São Paulo teve três sambistas clássicos, de nível nacional: Vassourinha, Noite Ilustrada e Germano Mathias.
Consegui digitalizar minhas fitas da Collecto’s e recupei algumas faixas de Vassourinha. Foi o primeiro sambista paulista autêntico, de um sincopado incomparável. Morreu muito cedo, menos de 20 anos, vítima de tuberculose óssea.
Acabo de ser informado da morte de Lucia Moreira Salles. Nos anos 60, com o nome Lucia Curia, foi das primeiras top models brasileiras. Fez carreira da Europa e chegou a assessora de Coco Chanel, um dos mitos femininos do século.
Quando comecei a levantar a biografia do embaixador, procurei amigos de Lucia. Foram unânimes em atestar seu excelente caráter.
O embaixador era um admirador de duas virtudes essenciais: o não deslumbramento com o sucesso e o apego à família e à mãe, que morava no Rio Grande do Sul.
Foi uma companheira dedicadíssima nos últimos anos de vida do embaixador, ganhando a gratidão e o reconhecimento dos amigos e filhos.
O bloqueio dos fundos do Opportunity em vários países pode ter vários desdobramentos, poucos favoráveis ao fundo e seus cotistas.
Quem quiser recuperar seus recursos terá que comprovar que eles foram legalmente declarados no Brasil. Se não declarou, não tem como comprovar que é dele. Ou então poderá requerer o recurso e pagar uma multa de 150% sobre o valor bloqueado. Obviamente, ninguém irá querer.
A alegação dos advogados de Daniel Dantas – de que o dinheiro é procedente da venda da Brasil Telecom para a Telemar – não ajuda em muito. Se o dinheiro saiu via doleiros, sem passar pelo Banco Central é dinheiro frio, crime de evasão e lavagem de dinheiro.
Mesmo comprovando que o dinheiro pago tem origem legal, o Opportunity esbarra em outro problemaço: confirmar que os cotistas do fundo são entidades legais e não apenas empresas de fachada.
Ou seja, o Opportunity Zain pode ser uma entidade regular; os fundos administrados pelo Opportunity que investem na Zain podem ser regulares. mas os quotistas desses fundos (investidores estrangeiros) podem ser fachada.
Provavelmente o inquérito foi por aí. Se os donos das das offshores (de fachada) que investem nos fundos forem detidas por brasileiros, esses brasileiros terão que pagar impostos no Brasil. Se não declararam que têm essas empresas, elas -e todos seus investimentos no Brasil – são podres.
É quase certo que o Opportunity terá que dar adeus a esses US$ 2 bi.
Nnunca ouviram falar do Maestro ALBERTO ROSSI LAZZOLI , Professor Catedrático da famosa ESCOLA NACIONAL DE MÚSICA do Rio de Janeiro / MAESTRO da RÁDIO NACIONAL do RIO, e posteriormente da REDE GLOBO no Rio , autor de vários arranjos músicais infantís, cujo compositor de algumas delas foi JK (ex- Presidente)…PEIXE VIVO e outras tantas…foi inclusive parceiro de Radamés Gnatalli e Guerra Peixe.
É é interessante citá-lo, pois foi um grande maestro e muito querido também…
Um grande abraço, somos admiradores de seu trabalho como jornalista e crítico, e obrigado pelo seu magnífico trabalho em rememorar os músicos antigos e mesclá-los com os mais novos, muito interessante.
Obs. : O Maestro Alberto Rossi Lazzoli tem inclusive vários familiares e filhos que residem no Rio , São Paulo e em Minas.
Comentário
O maestro compôs a trilha sonora de “Barro Branco” filme de Ademar Gonzaga, de 1939.
É curioso, mas Lazzoli, não sei a razão, tornou-se o menos conhecido dos cinco arranjadores da rádio Nacional, Alexandre Gnattali, Lírio Panicali, Léo Peracchi e Alceo Bocchino.
