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04/03/2009 - 10:00

O imposto sobre maconha

Por Vinícius Fernandes

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não está rolando em nenhum lugar aqui essa discussão ?

Imposto sobre a maconha pode ajudar a Califórnia a sair da crise

Imposto sobre a maconha pode ajudar Califórnia a sair da crise
O projeto de lei de um deputado do Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, propõe a legalização da maconha e a cobrança de impostos sobre a venda da droga, como forma de ajudar a reduzir o alto déficit do Estado.

O projeto do representante democrata de San Francisco, Tom Ammiano, legalizaria o cultivo, a posse e a venda de maconha para maiores de 21 anos. A utilização medicinal da maconha já é legal na Califórnia, mas a nova legislação iria além disto, permitindo o uso da substância para consumidores comuns.

Cultivadores da erva e atacadistas pagariam uma taxa inicial de franquia de US$ 5 mil, além de um imposto anual de US$ 2,5 mil. Já os revendedores pagariam US$ 50 por cada onça (28 gramas) do produto.

Críticos da proposta acreditam que a legalização estimularia o consumo da maconha e levaria ao uso de drogas mais pesadas e que ao cobrar imposto o governo teria interesse em manter elevado o consumo.

E você o que acha? Você acredita que a legalização estimularia o consumo? Você acha errado o governo cobrar imposto sobre a venda de drogas?

Por Dishumor Astúcio

Agora eles precisam de nós. Sinto-me ultrajado.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: , ,

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101 comentários para “O imposto sobre maconha”

  1. thiago disse:

    A venda e o consumo vão existir independente do estado querer ou não, então por que não lucrar com isso?

  2. André Oliveira disse:

    Quem diria. O capitalismo será salvo pela velha erva maldita. Ainda veremos eles fazendo campanhas como a “Help America Buy War Bonus” da 2ª Guerra. Só que agora vai ser “Help American Bankers out of bankrupcy. Buy American Marijuana and Save the System”

  3. André Oliveira disse:

    É HAL ou HOW?
    O sistema não gosta de rapidinhas. Tem que ser serviço completo.

  4. wiss disse:

    Comercial da Antartica que deu o que falar: Esta é a arvore do Guaraná e a arvore da Coca?

    Eles podem, nós não.

    Bacon também faz muito mal e é liberado. Gosto de bacon.

  5. francisco.latorre disse:

    descriminalizar é melhor que legalizar, claro. liberar o plantio.

    legalizada, haverá marketing, propaganda, aditivos, etc.

    é como o álcool, o problema está na propaganda, que ninguém consegue enquadrar. criando mais consumo. fazendo a cabeça da moçada.

    barato sim. indução ao consumo não.

  6. Gustavo Cherubine disse:

    Astúcio, pensemos, negar a presença e o fogo, justamente agora, seria a maior presepada.

  7. wilson cunha junior disse:

    Álcool e cigarro trouxeram muito mais devastação às vidas das pessoas do que a maconha.

    Mas para quem se interessa pelo tema livre de hipocrisia está aqui um documentário que trata dessa questão. “Grass” mostra a aceitação da maconha no início do século XX e os bilhões de dólares gastos no seu combate de uma forma que, como vemos, não adiantou nada.

    78 min. legendas em português:

    http://www.guba.com/watch/3000082999

    Mas como o Neves também fiquei curioso em saber como é “praticamente nunca fumar maconha”. Fumar e não tragar, apesar de ser balela, pelo menos dá pra entender.

  8. Clovis Campos disse:

    DESCRIMINALIZAR JÁ. E TODAS AS DROGAS.

    Beneficios imediatos: reduz a corrupção policial; diminui o crime de assassinato; diminui a base econômica dos barões da droga( internacionalmente); diminui a taxa de ocupação dos presídios com bagrinhos;libera o Estado para atuar em frentes mais eficazes como educar e previnir, e por ai vai.

    Liberar as drogas e simultaneamente proibir toda e qualquer propaganda de alcool e cigarro seria um passo enorme para asociedade. Cade coragem para isso?

    Agora cobrar imposto, e ainda alto, é estultice. Seremos invadidos pelas drogas contrabandeadas via Paraguai, Bolivia, Santos, Paranagua, construindo nova ilegalidade, reconstruindo o círculo vicioso.

    A maconha como porta de entrada para outras drogas soa como a cerveja (4.7°) levando ao absinto(60°). Ou vinho (12°) ao whiky(45°)

    É preciso que o Estado deixe o cidadão em paz naquilo que diz respeito só a êle. Do contrário vamos proibir tambem a FEIJOADA!

    .

  9. Gustavo S. disse:

    aí: demorô… falei!?!? [sic]

  10. Fabio Mondelo disse:

    Acredito que o Estado não tem qualquer direito de proibir nada que diga respeito as ações individuais de cada cidadão, desde que essas ações não sejam prejudiciais a outro individuo. Nesse caso então vamos perguntar aos pais dos familiares dos drogados se eles estão sendo prejudicados. Também vamos perguntar aqueles que foram vitimas de drogados.
    O Estado não consegue controlar sonegação de produtos lícitos, imaginem ilícitos. O que iria acontecer é um mercado paralelo da mesma forma que existe hoje para venda de droga sem imposto. A próxima do FHC deve ser acabar com a policia e dar arma para cada cidadão resolver a segurança publica.

