poder de vício que tem por exemplo cocaína, heroína e crack, e nem o mesmo poder de destruição.

    - Acredito que num primeiro momento aumentaria o consumo, pois muitos “curiosos” a experimentariam. MAs até onde sei, maconha está em termos de geração de dependência e de estragos no corpo no mesmo patamar do álcool e do cigarro (no caso, juntos)

    - sou a favor da legalização da maconha (e só dela) nos mesmos moldes que o álcool e o cigarro.

    - mas onde seria aplicado este recursos? campanhas educativas? financiamento do estado?

    - Creio que os Estados são pouco efetivos no combate a práticas como álcool, tabagismo e drogas.

    Obs.: nem fumo, nem bebo. Mas creio que proibir gera um perigoso mercado ilegal.

  4. Luiz Eduardo Brandão disse:

    O governo já cobra imposto sobre drogas: álcool, cigarro. Tanto lá como aqui. Que legalizar a produção e o consumo da maconha (da cocaína, heroína, etc.) seja uma ideia a discutir, concordo. Mas daí a ver isso como fonte de receita para cobrir rombos do Estado é uma aberração fiscalista psicodélica. A receita com os impostos sobre drogas deveriam ser vinculados obrigatoriamente ao tratamento dos viciados (que quiserem se livrar do vício), propaganda sobre os malefícios da droga, programas de prevenção etc.

  5. Soy Contra! disse:

    A hipocrisia impera quando se fala em drogas.
    Como se droga fosse possível de classificar em leves, pesadas, toleradas, legais e ilegais.
    Sabe-se que o álcool surgiu com a civilização, mas é uma droga que realmente mata – se tomada em excesso.
    O tabaco é delicioso, mas também mata, se fumado em excesso.
    A TV comercial e a imprensa idem também matam como no caso da febre amarela.
    O mundo está cheio de drogas, a começar pelos programas de TV que viciam e queimam os neurônios.
    O alcool foi proibido nos USA e a Máfia consolidou-se, cresceu e hoje manda e desmanda, havendo até assassinado presidentes e políticos.
    Quantos remédios se transformam em droga e viciam os pacientes?
    A hipocrisia diz que maconha é droga ilegal, como cocaina e outras.
    Mas nenhuma delas faz a pessoa perder a cabeça e trucidar a família, como o álcool.
    Os grandes, pequenos e médios traficantes e cartéis das drogas, assim como os contraventores dos bingos e jogo do bicho agradecem pela proibição
    Se legalizarem, regulamentarem e jogarem impostos encima, eles perderão muito dinheiro.
    Na minha opinião essa discussão é pura idiotice. É como a igreja católica continuar dizendo que o diabo existe, que a gente só pode fazer sexo quando quiser procriar, que não se pode usar camisinha.
    Ou se proibem todas as drogas ou legalizem todas, com limitações de uso, venda e compra.
    Não há outra solução.

  6. joao carlos folle disse:

    se for fazer um estudo serio de tudo que se gasta para combater o uso da maconha veremos que a legalizaçao seria uma soluçao que nao aumentaria o consumo pois hoje quem quizer fuma , e muinto façil de encontrar a droga e evitaria quantas mortes e diminuiria a corrupcao nos orgaos repressores.

  7. Dalmace disse:

    Certíssimo, com o $$ do imposto poderia haver tratamento gratuito para dependentes, coisa que não acontece hoje com o cigarro e com o álcool.
    A desculpa que a maconha é porta de entrada para outras drogas é mentira porque a porta de entrada é o álcool, outra desculpa esfarrapada é o q o governo teria interesse no aumento do consumo por causa da arrecadação, o cigarro governo incentiva o uso do cigarro ?
    A verdade é muito político ganha $$ com o tráfico, por isso não mudam.

  8. Anderson Santos disse:

    A questao eh: se for liberado a venda e consumo de drogas, quem paga pelos custos de saude publica decorrentes de doencas que o individuo tiver ?

    Cada um deveria ser livre para fazer o que desejasse, mas neste caso, eh justo que as consequencias financeiras destes desejos sejam diluidas na sociedade ?

  9. Nelson Eulálio disse:

    Isso só mostra que o velho Marx tinha razão ao dizer que a base econômica determina a superestrutura jurídico-polítco-ideológica. De outro lado, dizer que a liberação da maconha vai induzir o consumo de drogas mais pesadas, é balela. A droga (pesada) que induz o consumo de (outras) drogas pesadas (e também das leves, como a própria maconha) é o álcool. Este, não somente tem o seu conumo liberado como incentivado através de sofisticadas campanhas publicitárias. Vale observar também que um dos grandes problemas do consumo de drogas ilegais é justamente a aquisição delas. Como são ilegais quem as comercializa é a bandidagem. O jovem que vai adquirir é obrigado ao cotacto (e a contaminação (anti) ético-moral) com essa bandidagem.

  10. João disse:

    Tabaco, cafeína e álcool etílico são liberados e não conheço pesquisas que demonstrem que isso tenha incentivado o consumo de outras drogas.

  11. Ernesto disse:

    O governo já cobra imposto sobre venda de drogas (cigarro e bebidas).
    Maconha pode ser plantada em vasos, em casa, para consumo próprio.
    Em Porto Alegre, na década de 70, tinha gente que plantava em parques e praças, principalmente nas que eram mal cuidadas e que tinham mato crescendo. Dizem que era plantada até em alguns colégios.
    Acho essa idéia uma bobagem, tentar ganhar dinheiro com cobrança de impostos sobre maconha para tirar a Califórnia do sufoco.

  12. Marcelo Nery dos Santos disse:

    Ótimo e pertinente assunto… A melhor solução que conheço é da Espanha… A lei proibide consumo em locais públicos (mas a maioria dos policiais faz vista grossa), é permitido o plantio em residência até uma certa quantidade (se não me engano 10 pés) e o usuário eventualmente flagrado com até 50 gramas não é fichado. Taxar e legalizar é bobagem, o importante é combater o traficante e legalizar o usuário, maconha é muito barato pra gerar traficantes de pequena quantidade. A permissão do plantio vai gerar situações ótimas para o usuário, tipos diversos, pureza e a diversão de plantar, tratar, colher e aproveitar o seu baseado feito em casa. Policial corrupto sempre vai ter, em todos os países, não existe lei contra isso, só denúncias…

  13. Claudio Oliva de Lyra disse:

    Finalmente recebi a famosa mensagem “vc está teclando rápido demais”. O que isso significa? Minha msg foi enviada?

    Eita. Vamos ver.

  14. Zé Pedro disse:

    50$ o grama!? para o revendendor!?
    aqui no brasil, o grama sai na média por 1 real. para o usuário.

  15. Fabio Martins disse:

    Eu acho que o governo vai ter um gasto muito maior no sistema de saúde para recuperar e tratar os viciados.

  16. EDUARDO disse:

    Vício é vício e nunca virtude.

    Legalizar a maconha ou qualquer outra droga só estimula ainda mais o consumo.

    Ainda mais um vício lucrativo. Isso é apostar no fácil.

    Para sair da crise, isso vale para qualquer país…

    Os governos devem conter os gastos supérfluos e desonerar o consumo da baixa renda – isso é tão ou mais importante do que aumentar o crédito para essas mesmas pessoas.

    Investir maciçamente em infra-estrutura com intensa utilização de mão de obra – nesse caso, até com dinheiro emprestado vale a pena – estou falando em infraestrutura…

    Comprar dos proprietários carros com muito tempo de uso e simplesmente destruí-los… Isso mesmo….destruí-los…é melhor do que dar dinheiro para montadoras.

