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Arquivo de fevereiro 15th, 2009

15/02/2009 - 19:38

Trivial do mini-conto

Do Portal Luís Nassif

Micro conto:

Postado por Laura Diz

Na pia

Sente quando ele se aproxima por trás. Finge não perceber, continua lavando a louça. A mão a toca.

Ela não se vira, deixa que ele a enlouqueça.

Neste dia quebrou apenas um prato. Saiu dali e foi passar a roupa da patroa antes que ela chegasse.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta Tags:
15/02/2009 - 18:33

A comunidade do Portal

Já somos quase 3.000 na comunidade do Portal Luís Nassif.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:
15/02/2009 - 18:08

A pintura de Jacek Yerka

Do Portal Luís Nassif

Jacek Yerka

* Adicionado por Marise

Autor: luisnassif - Categoria(s): Artes Gráficas Tags: ,
15/02/2009 - 17:56

Paulinho e passadas

Perdão pela demora em liberar comentários. Levei as menininhas ao cinema, para assistir um desenho especialíssimo. Depois, visitas a velhas senhoras minhas amigas. Quando volto, 200 comentários me aguardando.

Agora, liberei todos e estou ouvindo um Paulinho da Viola de matar. O que me obriga a interromper a conversa e sair para a caminhada dominical ouvindo uma música divina.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:
15/02/2009 - 17:41

O repente do Projeto Brasil

Por Edmar Melo

Nassif, a volta desse Spam coincidiu com o anúncio da imprensa de seu retorno a televisão. Assim, como não temos mais o privilegio de acreditar em coincidência, atribuo a inveja pelo sucesso do seu blog. Parabéns pela resposta que já conhecia desde a época. Por oportuno, desejo-lhe votos de sucesso nessa nova missão. E vai no verso:

O BLOG RUMO A TV

Um projeto inovador
Inédito e avançado
Vai discutir o Brasil
E tudo que está errado
Apresentar solução
Dando sua opinião
Pra que seja melhorado

Vai ser uma simbiose
Entre o blog e a TV
Coisa da era moderna
Que muita gente não crê
É a opinião publicada
Discutida e maturada
Divulgada na TV

Avanço tecnológico
Permitiu essa união
Da internet e TV
Inovar informação
Agora o que vai valer
E também prevalecer
É a nossa opinião

Nenhum Jornal hoje em dia
Tampouco Televisão
Monopoliza a verdade
Só com a sua versão
Esse tempo já passou
E o que não avançou
Vai seguir na contramão

Hoje o jornal de papel
É só pra sujar as mãos
Só tem notícia de ontem
Vai morrer de inanição
E revista semanal
Se ficar no trivial
Vai fechar a redação

O seu projeto Brasil
É mais que auspicioso
É de quem enxerga longe
E de quem é talentoso
Por isso pra emplacar
Só precisa se livrar
De blogueiro invejoso.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Poesia Tags: ,
15/02/2009 - 17:13

A educação paulista

Conversei com duas pessoas com ampla experiência com a educação paulista.

Ambas, envergonhadas com o episódio do teste feito pela Secretaria da Educação de São Paulo, que expôs de forma ampla a decadência do ensino paulista. Nada contra o teste em si, dizem elas, mas com o fato de se saber, a priori, o desastre que seria e da Secretaria da Educação jamais ter atacado a base desse desastre, que é a preparação dos professores. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Educação Tags: ,
15/02/2009 - 17:00

A cultura na raça de Cataguazes

Atualizado

Por Marcos Carneiro

Humberto Mauro foi amigo de infância de meu avô em Cataguazes, já adulto ouvia histórias da vivência mineira nos almoços que meu avô oferecia.

Cataguazes tem uma história perolar a ser descoberta pelo Brasil com respeito a cultura. O adorno se encontra no movimento modernista da revista verde no qual meu tio avô particpou, no painel de portinari que lá ficou por um bom tempo. Numa époco que não havia mídia. Era cultura no peito e na raça!

Se o mundo conhecece Minas Gerais na intimidade o Brasil ia ganhar asas!