  11. marcolino disse:

    A cobrança de imposto talvez, mas usar ou vender maconha ser crime nao faz sentido. Causa tantos danos ( a maconha) quanto o cigarro e o alcool e ainda abarrota as prisões com pessoas que quando deixam a prisão, aí sim, em sua maioria se tornam criminosos.

  12. Maconha não vicia, caros colaboradores. E, se for comida com bolinhos, faz tanto mal quanto orégano.

  13. Alexandre Weber- Santos/S.P. disse:

    A droga é o imposto, se gastasse menos e pagasse menos juros da dívida a arrecadação poderia facilmente ser menor.

    Quanto às drogas que alteram os estados de percepção , elas são uma das quatro pulsões básicas do ser humano, as outras três são, comida, sexo e abrigo.

    Assim, o negócio da humanidade é , segundo Chorazon, Sexo, Droga e Rock & Roll.

  14. Ale AR disse:

    Pra começar, a maconha é uma PLANTA. Consome-se em estado puro, seca, sem nenhum químico reativo, ou nenhum aditivo, ao contrário do tabaco. Proibi-la faz tanto sentido quanto proibir a salsinha ou a noz moscada (que também dizem dá barato ingerida em quantidade)

    Segundo, o uso recreativo da maconha não é o único destino que pode se dar a cannabis, ao contrário do tabaco. Da maconha é possível fazer tecidos, óleos, biocombustíveis, sabonetes e até medicamentos. A Adidas e a Nike fabricam tênis em versões feitas de hemp (cânhamo). O governo americano impôs ao mundo a criminalização da erva e a disseminação do uso do tabaco, num movimento induzido pelos produtores de tabaco a fins do século XIX. Na época da Lei Seca, todas as drogas foram proibidas, e o tabaco safou da proibição graças ao lobby dos senadores patrocinados pelos produtores de tabaco. Depois, bastou introduzir os cigarros como parte da ração dada aos soldados na 1ra Guerra Mundial, e esconder todos os estúdios científicos que apontavam o tabaco como causador de câncer até a década dos 90 (ver o filme O Informante sobre as denúncias tardias ao lobby do tabaco) para que o cigarro se transformasse na base do império econômico da Altria e da Phillip Morris no mundo inteiro.

    Hoje, a proibição da maconha só atende as necessidades do tráfico ilegal, que é um dos maiores causadores de violência e morte pelo mundo inteiro, tendo o Rio de Janeiro como cidade exemplo do desastre da política de combate às drogas.

    A dose letal de maconha é algo assim como de 12 quilos fumados de uma única vez. Não pode se dizer isso do álcool, que com um par de litros pode levar à morte através de um coma hepático.

    Não sei quais são os poderosos interesses que há por trás da proibição da maconha. Mas são esses os que impedem a liberação da produção e consumo de cannabis no Brasil e no resto do mundo.

    Tentar resgatar a dívida da Califórnia com um imposto ao consumo de cannabis é mais uma idéia estapafúrdia dos tempos atuais. Em épocas de depressão econômica, aumentar impostos é a pior receita pra sair da recessão.

  15. Waldyr Inglez Filho disse:

    Todo o tipo de droga e seus usuários devem ser coibidos.
    Devemos prender o que vende e o que estimula a venda quando compra.
    Quanto a impostos: se não pudermos CRIMINALIZAR TODOS OS VICIADOS E SEUS CORRUPTORES, que acabemos com todos os impostos e passemos a utilizar um único, como a antiga CPMF com valor de 1%, em todas as movimentações bancárias.
    Aí até os traficaantes pagariam, só não sei se as grandes empresas concordariam, o Bispo MaisCedo, Fernando Bobeira, os Colloridos, os “Sir” Maranhenses, os Velhos Bahianos, o DEM, o PSDB, o Gilmar, as FUNDAÇÕES “x” OU “FHC”…

  16. Marko disse:

    É dishumor astucio
    aonde chegou a crise…
    é o sistema raspando o fundo do barril, até aos maluco-belezas querem taxar…

  17. Gabriel disse:

    Não bastasse os governos explorarem o vício dos fumantes, dos jogadores e dos alcoolátras, agora desejam explorar os maconheiros. Os humanos e a sociedade levam a hipocrisia a sua elevação máxima.

  18. Yuri Suzano Silva disse:

    A proibição de qualquer droga para adultos tem o mesmo sentido de uma proibição do mau colesterol, ou seja, é uma imbecilidade antidemocrática.

  19. D2 disse:

    O que é uma maconha enrolada numa folha de jornal?

    R: Baseado em fatos reais.

    Acho que esta discussão vai enrolar muito ainda. Até ser consumida num grande baseadão que no final restarão apenas cinzas.

    Ou baseado que provoca alucinações.

  20. Casa Forte disse:

    Breve aula de etimologia:

    “eiro” é um sufixo para trabalhador. Exemplo: Marinheiro (aquele que trabalha no mar), motoqueiro (aquele que trabalha com moto), fazendeiro (aquele que trabalha na fazenda)…
    Já o sufixo “ista” trata daquele que é apreciador de algo. Exemplo: Marxista (apreciador da obra de Marx), Monoteísta (apreciador de 1 religião), motociclista (apreciador de motocicletas)…

    Logo, Maconheiro é aquele que trabalha com Maconha, ok?
    Portanto, por favor, não confundir maconheiros com maconhistas, please…

  21. Jenifer disse:

    maconha e muito bom
    ………

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