O que Brasil e Itália têm em comum
Por Abdelnur
Brimo Nassif,
de uma olhada no link abaixo e depois me diga se é para confiarmos na corte italiana. Clique aqui.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Costumes Tags: ItáliaBrimo Nassif,
de uma olhada no link abaixo e depois me diga se é para confiarmos na corte italiana. Clique aqui.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Costumes Tags: ItáliaAntes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!
Não sei como é a Itália como um todo, mas Roma é um caos. Povinho mal educado aquele, as ruas cheias de toco de cigarro, grosseiros no trato pessoal, não fosse as ruínas históricas não valeria a viagem. Quando cheguei em casa achei Porto Alegre até que bem legal…
Um parlamentar italiano disse que o Brasil nao tem tradição de juristas e sim de dançarinas . . . . Mas tradição por tradição, não é muito louvável a tradição do senado de Calígula e a eleição de atrizes pornôs . . . . e olha que por aqui a coisa não é muito bonita, mas ainda prefiro a nossa . . . .
Muito legal!!!!
Acho que, nessa animação, o que aproxima os hábitos brasileiros dos hábitos italianos é a impregnação do povo pela corrupção que veio de cima. Algo que caiu pesada e – cheirosamente? – de cima para baixo. Titica. Todos sentiam o cheiro e tiveram que se acostumar a ele.
Acho que a sociedade é assim como uma criança, espelha-se nos pais, por pior que eles sejam.
Na Itália, o fascismo, que obrigava a uma adaptação.
Aqui, desde quando colônia, jorrava do cagão baldes e baldes de adaptações. Ou se adaptava ou…
O jeitinho brasileiro é uma das formas de se colocar a cabeça para fora. Entrementes, é aquela história: Quanto mais mexe, mais se afunda e mais faz feder. Eu diria até que pode ter sido a falta de oportunidades. Em cima, deixaram a gente fechados em baixo, sem ar e com o cheiro nauseabundo que dali provinha da mesquinharia.
Antes neste país, tivemos golfadas de monta, a válvula esteve completamente aberta e provocou uma sujeira que leva muita água até ser limpa completamente. Mas o Brasil possui uma vantagem sobre os países europeus: Água aqui não falta, e é pura, tão límpida que enxágua até o menor vestígio de impureza. E o povo é novo, não necessita se banhar nas águas salgadas do histórico mar que banha as costas italianas. Basta ao brasileiro seguir rumo ao sudoeste para se lavar no frescor de seus rios, nas águas nas quais mergulharam os seus índios, os seus negros, os seus portugueses, as suas raças, os seus italianos, os seus europeus.
A válvula emperrou na ferrugem da posição “open”, mas aos poucos vai sendo fechada, para que outras sejam abertas com água pura, para lavar o que restou. E tudo aromatizar com a nossa natureza.
Acho que, nessa animação, o que aproxima os hábitos brasileiros dos hábitos italianos é a impregnação do povo pela corrupção que veio de cima. Algo que caiu pesada e – cheirosamente? – de cima para baixo. Titica. Todos sentiam o cheiro e tiveram que se acostumar a ele.
Acho que a sociedade é assim como uma criança, espelha-se nos pais, por pior que eles sejam.
Na Itália, o fascismo, que obrigava a uma adaptação.
Aqui, desde quando colônia, jorrava do cagão baldes e baldes de adaptações. Ou se adaptava ou…
O jeitinho brasileiro é uma das formas de se colocar a cabeça para fora. Entrementes, é aquela história: Quanto mais mexe, mais se afunda e mais faz feder. Eu diria até que pode ter sido a falta de oportunidades. Em cima, deixaram a gente fechados em baixo, sem ar e com o cheiro nauseabundo que dali provinha da mesquinharia.
Antes neste país, tivemos golfadas de monta, a válvula esteve completamente aberta e provocou uma sujeira que leva muita água até ser limpa completamente. Mas o Brasil possui uma vantagem sobre os países europeus: Água aqui não falta, e é pura, tão límpida que enxágua até o menor vestígio de impureza. E o povo é novo, não necessita se banhar nas águas salgadas do histórico mar que banha as costas italianas. Basta ao brasileiro seguir rumo ao sudoeste para se lavar no frescor de seus rios, nas águas nas quais mergulharam os seus índios, os seus negros, os seus portugueses, as suas raças, os seus italianos, os seus europeus.
