Arquivo de janeiro 21st, 2009
21/01/2009 - 22:03
Meu amigo Zé Barbeiro há tempos é o melhor sete cordas de São Paulo, além de um sujeito batuta, pronto para qualquer aventura musical.
Mas tem um lado compositor excepcional, nada surpreendente para quem conhece a criatividade com que elabora nos bordões do violão.
Hoje ele me comunica que venceu o Prêmio Projeto Pixinguinha de composições de choro, para São Paulo. O Projeto mudou e decidiu escolher dois compositores contemporâneos em cada estado. Mais ainda, me deu a supina honra de pedir que escrevesse a contra capa do CD. Humilde, perguntou se eu topava. Como assim? É uma honra.
Vejam, no player, o grande talento do compositor Zé Barbeiro, sendo interpretado pelos melhores chorões de São Paulo.
Choro de Zé Barbeiro
Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Fora de Pauta, Música
Tags: choro paulista, Zé Barbeiro
21/01/2009 - 21:39
Da Folha Online
O maestro John Neschling foi demitido ontem da Osesp, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. No ano passado, depois de intensa pressão do governador José Serra, que queria tirá-lo do cargo, Neschling comunicou ao conselho da Fundação Osesp que não renovaria seu contrato. Na ocasião, no entanto, ficou combinado que o maestro permaneceria à frente da Osesp até o fim de 2010, como previa seu contrato. A situação, no entanto, ficou insustentável. Neschling, que chegou a chamar Serra de “menino mimado” e “autoritário” logo no começo do governo, continuou a dar entrevistas espinafrando com o governador e com o secretário da Cultura, João Sayad, mesmo depois de ter sua saída definida. A gota d’água foram as críticas que ele vinha fazendo publicamente à decisão do conselho de formar um comitê para a escolha de seu sucessor. Neschling foi comunicado oficialmente hoje.
Comentário
Pelo menos no campo da música erudita, a gestão Serra está procedendo a um desmonte cultural em São Paulo. E conseguiu colocar contra si maioria esmagadora da comunidade da música erudita.
Dia desses conversava com velho colega da Escola de Comunicações e Artes da USP. Quando a Universidade Livre de Música Tom Jobim conseguiu se reestruturar – me disse ele – ficou bem à frente da Escola Municipal de Música. Em seguida, houve uma reação da Escola, estabelecendo-se uma competição virtuosa. Percebia-se isso pelo nível dos alunos que passavam no vestibular da USP.
Quando a OSESP (Orquestra Sinfônica de São Paulo) explodiu, continuou, os alunos passaram a estudar quatro horas diárias, porque havia perspectiva pela frente, de uma orquestra de padrão internacional.
Segundo ele – que está desde os anos 70 no setor – jamais a música erudita de São Paulo experimentou salto igual. Ele endossa muitas das críticas feitas ao maestro Nescheling, de temperamento difícil, personalismo. Mas o fato concreto, me dizia ele, é que colocou a música erudita de São Paulo no mapa do mundo. E não se pensou nisso quando se decidiu por seu afastamento.
O primeiro baque foi a destituição da OSCIP responsável pela Universidade Livre de Música e a divisão da ULM por outras entidades. Agora, a destituição de Neschling.
Gosto do Sayad, fui membro do Conselho da ULM, mas sem ter uma participação mais ativa, pedi demissão quando senti a guerra da Secretaria com a OSCIP, a seu pedido passei dicas e idéias para membros da sua equipe.
Mas tenho a impressão que meteu os pés pelas mãos. Era até compreensível que não se quisesse um vice-rei à frente da OSESP. Mas o voluntarismo de Serra ajudou a acelerar esse desmonte.
Trecho da carta de demissão, assinada por Fernando Henrique Cardoso:

Por LPorto
O que fizeram com o maestro é anti ético, fora o desrespeito com o grande profissional..
Link da entrevista, estopim para a demissão, segundo o presidente do conselho Fernando Henrique. Clique aqui.
É claro que o maestro não deu esta entrevista a toa.
Ele veio responder a esta, que o Presidente do conselho não comentou na carta de demissão. Clique aqui.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Cultura, Erudita Brasileira, Música
Tags: Nescheling, OSESP, Sayad, Serra
21/01/2009 - 17:28
Conversa de MSN com dona Bibi, minha vice-caçula de dez anos, que anda com meu livro para baixo e para cima, mas só lê os do Luiz Fernando Veríssimo.
