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28/01/2009 - 17:36

SOS Mac

Tinha um Office 2004 que dava conta do recado. Instalei o 2008 e o Excel deu xabu. Não consigo sequer ampliar a página. Estava com os dois instalados e resolvi desinstalar o 2008. Como o Mac pretender ser mais inteligente do que os proprietários, ele desinstalou o 2004. Agora não encontro a praga do CD.

Alguém saberia se é possível, a partir da licença do 2008, reinstalar o 2004 através de download?

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

33 comentários para “SOS Mac”

  1. Almeida disse:

    A Conjur deve ter ” engolido seco” ao ter que postar esta Nota.

    ——-
    Advogados da Vivo não defendem acusado de espionagem

    Diferentemente do que publicou este site na notícia Calcanhar de Aquiles — Comércio de grampos ilegais é um crime em expansão (clique aqui para ler), os advogados da empresa de telefonia Vivo não defendem Flávio Jacinto, funcionário acusado de utilizar de seu cargo de gerência para permitir que fossem feitas escutas telefônicas ilegais. O esquema foi descoberto na operação batizada de Spy 2, da Polícia Civil de São Paulo.

    A Vivo informa que apoiou os empregados da empresa apenas no início das investigações, quando não se sabia do que se tratava. Hoje, o escritório do advogado José Carlos Dias, que representa a operadora, não defende nenhum empregado ou ex-empregado da empresa.

    A ConJur havia publicado que Flávio Jacinto, responsável pela área de interceptações telefônicas da Vivo é acusado pela Polícia de ter se utilizado do cargo para fazer escutas ilegais. A informação que a ConJur tinha era a de que depois de descoberto o esquema, a empresa de telefonia não o afastou do cargo. Ao contrário, chamou seus advogados para defendê-lo.

    A Operação Spy 2 prendeu 20 acusados de espionagem no dia 7 de janeiro em São Paulo. A operação já resultou em 16 pessoas denunciadas. Entre elas, estão policiais, detetives particulares, um funcionário de alto escalão da Vivo e empregados de bancos.

    A Spy 2 é resultado da primeira fase da operação que começou em 2004, quando o Jornal da Tarde publicou uma reportagem sobre detetives particulares que faziam grampo ilegal. A partir da notícia, a equipe chefiada por Fontes passou a investigar os detetives. Quando deflagrou a Operação Spy, em 2005, a Polícia Civil descobriu em Bauru, cidade do interior paulista, uma van com um laboratório de espionagem completo e sofisticado.

    O material pertencia à família de Eloy de Lacerda Ferreira, conhecido detetive particular envolvido em espionagens na disputa pelo controle da Brasil Telecom entre a Telecom Italia, fundos de pensão de estatais e CitiCorp de um lado, e o banco Opportunity de Daniel Dantas, do outro. Ele foi denunciado, junto com outras 20 pessoas, em julho do ano passado por grampear telefones ilegalmente e quebrar sigilo fiscal e bancário. Somadas as duas fases da operação, mais de 40 detetives particulares foram pegos.

    http://www.conjur.com.br/2009-jan-28/advogados-vivo-nao-defendem-empregado-acusado-espionagem

  2. Silvio Torres disse:

    Nassif, que tal abrir uma discussão sobre desperdício de dinheiro público nesses tempos de crise mundial? O Clóvis Rossi, depois de muito tempo acompanhando os estouros de manada alheios, deu uma bola dentro hoje falando da cara dura do andar de cima, que clama por milhões de ajuda oficial e dá uma banana pros trabalhadores. Pequeno exemplo de Minas, onde os órgãos de imprensa não podem se manifestar. Vc sabia que o prédio da emissora do estado, a TV Minas, é alugado? E que custa atualmente cerca de 180 mil por mês!!! E a propaganda oficial alardeia a construção faraônica de um centro adminstrativo quase em Lagoa Santa prá abrigar os órgãos do governo. Detalhe: a Rede Minas está fora dessa transferência!!!!

  3. Carlos Henrique Santana disse:

    Certa vez um Mac sinalizou que havia uma atualização do para o iTunes. Fiz a bendita. O que aconteceu? O visualizador ficou pior do a versão anterior..

  4. Dulce Leão disse:

    Olá Nassif, e amigos… :) este seu “probleminha” deu-me a chance de falar do meu “problemão”… estava com saudades do blog. Ganhei um “presente de grego”, de fonte não identificada, uma “tropa” inteira de “Cavalos de Tróia” que só hoje consegui exterminar, com ajuda especializada.

    Espero que resolva logo o seu problemão. :)

    Além da saudade, ficou a dúvida: os cavalos de “Tróia” ficarão em pé após perderem ” o acento” ? :) )

    Um abraço para todos.

