Arquivo de janeiro 22nd, 2009
22/01/2009 - 21:00
Por Marcos Hoshino
Vamos organizar a lista?
1.Tom Jobim
2.Hermeto Paschoal
3.Egberto Gismonti
4.Milton Nascimento
5.Ivan Lins
6.João Bosco
7.Caetano Veloso
8.Gilberto Gil
9.Chico Buarque de Hollanda
10.Pixinguinha
11.Hélio Delmiro
12.Djavan
13.Tom Zé
14.Mutantes
15.João Gilberto
16.Baden Powell
17.Raul de Souza
18.Dom Um Romão
19.Villa-Lobos
20.Guerra Peixe
21.Claudio Santoro
22.Victor Assis Brasil
23.Sérgio Mendes
24.Elis Regina
25.João Donato
26.Walter Wanderley
27.Toninho Horta
28.Edu Lobo
29.Duo Assad
30.Eumir Deodato
31.Claudio Roditi
32.Airto Moreira
33.Theo de Barros
34.Dorival Caymmi
35.Flora Purim
36.Dom Salvador
37.Tãnia Maria
38.Eliane Elias
39.Luiz Gonzaga
40.Ary Barroso
41.Sivuca
42.Ernesto Nazareth
43.Cartola
44.Toquinho
45.Altamiro Carrilho
46.Waldir Azevedo
47.Moacir Santos
48.Paulinho da Costa
49.Dick Farney
50.Naná Vasconcelos
51.Victor Biglione
52.Radamés Gnattali
53.Laurindo de Almeida
54.Luiz Bonfá
55.Paulo Moura
Não foram citados, mas eu incluiria na lista, na minha humilde opinião:
56.Dori Caymmi
57.Joyce
58.Lenine
59.Bola Sete
60.Garoto
61.Romero Lubambo
62.Heraldo do Monte
63.Jacob do Bandolim
64.Johnny Alf
65.Jorge Ben Jor
66.Carlos Lyra
67.Roberto Menescal
68.Gal Costa
69.Luciana Souza
70.Sylvia Telles
71.Mauricio Einhorn
72.Milton Banana
73.Oscar Castro Neves
74.Raphael Rabello
75.Rosa Passos
76.Rosinha de Valença
77.Uakti
78.Olodum
Talvez eu tenha esquecido alguém, quem quiser completar, por favor, faça! Ou discordar, claro!
Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música
Tags: músicos brasileiros
22/01/2009 - 20:14
SAE esclarece matéria de O Globo
Na capa da edição de 22 de janeiro de 2009, o jornal O Globo afirma: “Mangabeira critica foco do Bolsa Família”. Na matéria, outro título com teor semelhante: “Ministro Critica Bolsa Família”. Ocorre que, durante a entrevista com o ministro realizada pelo jornalista autor do texto, Bernardo Mello Franco, Mangabeira afirmou o contrário. Ao ser questionado sobre um possível foco errado (nas palavras do repórter) do Bolsa família, o ministro disse: “Não, não! Primeiro, isso não é uma crítica, isso é uma evolução dos programas de transferência. Os programas de transferência não devem ser vistos como programas apenas compensatórios à miséria que imobiliza as pessoas, mas… e a discussão que se faz sob o rótulo de porta de saída costuma ser uma discussão enviesada, mas nós estamos todos conscientes. Eu tenho trabalhado com o Ministro Patrus nisto, na necessidade de um avanço, de um avanço de dar um sentido mais capacitador a esses programas. É o próximo passo. Não é o desfazimento desses programas, é o avanço deles para a próxima etapa (…)”.
Para que seja sanada qualquer dúvida sobre o conteúdo da matéria, a Secretaria de Assuntos Estratégicos torna disponível, na íntegra, a transcrição da entrevista que trata do projeto de desenvolvimento para o Nordeste e, consequentemente, do programa Bolsa Família. As partes relativas ao programa aparecem sublinhadas.