A Venezuela – sempre ela? – desenvolve já há um bom tempo, um dos programas de incentivo à música clássica mais ousados do mundo (El Sistema). Exemplo a ser copiado pelo Reino Unido, segundo articulista da Gramophone. Um exemplo também muito elogiado pelo regente da mais reverenciada orquestra do mundo, a Filarmônica de Berlim, Simon Rattle.
Basta dizer que o regente mais festejado da atualidade é o jovem Gustavo Dudamel que com sua ainda mais jovem orquestra de venezuelanos arrebatou o nacionalista público inglês no último Prom (vejam no youtube as cenas).
O foco do projeto venezuelano é social: tirar jovens da marginalidade fazendo-os interessar-se por música clássica. O êxito é retumbante. Em minha opinião, está claro que Gustavo Dudamel é muito mais apreciado pela comunidade internacional que John Neschling. Ele foi escolhido recentemente para ser o titular de uma das orquestras mais importantes dos EUA (a de Los Angeles) e sua orquestra (com o sugestivo nome de Simon Bolivar Youth Orchestra) grava pela Deutsche Grammophon.
Entretanto, é inquestionável a importância e valor do Neschiling para a música brasileira. Só para citar um exemplo, por pouco uma gravação sua não conquistou o prêmio Gramophone de 2007 – perdeu para outro brasilleiro, o Nelson Freire. John Neschling revolucionou a música clássica do Brasil. Colocou uma orquestra brasileira em um patamar nunca antes alcançado.
O que é lamentável nessa história é a forma desrespeitosa como ele foi tratado governo paulista e pelo FHC. Segundo eu entendi, ele foi demitido por causa de uma entrevista. Ora, não foi por causa de uma mudança de foco: quem sabe a adoção de um modelo mais de base como o venezuelano. Não. Ele foi demitido por que feriu os brios de políticos. Por que tais políticos não o chamaram às falas, publicamente ou não, para resolver suas pândegas?
De minha parte, pouco importa se ele disse isso ou aquilo de FHC ou Serra. O que eu quero é comprar cds de orquestras brasileiras de excelente qualidade como estava fazendo até agora. é prazeroso ler os elogios que a imprensa especializada internacional tece à OSESP (e olha que não sou paulista).
Ativistas defendem candidatura do SUS a patrimônio imaterial da humanidade
Amanda Cieglinski
Enviada Especial
Belém – Os participantes do Fórum Social Mundial da Saúde (FSMS) vão lançar a candidatura do Sistema Único de Saúde (SUS) a patrimônio imaterial da humanidade. A idéia foi apresentada na manhã de hoje (26), durante ato político que contou com a participação do ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Leia mais »
Nassif, o ‘The New York Times’ mostra que existe uma grande chance do governo Obama estatizar o sistema financeiro norte-americano, pois se for cobrir o rombo do mesmo a conta vai para a estratosfera.
Artigo do Paul Krugman no NY Times de hoje, rebatendo as críticas ao plano Obama: clique aqui.
Comentário
É curioso o artigo do Paul Krugman porque comprova que não é só no Brasil que se recorrem a cálculos simplórios para questionar ações públicas contra a crise.
Os cabeções americanos pegaram o valor dos investimentos públicos para estimar o custo de criação de cada emprego. Deu US$ 275 mil por emprego criado.
Krugman mostra que o programa será implantado ao longo de anos e criará milhões de empregos a cada ano. Os cabeções pegaram o total aplicado e dividiram pelo número de postos de trabalho criados apenas no primeiro ano. Krugman refaz as contas e diz que o custo cai para US$ 100 mil.
Depois, mostra que os cabeções não consideraram o impacto fiscal positivo de uma economia mais forte. Com isso, o custo estimado por emprego criado cai para US$ 60 mil.