    Desonerar qualquer investimento que utilize intensa mão de obra, sobretudo habitação…

    Taxa de juros é um mistério…. porque o governo precisa dela tão alta ?
    É claro que seria bom baixar… e muito….

    Pegar pesado com países protecionistas

    Plantão 24 horas para estimular o mercado interno.

    Essas são “linhas mestras” Estou ignorando qualquer detalhamento e realidade específica, mas é claro que estou pensando mais no Brasil…

    Eduardo
    Santo André-SP

  17. Marcelo Sobral disse:

    A realidade é que muitas pessoas gostam de fumar maconha, e isto não vai mudar com maior repressão. Acredito que o dano menor seria realmente liberar, porém com as cautelas que arduamente tentam se aplicar a drogas já legalizadas (tabaco e álcool): proibição de qualquer tipo de marketing, proibição de que empresas de capital aberto explorem esse mercado, e campanhas informativas sobre os riscos à saúde.

  18. Marcelo Nery dos Santos disse:

    Outro detalhe importante na Espanha, é permitida a montagem de lojas para vendas de sementes, vasos, iluminação, etc, para plantio caseiro, esse negócio sim pode e deve ser taxado. Além disso é permitida a criação de revistas, jornais, blogs, etc que permitam a comunidade de usuários se informar, plantar e escapar do traficante.

    Maconha não deveria ser proibida mas brigar contra o preconceito é uma luta inglória para qualquer político. Batalhemos pelo direito universal de que cada um tenha sua própria planta e vamos tratar de questões mais importantes.

  19. foo disse:

    O que está rolando é uma campanha para liberalizacão da maconha nos EUA, o que eu acho muito bom.

    Mas daí a dizer que os impostos vão ajudar a combater a crise, é um passo muito grande.

  20. jairo batista dos santos disse:

    Esta mais do que na hora de legalizar, tanto o consumo, como o comércio, cobrando impostos. Pode se utilizar parte da arrecadação na construção de clínicas para drogados. Outro efeito, não tanto nos EUA, mas nos países periféricos, seria o fim da corrupção policial que dá cobertura aos traficantes, cobrando pela “proteção” dos mesmos. Daria praticamente fim aos assassinatos ligados ao tráfico de drogas.
    Fim da hipocrisia.

  21. Neves disse:

    Falou, bicho.

    Legalize it now!

  22. Compulsivo disse:

    Uma coisa a menos para a polícia se preocupar e quem sabe se concentrar nos verdadeiros criminosos que atentam contra o patrimônio e até a vida alheia…

    []’s
    Compulsivo

  23. ruy garcia disse:

    Tenho 57 anos e praticamente nunca fumei maconha. Mas apoio toda e qualquer tentativa de descriminalizar o uso de drogas. As atuais formas de combater o tráfico são totalmente ineficientes e só o que fazem é gerar mais tráfico, corrupção, etc. Há que ser criativo e pensar em novas. Esta iniciativa do deputado americano é uma delas.

  24. Lúcio Alves de Barros disse:

    O ex presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) defendeu a liberalização da maconha. Não tenho dúvidas que ele tenha pensado nisso.

  25. policia_federal disse:

    Já imaginou se a moda pega ?

    Resolvem liberar e regular o comércio de maconha, cocaína, etc ? Resolvem mudar o foco para o tratamento dos viciados ?

    MEU DEUS, MEU DEUS !!!

    Como ficará a velha guarda da Polícia Federal ?

    Eles vão ter que caçar corruptos e bandidos do colarinho branco pra mostrar serviço !!!

    Oh, nooooooo !!!!!!!!!!!!!

  26. Marcelo de Matos disse:

    Não há a menor dúvida de que daqui a pouco tempo a marijuana estará liberadinha da silva. Há fortes indícios de que isso irá ocorrer. A Souza Cruz, segundo a revista Superinteressante, já teria em depósito a marca Bob Marley. O provecto FHC, falando em nome da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, acaba de se pronunciar favoravelmente à liberação. Essa organização não-governamental tem à frente os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, César Gaviria (Colômbia) e Ernesto Zedillo (México). Como se vê, os defensores da descriminalização estão bem calçados. O blogueiro Duílio, da Folha, tem o perigoso hábito de ir a pé da Avenida Paulista à sua casa, no Brás. No caminho diz encontrar muitos grupos fumando maconha. Para ele, a droga já está liberada faz tempo. Então, o melhor é mesmo descriminalizar e cobrar imposto. Nosso Código Tributário Nacional já prevê a tributação das atividades, ilícitas, criminosas ou imorais. Essa orientação teria sido inspirada pela resposta do imperador Vespasiano a seu filho Tito, que o recriminava por ter instituído tributo sobre as latrinas públicas. Vespasiano teria afirmado que o dinheiro “non olet”, isto é, não tem cheiro.

  27. JEL disse:

    A legalização da maconha a colocaria no mesmo patamar do álcool. Por um lado o governo arrecada impostos, por outro tem despesas médicas e outras consequentes do abuso inevitável da sociedade. É claro que seria um estímulo ao uso, mas isso não é o fim do mundo, é uma decisão e um direito da sociedade se quer aceitar essa legalização.

  28. francisco.latorre disse:

    maconha é questão cultural.

    usos e costumes.

  29. Flavio Salles disse:

    A maconha só foi e é proibida porque dá (provoca) fome ! Entenderam ?

  30. Casa Forte disse:

    Diferentemente do Brasil, nos USA a pressão popular é grande nesse sentido. Segue trecho da reportagem que saiu no site do “O Globo” em 21/01:

    “Um sinal claro disso pôde ser encontrado numa visita simples ao site Change.gov, do gabinete de transição da presidência, que Obama manteve ativo desde o dia em que foi eleito, e que arregimentou um arcabouço de informações que (também espera-se) serão usadas pelo novo governo. Uma das seções mais populares do site, a Citizen´s Briefing Book, propôs que os usuários escrevessem ideias sobre medidas que o presidente deveria tomar, em qualquer área da administração pública. O serviço recebeu mais de 70 mil contribuições, sendo que qualquer ideia postada poderia ser aprovada ou reprovada pelos próprios usuários, gerando assim uma pontuação que montava um ranking de popularidade. E adivinhe qual foi a sugestão mais largamente aprovada pelos usuários? Sim, ela mesmo: A legalização da maconha.

    O assunto “Ending marihuana prohibition” ficou em primeiro lugar no ranking do serviço interativo do site do gabinete de transição do governo americano. Ultrapassou em popularidade propostas com temáticas ecológicas e pacifistas, pedidos por investimentos em transporte e pleitos de cunho previdenciário.

    Curiosamente, a terceira proposta mais votada, atrás apenas da que pede que os EUA tornem-se “o país mais ecológico do mundo”, é um pedido para que o governo federal pare de combater as leis estaduais que permitem o uso de maconha para fins medicinais.”

    Reportagem completa:
    http://oglobo.globo.com//blogs/sobredrogas/post.asp?cod_post=155385

  31. Rafael Coelho disse:

    No Brasil, a legalização teria que passar por algum programa de “ressocialização” do tráfico. Não adianta o Carrefour e o Pão de Açúcar começar a vender maconha e os estados cobrar ICMS em cima.

    A venda de maconha faz renda na favela. Tirar esse dinheiro de lá ou faria o tráfico virar uma máfia de roubos, seqüestros, etc, ou agravaria a situação de alguns locais.