Entrevista concedida pelo ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, ao jornalista Bernardo Mello Franco, de O Globo, em 21 de janeiro de 2009 Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Bolsa Família
22/01/2009 - 19:33
Quem gosta de museu, está feito agora.
1. COnsegui digitalizar todas as minhas fitas com gravações da Collector’s: Vassourinha, Anjos do Inferno, Quatro Azes e um Coringa, Namorados da Lua. Falta a segunda parte, com Joel e Gaúcho entre outros.
2. Depois de ter ganhado da Ruiva há dois anos um tocador de LP, com saída para digitalização, finalmente coloquei-o em teste. Funcionou. Tem 3 mil LPs aqui para serem saboreados vagarosamente.
A marca do meu aparelho é Neumark, modelo TTUSB. Mas o Sanzio, aí nos comentários, indicou um aparelho mais moderno, que vem com o gravador de CD embutido.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Música
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22/01/2009 - 16:42
A partir das 18 horas a Comunidade do Blog vai ser desativada por algumas horas, para que troque o layout. Vamos incorporar gradativamente blocos temáticos do Projeto Brasil às funcionalidade e conteúdos já existentes.
O design ficou uma beleza.
A Comunidade, agora, está em recesso até trocar de roupa. Depois, voltará normalmente, da maneira como vocës acessavam mesmo.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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22/01/2009 - 14:58
Ai vai o de quinta.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta
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22/01/2009 - 13:16
O caso Opportunity não é mais estritamente brasileiro e não depende mais do presidente do Supremo Tribunal Federal. O bloqueio de US$ 2 bi é a maior da história. Foi feita em cooperação internacional.
Se confirmado o valor, será o maior bloqueio já efetuado e não haverá como não entrar na mídia internacional. Não haverá mais retorno.
É hora de se acelerar as conclusões dos inquéritos internos, doa a quem doer.
E a mídia séria do país continua aguardando a divulgação dos dados que permitam separar o joio do trigo, os inocentes úteis, que seguiram o efeito-manada, dos pontas de lança que trabalharam diretamente com Dantas.
Comentário
Refiz a nota, retirando a menção de que o caso está sendo noticiado pela TV americana. O correto é: se confirmado o valor de US$ 2 bi, não haverá como não entrar no circuito da mídia global.
Por Jorge
No site Bloomberg: clique aqui.
Brazil Freezes $2 Billion Related to Money-Laundering Case
By Laura Price
Jan. 22 (Bloomberg) — Brazil froze more than $2 billion in accounts outside the country as part of a money-laundering case involving Brazilian investors including banker Daniel Dantas.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: cooperação internacional, Daniel Dantas, Satiagraha
22/01/2009 - 12:31
Por jose de abreu
E pour si muove:
Do Último Segundo
Governo bloqueia US$ 2 bilhões no exterior de envolvidos na Satiagraha
BRASÍLIA – O Ministério da Justiça conseguiu o bloqueio de mais de US$ 2 bilhões (R$ 4,5 bilhões) em contas bancárias mantidas no exterior e relacionadas à Operação Satiagraha.
Desse montante, cerca de U$ 500 milhões resultam de cooperação do governo americano. Segundo o ministério, trata-se do maior bloqueio de recursos suspeitos de ilícitos da história do Brasil.
O local do bloqueio e os nomes dos titulares não serão divulgados nesse momento para não atrapalhar as investigações.
O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse que o trabalho da Secretaria Nacional de Justiça está tornando cada vez mais difícil a lavagem dinheiro, que, em não raras oportunidades, está vinculada ao crime organizado.
O bloqueio foi determinado por ordem judicial expedida em Cooperação Jurídica Internacional. A ação foi coordenada pela Secretaria Nacional de Justiça com a participação do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), da Justiça Federal e da Polícia Federal.