Comentário

Provocou, tem que ir até o fim. Façavor de trazer mais dados e histórias sobre esse momento mágico da cultura brasileira. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Cinema Tags: ,
15/02/2009 - 16:00

Campanha pela rádio Nacional

Por romério rômulo

nassif:

um leitor aqui falou da recuperação da rádio mec.eu falo também da necessidade de um maior suporte à rádio nacional,rj.em equipamentos,

então! ouvir a nacional -rj na internet é quase um milagre.e a potência, 50 kw,é muito baixa para os padrões atuais.a turma de brasília,desta área,me parece lenta nas decisões.e as ações,mais lentas ainda.

Por Vladimir Martins Coutinho

Para escutar a Rádio Nacional

AM
http://www.radiobras.gov.br/radioslivres/nacional-am.m3u

FM
http://www.radiobras.gov.br/radioslivres/nacional-fm.pls

Que pena que a transmissão é feita a 32Kb.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags:
15/02/2009 - 16:00

A voz de Sofia Barbosa

Por mclane

Nassif, se aceita sugestões, gostaria de deixar uma: a música ‘Kissing You’, originalmente gravada por Des’ree para a trilha sonora da refilmagem de ‘Romeo and Juliet’, com Claire Danes e Leonardo de Caprio. Porém, o vídeo não é desta versão, mas de uma cantora portuguesa chamada Sofia, retirada de um desses programas de talentos (no estilo Ídolos, American Idol,, etc.). Rara qualidade:

Autor: luisnassif - Categoria(s): Música Tags: ,
15/02/2009 - 14:00

Elite Privilegiada

Voltou a praga daquele spam “Elite Privilegiada”, falsamente atribuído a mim. Como tenho recebido muitos emails pedindo confirmação e como, provavelmente, muitos sites possam reproduzir o conteúdo e a falsa autoria, repito a resposta que dei na época (novembro de 2006, se não me engano) solicitando a quem encontrar esse lixo em algum site ou blog, que copie a minha resposta.

Elite Privilegiada

Por Luís Nassif

Foi em novembro, enfim,
Pouco após as eleições
Que circulou um spam
Eivado de imperfeições
No começo, meio e fim.
Com dose de preconceito,
De arrogância e mal feito
Escrito sem muito jeito
E  atribuído a mim.

Como a asa da graúna
Falava mal do nordeste
Terra de João Pernambuco
De Patativa do Agreste
Do choro que vem dos Turunas
Do frevo pernambucano
Do batuque afro-baiano
De Bomfim, o sergipano,
Dos sons do sertão e das dunas.

De quem era o palavreado?
Pus-me então a imaginar
Talvez o ectoplasma
De um rentista secular
Um dandy afrescalhado
Que nasceu escravocrata
Que abusava da mulata
Que gastou toda a prata
E quedou estropiado.

Ou então  senhor de engenho,
Sem fazenda e compostura
Guardando dos velhos tempos
A arrogância e a usura
E total falta de empenho
Para assuntos do trabalho,
Que sempre achou ato falho
Quem na vida dava o malho
Atrás da boa procura.

Lembrei do deslumbramento
Com que tratavam o Edemar
Sujeito esperto e tinhoso,
Um malandro secular.
De como era um tormento
Quando dava suas festanças
Ócio, deslumbre, gastança
Malandragem e lambança
De  tempo crepuscular.

A elite mega-store
Saia atrás do convite
Disputando a boca livre
Arroz de festa de estirpe
Como um penetra-mór
Edemar fez muito mais
Palácio nas marginais
Rei da elite, ex do cais,
Soberano do “offshore”

A elite deu Edemar
E os esquemas da Daslu
O povo deu dona Ivone
Maxixe, choro e lundu
E o poder de sonhar
Com uma terra irmã
Sem essa febre malsã
Que corrói o amanhã
Desse elitismo sem par.

Mas a elite eficiente
Prescinde da arrogância
É o empresário e o empregado,
Que buscam a relevância
A melhora permanente
Programas de qualidade,
Eficiência, lealdade,
Trabalho e brasilidade
Olhando sempre em frente.

