A Suiça entra no jogo
Por Jerffesson Nascimento
LN
Mais um país a cooperar. Agora a Suiça. Clique aqui. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça Tags: Daniel Dantas, SatiagrahaLN
Mais um país a cooperar. Agora a Suiça. Clique aqui. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça Tags: Daniel Dantas, SatiagrahaRecebo do leitor Hélio Constantino, de Recife, dois presentes inesquecíveis. Um deles, o CD “Sivuca Sinfônico”, gravado com a Orquestra Sinfônica de Recife, sob a Regência de Giuseppe Gioia. Uma obra prima!
Um dos desafios da Satiagraha será separar os criminosos dos autores de pequenos delitos. É fundamental para reduzir as pressões contra a operação e pegar os verdadeiramente criminosos.
A procuradora Janice Ascari – membro da Comunidade do Blog – listou os crimes suscetíveis de ação penal por lavagem de dinheiro.
Só podem ser objeto de ação penal por lavagem os ativos provenientes de:
1 -tráfico de drogas,
2-terrorismo,
3- contrabando de armas e munição,
4-extorsão mediante sequestro,
5-crimes contra a Adm Pública,
6-contra o sistema financeiro,
7-praticados por organização criminosa,
8-praticados por particular contra adm.pública estrangeira
pronto..começaram a “criar” estorinha de guerra entre instituições, como fizeram entre Abin e PF
SÃO PAULO – O anúncio do bloqueio de US$ 2 bilhões (R$ 4,5 bilhões) em contas bancárias mantidas irregularmente no exterior por acusados na Operação Satiagraha causou uma nova crise institucional no caso. Depois de uma guerra interna na Polícia Federal, outra com a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e com a Justiça, agora o Ministério Público Federal não se entende com a Secretaria Nacional de Justiça nem com a PF.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça Tags: colarinho branco, crime organizado, SatigrahaDivertida matéria no La Stampa de hoje do correspondente em Tóquio, Pierangelo Sapegno: “Yakuza em crise, o Estado paga”.
Conta Pierangelo que “os gângsteres da Yakuza entraram na fila, com a maior naturalidade, para receber auxílios do Estado, de seguro desemprego a casas populares, e, se possível, até mesmo pensão por invalidez. [...] Com esta crise, sumiram os contratos, a usura não rende mais como antes e a venda de proteção caiu vertiginosamente. A Yakuza tem mais de 90 mil dependentes com escopeta e metralhadora, que talvez sejam pouca coisa comparativamente à Cosa Nostra, mas que são, mesmo assim, um belo exército a se manter.” Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: Japão, máfia, oyabunNassif, uma matéria interessante do El Pais sobre as dificuldades enfrentadas pela imprensa boliviana nos primeiro 1000 dias do governo Morales. Clique aqui.
o texto do el pais – jornal reconhecidamente conservador e que domina a midia boliviana tambem – critica o governo boliviano pelo que chama de Mil Dias de Pesadelo Informativo…
Mas quem se informou sobre as tentativas de golpe de estado de alguns departamentos bolivianos contra o governo, sabe que a midia se portou tal qual a midia venezuela no golpe de estado contra chaves em 2002: descaradamente pro-golpe contra um governo eleito democraticamente, como na venezuela…
veja os sites el dever, de oposicao a evo: clique aqui.
e compare com a agencia bolivariana de noticias, do governo: clique aqui
Nassif,
No tocante ao assunto ferramentas de gestão, vi uma matéria no site do governo de Minas que achei interessante.
Trata-se de uma espécie de “mapa da situação” que permite às principais autoridades do estado visualizar o andamento de seus projetos ao longo de todo o território. Clique aqui.