Do Estadão
Bloqueio de recursos suspeitos é o maior da história do País e foi feito com cooperação internacional
Da Redação
SÃO PAULO – O Ministério da Justiça conseguiu o bloqueio de mais de US$ 2 bilhões (R$ 4,5 bilhões) em contas bancárias mantidas no exterior e relacionadas à Operação Satiagraha. Desse montante, cerca de U$ 500 milhões resultam de cooperação do governo americano. Trata-se do maior bloqueio de recursos suspeitos da história do Brasil.
O bloqueio foi determinado por ordem judicial expedida em Cooperação Jurídica Internacional. A ação foi coordenada pela Secretaria Nacional de Justiça com a participação do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), da Justiça Federal e da Polícia Federal.
O local do bloqueio e os nomes dos titulares não foram divulgados para não atrapalhar as investigações.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça, Mídia
Tags: crime organizado, Satiagraha
22/01/2009 - 12:28
Da Folha
Verba para ciência sofre redução de 18% em 2009
Ministro diz que corte é irresponsável e que bolsistas poderão ser mandados embora
Perda de dinheiro federal é maior que o orçamento da Fapesp, agência de fomento mais rica do país; entidades científicas atacam medida
AFRA BALAZINA
EDUARDO GERAQUE
DA REPORTAGEM LOCAL
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, classificou como irresponsável o corte de 18% no orçamento da sua pasta, aprovado pelo Congresso Nacional para 2009, e admitiu que, se a situação não se reverter, “bolsistas terão de ser mandados embora”.
A peça orçamentária foi feita pelo senador Delcídio Amaral (PT-MS). “O relator demonstrou falta de responsabilidade, de compromisso, com o futuro do Brasil”, afirmou Rezende à Folha ontem.
O corte de R$ 1,1 bilhão representa um valor 10% maior do que toda a receita de 2008 da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), a agência estadual de fomento à pesquisa mais rica do país, que sustenta quase toda a ciência paulista.
Apesar de dizer que existem “incertezas” sobre o futuro, o ministro afirma que tentará resolver a questão das bolsas dentro do Executivo. “Acharemos uma saída e isso [a perda do benefício] não vai ocorrer.”
O corte no orçamento recebeu críticas duras da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) e da ABC (Academia Brasileira de Ciências). Os presidentes das duas instituições consideram a situação “extremamente grave” e dizem que, se os recursos forem realmente cortados, a política científica nacional ficará “desanimadora”.
http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDSKNSgoQnoLO8O8j
Autor: luisnassif - Categoria(s): C&T, Tecnologia
Tags: Pesquisa
22/01/2009 - 12:23
Quando li a manchete, levei um susto: “Ministro critica Bolsa Família”. Depois, o subtítulo: “Porta de saída deve beneficiar quem é classe média, e não os mais pobres, diz Mangabeira”. Aí, vi que era O Globo e entendi (clique aqui).
O centro da questão é outro. Há dois públicos atendidos pelo Bolsa Família: os que vivem na miséria absoluta e os muito pobres. A miséria absoluta é uma questão cultural, o bloqueio é mental. A pessoa não enfrenta a miséria absoluta por que não sabe que existe possibilidade de superá-la.
Esse é o núcleo central prioritário para o Bolsa Família. E não adianta buscar resultados de emancipação. Está muito claro na concepção do programa que a esperança é o resgate dos filhos, através da obrigatoriedade do estudo.
Depois, entram os programas de capacitação, preparando as pessoas para entrar no mercado de trabalho. Esses programas são eficazes junto aos menos miseráveis.
A questão é que esses programas já têm focado essa clientela. A parceria do Bolsa Família com a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) permitiu identificar 200 mil pessoas com potencial para serem preparadas para atuar na construção civil. O programa de fortalecimento da agricultura familiar também tem como um dos focos os beneficiários do Bolsa Família que complementam renda com agricultura de subsistência.