  32. Moses disse:

    Está ficando cada vez mais dificil justificar a proibição. Ainda bem que é assim. Numa nação que se funda na liberdade, aliás, justificar qualquer proibição requer muitos argumentos.
    Esse aspecto da arrecadação até é secundário como forma de saneamento das finanças, mas obviamente importa quando se leva em conta que o Estado se abstém de tributar uma atividade econômica de relevo.
    Sobre a tese de que vai aumentar o consumo, acho difícil, mas merece ser estudada. O que se pode é ficar pautando as opções do Estado, e limitando a liberdade dos indivíduos, apenas com amparo em argumentos médicos ou policiais.

  33. policia_federal disse:

    “Taxar e legalizar é bobagem, o importante é combater o traficante e legalizar o usuário”

    Pelo amor de Deus… Se é para combater alguém – “se” – então é justamente o contrário !!

    Quem puxa o comércio da droga é a demanda do usuário, não a oferta do traficante.

  34. Emerson disse:

    Olá Nassif,
    A questão das drogas, aí incluida maconha, cocaína, sinteticas e até o álcool, deve ser abordada a partir de diferentes pontos de vista. Da questão de saúde pública, o o uso da cocaína, cigarro, álcool e maconha deveriam ser desestimuladas pelo Estado. Junto ás drogas injetáveis há o problema da AIDS, do cigarro e da maconha os diversos tipos de câncer e do álcool, a violência doméstica, câncer e mesmo acidentes de trânsito. POr outro lado, a simples proibição e a repressão (nos moldes da war to drugs) tornou o comércio das drogas (ilícitas) tão lucrativo que tem sido um agente de corrupção das polícias e políticos, e por ser iliegal, tornando a violência a única ferramenta de dissuasão, tipo “se não pagar, morre”. Mesmo as guerras entre traficantes é motivada pelo enorme lucro, afinal entre o risco de morrer e ganhar uma fortuna, existe muita gente que avalia o risto aceitável. Deste modo, legalizar o consumo das drogas, como se fez com o álcool e cigarro, seria o caminha mais sensato para reduzir a criminalidade. Não se vê ninguém matando ou morrendo por causa de dívida de cigarro ou álcool, nem se vê donos de bares fazendo tocaia em uma disputa por um ponto de venda. Contudo, a esperiência holandesa parece apontar que a constituição de ilhas de legalidade não parece funcionar, pois estas regiões se tornam foco de turismo de drogas. O melhor seria uma legalização mundial, pois assim ninguém ficaria motivado a se mudar para uma dada cidade, estado ou país apenas por causa das drogas. Mas deveria haver uma intensa campanha de desestímulo ao consumo, como ocorreu com o cigarro e mais timidamente com o álcool, além da constituição de uma rede de saúde pública para atender os dependentes. (infelizmente esta rede não existe nem para o dependente do álcool). Por fim, achar que taxar o uso das drogas serviria para salvar o caixa de qualquer governo, é ingênuo ou de má-fé, pois os custos envolvidos com as campanhas e com o atendimento de saúde para os dependentes seria muito alto (a não ser que a economia conseguida com o fim da repressão ao tráfico fosse de fato revertido para equilibrar o caixa do Estado). Por fim, duvido que a simples legalização do uso de uma droga venha aumentar seu consumo, assim como a legalização do aborto não motivará a todas as mulheres a abortarem. Um exemplo é o consumo do álcool. Ninguém é motivado a beber por ser uma droga lícita. Conheço muitos amigos que não bebem por opção, outro que não bebem por serem dependentes conscientes, outros que são absolutamente dependentes e negam e a maioria que bebe por recreação. Irão usar drogas legalmente aqueles que o fazem ilegalmente, alguns usarão recreativamente mas não serão dependentes e outros simplesmente não usarão por opção. A idéia de escala no uso das drogas, começando das mais leves e indo para as pesadas, é falho ao permitir o uso do álcool, que é uma droga que considero pesada e o verdadeiro acesso às outras. Todos os usuários começam com o álcool, mas não é por ser uma droga lícita que todos os que bebem irão buscar drogas pesadas.

  35. Ninguém disse:

    Já não é de hoje que defendo a legalização de todas as drogas. O governo cobraria impostos e garantiria o controle em relação à qualidade e a venda do produto (cocaína e heroína, por exemplo, só poderiam ser vendidas em farmácias especialmente licenciadas e compradas apenas por usuários cadastrados). O dinheiro arrecadado seria usado para a educação preventiva e em clínicas de desintoxicação diretamente administradas pelo estado. Ao legalizar a produção, comercialização, posse e uso das drogas, acredito que veríamos uma queda vertiginosa na violência urbana, uma vez que a maioria esmagadora das balas perdidas e da corrupção que grassa no aparato policial está direta ou indiretamente ligada ao tráfico de drogas, o qual, por sua vez, está diretamente ligado ao comércio ilegal de armas.

  36. Miza disse:

    Se cachaça é bem cultural, recebe incentivo e isenção, e destrói a bugrada, porquê não libera a maconha? Quem já passou por saúde pública sabe o mal que a marvada faz no tecido social brasileiro. Cachaça é mil vezes mais danoso ao Brasil que a maconha. O resto é cinismo de meganha corrupto e político do século XVIII ainda insepulto. Escravidão aqui já foi legalizado, foi comércio, enricou muita gentte boa. Maconha, uma planta, pode não, destrói a cabeça da bugrada… hahahahah, me faz rir, esse tipo de gente preocupa com a cabeça da gente, não. Ta certo, menos hipocrisia. Ate imagino em Pernambuco, festival da maromba, com uma oficina entre Brasil e Jamaica. A Embrapa desenvolve uma variedade de cannabis pra caatinga, ou seja, o sertão vai virar maresia. Melhor que terra de coronel, Sarneys e carvão.

    Maconha no sertão.

    sds

  37. Hamilton disse:

    O Gabeira é contra.

  38. Sílvia Gomes disse:

    Vou ser rápida porque não tenho muito tempo, trabalho muito. A maconha não é uma droga, é uma planta. E seus efeitos de cura vão além dos já conhecidos.

  39. Cauê disse:

    É tá caro mesmo.

  40. Soledad Larraz disse:

    O Governo já tributa de forma estratosférica drogas. Alcool, cigarro,medicamentos.

    Se houver a liberação, teremos mais problemas de saúde pública a serem resolvidos. Achamos que já é uma caos; será então “uma p..viagem ir aos hospitais públicos!” Quem fumar verá!

    Mas há também a droga do Gilmar, a droga pesada do Dantas, ervas que não conseguimos arrancar de nosso solo pátrio…

    Se liberar a maconha e houver a tributação, acredito que seja usado para o caixa dois das campanhas…Uma droga de destinação de recursos…

    Sei lá, acho que quem teceria um comentário bem abrangente sobre o assunto seria o FTHC.

    Abraços
    Soledad

  41. lukas disse:

    Quem compra maconha mais barata do traficante vai passar a comprar do governo mais cara? E mais, quem disse que o traficante vai passar o negócio dele de mão beijada para o governo?
    O que vai acontecer é a estatização do crime organizado. Quem conrola a droga no submundo vai controlar quem vende no oficial. Se não aceitar vai receber a punição comum desse submundo. Vala.

    A proposta é tola para chamar platéia.

  42. luzete disse:

    Até prova em contrário, a legalização do uso da maconha (e outras drogas) certamente quebraria um naco importante dos focos de corrupção e de violência.

    o que se gasta para “combater o narcotráfico” (basta dar uma olhada nos orçamentos dos isteites e da Colômbia, as guerras inventadas, as armas vendidas) seria mais do que suficente para campanhas desmobilizadoras do uso e eventual tratamento de dependentes.