Por isso, aqui, nessa hora
Solicito ajuda vossa
Para que espalhe o poema
Esclarecendo a quem possa
Que esse spam é  desforra
Escrito baixo, rasteiro,
De quem não é brasileiro,
E passa o ano inteiro,
Querendo sempre ir à forra. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Poesia Tags:
15/02/2009 - 12:10

Acabou a brincadeira com a crise

A brincadeira da aliança neocon, de explorar a crise para enfraquecer o governo, esbarrou em uma dura realidade de mercado: as receitas publicitárias caíram de 30 a 40% em janeiro. E prometem repetir o desempenho em fevereiro.

Deram um tiro no próprio pé, como cansei de alertar em dezembro. Primeiro, como a crise é global não conseguiram colar sua responsabilidade no Lula. Segundo, ao espalhar o medo da crise pelo país, aumentaram os receios dos empresários, que pisaram mais forte no freio. E os primeiros cortes são na publicidade.

Não fosse a enxurrada de verba publicitária injetada pelo governo de São Paulo no mercado, a situação teria sido pior.

Agora, é um tal de buscar pontos positivos na crise que dá até medo. Ontem, o Jornal Nacional ressuscitava a velha franquia e o empreendedorismo brasileiro. Hoje, é a vez da Folha. Aliás, há vários dias que o JN mostra regiões em que a crise não chegou. Ainda não entrou no tema infraestrutura.

Os que brincavam de política com a crise tiveram que se curvar ao poder maior do mercado.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: ,
15/02/2009 - 12:04

Falando sem falar do PAC

Segundo os jornais, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) é um factóide, uma peça política sem eficácia alguma. Mas o que está sustentando a geração de empregos são obras de infra-estrutura que entraram nas prioridades do PAC.

A Folha de hoje mostra como obras da Petrobrás, no porto de Santos, nas ferrovias estão criando regiões imunes à crise. Comprova que os investimentos em infraestrutura terão papel fundamental em um primeiro momento para superar a crise; em um segundo momento para lançar a economia brasileira em uma noba etapa.

O desafio do PAC, que deveria ser cobrado por todos, é o meio termo entre desburocratização e controle. Para correr contra o tempo, estão sendo tomadas diversas medidas desburocratizadoras. Uma delas permite o pagamento às empreiteiras mesmo sem a comprovação do serviço efetuado,

A alegação é que o sistema montado para prestação de contas e recebimento acabava sendo muito demorado, deixando as empresas sem capital de giro.

Pergunta: desburocratizando, foi criado um sistema de aferição que, mesmo sem seguir os procedimentos burocráticos, impeça a empresa de receber sem ter entregue o trabalho?

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
15/02/2009 - 11:56

O futuro da mídia

Uma boa discussão sobre o futuro da mídia, do sempre competente Sérgio D’Avila, correspondente da Folha em Nova York (http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRADSgoQue7v0Pcj).

A questão é simples de entender, complexa de resolver. Os jornais impressos tendem a perder cada vez mais substância. Surge um mundo novo, coalhado de blogueiros, redes sociais. Fazer jornal custa, tem que ter redação, escritórios em outros países, gastos com viagem – além dos gastos convencionais, com impressão e distribuição.

Qual o modelo de negócio? Só publicidade não mantém. Terá que se voltar ao modelo de assinatura, de venda de matérias isoladas?

Um bom tema, a pedra filosofal que está sendo procurada por todo mundo.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: ,
15/02/2009 - 11:42

A venda do Hopi Hari

Primeiro leia a pesquisa Google (clique aqui). Encontrará um enorme conjunto de matérias sobre a venda da Hopi-Hari. O que demonstra trabalho intenso de assessoria de imprensa.

O teor da nota:

“No cardápio da GP Investimentos desde 1995, o parque de diversões Hopi Hari deve finalmente mudar de mãos. Ontem, a Íntegra – consultoria especializada em reestruturação de empresas em sérias dificuldades financeiras – assinou uma carta de intenções para assumir o controle da companhia. O acordo, previsto para sair em até três meses, só será concluído se os bancos credores aceitarem a renegociação da dívida, que hoje está entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões, segundo fontes próximas à companhia, cerca de sete vezes o faturamento anual do Hopi Hari.