O Extra, o jornal mais vendido do país em banca, e que por vezes se choca contra as linhas gerais do próprio primo rico da família, O Globo (e da Globo, como no caso Boninho), vem com uma série de reportagens importantes sobre o preconceito e a discriminação contras as religiões afro-brasileiras.
No capítulo de ontem, o preconceito contra alunos candomblecistas em escolas públicas – com casos de meninos expulsos de sala de aula, por portarem indumentárias ou acessórios referentes à religião.
Hoje, a reportagem foi sobre a agressão contra religiosos, incluindo um caso de agressão policial.
O jornal Extra tem sido a única voz da imprensa brasileira a denunciar com alguma frequencia problemas de preconceitos raciais ou religiosos no Brasil. Leia mais »
Se quiserem, realmente, melhorar a ciencia nacional ha muito a fazer. Embora, como disse o Paulo Franca, o Rio faca boa ciencia; a verdade e que tanto o Rio como o restante do pais sofre com problemas de infra-estrutura como sobrecarga do sistema eletrico, infiltracoes, bioterios inadequados e falta de seguranca das pessoas e do patrimonio.
O caso mais evidente e o da Fiocruz que deveria ser IMEDIATAMENTE transferida pra outro local. Nao acredite em mim, va la e olhe.
Quatro acoes deveriam ser nortear o Ministerio da Ciencia com o objetivo de melhorar a ciencia nacional: Leia mais »
O álibi do inseminador profissional, Roger Abdelmassih, de que o anestésico propofol provocou o chamado furor uterino nas suas pacientes – que o acusam de abuso sexual, inclusive quando elas estavam dopadas – vai criar um fenômeno maior do que o ipê roxo.
O impressionante é o histórico de 19 anos de abusos. Pela vulnerabilidade das pacientes – ansiosas por terem um filho – creio que esse tipo de abuso tanto por parte de especialistas quanto ele, como por parte de psiquiatras, mereceria pena agravante.
PS – Alguns leitores, abaixo, sugerem cautela. Leia mais »
A mais confiável fonte de informações sobre o Brasil e Améria Latina, a BBC Brasil, fez um belo apanhado dos pontos polêmicos da nova Constituição boliviana.
Há dados muito interessante, como a criação de uma jurisdição especial para os povos indígenas, o referendo para o tamanho máximo das propriedades rurais (sem efeito retroativo), a transformação da Bolívia em estado laico e o reconhecimento dos bens naturais como de propriedade do povo boliviano, cabendo ao Estado sua exploração. Leia mais »
Sou um pequeno empresario do ramo da metalurgia de São Paulo e senti dificuldades durante o ano passado inteiro….o aço teve aumentos que nunca vi antes chegando a 70% durante o ano…junho veio o pior aumento….quando consegui repassar alguma coisa já estava dentro da crise….me pegou em cheio…..justo na hora que mais precisamos faturar pois Novembro e Dezembro são meses que temos que ,alem de pagar 13º, fazer alguma reserva para passar Janeiro e Fevereiro que são meses de poucas vendas (no meu ramo)…O que mais me impressionou era que ,quando assistia tv parecia que estava em outro país…Nos olhos dos tecnocratas não estava acontecendo absolutamene nada….NINGUEM SE MEXEU…..FICOU TODO MUNDO PARADO,ESPERANDO…..O mundo se movimentou e parecia que o governo brasileiro estava em estado de choque…..parece que o planeta só tem 2 segmentos….bancos e montadoras….Parece que só se percebeu a crise quando um dos dois gritou….Talvez de agora em diante se pense melhor sobre as reformas e prestem mais atenção no sistema financeiro ficando atentos aos aventureiros e gananciosos que simplemente balançaram o planeta….Parabéns pela sua lucidez….forte abraço…
Comentário
Concordo integralmente: para o governo, a economia se resume ao sistema financeiro e às grandes corporações.