Ontem fiz um baita drama (daqueles de mãe judia ou libanesa ou mineira ou italiana) e sugeri que ela pedisse asilo de pai para ele.
Hoje, rolou o seguinte papo:
Luis says: (14:22:42)
Boa tarde, dona Bibi
(L)(R)bibi nassif(L)(R) says: (14:24:14)
boa tarde
Luis says: (14:24:22)
Fon fon
Luis says: (14:24:27)
Dona do meu coraçon
(L)(R)bibi nassif(L)(R) says: (14:24:31)
grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
Luis says: (14:26:41)
Vou colocar um post dizendo que você prefere o Luiz Fernando Veríssimo ao papai.
(L)(R)bibi nassif(L)(R) says: (14:27:07)
é que eu prefiro saxofone do que bandolin!
Luis says: (14:27:16)
Palhaça!
(L)(R)bibi nassif(L)(R) says: (14:27:22)
Quem contou para ela que Veríssimo tocava sax foi a traidora da minha irmã Fátima.
Clique aqui para ir ao Blog da Bibi ler suas crônicas e as crônicas adaptadas das de Veríssimo (lições da escola).
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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21/01/2009 - 17:00
Por Cafu
Dez dentre dez músicos estrangeiros que eu conheço adoram Tom Jobim e alucinam com o Hermeto…
Comentário
Tenho a impressão que uma lista dos músicos brasileiros que os músicos estrangeiros mais adoram teria Tom, Hermeto, Egberto, Milton e Ivan, João Bosco, Caetano e Gil. E vocês, o que acham?
Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música
Tags: músicos
21/01/2009 - 16:49
Por Zequinha
Tribunal belga pede prisão de Livni na chegada a Bruxelas. (Folha Online)
Ministra das Relações Exteriores, Tzipi Livni, poderá ser presa durante encontro da UE em Bruxelas na tarde desta quarta-feira
Um tribunal da Bélgica pediu nesta quarta-feira que a ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, seja presa ao chegar a Bruxelas, na tarde desta quarta-feira, informou o site do jornal israelense “Haaretz”. O motivo da prisão seriam os supostos crimes de guerra cometidos por seu Estado durante a ofensiva na faixa de Gaza, que terminou domingo (18). Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional
Tags: crimes de guerra, Gaza, Israel
21/01/2009 - 15:00
Por Michel
Este artigo (do Marcelo Coelho) me faz lembrar das saudosas “colunas do Castello”, de Carlos Castello Branco, quando então no Jornal do Brasil.
Castelinho (como era carinhosamente chamado) tinha o respeito de todas as correntes políticas, ou, ideológicas – e isto num tempo que tais fatores despertavam exarcebadas paixões.
Não existia fórmula mágica para Castello, a não o seu texto sóbrio, polido e livre de interesses ou vaidades pessoais.
Para os estudantes de Comunicação Social que desejam enveredar pelo (bom) jornalismo político, vale a pena dar uma olhada neste link: http://www.carloscastellobranco.com.br
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
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21/01/2009 - 11:59
Tenho ouvido falar muito no PostgreSQL. Dizem que tem um sistema de arquivar em memória as modificações, tornando o processo mais rápido. Mas que, às vezes, dá sobrecarga que resulta em tilt.
Alguém conhece vantagens e desvantagens desse banco de dados, em comparação com outros abertos e fechados?
Por Ranieri Teixeira
Caro Nassif,
Os principais bancos de dados usados em aplicações pequenas ou gigantes são baseados no Modelo Relacional que provê implementações muito eficientes e eficazes para guardar dados, processá-los e recuperá-los através de SQL.
Daí, surgiu o entendimento comum (ou conceito), tanto na academia quanto nas empresas, de um “sistema de banco de dados” que informa as principais funcionalidades esperadas para as aplicações da área.
O PostgreSQL implementa praticamente todas as funcionalidades consideradas essenciais, por isso é dito ser mais avançado que o MySQL.
Ou seja, na medida em que sua base de dados cresce em conteúdo e público alvo, você precisará de maior suporte do sistema de banco de dados; e este suporte será tão bom quanto for mais completa a implementação do modelo padrão para um sistema de BD.
Em particular, acho o projeto PostgreSQL muito bem organizado e a documentação é muito honesta e atualizada.
Por André Leite
Olá Nassif.