  43. Humberto Alencar disse:

    Vamos liberar logo esse negocio e cuidar de outros crimes.E aquele velho ditado;se não consegue vence-los ,junte-se a eles.

  44. Master(mulher do anarquista) disse:

    Se alguém responder com dados científicos a diferença da bebida exagerada e da maconha eu me rendo contra qualquer argumentação contra a liberação da mesma.

    Esse argumento de que a maconha pode conduzir o indivíduo a drogas mais pesadas é supostamente real.O mesmo acontece com a bebida.

    Não há diferença alguma entre o alcoólotra e consumidor da maconha.Os riscos são os mesmos.Diria até que um ”maconheiro” sofre menos danos físicos que um alcoólotra.

    E por que temos o AA e não temos MA(maconheiros anônimos?Porque o organismo de aceitação de qualquer droga é diferenciado.Vejamos:

    As reações do maconheiro: Transitam entre a valentia e a covardia.O choro e a alegria.A fome e a falta de apetite.O mesmo se dá com bebidas alcoólicas.Depende do organismo e da dose que cada um pode aceitar.

    Ser contra as drogas é ser contra a realidade.Já é um surto por natureza.Elas elas estão aí presentes no nosso dia a dia.Não seria exagero afirmar que para algumas pessoas um cigarro é mais letal do que a maconha.

    Isso é apologia a elas? Evidente que não.Mas também não podemos fugir da realidade que está na nossa porta.E muito menos sermos hipócritas.As drogas empregam milhões de pessoas no mundo e destróem o dobro de pesasoas empregadas.

    A pergunta seria: Vamos deixar policiais corruptos,traficantes viverem a custa de viciados ou vamos taxar impostos? Vamos moralizar o sistema através de um combate REALMENTE efetivo contra as drogas ou vamos ficar no ”faz de conta” que estamos contra elas?

    Nos anos 30 foi proibida a bebida nos EUA.Foi quando Al Capone ganhou mais dinheiro.Um pouco depois quando os KENEDYS sabiam que iria ser liberada novamente, seus navios estavam estreitando os portos para abastecerem o mercado americano.Ficaram mais ricos ainda.

    Não se combate um vício proibindo.Ao contrário aguça mais ainda.Por incrível que parecer possa se combate um vicio liberando-o.E ao libera-lo no mínimo dos mínimos cai por terra toda corrupção política,policial ”bandidesca” que domina morros e favelas.

    Eu faria uma experiência por um certo periodo liberando tudo.E depois com as consequências favoráveis ou não tomaria providências baseadas em fatos e não em suposições.

    A Holanda liberou tudo com áreas restritas, depois proibiu, depois liberou.E confesso que não sei os resultados finais.E nem me interesso.Porque tanto a Holanda como qualque país do mundo não serve como parâmetro.Cada um com suas dictomias.

    No meu parecer faria uma experiência no Brasil liberando e taxando TODAS as drogas.Por um periodo determinado é evidente.E aí saberiamos os resultados e poderiamos opinar com mais clareza e basedo em fatos a respeito.

    É um assunto muito complexo que merece uma discussão mais ampla.

  45. pb disse:

    vamos legalizar também os assaltos, desde que também paguem impostos.
    vai aumentar a venda de armas, o que aumenta a arrecadação. Considerando que eles já ocorrem em cada esquina, eles também já devem estar “liberados”, como disse o tal blogueiro Duílio a respeito da maconha.

  46. Vinícius Fernandes disse:

    As pessoas acham, acham, acham. Esse é o problema.

    Questões como:

    - porta de entrada de outras drogas?

    -pior ou melhor que álcool?

    - o custo do tratamento de tanto viciado seria ainda maior ?

    Eu vejo que os argumentos a favor da proibição da maconha são especulativos. Enquanto os a contra são mais objetivo.

    -acaba-se com o tráfico da droga mais consumida e lucrativa do Brasil

    -arrecada-se tributos (e muitos). Os maconheiros desse Brasil pagariam bem caro por uma erva de qualidade. Como os fazem os Whiskeiros, não ?

    -não há prejuízo clínico além do que se tem com o tabaco. Eu não conheço clínica de tratamento de maconheiros. O que existem são pessoas que tem problemas psicológicos que fumam maconha. Trata-se a patologia, não o vício. Veja que a falta de sentido na vida pode ser uma patologia

    Enfim, o problema, ao meu ver, é exclusivamente político. Pessoas ricas tem interesse na proibição. Denis Russo Burgierman praticamente exaure a questão em seu livrinho. Leiam que é bom

  47. Romanelli disse:

    DESCRIMINALIZAR SIM …o Estado não tem que se meter na vida do cidadão comum

    DITO ISSO

    …agora, não adianta querer enfeitar o pavão

    MACONHA, como toda droga, pode até ser medicamentosa, mas faz mal tb, pra memória e pra concentração

    Há que não descuidarmos da educação e do esclarecimento aos mais jovens

    Aliás, tudo o que é demais faz mal, gordura, cigarro, álcool são outros exemplos

    e quanto ao Estado arrecadar dinheiro …bem ??!!

    Se fizermos um paralelo com outros casos, por ex, cigarro e bebida, veremos que a sociedade teve outra evolução e visão sobre seu uso

    PRIMEIRO, pro cigarro e bebida, achava-se bom, coisa de status, e que inclusive não fazia mal (cigarro chegou a ser receitado pra ASMA) ..depois é que percebemos dos exageros

    Já com a maconha, “eticamente” é diferente, PARTIMOS já da certeza que faz mal …então…então encarar como uma “simples atividade passível de ser tributada” …me parece meio MUNDO CÃO, não ?

  48. Jorge disse:

    eu acho uma boa idéia. contudo, parece que a plantar de maconha é bastante simples, sendo assim, liberada, seria possível aos usuários plantarem a maconha em casa. hoje tiraria dinheiro dos traficantes, amanhã da receita. de qualquer forma não faz mas sentido proibir a maconha diante de tantas drogras que circulam em nossa sociedade. eu nunca fumei e nunca fumarei maconha e sempre recomendarei que as pessoas próximas não fumem também. agora proibir não faz sentido – alias, somente faz para traficantes e viciados em propina.

  49. Victor disse:

    Totalmente a favor da legalização, com elevadas taxas e regulamentação do seu uso (proibidio o uso em locais públicos, na condução de veículos, etc.).

    E, se é para acabar com a hipocrisia, poderiam aproveitar para socializar o trabalho nas favelas, dispondo que a industrialização da maconha depende da contratação de funcionários com habilitação técnica específica e, ato contínuo, criar cursos profissionalisantes exclusivamente nas favelas e vilas do Brasil, com participação dos conselhos comunitários desses lugares. Aliás, essas favelas poderiam receber subsídios para criarem pequenas cooperativas de produção e comercialização.

    E poderiam manejar o instrumental jurídico para vincular parte da receita dos tributos a investimento em favelas, com construção de hospitais, outros cursos profissionalizantes, escolas e aprimoramento do saneamento básico.

    Quanto ao fato de que o suposto ganho com tributos não pagaria o custo com tratamento de viciados, essa alegação é um sofisma. Em primeiro lugar, é notório que quem quer consumir maconha hoje em dia simplesmente consome, independentemente da criminalização, pelo simples fato de que o aparato jurídico-penal não consegue se infiltrar em todas as brechas das relações sociais – então, na verdade, o Estado já está gastando o que tem que gastar com o tratamento de viciados. Em segundo lugar, qualquer pessoa com experiência de vida (não precisa ser usuário) sabe que maconha raramente causa sérios prejuízos à saúde, inclusive mental – ao menos não causa mais prejuízos ou provoca mais dependência que o alcool e o tabaco. É sinal de desconhecimento dizer que alguém se internou numa clínica de desintoxicação porque “é viciado em maconha” – isso não existe.