Caro Chico Pedro, aqui no estado do Piauí o governo está trabalhando com um sistema parecido só que bem mais amplo. O governador Wellington Dias, enumerou quarenta e cinco ações (tais como: ponto de cultura, Cursinho popular, hospital de pequeno porte – dependendo da cidade pode ser de médio porte, mercado público, defensoria pública – aqui está incluso ponto de atendimento para aquisição de todos os documentos pessoais do cidadão, delegacia, matadouro público, ponto de atendimento bancário, ligação asfáltica a uma BR ou PI, escola de 2º grau, ginásio poliesportivo, estádio de futebol – murado, com vestuário, alambrado, poço tubular, programa segundo tempo – esporte, praça, entre outros, enfim o mínimo que uma cidade precisa para ter uma qualidade de vida. Feito a pesquisa nos municípios o governador sabe exatamente dessas ações o que falta em cada um dos municipios, as quais fez um calendário para implantação dessas ações e acompanha “on line” da sua mesa, com fotos e informações municipio a municipio, obra a obra. O programa é o “SAG – Sistema de Acompanhamento de Ações Governamentais”. Acho interessante que o estado começa a se modernizar e avaliar sua gestão.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Cidades, Gestão Tags: Gestão, Minas GeraisQuem ainda não tinha visto, quem não assistiu ontem, quem não pode pedir a um amigo que tenha gravado o programa que lhe empreste a fita ou o DVD, só tem uma coisa a fazer: entrar imediatamente em contato com a TV Cultura de São Paulo e encomendar uma cópia do programa “Maysa – Estudos”, exibido ontem, às 22h10.
É difícil encontrar palavras para descrever trabalho tão maravilhoso. Realizado em 1975, dois anos portanto antes da morte da cantora, o programa é muito mais que mais um desses “especiais” que a televisão costuma apresentar. Em seus 42 minutos de duração, “Maysa – Estudos” mostra a arte, a voz privilegiada, a personalidade e a beleza transcendental, humana, muito humana de Maysa Monjardim de maneira que parecia impossível de ser conseguida. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Cultura, Música Tags: Jairo Arco e Flexa, MaysaConversei agora de manhã com o Ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, sobre o Plano de Qualificação Profissional do Bolsa Família. Seu relato: Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Políticas Sociais Tags: Bolsa Família, PatrusRecebo telefonema do ex-desembargador Walter Maierovitch, a propósito da discussão no Blog sobre o caso Battisti. Me diz ele: Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia Tags: asilo, Battisti, extradiçãoA governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), se defendeu ontem dos críticos de sua ideia de comprar um jato avaliado no mercado em até US$ 26 milhões para suas viagens pelo país.
“Podem chamar [o novo avião] de AeroYeda, de Queen Air, do que quiserem”, disse Yeda, em entrevista à Rádio Gaúcha.
O avião presidencial de Lula, adquirido em 2004 ao custo de US$ 56 milhões, ganhou o apelido de AeroLula. A governadora justificou a compra do novo avião porque, segundo ela, já perdeu “várias reuniões” por conta da precariedade de seu jatinho atual. (BRENO COSTA)
O deslumbramento é veneno na veia. Matou Fernando Collor e os alagoanos, foi o principal fator de desgaste do PT, nos primeiros anos do governo Lula. Mas não há nada no mundo político nacional que se equipare à governadora gaúcha.
Quando Ministra do Planejamento, no governo Itamar, atropelava diariamente o Ministro da Fazenda Paulo Haddad, com declarações sobre a economia. Escrevi uma coluna falando de seus maus modos políticos.
Ela me telefonou e soltou uma frase que entrou para a relação dos grandes clãssicos:
- Que culpa eu tenho de ser alta, bonita e inteligente?
Nenhuma, governadora, nenhuma. A culpa é toda nossa.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Política Tags: Aeroyeda, YedaCarolina Freitas
A Justiça do Rio negou uma indenização de R$ 10 bilhões ao empresário Naji Nahas. A juíza Márcia Cunha, da 2ª Vara Empresarial do Rio, julgou improcedente o pedido de indenização por danos materiais e morais. Além de não conceder a indenização, ela ainda condenou Nahas a pagar R$ 1 milhão de honorários aos advogados das rés: as bolsas de valores do Rio (BVRJ) e de São Paulo (Bovespa), hoje unidas na BM&FBovespa. O advogado de Nahas, Sílvio Tostes, já anunciou que vai recorrer da decisão.