Por Maria Lucia
Nassif, tb. sou pequena empresaria do ramo de metalurgia junto com meu marido em Salvador. Estamos no ramo ha quase 20 anos. Temos 5 funcionarios que estao desde o inicio da empresa. O ano de 2008 foi muito dificil… esse ano, nao sabemos o que vai acontecer. Todos somos pais de familia, os clientes nao aparecem… so se fala na crise das montadoras e dos bancos. Tenho orado fortemente ao sr. Jesus pedindo a sua misericordia! Um abraco.
Fora do âmbito da Defesa, existem poucas análises na mídia sobre o significado estratégico do Plano de Defesa do país.
Wilson Tosta, da sucursal do Estadão no Rio, monta uma matéria com especialistas, situando o pensamento estratégico, como complemento do chamado “soft power” da diplomacia brasileira.
Compras recentes devem equiparar capacidade à de países como Espanha e Itália, levando a maior protagonismo
Especialistas em defesa ouvidos pelo Estado afirmam que as compras de material militar recentemente fechadas pelo governo não apenas repõem a capacidade bélica do País, mas também apontam para uma alteração, a longo prazo, do peso político-estratégico do Brasil no mundo. Segundo esses pesquisadores, as Forças Armadas brasileiras continuarão distantes de países líderes no setor, como Estados Unidos, Rússia e China, e das potências europeias, como Reino Unido, França e Alemanha. Mas o País poderá aspirar a uma capacidade próxima da de outras nações da Europa, como Espanha e Itália, e assumir maior protagonismo internacional – exigível de um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, desejo da política exterior brasileira.
“É um processo de reposição e ao mesmo tempo de modernização”, diz Geraldo Cavagnari, do Núcleo de Estudos Estratégicos da Universidade de Campinas (Unicamp). “Desde 1995, as Forças Armadas vêm sofrendo um processo de desmonte. Ficamos desatualizados em termos de tecnologia militar.”
A movimentação na área estratégico-militar foi intensa nos últimos três meses. Incluiu a compra de 63 helicópteros – 12 da Rússia e 51 da França -, a aquisição, também dos franceses, de quatro submarinos Scorpène e da tecnologia do casco do submarino nuclear, além da construção de um estaleiro para montar as embarcações e uma nova base naval no Rio. Também foi lançada a Estratégia Nacional de Defesa, documento de 64 páginas que lista 19 ações a serem iniciadas entre 2009 e 2010, para dinamizar a área.
Em Minas Gerais há informações seguras de criação de saci em cativeiro. Agora, começam a pipocar indícios fortes de que parte dessas criações de saci estão sendo montadas em jornais.
É o que depreende do fato da parte mais séria do jornal mais sério do país, o Estadão, ter embarcado na criação de sacis de O Globo.
Depois do confronto entre os ministros da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Meio Ambiente por causa do projeto do novo Código Florestal, a confusão reinante na Esplanada dos Ministérios, decorrente da má qualidade de gestão e falta de comando administrativo do governo, tem agora um novo capítulo, no qual os dois principais personagens são o ministro de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, e o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias.
O confronto começou quando Mangabeira, depois de anunciar que lideraria uma “caravana para o Nordeste”, passou a criticar os critérios de escolha dos beneficiários do Bolsa-Família nessa região e a alardear que o Ministério de Assuntos Estratégicos já começou a estudar novos critérios. Em vez de privilegiar os mais pobres, diz ele, o Bolsa-Família deveria ser direcionado aos que já estão próximos de se integrar à classe média. “O ponto nevrálgico é escolher corretamente o alvo. Muitas vezes tenta-se abordar o núcleo duro da pobreza com programas capacitadores e, aí, eles não funcionam. As populações mais miseráveis são cercadas por um conjunto de inibições, até de ordem cultural, o que dificulta o êxito desses programas”, disse o ministro ao jornal O Globo (continua).
Marquito, meu filho, Pereira, grande figura, como é que embarcam nessa bobagem? Daqui a pouco vão acreditar que saci dá em árvore.