  50. Marcelo Brito disse:

    Trata-se de uma idéia muito boa. Quem fuma maconha impoe um custo a sociedade, como gasto adicional em saude publica. Este custo pode muito bem ser devolvido na forma do imposto. O custo nao é infinito a ponto de justificar a proibicao do comércio e do uso da droga.
    Qualquer um entende facilmente que uma indústria nao tem que ser proibida de utilizar determinado poluente se o dano dele nao for tao grande assim. Tal indústria deve apenas pagar um imposto por quantidade de poluente lancada, porque o custo social tambem nao é infinito.
    Quando o argumento é transferido do poluente da indústria para o uso de maconha, menos gente entende. A questao esbarra em preconceitos. Muita gente rejeita o estilo de vida associado ao consumo de maconha e por isso, acaba defendendo a proibicao total. Nao percebe que tal estilo de vida associado à maconha tem origem na própria proibicao.

  51. Neves disse:

    Ô Ruy,

    “praticamente nunca fumei maconha”.

    Como é que é “praticamente nunca” fumar? Fumou e não tragou, viajou na maresia, ou só ficou nuns tapinhas?

    Brincadeirinha, viu? É que não gosto de perder piada.

  52. Neves disse:

    JEL,

    “A legalização da maconha a colocaria no mesmo patamar do álcool. Por um lado o governo arrecada impostos, por outro tem despesas médicas ..”

    O que você sugere então? Que se proíba o ácool como se proíbe a maconha?
    Posso lhe afirmar que a proibição do álccol no EUA não deu certo, criou mais problemas do que solução.
    A proibição da maconha também não está dando certo. A guerra às drogas está perdida. Tal como a proibição do álcool ele resulta em corrupção de autoridades, lucros imorais para traficantes, violência nas periferias urbanas, crescimento de população carcerária, etc.
    Pode-se falar cobras e lagartos da Souza Cruz, da Ambev e de outras companhias que vendem drogas legalizadas, mas nehuma delas financiam bandos armados nas favelas.
    Houve um tempo em que a cocaína era vendida em farmácias. Até os anos 60 elas vendiam lança perfume no carnaval. Posso também lhe afirmar que elas não corrompiam policiais, organizavam guerras para controle de pontos ou se cartelizavam em siglas como CV, ADA, Terceiro Comando, etc.
    Quanto as despesas médicas, posso ainda lhe afirmar, comer demais faz mal. O excesso de comida mata mais do que as drogas. Seria o caso de fechar churrascarias? Proibir o Big Mac e colocar na ilegalidade as redes de fast food?

  53. Neves disse:

    Para uma reflexão séria sobre o tema, sempre sugiro esta entrevista abaixo:

    Entrevista com Milton Friedman sobre a “Guerra às Drogas”
    http://www.geocities.com/friedmises/

  54. Rodrigo disse:

    Sou totalmente a favor da legalização das drogas. O tabaco é extremamente maléfico e ninguém se preocupa com os gastos do Estado. O álcool é considerado das piores drogas pela OMS, é legalizado e além disso, você é discriminado se não consome!!

    Não uso drogas e sou contra seu uso, mas que legalizem tudo, cada um sabe o que faz pra si. É bom que rende impostos e acaba com o tráfico.
    Do jeito que hoje é, além de estimular a criminalidade, gera mais gastos para o Estado, com segurança e saúde.

  55. Jorge disse:

    vc está teclando rápido demais já encheu o que tinha que encher. desativem isso. urgente!

  56. gepeto disse:

    Vou repetir o que Boris Casoy disse em seu jornal no dia da declaraçao do imperador FHC: porque só a maconha. E quem gosta de outras drogas ? e quem curte coca , etc? Nao vai discriminalizar ? E agora nao vai cobrar imposto ?

    FHC já se manifestou ?
    Ele deve ficar muito feliz que uma ideia da colonia seja aproveitada pela matriz, não é mesmo ? Ah esses neo-colonizados ….

  57. GODPLAYER disse:

    Bill Clinton apoia. Se a California legalizar a maconha, vai ter um fluxo demográfico imenso pra lá! Seria a primeira cidade do mundo a combater Amisterdã de forma legal, afinal no RJ se fuma em qualquer lugar.

  58. Marcos disse:

    Tributável já é, de acordo com o Código Tributário. O tráfico não teria de ser tão violento, embora a vontade de ´burlar´ a produção ´oficial´ não vá acabar, vide o que acontece com o cigarro vendido por camelôs. A extensão social e financeira do tráfico talvez fosse conhecida.

  59. Agora eles precisam de nós. Sinto-me ultrajado.

  60. Luiza Portella disse:

    Eu defendo uma legislação que parece, não tenho certeza, já é aplicada na Jamaica.

    Acima de uma tonelada, para atacadistas, a maconha seria taxada a 12%.

    O kilo, para os varejistas, seria taxado a 17%.

    O consumidor sera taxado, até meio kilo, em 20%.

    Entre 200 gramas e meio kilo, em 25%.

    Entre 20 e 200 gramas, em 30%.

    Como pode se ver, seria uma taxação inversamente crescente, quanto menor a quantidade, maior a alíquota.

    Quem fosse flagrado com quantidade inferior a 20 gramas, seria condenado a prisão. Por ser tão miserável.

  61. Gilberto Marotta disse:

    Eu sou a favor da legalização, a priori. O que acho temerário é que a motivação principal de uma ação tão séria (e que tem que ser muito bem pensada e articulada com uma série de outras medidas) seja “ajudar a reduzir o alto déficit do Estado.”

  62. Mauro Nogueira disse:

    Na minha opinião isso poderá aumentar o consumo da maconha, mas reduzirá, o que é positivo, o consumo das drogas pesadas, pois tanto traficantes quanto usuários optarão por obter e/ou comercializar a droga que lhes traga menos arrisco. E, em relação aos impostos, o problema agora vai ser o da sonegação.
    HEHEHE, já imaginou ir comprar maconha e pedir a nota fiscal paulista?

  63. Cláudio disse:

    Não se deve equiparar a Maconha com Crack ou Cocaína, ao qual as duas últimas matam rapidamente a pessoa. O problema da maconha (que é bem mais fraca e os efeitos colaterais menores) é que ela pode levar a essas outras duas, aí sim eis o perigo.
    No entanto sou a favor da liberação da maconha para 21 anos (de forma moderada), não creio que seus efeitos sejam piores que o cigarro ou a bebida alcoólica.

  64. Mauri disse:

    Concordo com o Emerson (04/03/2009 – 11:59).

    Além disso, acredito que ao invés de combater as drogas, é melhor combater a hipocrisia. Ou se proíbe tudo ou legaliza tudo. Não vejo por que conceder ao álcool e ao tabaco tratamento diferenciado.

  65. Dulce Leão disse:

    CARACA !!!!! o TESOUREIRO será Gabeira ? O GESTOR FHC ? E o “EMPREENDEDOR” Armímio Fraga ? Hummmm…”marisia… sinta a marisia…uh uhhh”

  66. André disse:

    O colega intitulado “Soy Contra!” deu a entender no trecho de sua postagem que diz ‘A hipocrisia diz que maconha é droga ilegal, como cocaina e outras.”, seguido de “Mas nenhuma delas faz a pessoa perder a cabeça e trucidar a família, como o álcool.”, que os ilícitos em questão não teriam o poder de fazer uma pessoa trucidar a família. Acho meio perigoso falar assim, pois dá a entender que drogas pesadas, como cocaína, não seriam capazes de transformar alguém em bicho como o álcool faria. Já vi gente que praticamente destruiu a casa onde vivia depois de dar uns “tiros” e que teve de ser levada em camisa-de-força para clínica de desintoxicação.