  5. Ivan Moraes disse:

    “Vc sabia que o prédio da emissora do estado, a TV Minas, é alugado? E que custa atualmente cerca de 180 mil por mês!!!”

    Dono de verdade ou laranja?!?!?!

    (Uai, e eh pra pensar o que mais?)

  6. altamiro disse:

    baixei o neoffice e na hora de instalar aparece um de exclamacao vermelha e o texto diz que nao da pra instaslar nesse VOLUME….

    sera que falta algum plugg-in?

    Muito gozado esse lance do volume…acho que vou arrastgar pra lixeira, sei la…

  7. foo disse:

    “Nassif, que tal abrir uma discussão sobre desperdício de dinheiro público nesses tempos de crise mundial?”

    Poderíamos comecar reduzindo o desperdicio com softwares proprietários.

    Ao invés de investir $500 por computador, multiplicado por centenas de milhares de máquinas — custo que beira os bilhões de dólares anuais — o governo deveria demandar softwares livres e padrões abertos.

    O próprio Obama já comecou a fazer isso nos EUA:

    “President Barack Obama is a smart guy. Where others zig, he zags. It’s perhaps not surprising, then, that he’s been asking around about the benefits of open source, according to Sun Chairman Scott McNealy, who has been asked by President Obama to author a white paper on the benefits the U.S. government can derive from open source.

    McNealy, cited in a BBC News story, wasn’t shy in identifying them:

    It’s intuitively obvious open source is more cost effective and productive than proprietary software….The government ought to mandate open-source products based on open-source reference implementations to improve security, get higher-quality software, lower costs, higher reliability–all the benefits that come with open software.”

    Existem situacões em que um software proprietário seja realmente necessário. Mas estas deveriam ser as excecões, e não a regra das licitacões governamentais.

  8. wmoreira disse:

    Control rodinha…

    Os programas de computador para Windows e Linux (Mac eu não sei) estão meio que por padrão colocando o zoom como Cntr+MouseScroll, ou seja, vc aperta o Cntrl e gira aquela rodinha em cima do mouse. Funciona no Office (word, excel, power point), e no Firefox, além dos programas de desenho em geral (CorelDraw-like). No IE6 não funciona sempre (já vi páginas em que funciona, mas na maioria não), nos outros mais novos eu não sei.

    De qualquer forma, é o fim das teclas de zoom.

  9. Carlos Mangino disse:

    O MAC é o melhor…………………pudera o defeito é sempre do usuario.

  10. Rafael disse:

    Nassif, já tentou usar o BROffice, versão brasileira do OpenOffice? A versão 3.0 roda em Mac Intel sem problemas. Uso no meu MacBook e faço tudo o que faria com o Office. Só tem um bug na hora da instalação – quando o programa lhe pergunta se quer registrar o programa. Depois disso, ele roda sem sustos. O link: http://www.broffice.org/

  11. Raphael Neves disse:

    Se você usa (se não usa, passe a usar!) a Time Machine, dá pra recuperar fácil, fácil… É só entrar lá, ir até uma data em que o programa antigo estava instalado, ir em applications, e baixar o Office que vc quer.

  12. Nassif disse: “Tenho aqui também. Mas estou importando dados da ANS compatíveis apenas com o Excel.”

    Nassif,
    Esta atuação da Agência Nacional de Saúde (ANS) contraria as “Diretrizes para Implementação de Software Livre no Governo Federal”:
    1) Promover a utilização e desenvolvimento de Software Livre no Governo Federal.
    2) Formular e implantar uma política nacional para software livre.
    3) Adotar soluções baseadas em software livre e padrões abertos, otimizando a aplicação de recursos em tecnologia da informação e comunicação.Não seria o caso de

    Além disso, está pratica de produzir documentos que somente são lidos em “programas licenciados” (privilegiando determinadas empresas) viola os princípios da administração pública, especialmente os de “impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”.

    Isso cabe uma reclamação direta ao governo federal e, em último caso, uma ação judicial.

    ***

    28/01/2009 – 18:05 Enviado por: foo

    Nassif,

    Você que acompanha de perto os avanços do software livre, por que não aproveita e testa o OpenOffice 3.0 ?

    http://www.openoffice.org/

    Tenho aqui também. Mas estou importando dados da ANS compatíveis apenas com o Excel.

  13. Nassif,
    Me parece que o seu grande erro foi instalar o Office 2008 sem antes deletar o 2004. Aconteceu incompatibilidade entre os pacotes e você não está conseguindo abrir o Excel. Melhor do que reinstalar o 2004 será você deletar tudo através do programa de desinstalação do Windows e reinstalar o 2008. Reinstalar o 2004 é andar para trás. Tome cuidado com a confiabilidade da fonte onde você está baixando seus programas.
    Saudações.
    Nelson

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