Trivial da Elis de 1962
Ai vai o Elis de 1962, com dois probleminhas que depois resolvo:
1. O chiado a mais do LP.
2. Eu teclando feito louco para dar conta da liberação dos comentários.
Ai vai o Elis de 1962, com dois probleminhas que depois resolvo:
1. O chiado a mais do LP.
2. Eu teclando feito louco para dar conta da liberação dos comentários.
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Meu Deusssssss…issso é muito bommmmmmm…
Nem sei como agradecer; vc descobre coisas maravilhosas!!!!
“sobrou o quarto, Itamar, que não foi encontrado …talvez o mais sábio dos quatro”
Certamente o mais competente e sabio, mas… “nao foi encontrado”? Itamar esta na lista negra da media neocon mesmo, porque nao dizer lo ao publico?
Nassif, voce tem que conectar a saida do stereo diretamente ao mac, no furinho de microfone atraz, ao lado do buraquinho “optical output” de som. Depois “system preferences” no menu da macan, “Sound” (fale qualquer coisa ou faca algum barulho pois o “Input level” registra a entrada de som), e mude o imput pra “Audio line-in port” (o “Input level” nao registra mais). Agora ligue a musica com o dolby surround sound do stereo ligado -botao a, b, ou ambos, dependendo da qualidade do som- e ajuste o volume de gravacao. Agora use o que voce estava usando pra gravar antes, system ou software, vai funcionar da mesma maneira. O som ambiente eh eliminado e toda a gravacao virah direto do stereo.
****Nao conecte um toca-discos diretamente ao computador*** porque o som eh altissimo e tem uma chance de estourar as caixas do seu computador.
Por sinal: ficou excelente, mesmo com o teclado. Ainda bem que voce nao tosse.
Num cantão qualquer, em algum mocó do fim do mundo,alguém me escreve( num post lá pra baixo)
24/01/2009 – 16:11
Enviado por: Alvaro
Análise: o “anarquista”, nunca teve práxis anarquista porque não sabe o que isso significa. É apenas um tucano de ocasião, porque votou no FHC, Serra, Alckmin, Kassab (supondo morar em SP, Capital). Certamente, votou em Collor em 1989 contra Covas. Oportunista, sim, anarquista, não. Julga-se culto por ler Diogo Mainardi e outros malfeitores da imprensa. É bom ler o “anarquista” para se ter ideia de quantos tolos há no país.
Observem:
”Supondo”….
E ele supôs,julgou e condenou.
Daonde saiu esse exu?
Sobre a guerra de GAZA na visão de um súper,híper esquerdista de carteirinha. Sinto informar,srs comentaristas que tanto me agrediram,que disse o mesmo em outras palavras.
E irei colocar a matéria inteira.Merece ser colocada:
FERREIRA GULLAR
As razões do ódio
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Suspensão das hostilidades no conflito é provisória e vem após perdas lamentáveis
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O HORROR que tenho à violência me leva a admitir que o pior dos acordos é melhor que uma guerra. Nem todos o admitem, mesmo porque as coisas não são tão simples quanto podem parecer, já que às vezes mostrar-se disposto a ir à guerra pode ser um fator importante para evitá-la.
Desentendimentos que envolvem povos e nações são sempre muito complexos e de difícil superação. E quando remontam a disputas antigas, que já resultaram em mortes e perdas de todo tipo, superá-los é ainda mais difícil. Ir à guerra é mais fácil, mas, na maioria dos casos, também não resolve. O conflito entre Israel e palestinos é exemplo disso: 60 anos de atentados, bombardeios e combates, intercalados de tréguas que levaram a novos massacres, mortes e destruição.
No momento em que escrevo, as tropas de Israel começam a se retirar da faixa de Gaza, dando início a uma trégua, de fato inevitável, uma vez que nenhum dos contendores tem capacidade de derrotar definitivamente o outro. Ao contrário do que gostaríamos que ocorresse, essa suspensão das hostilidades tende a ser provisória e vem, não antes, mas depois de perdas lamentáveis. Teremos assim mais uma precária pausa na interminável e sangrenta disputa entre os dois povos.
Quem tem acompanhado o desenrolar dessa questão sabe que os dois lados se julgam com a razão e é exatamente por isso que o conflito não termina: “A razão está conosco, eles se apossaram de nossa terra, logo, ou nos devolvem o que é nosso ou seremos obrigados a tomá-lo pela força”. Isso, de um lado; enquanto o outro lado argumenta: “Não tomamos nada de ninguém, temos o direito de estar onde estamos e repeliremos toda e qualquer tentativa de nos expulsar daqui”. Mas de que adianta ter razão e viver no inferno?
Como se sabe, esse conflito começou em 1948, depois que a ONU decidiu pela criação de dois Estados, um palestino e outro judeu, mas os palestinos não acataram essa decisão, alegando que aquele território lhes pertencia desde sempre. Mesmo assim, o Estado de Israel foi implantado, resultando na expulsão de milhares de palestinos. Criou-se a OLP (Organização para Libertação da Palestina) que prometeu “jogar os judeus no mar”.
Em 1967, Gamal Abdel Nasser, presidente do Egito, liderou uma frente anti-Israel, a que aderiram a Síria e a Jordânia, cujas tropas se preparavam para invadir o território israelense quando foram surpreendidas por uma ofensiva fulminante que as derrotou, resultando na ocupação, pelo Exército israelense, das colinas de Golã, de parte da Cisjordânia e da península do Sinai. Finda a guerra, o governo israelense negou-se a desocupar aqueles territórios, alegando que esse era o modo que tinha de evitar os ataques a seu país. Esse é ainda hoje um dos principais entraves à pacificação.