  67. Master(mulher do anarquista) disse:

    Marcos:

    O cigarro tem uma carga tributária em torno de 90 por cento.Muitas empresas do segundo escalão criam firmas fictícias em outros paises( Paraguai é o campeão) e fazem o cambalacho para pagar quase nenhum imposto.

    Outros sonegam na raça.Na cara dura mesmo.Sem selos.No RJ Francisco Dorneles foi beneficiário de uma delas( que eu sei,mas deve ser de outras tbm).

    Ou será que pensamos que o mundo do tabaco é dividido entre a Souza Cruz e PHILIP MORRIS ?

    O mundo do tabaco é um submundo que nenhum órgão de imprensa investigou com isenção sobre o assunto.

    imagina só uma coisa: Empresas pagando 90 por cento de impostos.E outros pagando uns 30 por cento para advogados´,políticos influentes calarem a boca?

    Francisco Dorneles no RJ protegia,só que eu saiba, 3 empresas com a única finalidade de burlar impostos.Uma delas teve 3 ”donos” num pazo de 2 anos.Uma acintosa troca de laranjas.Os lucros ultrapassavam o exorbitante.De vez em quando um desavisado da receita federal que não estava no esquema aparecia por lá.

    O(A) atendente dizia: Um momento por favor.E em menos de 30 minutos o funcionário era atendido assim: Pois não…sou o general tal, qual é o problema?

    problema? Com o general e também com o deputado e ministro Dorneles? Nenhum, é evidente. Até hoje é assim( em menor escala)

    É de dar nojo quando querem comprar com 80 reais( bolsa famólia) o povo.E se cala sem nenhuma atitude ou iniciativa para combater esses párias da nação.O brasileiro,se não houvesse os corruptos,ganharia centenas de vezes mais em dinheiro,educação,saúde, cultura e sobretudo caráter do que mkíseros 80 reais do bolsa ”fica queito,vote em mim e continui assim”.

    Cada vez que leio que Lula e FHC são bonzinhos com o povo me dá um arrepio na medula. E com certeza Serra seguirá a mesma trilha.Dilma também.

    E não há ninguém no horizonte com intenções melhores.Desta vez nem voto de protesto é possível.É tudo da mesma laia.

    ATÉ QUANDO?

  68. Ruy Acquaviva disse:

    A maconha só é proibida porque essa é a única forma dela dar lucro. Se descriminalizada ela pararia de gerar lucors devido a enorme facilidade de produção doméstica e perderia o fator atrativo de coisa proibida para a juventude.
    Também não acho que seja o caso de permitir a industrialização, nem mesmo pensando na receita de impostos que pudesse gerar. Maconha assim como o cigarro e a bebida faz mal à saúde e seu consumo não deve ser incentivado como acontece com as duas ultimas drogas citadas.
    Já passa da hora de descriminalizar a maconha e usar os recursos desperdiçados na repressão para camanhas educativas. Perdendo o status de fruto proibido e sem o incentivo da industrialização (quem quiser que plante) a droga perderá o seu grande apelo de “marketing” e rapidamente se tornará algo “fora de moda” e “brega” para a juventude, assim como foi com o fumo de corda.
    Repito, a maconha só é proibida para que possa dar lucro, sua descriminalização irá reduzir o consumo em praso relativamente curto, além de liberar recursos para o combate de drogas pesadas, que são o principal problema a ser combatido.

  69. ailton filho disse:

    A maonha só virou “droga” porque a indústria americana assim quis. Não estava aguentando a concorrência contra os derivados do cânhamo. O resto é conversa de bar.

  70. basílio disse:

    Perdi os comentários que fiz “você está publicando comentários rápido demais” foi a resposta do blog, e olha que nunca fui digitador, nem fiz qualquer comentário anterior hoje.
    Mas era o seguinte, quando governo, FHC nunca propôs nem abrigou qualquer discussão sobre as drogas, nem avançou nada nesse assunto, fez silêncio total.
    Agora para parecer moderno, fazer presença na mídia e conquistar apoios para seu candidato de 2010 entre a “gente boa” Gabeiriana, vem propor a descriminalização de uso das drogas, ou pelo menos da maconha, sei lá.
    Pode-se até discutir a questão, mas tal qual fizeram na farra das privatizações a preço de banana e de moedas podres, somente deveríamos discutir sobre a droga “nova” desde que FHC fume toda droga “velha”, rs,rs, quem sabe alucinado proporia algo útil sem visar proveito político próprio.
    Vão ter que melhorar muito na invenção de bandeiras se quiserem ter chance em 2010.

  71. Gustavo Cherubine disse:

    Nassif e pessoal, sugiro criarmos o Grupo da Maconha na comunidade do Nassif.
    O tratamento tributário da questão chega quando já temos um acúmulo de experiências com o tema em outras áreas.
    Seria bom o Obama e o Lula conversarem sobre o tema quando se encontrarem. O Exterminador, governador da Califórnia, poderia vir para cá.
    Ano passado, aqui no blog do Nassif, pudemos ler sobre pessoas e instituições brasileiras que trabalharam bem com os temas altermentes, drogas, política, polícia e saúde, associando-os à pesquisa acadêmica, justiça, cultura, educação, trabalho e renda.
    É uma história que teve momentos ótimos, de grande qualidade na formulação e execução de políticas públicas, salvou vidas e gerou condições econômicas favoráveis.
    Os jovens nas regiões metropolitanas brasileiras, para ficarmos só nelas, morrem ou estão superlotando prisões por causa do combate ao tráfico de drogas, maconha entre elas.
    No caso da coca, os bolivianos e colombianos dizem que é preciso cerca de 59 produtos químicos e industriais para transformar a folha de coca em cocaína, e nenhum desses produtos tem fábrica nesses países ou mesmo na América Latina. É um tema que causa muita imprecisão de abordagem e esse erro vitima os grupos sociais mais fracos.
    Há desemprego no Brasil e recentemente ele aumentou nas regiões metropolitanas, a de São Paulo liderando. Isso gera miséria e desigualdade e o grupo social que mais sofre com a abordagem repressora. Desigualdade e miséria juntas geram a pressão para a entrada no vício e depois no crime.
    O documento produzido pelo grupo que o FHC integra é importante, não deve ser desprezado. Mesmo que apenas aborde num formato conservador, protocolar e formal algo que já sabíamos e que, alguns, já temos feito.
    Com Paulo Coelho, FHC e outros, ao gosto da mídia e da sociedade que temos, acalma consciências, afasta o medo e aproxima do tema muitas pessoas no Brasil e na América Latina.
    Seria legal levantar o que o FHC fez nos 8 anos de seu governo.
    No blog escrevem operadores de direito atuantes em diferentes frentes. Alguns deles assumiram papel relevante no governo FHC, como o W.F.Maeirovitch, outros estão realizando trabalhos e abordagens neste momento.
    Além deles, temos muitos outros profissionais aqui no blog que poderiam entrar no Grupo da Maconha.
    O Grupo da Maconha deverá realizar um bom debate e se manteria como uma dinâmica fonte de informação para todos os que estejam interessados.
    É um bom assunto para um plebiscito, com uma metodologia em seu processo para concluirmos com uma lei brasileira mais de acordo com os tempos que vivemos.
    Eu não usei Grupo dos Maconheiros pois ficaria muito associado ao entendimento comum de que é maconheiro quem fuma maconha. Como estamos em muitos, podemos ter aqueles que fumam e os que não fumam.