Eu sou jornalista. Trabalhei em redação por uns 10 anos e já tem uns dois que montei uma empresa que desenvolve websites. Antes da empresa, já desenvolvia trabalhos na web calcados em linguagens de programação, como o PHP, e bancos de dados, como o MySQL e o PostgreSQL. (continua nos comentários)
Autor: luisnassif - Categoria(s): Software, Tecnologia
Tags: banco de dados, PostgreSQL
21/01/2009 - 11:17
Entrevista de José Roberto Mendonça de Barros a Sergio Lamucci e Raquel Landim, do Valor: Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia
Tags: José Roberto Mendonça de Barros, PIB 2009
21/01/2009 - 10:30
Por marlon
Nassif,
duas notas dadas em rodapé em jornais do interior:
1. Por meio da holding MAP, o empresário Miguel Abuhab (foto) comprou, por 5,5 milhões de euros, a Vivacadena, fornecedora holandesa de soluções para software da gestão da cadeia de suprimentos.
O negócio foi realizado por meio da Agentrics, empresa americana focada no varejo, que a holding já tinha comprado em agosto, por R$ 700 milhões, depois de ter vendido a Datasul para a Totvs.
A solução apresentada pela Vivacadena coordena automaticamente os níveis de inventário de mercadorias, capacidade de resposta dos fornecedores e níveis de estoque por toda a cadeia de suprimentos. Este mercado, no mundo, cresce 40% ao ano.
O apetite de Abuhab está longe do fim. Clique aqui.
Comentário
O Miguel é um visionário e um cabeça dura, que se estrepou com o banco de dados que escolheu (qual era o nome mesmo?) e, depois, fez uma baita reengenharia na sua empresa para dar a volta por cima. Mesmo assim, achei exagerado esse valor de US$ 700 milhões. Quem tiver mais dados, façavor. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): C&T, Tecnologia
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21/01/2009 - 10:26
Um bom levantamento das mudanças em curso nos Estados Unidos, em artigo de Conor Dougherty, The Wall Street Journal, publicado pelo Valor:
• Os EUA estão bem avançados em tornar-se um país com uma “maioria de minorias”, onde menos de metade dos habitantes será de brancos de ascendência européia , o que despertará questões de identidade e coesão nacionais.
• Empregos de boa remuneração na indústria de transformação continuarão a desaparecer, como vem acontecendo há décadas, mas agora empregos bem pagos no setor financeiro provavelmente também desaparecerão.
• Entre as faixas etárias de maior crescimento está a de americanos entre 55 e 64 anos; esse aumento ressalta o crescente ônus do sistema de saúde e de aposentadoria.
• Os americanos estão mais apreensivos do que em décadas sobre seu futuro econômico.
• A cultura também está em fase de mudança. Mais americanos buscam suas notícias e entretenimento na internet, uma mudança que transformou setores da mídia influenciadores de opiniões e cultura.
• Embora um porcentual maior de americanos gradue-se em universidades, o diploma não assegura salários crescentes.
• Muitas mudanças são para melhor, com a perspectiva de melhores relações raciais e o abrandamento de tensões regionais.
• Os americanos estão poupando mais – mudança que será dolorosa no curto prazo, mas poderá gerar uma reserva de capital para criação de empregos e investimento.
• A recessão poderá reduzir o desnível entre os ricos e todos os demais.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Mundo
Tags: EUA, mudanças
21/01/2009 - 10:00
Por Mario Abramo
LN,
Outra boa do “manso” Marcelo Coelho, na FSP de hoje.
Comentário
Nos últimos anos, no rastro de Paulo Francis, o marketing midiático abriu espaço para os “durões”, os colunistas radicais, que combatem o politicamente correto, usam de desqualificações e linguagem agressiva e se valem de um ceticismo vulgar para defender as posições mais indefensáveis.
Tenho chamado a atenção para esse fenômeno, que longe de ser um movimento intelectual neoconservador, ou o nome que se dê, é apenas o atendimento oportunista da demanda da mídia por radicais-politicamente-incorretos. Ao primeiro sinal das chefias de que os ventos estiverem mudando, grande parte deles pulará do barco e voltará a ser razoável. Não são como Olavo de Carvalho, que coloca as convicções acima das conveniências pessoais.