A válvula emperrou na ferrugem da posição “open”, mas aos poucos vai sendo fechada, para que outras sejam abertas com água pura, para lavar o que restou. E tudo aromatizar com a nossa natureza..
Acho que, nessa animação, o que aproxima os hábitos brasileiros dos hábitos italianos é a impregnação do povo pela corrupção que veio de cima. Algo que caiu pesada e – cheirosamente? – de cima para baixo. Titica. Todos sentiam o cheiro e tiveram que se acostumar a ele.
Acho que a sociedade é assim como uma criança, espelha-se nos pais, por pior que eles sejam.
Na Itália, o fascismo, que obrigava a uma adaptação.
Aqui, desde quando colônia, jorrava do cagão baldes e baldes de adaptações. Ou se adaptava ou…
O jeitinho brasileiro é uma das formas de se colocar a cabeça para fora. Entrementes, é aquela história: Quanto mais mexe, mais se afunda e mais faz feder. Eu diria até que pode ter sido a falta de oportunidades. Em cima, deixaram a gente fechados em baixo, sem ar e com o cheiro nauseabundo que dali provinha da mesquinharia.
Antes neste país, tivemos golfadas de monta, a válvula esteve completamente aberta e provocou uma sujeira que leva muita água até ser limpa completamente. Mas o Brasil possui uma vantagem sobre os países europeus: Água aqui não falta, e é pura, tão límpida que enxágua até o menor vestígio de impureza. E o povo é novo, não necessita se banhar nas águas salgadas do histórico mar que banha as costas italianas. Basta ao brasileiro seguir rumo ao sudoeste para se lavar no frescor de seus rios, nas águas nas quais mergulharam os seus índios, os seus negros, os seus portugueses, as suas raças,, os seus italianos, os seus europeus.
A válvula emperrou na ferrugem da posição “open”, mas aos poucos vai sendo fechada, para que outras sejam abertas com água pura, para lavar o que restou. E tudo aromatizar com a nossa natureza.
Sensacional.
O Brasil é um país grandioso, não podemos nos comportar como o PIG quer que nos comportemos, como uma nação medíocre, submissa e subalterna. O Brasil deve ser respeitado como um Estado soberano. Se para a Italia o Cacciola não podia ser extraditado por ter dupla cidadania, para o Estado brasileiro o Battisti não pode ser extraditado por ser perseguido político.
Cesare Battisti?! Há algum tempo venho me surpreendendo com o espaço e o consumo de energia que o governo brasileiro tem dispendido na defesa de Battisti. Já analisei diversas hipóteses. Considero o Ministro Tarso Genro um homem inteligente, assim como outros membros do governo. Cheguei à seguinte conclusão de natureza lógica – não tenho nenhuma informação, somente a que leio em jornais e blogs -: se o Presidente do Supremo Tribunal Federal fica à vontade para se comportar de maneira impositiva na relação com o Executivo, por que o Ministro da Justiça não pode tomar uma decisão que demonstra independência na relação com o Poder Judiciário? Os três poderes são independentes, portanto que cada um defenda seus argumentos e se faça o contraditório ou o debate democrático. Gostei do vídeo, mas considero que o Brasil está na fase entre a exculhambação italiana e a “educada” ordem européia.
Olá,
Recebi esta historinha há algum tempo como prova que somos todos “descendentes de italianos”. Muito boa.
[ ]´s
Bom dia a todos. (estou na Bahia)
Gostei do vídeo, essa forma esculhambada de ser é que nos torna seres formidáveis.
Até nos aborrece, todavia, qual a graça de vez por outra não nos irritar? No mais, convenhamos, essa coisa muito previsível e ordeira das comunidades programadas é um saco de chatice.
A insatisfação com a esculhambação deve ser mantida em limites razoaveis, evidente que a recíproca tá valendo.