De lá para cá, houve alguns progressos que aliviaram as tensões na região, como o acordo de paz firmado por Israel com o Egito e a Jordânia. Em 1993, foi assinado o Acordo de Oslo, que abriu caminho para o convívio pacífico entre israelenses e palestinos. Alguns territórios foram devolvidos por Israel, inclusive a faixa de Gaza, hoje ocupada pelas forças do Hamas.
Foi a impossibilidade de destruir o Estado de Israel que levou Yasser Arafat a concordar com a criação do Estado palestino e o convívio pacífico com ele. Esta é a posição, hoje, de Mahmoud Abbas, sucessor de Arafat. Os líderes do Hamas não concordam com isso: mantêm-se na posição palestina de 60 anos atrás, exigindo o fim de Israel. Logo, para eles, a paz é inaceitável, pois, como Israel não admite autodissolver-se, só a guerra pode acabar com ele. Mas como, se o Hamas não tem poder militar para isso?
Já que essa é a realidade, resta entender por que então, sabendo que sofreria implacável represália, insistiu em atirar foguetes sobre cidades israelenses. Pode-se especular que seu verdadeiro propósito era de fato provocar a reação furiosa de Israel e, com o martírio de sua gente, ganhar o apoio dos países árabes para, assim, como ocorreu em 1967, juntá-los numa frente militar capaz de expulsar os israelenses daquela parte da Terra Santa que lhes pertence.
Pode ser, pode não ser, mas custa crer que alguém provoque um conflito dessas proporções, sabendo que não o vencerá, apenas para irritar o inimigo. De qualquer modo, a verdade é que, na tentativa de anular as ações do Hamas, Israel fez crescer ainda mais o ódio dos palestinos e desgastou-se diante da opinião pública internacional, particularmente no mundo árabe.
A paz parece mais longe ainda.
Nassif.
Valeu pelo empenho pra quem tem uma agenda com a tua, mas a qualidade final da ripagem deixou a desejar. Dá melhorar a captação pro HD. Em algum ponto do trajeto dos arquivos entre o toca-discos e teu HD vários bits estão sem perdendo pelaí. Dê uma checada nisso.
abs.
Antonio Toledo
Sr.Anarquista, respeito, embora discordo das posições dos esquerdistas, Ferreira Gullar, Gorbachov, Yeltsin, J.Serra, Roberto Freire, J. Dirceu, Gabeira, Jarbas Vasconcelos, Greenhald , Carlos Minc, J.Vagner, etc… .
Saudações
FERREIRA GULLAR ANARQUISTA?
Vc pegou pesado, Gular é um personalista de porte classico.
Não consegue nem explicar ” As razões do ódio ” que tem do PT.
Ele é o mais nobre dos “Intelectuais” do não vi e não gostei.
Alem claro que sua avaliação, sobre o covarde massacre de Israel a principalmente crianças palestinas, beira ao nectar do aveludado cinismo culto.
Enviado por: Antonio Carlos Silva -RJ
Tem todo o direito de discordar.
Mas só pro meu esclarecimento:
Quem seriam os esquerdistas modernos no mundo?
estou me refirindo aqueles que mudam a história do planeta.Sem dar um tiro.Ou até atirando e matando( se deseja)
Mas quem são eles?
EDMAR,
VC É BÃO P´RA CARAMBA, CARA!!! QUE TALENTO!!!
Enviado por: Carlos Henrique Machado:
Não griita na minha orelha.Estou de ressaca.
F.G. não é esquerdista?
Tá bom…
E quem é, então?
Se me responder lá pelas 14 horas,pode gritar a vontade.Estarei calibrado novamente.
Antes disso,sussure.( mas já coloquei goela abaixo 2 engovs)
Sr.Anarquista, na minha concepção de esquerda, uma personalidade com as características mencionadas por tí, seria o Nelson Mandela .
E para você, qual personalidade se enquadraria neste perfil de “esquerda moderna” ? .
Saudações,
Em tempo : Não vale Shimon Peres nem o Tony Blair, ok ? .
O contraste entre chiado de vinil e som do teclado foi proposital? Um choque entre tradição e pós-modernidade?
Antonio Carlos Silva -RJ:
P E R F E I T Í S S Í M O.
esse sim é o cara.Já escrevi muitas x sobre ele.Sou fã número um dessa figura fenomenal.
PONTO.
e QUEM MAIS?
Sobre a esquerda moderna:
Só se for Obama( tenho esperanças)
De resto….
ZERO.
Sr.Anarquista, gostou ?
Ótimo, mas me responda, quais seriam as personalidades que VOCÊ considera com o perfíl da “esquerda moderna” ? .
Ressalto que, nesta SUA concepção, não vale Tony Blair, Shimon Peres, Obama ou FHC .
Bom, não é preciso ser nenhum Alex Jones pra perceber q, se o anarquista chamou d esquerda é pq esquerda não é.
Digitalização ao vivo pelo microfone. Foi só um teste?
É como tirar foto de foto se caprichar na luz no zoom e um bom tripé fica ótimo. Talvez uma sala tratada acusticamente e longe de experiencias de vanguarda fique bom. Afinal o que queres é copiar?