Para levar o parque de diversões, a Íntegra colocou como condição que haja um grande abatimento na dívida. Hoje, o principal credor do parque é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Quando a consultoria assumiu a tarefa de renegociar a dívida da Parmalat, conseguiu um desconto de 80%. No caso do Hopi Hari, o saldo final deve ser proporcional à capacidade de geração de caixa da companhia. A dívida, como está hoje, inviabiliza o futuro do negócio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A consultoria é de Nelson Bastos, Para que o projeto dê certo, o BNDES terá que dar  enorme desconto. Bastos participou do processo de reestruturação da Parmalat. Conseguiu incluir a empresa no processo de recuperação judicial e arrancou deságios enormes dos credores. Competia a ele o trabalho de definir o novo controlador. Acabou passando para um grupo de aventureiros que, em pouco tempo, fez um enorme IPO e quebrou a empresa.

É bom ficar de olho aberto nessa operação. Apesar de algumas iniciativas de muito competência – como o site Submarino e a ALL – o GP Investimentos participa de operações nebulosas, como a compra suspeitíssima da Cemar (Centrais Elétricas do Maranhão), com apoio da Eletrobrás, durante o primeiro governo Lula.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios Tags: ,
15/02/2009 - 11:30

O cinema latino-americano

Atualizado

Interessante essa premiação do filme peruano “La Teta Assustada” no Festival de Berlim: Urso de Ouro por unanimidade (clique aqui para ler matéria da Folha).

Anos atrás participei de um congresso de cultura no Paraná. Assisti a um épico paranaense – sobre a luta entre o governo da província e os farrapos que caminhavam em direção ao Rio – de altíssima qualidade. Não apenas no roteiro, na direção mas na qualidade técnica mesmo.

O cinema brasileiro de São Paulo e Rio explodiram no mundo, existe um cinema de outras partes do país, o cinema argentino ganhou dimensão internacional, e, agora, o peruano.

Mostra que o avanço da computação, as redes sociais, tornaram disponíveis recursos técnicos antes impensáveis. No caso do filme do Paraná, por exemplo, as cenas de guerra e de explosão de casas foram encomendadas a um especialista americano – que montou as cenas a partir da sua base.

Um bom tema para os cineastas e cinéfilos do Blog nos trazerem informações.

Por José de Abreu

LN

Se o filme a que está se referindo (o do PR) é O PREÇO DA PAZ, eu fiz um militar gaúcho que coloca gravata vermelha em muitos paranaenses… Gostaria de saber o que aconteceu com esse filme. Foi feito com captação de dinheiro público e nunca foi lançado nacionalmente, só passou no Paraná. Com um elenco de peso (Lima, Camila Pitanga, Herson Capri, Danton Melo, entre outros) e tendo ganho o prêmio de Melhor Filme pelo juri popular no Festival de Gramado, sumiu do mapa.

Os filmes gaúchos também tem o que dizer, vide os da Casa de Cinema de POA. Também gostei do filme peruano ter ganhado Berlin, a história é bem interessante. E é a primeira vez que o cinema peruano chega lá. Congratulaciones a los hermanos.

Comentário

Jorge Furtado fica nos devendo um depoimento sobre a experiência da Casa de CInema de Porto Alegre. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Cinema Tags:
15/02/2009 - 11:21

Sobre os professores paulistas

Por Marco Antonio Ferreira

Olá Nassif

Bem, o que ocorre é que a SEE de São Paulo, possui cerca de 100 mil professores temporários, e ainda faltam professores em algumas regiões, no final de cada ano é apurado a pontuação de todos os professores para a atribuição de aulas no ano seguinte. Essa pontuação é baseada em tempo de magistério e títulos ( a grosso modo).