A meu ver, os riscos de se adotar a ordem como bem absoluto, pode nos levar de encontro a esperiência formidável dos trens nazistas trafegando rigorosamente no horário, uma maravilha, quase conseguiram transformar a sociedade alemã numa belíssima colmeia.
Portanto meus amigos, viva os italianos e brasileiros esculhambados, aos mafiosos direitistas à merda. E, vamos manter o asilo ao Battsti.
Abraços. Orlando
Aqui em Fortaleza o que mais tem é Italiano mal educado. Às vezes dá vontade de perder a linha com esses sujeitos.
Uma prepotência, uma arrogância, uma falta de educação, e se acham o tal.
Oi Nassif, outro dia escrevi para o blog do Mino, sobre o livro do Roberto Saviano, que acho que todos já leram e se não o fizeram que achem tempo para tal. O livro se chama Gomorra e é sobre O Sistema da Camorra napolitana. Cheiguei a conclusão, ao final do livro, que os nossos corruptos são aprendizes de feiticeiros juntos dos italianos. Que a maldade, barbárie e crueldade das sua vinganças contra inimigos deixariam o Fernandinho Beira Mar em lágrimas, seria a ser chamado pela nossa imprensa como um verdadeiros coroinha de sacristia. Eles estão 300 anos à frente no crime e na corrupção. O nosso DD é é um coitadinho diante dos boss da camorra. Um menino travesso rsrsrsr. Realmente nossas diferenças com a Italia, são gritantes. E nós sé temos 500 anos, rsrsrsrs (acho que é pra risada mesmo)
O que o Brasil e os EUA não têm em comum ? A punição aos crimes do colarinho branco.
Em outubro, o bicampeão das 500 Milhas de Indianápolis, Hélio Castro Neves, foi processado sob acusação de fraudar o governo dos EUA em US$ $ 5,55 milhões (aproximadamente R$ 10,6 milhões) em impostos. Também são réus Katiucia Castro Neves, sua irmã, e seu advogado, Alan Miller. O piloto e a irmã ainda foram denunciados por outros seis crimes de evasão fiscal entre os anos de 1999 a 2004. Pela denúncia, os irmãos e Miller usavam uma offshore no Panamá, chamada Seven Promotions, para receber boa parte do salário de Castro Neves e driblar o fisco norte-americano.
Para responder ao processo em liberdade, Castro Neves pagou US$ 2 milhões de fiança e, ainda assim, chegou ao tribunal algemado, com corrente nas pernas e de uniforme laranja.
fonte: blog do jornalista Frederico Vasconcelos
http://blogdofred.folha.blog.uol.com.br/
Este filminho é antigo e irritante para a maioria dos Italianos que não são assim. É inacreditavel que logo um Italiano (Bozzetto) faça este tipo de representação. Parece sempre que a Itália é toda como Napoli ou Roma… Não é bem assim; como existem Italianos mal educados, e Franceses mal educados, austriacos, ingleses, etc. Seria como afirmar que o Brasil é todo como a Bahia ou o Rio de Janeiro. O pais do samba e do carnaval…enquanto sabemos muito bem que não há somente samba e carnaval no Brasil. Chega de estereótipos, não dá mais para classificar os povos de acordo com o que há de mais espalhafatoso e folklorico. Um saco.
Orlando Varêda, há muito tempo não nos encontramos nos comentários. Hoje você me ajudou a desesculhambar a palavra esculhambação que eu escrevi com x. Obrigada! Abraço.
O videozinho é puro preconceito.
Igual piada que dá ênfase à cor da pele ou à preferência sexual ou à origem étnica.
O Brasil com esse auê em cima de um (…) tá passando atestado de subdesenvolvimento intelectual.
Se o Brasil fosse um país sério teria entrado em entendimento com o governo da Itália e chegado num acordo, do tipo, nós devolvemos o (…) mas vocês fazem um novo julgamento prá ele, com acompanhamento da ONU….
Ola Ivanisa, não tem de que agradecer, não assuntei direito seu post, se tivesse feito é provável que substituisse o termo empregado, alem do mais, em nada o x indevido danifica o conteudo do seu recado, com o qual concordo totalmente.
Abraços. Orlando
muito engracado…bom mesmo