    Abraços, Gustavo Cherubine.

  72. altamiro souza disse:

    claro que o assunto eh complexo demais para uma simples opiniao, mas vai la:

    A primeira e mais importante eh que a violencia diminuiria muito.

    O estado poderia pegar esse dinheiro do combate as drogas e aplicar no que realmente interessa para a maioria da populacao – duvido que a maioria seja viciada em drogas (a nao ser as citadas por marx, mas ja eh outra historia)…

    O combate as drogas virou uma questao do pentagono – adivinhem o motivo…

    Os estados unidos exportam a teoria do combate as drogas com a venda de armas e o esquema de pressao/invasao de outros estados…

    Eh como aquela piada que rola na colombia ou na venezuela: o vendedor de armas vende as armas de ataque para um dos lados e as de defesa para o outro lado, ambos se matam e acabam enriquecendo os mais vivos – os armamentistas.

    Hoje acontece mais ou menos a mesma coisa no combate as drogas.

    Para combate-las, o estado se arma.
    Para defender-se, os criminosos se armam cada vez mais…

    Os verdadeiros ganhadores riem de nos e de todos!

  73. Gerson disse:

    Nassif ontem também recebi essa mensagem “…publicando rápido demais”

    Quanto a legalização da “erva”, pelo menos ia acabar a corrupção e o tráfico entre “mocinhos” e bandidos. É pra pensar.

    Para mim, o Hal andou fumando.

  74. Mauri Alexandrino disse:

    Independentemente da questão do imposto, o importante é o termo “legalização” do projeto de lei. É isso, legalizar o consumo, a produção e a venda, e cobrando impostos. Isso é a maior arma contra o tráfico. Isso tira o dinheiro do tráfico. Descriminalizar a maconha como propôs recentemente FHC é criar o paraíso do narcotráfico: consumo permitido, mas a produção e a distribuição proibidas e nas mãos deles mesmos. Descriminalizar é a proposta do tráfico. Investiguem quantos projetos de “descriminalização” existem no Congresso e de onde eles vem, que fica tudo devidamente explicado. Ou legaliza ou deixem como está.

  75. Orlando Varêda disse:

    Com o devido respeito às diversas opiniões. Gostaria de também opinar, contudo, após fazer uma indagação que me incomoda sobremaneira, é o seguinte: Quais proibições, e, em que medida, os homens tem se beneficiado, e, mesmo obedecido, o famoso, ” Tá Proibido.”

    Afirmo não conter o minimo de deboche na minha manifesta ignorancia, todavia, sabe-se que, nos mais antigos relatos, como os contidos na propria bíblia, já se afirmava, e, é do conhecimento público, a proibição feita pelo criador, ao casal Adão e sua concubina Eva.

    Salvo engano, proibia que o casal praticasse a conjunção carnal. Creio que a proibição não era tão radical, deve ter sido excesso de zelo dos escribas. É factivel crer, que o senhor desejasse evitar os excessos luxuriantes, digamos assim. Deu no que sabemos. Talvés a razão pro meu ateísmo.

    Não vou me alongar, mas, é pertinente lembrar a quem de fato serviu a “lei seca” norte-americana. Pelo que sei, o patriarca da família Kennedy construiu dentro da lei(?) sua imensa furtuna e tantos outros espertos também o fizeram.
    Sem falar no material formidavel para a indústria cinematográfica, produzir belos filmes e o fantastico “merchan” para a industria do tabaco.

    Futuramente confirmaremos quem de fato se beneficia com a política anti-drogas, aplicadas pelas éticas autoridades que a defendem.

    Por conta dessas coisas, sou a favor da liberação.

    Orlando

  76. Fulgêncio Jr. disse:

    Pra mim, isso já é
    campanha política.
    O atual governo tem
    que entrar logo nessa
    marola (maresia, rsrs),
    se não vai perder votos
    dos chapados desinformados.
    Quem quiser que tenha seu
    pezinho em casa e pronto.

    Fulgêncio S. Jr.

  77. Tio-avô disse:

    O blog fala na Califórnia (EEUU).
    Hoje não sei hoje, mas nas décadas de 50/60 a maconha do Paraguai era muito melhor que a brasileira.
    Se o Brasil descriminalizar a maconha, sofrerá um grande desfalque de divisas, devido ao descaminho vindo do Paraguai, a exemplo dos cigarros.
    Tio-avô.

  78. Sancho Brancaleone disse:

    Nassif,
    acho que o Hal andou fumando mesmo. Não vou nem reenviar meu comentário.

    Nem pense nisso. Estamos quase conseguindo enquadrar o Hal.

  79. Marko disse:

    Descriminalização e discussão séria à respeito? Tão cedo não acredito; há todo um sistema formado pelo tráfico, polícia e judiciário, altamente lucrativo, corrupto e integrado atuando planetariamente, q vive à custa do medo e da ignorância, vendendo ilusões, “proteção” e “tutela” às sociedades infantilizadas, anestesiadas e preguiçosas.

    Além do q, sempre haveria o velho “perigo” no caso específico da maconha, da planta da qual deriva a mesma incentivar o “mau exemplo” d individuos ou grupos tentarem montar suas hortinhas em casa.

    Na história da humanidade, o capítulo “guerra contra as drogas” tornado um cavalo d batalha d vários governos e grupos q lutam pelo controle dos mesmos, em especial à partir do século passado é apenas mais 1 capítulo da série “Nós, os iluminados, criamos os problemas e vendemos as ’soluções’ p/os mesmos.”

    Eqto a maioria continuar a enxergar as arvores e não a floresta nda d substancial mudará.

  80. Professor disse:

    O comentário do Dishumor Astúcio é o melhor que eu li na blogosfera no últimos meses!!!!!!!!!!!!!!!!

    Campeão!

  81. thiago disse:

    A venda e o consumo vão existir independente do estado querer ou não, então por que não lucrar com isso?

  82. André Oliveira disse:

    Quem diria. O capitalismo será salvo pela velha erva maldita. Ainda veremos eles fazendo campanhas como a “Help America Buy War Bonus” da 2ª Guerra. Só que agora vai ser “Help American Bankers out of bankrupcy. Buy American Marijuana and Save the System”

  83. André Oliveira disse:

    É HAL ou HOW?
    O sistema não gosta de rapidinhas. Tem que ser serviço completo.

  84. wiss disse:

    Comercial da Antartica que deu o que falar: Esta é a arvore do Guaraná e a arvore da Coca?

    Eles podem, nós não.

    Bacon também faz muito mal e é liberado. Gosto de bacon.

  85. francisco.latorre disse:

    descriminalizar é melhor que legalizar, claro. liberar o plantio.

    legalizada, haverá marketing, propaganda, aditivos, etc.

    é como o álcool, o problema está na propaganda, que ninguém consegue enquadrar. criando mais consumo. fazendo a cabeça da moçada.

    barato sim. indução ao consumo não.

  86. Gustavo Cherubine disse:

    Astúcio, pensemos, negar a presença e o fogo, justamente agora, seria a maior presepada.

  87. wilson cunha junior disse:

    Álcool e cigarro trouxeram muito mais devastação às vidas das pessoas do que a maconha.

    Mas para quem se interessa pelo tema livre de hipocrisia está aqui um documentário que trata dessa questão. “Grass” mostra a aceitação da maconha no início do século XX e os bilhões de dólares gastos no seu combate de uma forma que, como vemos, não adiantou nada.