Acontece que a Secretaria quis fazer um “concurso” para os temporários, e APEOESP entrou na justiça contra essa provinha, conseguiu que ela fosse classificatória ao invés de eliminatória, sendo assim, a pontuação dos professores seria baseada em: tempo, títulos e nota da provinha. Ou seja, em nada vai mudar a qualidade da educação como tem dito a “secretária de educação” pois só iria haver uma reorganização da rede, sendo os que tiveram a menor nota seriam jogados para as periferias da vida, onde o problema é crônico e muito mais grave que o preparo do professor… Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
15/02/2009 - 11:16

Dicas sobre o anti-spam

Quando um comentário tem mais que dois links, o sistema joga para o antispam. Depois vou lá, consulto, e libero. Mas às vezes demora e pode parecer veto. Portanto, um pouco de paciência.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:
15/02/2009 - 11:10

Fora de Pauta

Essa história de era de Aquarius é um bom mote para uma discussão sobre o que será o novo mundo que virá após a crise.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta Tags:
15/02/2009 - 10:54

A caso da brasileira na Suiça

Por Josef Borges

Eu moro na Suíça a 8 anos em Oftringen cidade a 50 km de Zurich.

Vejo aqui muitas pessoas falando coisas pelo cotovelo, aqui eu nunca passei por nenhuma situação de constrangimento, tenho um trabalho sou bem trato e respeitado.

Sempre me esforcei para cumprir todos os deveres que o País impõem aos seus cidadãos,e aos estrangeiros que aqui residem,sou bem integrado,domino a língua da região que vivo(alemão)pago os impostos rigorosamente,enfim num País como a Suíça se você está dentro das regras não sofre problema algum.

Minha esposa que é engenheira conseguiu um trabalho em Zurich onde também é bem tratada.

Sobre o caso, qualquer um que visualize as fotos irá perceber que se trata de auto-mutilação. Vejam que agora na Suíça está um frio de lascar, imagino que 3 Neo nazista agarrem uma moça numa estação de trem a leve para um parque cercado de arvores secas, a imobilize, tire a roupa dela(sim porque para se fazer os cortes como foram feitos não daria pra fazer com a roupa) e num frio de -6° façam em poucos minutos e com perfeição cirúrgica(os cortes foram todos na mesma profundidade,superficiais e simétricos) corte e “tatuem” a sigla do partido conservador de direita SPV.

Oras a policia da Suiça com todos os defeitos é uma policia bem treinada, sabe muito bem que a historia contada era uma historia sem nexo.

O resto ficou por conta do pai da moça que exigiu que ela tirasse fotos do corpo e distribuiu a imprensa brasileira que especialista no caso arrastou o governo para o breu.

Resultado disso: os brasileiros de bem que se esforçam para passar uma imagem bonita dos brasileiros, tem agora que pagar a conta de uma irresponsável, não acredito que ela seja doente para mim não passa de uma garota mimada que quando não consegue o que deseja apela para métodos desse tipo, só que dessa vez ela exagerou, eu aconselho contratarem um bom advogado, porque aqui não existe STF como no Brasil, aqui cometeu um erro vai pagar por ele.

Comentário

Fico com o pai: a moça é vítima, ou dos neonazistas (hipótese cada vez mais improvável) ou de distúrbios psíquicos. Não tem vilão nessa história.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia Tags: , ,
15/02/2009 - 08:00

Protecionismo e intolerância

Por Falcão

A Europa está passando por uma crise enorme. Acabei de assistir o noticiário das 22 da BBC e o Lloyds Bank que comprou o RBS (Royal Bank of Scotland) perdeu um terço do valor em menos de duas horas.

O Ministro Alistair Darling está em Roma no G7, porém, o boato é que o Lloyds está com a morte anunciada.

È só o mercado abrir na Segunda para cair de vez.

Esta crise tem um grave impacto no mercado de trabalho. Esta onda de “preconceito” contra cidadãos da América do Sul, e Brasil especificamente, é causada pelo velho ditado que o estrangeiro “rouba” o trabalho do nativo.

Não posso falar de Suíça porque não conheço, porém, em Londres de cada 10 Brasileiros 9 estão aquí vivo e trabalhando ilegalmente.