Mangabeira trabalha com conceitos básicos. Não lhe peça detalhamento de idéias e programas. O objetivo dele é definir a idéia-força de cada programa – o que é importante como fator propandístico em setores com pouca clareza de objetivos.
Mas seria importante que entendesse que o Bolsa Família é uma obra que está quilômetros à frente de suas formulações conceituais básicas. Além de trabalhar com o estado da arte em conceito de política social, criou indicadores sociais e operacionais e montou a operação. Diria que enquanto Mangabeira verbaliza o bê-a-bá, o Bolsa Família está no pós-graduação.
Donde se conclui que Mangabeira fala muito sobre tudo. E O Globo tira manchete de quase nada. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Movimentos Sociais
Tags: Bolsa Família, Mangabeira Unger
22/01/2009 - 11:02
Tempos atrás sugeri, aqui, uma discussão mais técnica sobre as acusações que pesavam sobre Cesare Battisti, o refugidado italiano que o governo brasileiro conferiu o direito de asilo.
No Valor de hoje, a Maria Inês Nassif mostra o inquérito a partir do relato de Battisti em seu livro. Há elementos fortes que, se comprovados, indicariam uma ampla manipulação do inquérito. O Contardo Calligaria também bate nessa tecla,da delação premiada, mas traz outros elementos sobre os anos de chumbo da Itália (clique aqui)
http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDSKNSgoQnoLO8O8j
1. Battisti teria se desligado do grupo dos PAC, quando ele aderiu ao terrorismo.
2. Nas investigações, houve a oferta da delação premiada aos membros do grupo que foram presos. O grupo teria se valido da oportunidade para se livrar de penas maiores, imputando a autoria ao membro que havia se desligado.
Confiram o artigo e, depois, se houver argumentos que o contradigam, que apresentem, para esquentar e tornar objetiva a discussão. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia
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22/01/2009 - 10:47
Na gestão Nelson Machado, a Previdência Social passou a divulgar de forma correta os dados de arrecadação. Separou o Regime Geral da Previdência (contribuições e benefícios pagos pela massa segurada) de políticas sociais (aposentadoria rural) e incentivos fiscais (isenção para pequena e micro empresa, clubes de futebol e entidades filantrópicas).
Com isso, mudou radicalmente a natureza do debate. Políticas sociais e benefícios fiscais têm que ser contabilizados no orçamento federal, não no orçamento da Previdência – uma conclusão óbvia.
Com, a entrada do novo Ministro, retornou-se ao velho sistema de divulgação de dados agregados, que é incorreto e serve apenas para fortalecer o discurso dos que pretendem reduzir gastos sociais (clique aqui).
Confira os dados.
Quando se analisam os dados agregados, constata-se uma redução no “déficit”, mas que o situa ainda na faixa de 1,25% do PIB, ou R$ 36,2 bi.
Quando se analisa a Previdência Social propriamente dita (do setor urbano), o déficit cai para meros R$ 1,1 bi, ou 0,03% do PIB – arrecadação de R$ 158,3 bilhões para despesas de R$ 159,5 bilhões.
A aposentadoria rural – que é política social, não política previdenciária – custou R$ 35 bi.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Políticas Sociais, Previdência
Tags: INSS, Previdência
22/01/2009 - 09:31
Análise excepcional de Raquel Balarin, do “Valor Econômico”, sobre as propostas de auto-regulação do mercado apresentada pelo chamado “Grupo dos 30″ – organização privada presidida por Paul Volcker e que tem Armínio Fraga como vice-presidente (clique aqui).
A proposta bate na tecla da auto-regulação (o mercado regulando a si mesmo) e apresenta 18 propostas de aprimoramento da regulação existente.