Mangabeira nunca falou no Bolsa Família privilegiar a classe média. O tema eram os programas de capacitação, treinamento profissional que precisam focar os menos pobres, devido ao fato de que a miséria extrema é uma barreira cultural enorme à inserção de pessoas no mercado de trabalho. E não houve discordância nenhuma com Patrus – conforme a própria íntegra da entrevista, disponibilizada no site do Ministério de Assuntos Estratégicos. Como Mangabeira cansou de salientar na entrevista (e O Globo cansou de expurgar do publicado) essas conclusões sao consensuais, não há divergência Leia mais »
Apesar da queda do saldo comercial, o déficit em conta corrente pode diminuir, de acordo com matéria de Sérgio Lamucci, no Valor de hoje (clique aqui).
Algumas projeções apontadas:
• o rombo nas transações de bens, serviços e rendas do país com o exterior tende a encolher da casa de US$ 29 bilhões em 2008 para US$ 22 bilhões a US$ 25 bilhões em 2009.
• O economista Nilto Calixto, do Credit Suisse, prevê redução das remessas de lucros e dividendos de US$ 34 bilhões em 2008 para US$ 22 bilhões em 2009, pela queda nos lucros e pela desvalorização do real (que transforma os lucros em reais em menos dólares).
• Montadoras, bancos, siderúrgicas e metalúrgicas responderam por 50% do envio desses recursos de janeiro a novembro de 2008, explicando 68% do crescimento das remessas. Como esses setores são bastante afetados pela desaceleração da atividade econômica, o impacto sobre o fluxo de saída de dinheiro por esse canal deve ser significativo.
• No caso do saldo de viagens internacionais, Júlio Callegari aposta num recuo modesto, de US$ 5,3 bilhões para US$ 4,3 bilhões, enquanto Calixto acredita numa queda um pouco mais forte, para US$ 3 bilhões.
• O economista Fernando Rocha, da JGP Gestão de Recursos, aposta que o saldo comercial ficará em apenas US$ 10 bilhões, com as vendas externas externas caindo 19%, para US$ 160 bilhões, e as compras recuando 13,3%, para US$ 150 bilhões.
• Pelo menos para 2009, foram arquivados os temores de que o rombo em conta corrente seguiria em alta explosiva, ainda que a reversão não vá ocorrer pela alta das exportações. Rocha lembra que, antes do agravamento da crise, chegou a considerar que o déficit poderia atingir US$ 45 bilhões neste ano, o equivalente a cerca de 3% do PIB.
Eu sinto falta de um debate mais detalhado sobre o problema do modelo atual de intermediação financeira e da atividade econômica com crescimento sustentado pelo crédito/endividamento.
Li hoje (domingo) no New York Times – que pediu uma ajudazinha pro Slim – um artigo sobre as intenções de Obama na seara da regulação do sistema financeiro.
Tudo meio óbvio e inócuo, sem qualquer proposta que realmente ataque o problema da emissão de moeda escritural pelos bancos…Nem tocam na alavancagem no sistema atual, o que dizer numa mudança no papel dos bancos, de criadores de moeda para intermediários, gestores de recursos de terceiros.
É só aquele papinho cansativo das auditorias e agências de risco – que já deviam ter sido exemplarmente punidas há muito tempo – e coisas rídiculas em sua relevância, como a questão dos bônus para os executivos das IFs
O debate se empobreceu rapidamente. No começo, estávamos a discutir a possibilidade de uma moeda internacional, de substituição do dólar. Estávamos a vislumbrar uma profunda mudança no modelo de sistema financeiro.
Entretanto, com a situação se deteriorando e a depressão, não mais a mera recessão, se tornando cada vez mais provável, rapidamente a coisa voltou ao “business as usual”… É essa falta de aptidão para de fato lidar com o que releva que me assusta mais.
Capacidade propositiva nula… Muito perigoso isso… Leia mais »
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.