Em tempos de vacas gordas pode-se até fechar um olho, mas em tempo de crise estes 90% de imigração ilegal é uma pimenta no olho do Inglês. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags:
15/02/2009 - 07:00

Madoff e o Brasil

Coluna Econômica – 13/02/2009

A pirâmide de Bernard Madoff – o ex-presidente da Nasdaq autor de um rombo de US$ 50 bi no mercado mundial – deixou várias vítimas no Brasil.

Tempos atrás, em meu Blog (www.luisnassif.com.br), a comentarista Bianca Feijó já havia antecipado vários pontos que agora começam a vir à tona.

O maior representante de Madoff no Brasil era Bianca Hagler, do grupo Fairfield Greenwich Group), filha de Alex Haegler. A família é milionária, com trânito em Milão, Londres, Madri, Genebra e Rio de Janeiro.

Tia de Bianca, Mônica Haegler é casada com o americano Walter Noel – melhor amigo e sócio há 20 anos de Bernard Madoff. E os Haegler têm relações de parentesco com Jorge Paulo Lehman, da Inbev.
Foi através da família da esposa, que Walter trouxe a pirâmide Madoff para o Brasil. Por aqui, a distribuição dos produtos ficou a cargo do Banco Safra, com sede também na Europa e nos Estados Unidos.
Os primeiros clientes foram frequentadores do Country Club, do Rio de Janeiro. Devido ao tombo, os Haegler foram proibidos de continuar frequentando o clube.
***
A posição mais delicada é a do Banco Safra. Para aplicar nos fundos Madoff, o Safra montou em abril de 2006 uma empresa, a ZEUS PARTNERS LIMITED, com sede nas Ilhas Virgens. A empresa é controlada em 100% pelos Safra e seu board é constituído por Gerard Vila, Michael Paton and Charles Galliano.
O custodiante da companhia é o Banco Safra de Gibraltar. E a companhia se responsabiliza pela avaliação da origem dos recursos depositados – para evitar qualquer risco de se envolver com dinheiro ilegal.
***
É aí que o jogo começa a complicar para o lado dos Safra.

Há cerca de uma centena de investidores no Zeus Partners. Conforme divulguei em meu blog, o diretor de CRM (sistemas de gerenciamento de clientes) de um grande portal, por exemplo, perdeu US$ 3.015.431,98; um ex-dirigente do Banco Santos (que está com os bens bloqueados) tinha US$ 1.073.435,35 em sua conta; o diretor executivo de TI de uma empresa média de informática tinha fabulosos US$ 13.270.567,51; e uma funcionária de TI da Secretaria da Fazenda de São Paulo US$ 565.129,15.

Todos esses casos são, no mínimo, indicativos de possível lavagem de dinheiro.

***

Nos prospectos do Safra, não havia nenhuma indicação de que o dinheiro seria aplicado no exterior, em fundos Madoff.

Mais que, isso, Nova York destinou ao caso o promotor Robert Morgenthal de Manhathan, o mesmo que atuou, por lá, no caso Banestado – que envolvia um banco nova-iorquino e está por trás do bloqueio de dinheiro do Opportunity Fund.

***

A crise global acelerou um processo que era irreversível, mas fica sendo tocando lentamente: a desmontagem do enorme caldeirão das aplicações internacionais, no qual se misturavam de aplicações legal a caixa dois, passando por dinheiro de crimes políticos, de golpes corporativos e do submundo dos doleiros.

É mais um capítulo desse enorme jogo financeiro que se formou ao longo dos últimos trinta anos e que agora começa a implodir. Quebras, golpes, vítimas, todo esse caldeirão ajuda a reforçar a ação dos sistemas de repressão nacionais, agora atuando em conjunto em torno da chamada cooperação internacional.

Comentário

A quem estranhou o repeteco do assunto. Tenho uma coluna diária, que sai em vários jornais, onde, às vezes, aproveito material divulgado durante o dia pelo Blog. Daí a repetição de alguns temas.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: , ,
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