A juíza Márcia Cunha foi a mesma que sofreu tentativa de assassinato de reputação por parte de Daniel Dantas, valendo-se da repórter Janaína Leite e do espaço que lhe foi aberto na “Folha”.
A indenização se referia às perdas que teve com a quebra da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Dei um longo depoimento para o livro-biografia de Eduardo da Rocha Azevedo, então presidente da Bovespa (e que salvou a Bolsa de São Paulo da quebra), sustentando que a quebra de Nahas se deveu à sua própria imprudência.
Nahas montou um sistema de captar empréstimos no mercado para aplicar na Bolsa, contando com a diferença de prazos entre a compra e a liquidação (pagamento) das ações. Com a Bolsa em alta, esse sistema funcionava. Mas não resistiria à queda.
Acontece que estávamos em pleno Plano Verão (o desastre concebido por Maílson). Uma semana depois de anunciado, o plano fazia água e havia sinais de que a inflação iria se acelerar. Com isso, tornava-se inevitável a elevação dos juros, furando a bolha circular de Nahas.
Não havia como escapar do desastre.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: Márcia Cunha, NahasMatéria pequena mas muito relevante no caderno de Economia do Estadão, da correspondente na China, Cláudia Trevisan:
Primeiro, por mostrar a importância do Brasil ter montado uma rede de proteção social, ainda que precária, graças ao documento que jogou o país definitivamente na modernidade: a Constituição de 1988.
Depois, por uma constatação das autoridades chinesas:
Com o objetivo de criar uma rede de proteção social que leve os chineses a poupar menos e consumir mais, o governo anunciou ontem um plano de investimentos de US$ 123 bilhões (R$ 289 bilhões) na criação de um sistema universal de saúde pública até 2011. Atualmente, a maioria do 1,3 bilhão de chineses não tem seguro-saúde e paga do próprio bolso quando precisa consultar um médico ou se internar em um hospital.
A maioria também não conta tem aposentadoria e paga pela educação dos filhos. Diante da incerteza, as famílias chinesas poupam o equivalente a quase 50% do PIB, um dos índices mais altos do mundo. Segundo o jornal oficial ?China Daily?, editado pelo Conselho de Estado, o projeto está em discussão desde 2006, e o governo gostaria que o consumo interno tivesse maior peso no crescimento do PIB.
Ou seja, além das chamadas externalidades positivas no campo social (impedindo a deterioração familiar), educacional, de saúde, de segurança pública, quando as políticas sociais diminuem insegurança em relação ao futuro, aumentam a propensão ao consumo.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Políticas Sociais Tags: China, Políticas SociaisAhhh…O Globo…. Quem será que eles acham que enganam numa era dinamica como essa? OIhem a materia de hj !!!
Ai vai o fora de pauta de sexta.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta Tags:Proposta audaciosa de Luiz Gonzaga Belluzzo, mas em linha com a gravidade da crise de crédito: estatizar temporariamente o crédito. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: Belluzzo, crédito, estatizaçãoNassif, já que o assunto é música digital, dá uma olhada nessa matéria sobre um estudop do governo holandês, que mostra o impacto positivo do compartilhamento de mp3 sobre a economia: clique aqui. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Tecnologia Tags: música digitalUm dos riscos da atual crise é a repetição do desastre do pós-29, quando os países entraram em um processo autofágico de desvalorizações competitivas de suas moedas e de protecionismo. Hoje em dia é considerado como o fator que agravou definitivamente o desastre. Parece que o movimento começa a se repetir.
Da Agência Estado sexta-feira, 23 de janeiro de 2009, 05:42
HÉLIO BARBOZA – Agencia Estado
Da AFP divulgado pelo Último Segundo do IG
Europeus anunciam socorro aos produtores de leite e manteiga para compensar queda do preço em 2008
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: câmbio, crise, JapãoA redução da taxa Selic em um ponto foi pouco e chegou atrasada. Em dezembro havia sinais claros de que a economia estava em queda livre. E mesmo assim o Copom (Comitê de Política Monetária) manteve a taxa de juros inalterada.
A incapacidade do Banco Central de perceber o que estava acontecendo em tempo real na economia foi completa. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Crise, Economia Tags: Copom, juros