Entre elas, “a regulação internacional de operações de derivativos feitas em mercado de balcão, a determinação de que a jurisdição de fundos deve se basear na localização de seus administradores (e não de domicílio legal, como fazem alguns gestores brasileiros), aplicação de regulação para bancos de investimento e corretoras que hoje não são organizadas como holdings bancárias e até revisão dos padrões contábeis para lidar com instrumentos de baixa liquidez”.
Lembra Raquel que, em entrevista ao Valor, Armínio disse que o histórico brasileiro é próximo do consenso internacional sobre regras prudenciais.
Aí, Raquel começa a enumerar as extravagâncias brasileiras: Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Cabeção, Economia, Novo Modelo
Tags: auto-regulação, sistema financeiro
22/01/2009 - 08:31
A queda de um ponto na taxa Selic veio tarde e apenas comprova a falta que faz um Copom (Comitê de Política Monetária) profissional.
Os cenários, indicadores, estatísticas são apenas parte do ferramental para se prever comportamento de preços e do nível de atividade. Em momentos de inflexão brusca – como o que ocorreu a partir de setembro – não se pode recorrer apenas a eles, por que refletem a realidade de forma defasada.
Quando a economia oscila pouco, os indicadores permitem levantar o passado e projetar o futuro. Quando ocorrem baques, não. Em geral só aparecem nos indicadores com dois, três meses de defasagem. E, aí, Inês é morta.
No meu livro “O Jornalismo dos anos 90″ há um capítulo inteiro dedicado à política de juros de abril de 1995, em que a quebradeira do país estava nítida para quem viajava e conversava com gerentes de bancos de interior; e só apareceu no radar do BC em julho.
Para captar esses movimentos, os técnicos, a diretoria do BC, o pessoal do Copom, tem que manter contato permanente com o mundo real. A informação empírica é importante para se formar opinião.
Levei muita pancada aqui ao dizer que em outubro a economia parou. Leiam o relatório de inflação do BC para dezembro, falando em atividade robusta, em um momento em que se tinha um volume recorde de despensa de empregados, em que o NUCI (Nível de Utilização da Capacidade Instalada) caía e os estoques se avolumavam.
Ou seja, em pleno epicentro do terremoto, o BC falava em atividade econômica robusta. Mais que isso, diretores, em off, ameaçavam com demissão coletiva se fossem obrigados a baixar os juros. Propus Ministério Público em cima desses arrogantes.
Ontem baixaram apenas um ponto, tardiamente, com perda enorme de eficácia e pressionados por Lula. Ainda tiveram o desplante de anunciar que o corte representa “parte relevante” do movimento de queda dos juros. Como podem afirmar isso se o desaquecimento está em pleno andamento e não se sabe quando se baterá no fundo do poço?
Com a queda de juros internacionais, com a queda da inflação, a taxa real continuou a mesma ou superior à anterior.
Ainda se tem que ouvir o presidente do BC, Henrique Meirelles, na cara dura, alegar que o problema não é a Selic, mas o spread bancário, como se não fizesse parte das atribuições do Banco Central coibir abusos.
Já se disse aqui várias vezes que, quando Lula resolvesse intervir no BC, seria tarde. Há condições de reverter essa crise, mas com ajuda mínima do BC.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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22/01/2009 - 07:00
Coluna Econômica – 22/01/2009
A historiografia brasileira ainda é muito pobre em relação aos principais capítulos empresariais. Daí o pouco conhecimento sobre os 50 anos de Fusca no Brasil.
Mas vale a pena conhecer a história.
O primeiro presidente da Volkswagen do Brasil foi Friedrich-Wilhelm Schultz Wenk. Quando veio, estava em dúvida entre instalar a fábrica no Brasil ou na Argentina, que servisse de base para as vendas no continente. Acabou escolhendo o Brasil.
Era considerado um “bon vivant”, amante das boas noitadas que conseguiu o cargo por ter sido companheiro de cela de “Mister Volks”, Heinz Nordhoff, presidente mundial da organização Volkswagen. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia
Tags: Schultz Wenk, Volks
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