Os verdadeiramente fortes não são necessariamente agressivos. São os que não cedem ao oportunismo do momento, não abrem mão de suas convicções. Parte desses intelectuais autênticos tende a se inibir com o jogo agressivo do primeiro grupo. O grande Manuel Bonfim, por exemplo, primeiro intérprete do Brasil a entender as raízes do Estado brasileiro e das chamadas elites, se inibiu com as baixarias cometidas por Silvio Romero, não aceitou entrar em uma polêmica estéril e agressiva. Para seus contemporâneos, de um país ainda atrasado, em que fanfarronice era confundida com segurança intelectual (apesar de grande intelectual, Silvio Romero era um invejoso) sua atitude foi vista como derrota.
Ainda hoje, a parte atrasada do país referencia os valentões, que impressionam os muito leigos com as afirmações taxativas, o festival de baixarias, o radicalismo raso.
Não é o caso de Marcelo Coelho, colunista da Folha, manso, educado e firme como uma rocha polida, radicalmente defensor dos valores da civilização, do humanismo, da tolerância, como mostra sua coluna de hoje: “Os Doutores do Pessimismo” . Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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21/01/2009 - 10:00
Aí vai o de quarta.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta
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21/01/2009 - 09:13
Atualizado
Por Helô
Vejam que beleza Saramago escreveu sobre Obama:
Donde?
por José Samarago
Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.
http://caderno.josesaramago.org/2009/01/20/donde/
Por Renato
Sobre “recuperar velhos valores ancestrais”… Eu acho que isso é um dos principais componentes que explica o sucesso norte-americano como nação: a existência de um mito fundador. Os “founding fathers” representam homens feitos apenas de virtudes, com valores a serem venerados e seguidos independentemente dos tempos. Sempre que a sociedade norte-americana se desvia, há alguém para invocar essa memória mítica em nome da democracia, da liberdade e da justiça.
Não creio que em qualquer lugar do mundo exista um mito fundador tão forte, capaz de agregar a nação em torno de ideais comuns. Veja a reverência com que os norte-americanos tratam os seus fundadores e a chacota que nós brasileiros fazemos de D. João VI, Carlota Joaquina, D. Pedro I, Marechal Deodoro… Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo, Novo Mundo
Tags: Obama, Saramago
21/01/2009 - 09:09
O agravamento da crise financeira internacional é um problemaço. Uma das pré-condições para a recuperação da economia global era a recomposição do crédito bancário. E, para tanto, a estabilização do sistema financeiro internacional – com apoio dos governos centrais ou estatizado, pouca importa, desde que o crédito voltasse a fluir.
A terceira etapa da crise financeira adia essa recomposição, prejudicando as economias centrais e o comércio internacional.
Hoje sai a informação de que o Banco Central já reduziu em mais de US$ 10 bi as reservas cambiais, em leilões para financiamento de exportações.
Há duas circunstâncias em que são necessários dólares no comércio exterior: para financiar importações, que serão utilizadas nas exportações; ou para financiar o comprador externo.
O financiamento da produção exportada pode ser feito em reais, com o exportador se precavendo com hedge cambial.
Vamos tentar entender melhor, ao longo do dia, onde estão sendo aplicadas as linhas de comércio exterior com os dólares do BC.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia
Tags: crédito
21/01/2009 - 08:32
Por Klinger Portella, da Agência Dinheiro Vivo
O dia 20 de janeiro de 2009 marca a posse do primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América. O democrata Barack Obama, 47, ex-senador pelo estado de Illinois, bateu o republicano John McCain nas eleições de novembro passado e assume com a responsabilidade de guiar a maior economia do mundo em sua pior crise desde a Grande Depressão da década de 1930.
Obama assume em um momento de grandes expectativas sobre suas ações na economia do país. Os detalhes do seu plano de estímulo econômico agradaram economistas que pedem um aumento do investimento público na infra-estrutura e nos gastos sociais, além do corte de impostos. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Novo Modelo
Tags: Obama, posse
21/01/2009 - 07:00
Coluna Econômica – 21/01/2009
Futuramente, o dia 20 de janeiro de 2009 será lembrado como o da posse do primeiro presidente negro dos Estados Unidos, daquele que entra com a maior dose de esperanças. E também como o dia em que o mundo admitiu, pela primeira vez, a quebra do sistema bancário internacional – especificamente dos dois grandes centros financeiros do século passado, Estados Unidos e Inglaterra. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia
Tags: EUA, Obama
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