Em nota à imprensa, o CNJ afirma que o governador teria pedido desculpas pelas declarações de Rios sobre o mutirão.
O governador Wellington Dias (PT) desmentiu a nota do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) de que teria pedido desculpas ao ministro Gilmar Mendes por críticas do secretário de Segurança, Robert Rios.
O mal entendido foi confirmado pelo secretário Robert Rios, que telefonou para o governador assim que foi informado sobre a nota do Conselho. De Brasília, Wellington Dias negou o comunicado do CNJ sobre o polêmico “Mutirão Carcerário”.
Segundo Robert Rios, o governador confirmou que conversou por telefone como o presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes, mas em nenhum momento houve pedido de desculpas e censura às suas declarações.
Na tarde de hoje a Assessoria de Comunicação do CNJ enviou nota à imprensa informando sobre o telefone. Na nota foi declarado que o governador teria pedido desculpas pelas duras declarações de Rober Rios e garantido ao presidente, Gilmar Mendes, que isso não iria mais acontecer.
“O governador está em Brasília e falou com o ministro por telefone, mas externando sobre sua preocupação a respeito do crescimento da violência em Teresina. Em nenhum momento, nenhuma das partes pediu desculpas uma a outra, por qualquer motivo e também não censurou qualquer fala minha”, explicou Robert Rios. Leia mais »
Tinha um Office 2004 que dava conta do recado. Instalei o 2008 e o Excel deu xabu. Não consigo sequer ampliar a página. Estava com os dois instalados e resolvi desinstalar o 2008. Como o Mac pretender ser mais inteligente do que os proprietários, ele desinstalou o 2004. Agora não encontro a praga do CD.
Alguém saberia se é possível, a partir da licença do 2008, reinstalar o 2004 através de download?
Recentemente me passaram o endereço de um site que achei que você fosse apreciar também. Além de várias matérias, tem documentos de todo o tipo a respeito da ditadura, e até fichas do DEOPS. Achei ótimo que alguém ainda tem o bom senso de correr atrás disso, de tentar mostrar o que ficou tanto tempo oculto. Pra mim, se todos entendessem bem o que foi a ditadura militar iam ver todas as ditaduras que acabam nos prendendo hoje em dia.
Nassif, o Estadão publicou uma reportagem sobre a moção de apoio (caso Battisti) entregue ao ministro Tarso Genro no dia de ontem. De forma estranha, constam os nomes de todos que assinam a moção (inclusive o meu), mas não o texto da mesma .
A expectativa da indústria automobilística com a crise não é de todo pessimista. A Fiat, por exemplo, estava produzido 3 mil carros por dia antes da crise. Mas em um quadro em que todos os fornecedores estavam trabalhando 24 horas por dia para dar conta do recado.
Para este ano, a aposta é de 2.400 carros por dia, uma quantidade bastante expressiva, se se levar em conta que o ano passado foi atípico. De fato, sempre após um ciclo de vendas baixas, segue-se uma bolha, na qual a demanda reprimida é atendida de uma vez, até voltar ao novo padrão de normalidade.
A visão da Fiat mundial é que a crise não irá chegar em sua plenitude ao Brasil. O país irá sentir os reflexos da crise mundial, da Europa, Estados Unidos e, especialmente, da China, mas em dose bem mais branda. Por isso mesmo, estão mantidos todos os planos de investimentos no país. O máximo que poderá ocorrer será algum atraso, em função de reavaliações de mercado.
Os financiamentos de veículos voltaram aos padrões pré-crise, com taxas entre 1,6% a 1,8% ao mês. Apenas as exigências, agora, são maiores. Antes, passou com carteira de identidade na frente de uma financeira, saía com um financiamento.
Por Renato
Nassif,
Trabalho como analista contábil em uma empresa fornecedora da Fiat.
Sobre a produção há um detalhe: 3 mil carros eram produzidos por dia quase todos os dias. A Fiat tinha uma pausa de 12 horas por semana apenas. Hoje, só produz em dias utéis.
Sobre os investimentos, alguns já estão temporariamente suspensos.
Com relação aos fornecedores da Fiat, realmente estavam trabalhando praticamente 24 horas. Tiveram que fazer investimentos e contratações.
No cenário atual, já foram e ainda estão sendo demitidos muitos trabalhadores. Os investimentos com treinamento estão sendo perdidos e alguns dos custos fixos criados não podem ser reduzidos.
As pessoas imaginam profundas articulações onde, em geral, há mecanismos bastante simples.
Nada como alguns exemplos para ver como funciona. Há poucos anos estourou o desastre da Enron, uma das maiores e mais conceituadas multinacionais americanas. Foi uma crise financeira e um dos principais mecanismos de geração fraudulenta de recursos fictícios, foi um charme de simplicidade. Manda-se um laranja qualquer abrir uma empresa laranja num paraíso fiscal como Belize. Esta empresa reconhece por documento uma dívida de, por exemplo, 100 milhões de dólares. Esta dívida entra na contabilidade da Enron como “ativo”, e melhora a imagem financeira da empresa. Os balanços publicados ficam mais positivos, o que eleva a confiança dos compradores de ações. As ações sobem, o que valoriza a empresa, que passa a valer os cem milhões suplementares que dizia ter. Leia mais »
GRACILIANO ROCHA
DA AGÊNCIA FOLHA, EM TAQUARA (RS)
Libertado após 13 meses de prisão, o piloto aposentado da Marinha dos EUA Frederic Calvin Louderback, 65, diz que não há provas que sustentem as acusações de pedofilia a que responde na Justiça e que pessoas foram coagidas a testemunhar contra ele.