    78 min. legendas em português:

    http://www.guba.com/watch/3000082999

    Mas como o Neves também fiquei curioso em saber como é “praticamente nunca fumar maconha”. Fumar e não tragar, apesar de ser balela, pelo menos dá pra entender.

  88. Clovis Campos disse:

    DESCRIMINALIZAR JÁ. E TODAS AS DROGAS.

    Beneficios imediatos: reduz a corrupção policial; diminui o crime de assassinato; diminui a base econômica dos barões da droga( internacionalmente); diminui a taxa de ocupação dos presídios com bagrinhos;libera o Estado para atuar em frentes mais eficazes como educar e previnir, e por ai vai.

    Liberar as drogas e simultaneamente proibir toda e qualquer propaganda de alcool e cigarro seria um passo enorme para asociedade. Cade coragem para isso?

    Agora cobrar imposto, e ainda alto, é estultice. Seremos invadidos pelas drogas contrabandeadas via Paraguai, Bolivia, Santos, Paranagua, construindo nova ilegalidade, reconstruindo o círculo vicioso.

    A maconha como porta de entrada para outras drogas soa como a cerveja (4.7°) levando ao absinto(60°). Ou vinho (12°) ao whiky(45°)

    É preciso que o Estado deixe o cidadão em paz naquilo que diz respeito só a êle. Do contrário vamos proibir tambem a FEIJOADA!

    .

  89. Gustavo S. disse:

    aí: demorô… falei!?!? [sic]

  90. Fabio Mondelo disse:

    Acredito que o Estado não tem qualquer direito de proibir nada que diga respeito as ações individuais de cada cidadão, desde que essas ações não sejam prejudiciais a outro individuo. Nesse caso então vamos perguntar aos pais dos familiares dos drogados se eles estão sendo prejudicados. Também vamos perguntar aqueles que foram vitimas de drogados.
    O Estado não consegue controlar sonegação de produtos lícitos, imaginem ilícitos. O que iria acontecer é um mercado paralelo da mesma forma que existe hoje para venda de droga sem imposto. A próxima do FHC deve ser acabar com a policia e dar arma para cada cidadão resolver a segurança publica.

  91. marcolino disse:

    A cobrança de imposto talvez, mas usar ou vender maconha ser crime nao faz sentido. Causa tantos danos ( a maconha) quanto o cigarro e o alcool e ainda abarrota as prisões com pessoas que quando deixam a prisão, aí sim, em sua maioria se tornam criminosos.

  92. Maconha não vicia, caros colaboradores. E, se for comida com bolinhos, faz tanto mal quanto orégano.

  93. Alexandre Weber- Santos/S.P. disse:

    A droga é o imposto, se gastasse menos e pagasse menos juros da dívida a arrecadação poderia facilmente ser menor.

    Quanto às drogas que alteram os estados de percepção , elas são uma das quatro pulsões básicas do ser humano, as outras três são, comida, sexo e abrigo.

    Assim, o negócio da humanidade é , segundo Chorazon, Sexo, Droga e Rock & Roll.

  94. Ale AR disse:

    Pra começar, a maconha é uma PLANTA. Consome-se em estado puro, seca, sem nenhum químico reativo, ou nenhum aditivo, ao contrário do tabaco. Proibi-la faz tanto sentido quanto proibir a salsinha ou a noz moscada (que também dizem dá barato ingerida em quantidade)

    Segundo, o uso recreativo da maconha não é o único destino que pode se dar a cannabis, ao contrário do tabaco. Da maconha é possível fazer tecidos, óleos, biocombustíveis, sabonetes e até medicamentos. A Adidas e a Nike fabricam tênis em versões feitas de hemp (cânhamo). O governo americano impôs ao mundo a criminalização da erva e a disseminação do uso do tabaco, num movimento induzido pelos produtores de tabaco a fins do século XIX. Na época da Lei Seca, todas as drogas foram proibidas, e o tabaco safou da proibição graças ao lobby dos senadores patrocinados pelos produtores de tabaco. Depois, bastou introduzir os cigarros como parte da ração dada aos soldados na 1ra Guerra Mundial, e esconder todos os estúdios científicos que apontavam o tabaco como causador de câncer até a década dos 90 (ver o filme O Informante sobre as denúncias tardias ao lobby do tabaco) para que o cigarro se transformasse na base do império econômico da Altria e da Phillip Morris no mundo inteiro.

    Hoje, a proibição da maconha só atende as necessidades do tráfico ilegal, que é um dos maiores causadores de violência e morte pelo mundo inteiro, tendo o Rio de Janeiro como cidade exemplo do desastre da política de combate às drogas.

    A dose letal de maconha é algo assim como de 12 quilos fumados de uma única vez. Não pode se dizer isso do álcool, que com um par de litros pode levar à morte através de um coma hepático.

    Não sei quais são os poderosos interesses que há por trás da proibição da maconha. Mas são esses os que impedem a liberação da produção e consumo de cannabis no Brasil e no resto do mundo.

    Tentar resgatar a dívida da Califórnia com um imposto ao consumo de cannabis é mais uma idéia estapafúrdia dos tempos atuais. Em épocas de depressão econômica, aumentar impostos é a pior receita pra sair da recessão.

  95. Waldyr Inglez Filho disse:

    Todo o tipo de droga e seus usuários devem ser coibidos.
    Devemos prender o que vende e o que estimula a venda quando compra.
    Quanto a impostos: se não pudermos CRIMINALIZAR TODOS OS VICIADOS E SEUS CORRUPTORES, que acabemos com todos os impostos e passemos a utilizar um único, como a antiga CPMF com valor de 1%, em todas as movimentações bancárias.
    Aí até os traficaantes pagariam, só não sei se as grandes empresas concordariam, o Bispo MaisCedo, Fernando Bobeira, os Colloridos, os “Sir” Maranhenses, os Velhos Bahianos, o DEM, o PSDB, o Gilmar, as FUNDAÇÕES “x” OU “FHC”…

  96. Marko disse:

    É dishumor astucio
    aonde chegou a crise…
    é o sistema raspando o fundo do barril, até aos maluco-belezas querem taxar…

  97. Gabriel disse:

    Não bastasse os governos explorarem o vício dos fumantes, dos jogadores e dos alcoolátras, agora desejam explorar os maconheiros. Os humanos e a sociedade levam a hipocrisia a sua elevação máxima.

  98. Yuri Suzano Silva disse:

    A proibição de qualquer droga para adultos tem o mesmo sentido de uma proibição do mau colesterol, ou seja, é uma imbecilidade antidemocrática.

  99. D2 disse:

    O que é uma maconha enrolada numa folha de jornal?

    R: Baseado em fatos reais.

    Acho que esta discussão vai enrolar muito ainda. Até ser consumida num grande baseadão que no final restarão apenas cinzas.

    Ou baseado que provoca alucinações.

  100. Casa Forte disse:

    Breve aula de etimologia:

    “eiro” é um sufixo para trabalhador. Exemplo: Marinheiro (aquele que trabalha no mar), motoqueiro (aquele que trabalha com moto), fazendeiro (aquele que trabalha na fazenda)…
    Já o sufixo “ista” trata daquele que é apreciador de algo. Exemplo: Marxista (apreciador da obra de Marx), Monoteísta (apreciador de 1 religião), motociclista (apreciador de motocicletas)…

    Logo, Maconheiro é aquele que trabalha com Maconha, ok?
    Portanto, por favor, não confundir maconheiros com maconhistas, please…

  101. Jenifer disse:

    maconha e muito bom
    ………

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