O americano diz que se sente “discriminado” e critica a polícia e o sistema judiciário.
Ele e a mulher, Barbara Louise Anner, 73, e o casal de brasileiros André Herdy, 36, e Cleci Ieggli da Silva, 35, são acusados de atentado violento ao pudor, corrupção de menores, formação de quadrilha e produção e divulgação de imagens de sexo com crianças e adolescentes.
Os quatro, que vivem na comunidade naturista Colina do Sol, em Taquara (73 km de Porto Alegre), respondem ao processo em liberdade após um habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul neste mês.
Leia trechos da entrevista, de uma hora, concedida à Folha em um restaurante na cidade. Leia mais »
(…) Vamos começar com alguns fatos. A razão de endividamento público e privado dos EUA em relação ao PIB chegou a 358% no terceiro trimestre de 2008. É a maior na história dos EUA. O pico anterior, de 300%, data de 1933, durante a Grande Depressão.
Quase todas essas dívidas são privadas. Chegaram a um recorde de 294% do PIB em 2007, um aumento de 105 pontos percentuais em relação à década anterior. O mesmo ocorreu no Reino Unido, em uma escala ainda mais impressionante. Foi uma expansão gigantesca do crédito e do endividamento. Leia mais »
(…) as duas primeiras imagens deste texto dão uma idéia do tamanho do problema que a indústria de notícias já enfrenta, hoje, e também a pedreira daqui pra frente. à esquerda, um gráfico do pew research center for people and the press mostra que os jornais foram superados pela internet, este ano, como fonte de informação nos EUA. Leia mais »
Tenho um histórico de investir contra o chamado efeito-manada, ainda mais em crimes de larga repercussão. Mas não consigo elementos para ver inocência ou atenuantes na ação do médico Roger Abdelmassih, acusado de abusar de pacientes,
Ai vai um ping pong, do Daniel3 (comentarista do Blog) e o artigo do médico na Folha. Leia mais »
Não tem jeito. Quanto estouram crises globais não há como resistir às pressões internas por protecionismo.
Matéria do Ricardo Balthazar, do Valor em Washington, mencionando o protecionismo introduzido pelo Congresso norte-americano no pacote de estímulo econômico proposto por Barack Obama (clique aqui).
Haverá preferência para empresas americanas na contratação de obras e serviços públicos financiados pelo plano, que irá a votação hoje na Câmara dos Deputados.
“Uma das emendas prevê que apenas aço produzido no país seja usado em pontes, estradas e prédios públicos construídos com dinheiro do pacote. Outra emenda assegura privilégio semelhante para programas de computador e aparelhos desenvolvidos nos EUA para hospitais e clínicas médicas”.
“É possível que essas mudanças sejam revistas quando chegar a vez de o Senado de analisar o pacote. Mesmo assim, a iniciativa da Câmara gerou protestos de grupos multinacionais, preocupados com o avanço do protecionismo no Congresso americano e com o risco de que outros países criem barreiras semelhantes se o pacote for aprovado desse jeito”.
Outro dia deu uma discussão curiosa sobre a expressão “correr atrás do prejuízo”. Se é prejuízo, por que correr atrás? Sempre entendi que, quando se dorme de touca (para usar outra expressão), o prejuízo sai na frente. Aí o remédio é sair correndo para alcançá-lo e superá-lo.
O Parlamento do Japão aprovou um segundo orçamento suplementar para o ano fiscal de 2008, que termina em março vindouro. No orçamento está um programa de distribuição universal de dinheiro para a população, como parte básica do pacote de estímulo econômico.
Estrangeiros que moram no Japão também terão direito à ajuda em dinheiro do governo japonês.
Os estrangeiros que moram no Japão e que tiverem seu registro de residência devidamente documentado em municipalidades locais até o dia primeiro de fevereiro também terão direito a uma ajuda, em dinheiro, do governo japonês. Os que estiverem ilegalmente no país ficarão excluídos desta medida.
O pagamento básico por cada residente qualificado será de 12 mil ienes. Mas os jovens com 18 anos ou menos, e as pessoas com 65 anos ou mais receberão 20 mil ienes cada. Os bebês nascidos em 2 de fevereiro ou após essa data não terão direito ao recebimento do valor……………………
O fantasma da crise externa levou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) a reinstituir as licenças prévias de importação – as chamadas LIs – para 24 dos 97 capítulos da Nomenclatura Comum do Mercosul. No total, serão incluídos 60% das importações brasileiras.
Aí se entra em uma questão relevante: quais as intenções das autoridades? Se for para impor barreiras burocráticas às importações, haverá um fuzuê no comércio exterior. As normas da OMC (Organização Internacional do Comércio) impõem um prazo máximo de 60 dias para a liberação de produtos. Leia mais »
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.