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20/01/2009 - 20:00

Trivial do Hermeto

Por Sancho Brancaleone

Hermeto em Montreaux
http://www.youtube.com/watch?v=W821bgUU_mY

Hermeto e Sivuca – Bebê
http://www.youtube.com/watch?v=Q3AT6WnU7Rg

Hermeto e Elis – Corcovado – Montreaux
http://www.youtube.com/watch?v=X7Kv1TpZkTQ

Hermeto conta sobre as influências musicais na infância e toca
com Sivuca:
http://www.youtube.com/watch?v=sLj6eA0EdPU

Sivuca fala sobre a genialidade de Hermeto:
http://www.youtube.com/watch?v=mHqe3yoMM0w

Hermeto e grupo – Haja Juntas
http://www.youtube.com/watch?v=A2iDLO_7SJI

Hermeto e Aline Morena
http://www.youtube.com/watch?v=TU2F02jsq3g

ùltimo trabalho de Hermeto e Aline:
http://www.hermetopascoalealinemorena.com.br/

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Jazz, Música Tags:

13 comentários para “Trivial do Hermeto”

  1. Helô disse:

    Um dos meus LPs preferidos é “Missa dos Escravos” (Slaves Mass), do Hermeto. Na minha página tem “Chorinho pra ele”, delícia de música!

  2. Marcia disse:

    Hermeto, é, simplesmente, extraordinário.
    Inesquecível um show que assisti.

  3. Marko disse:

    O mago Hermeto (estudiosos à parte q é o serviço deles) não se discute, se toca e/ou se ouve escutando.

    Mas por falar em trivial, alguém aí tem algo a dizer sobre mais um capítulo d nosso baylout – BNDES/Aracruz/Votorantim ?

  4. Helô disse:

    Nassif…. FUSCA! :) )

    Essa é pra Dodo, ou pra Bibi (não me lembro qual das duas gosta de contar fuscas)

    “Exatamente há 50 anos, a Volkswagen iniciava a produção do Fusca, que antes era importado desmontado, no Brasil. Tinha motor de 1.200cc, bateria de 6v, câmbio “queixo-duro” – a primeira marcha não era sincronizada – e vinha sem mostrador de gasolina.

    Havia uma pequena chave, sob o painel, para ligar a reserva de 5 litros quando o motor começasse a tossir de sede e uma varetinha guardada no porta-malas para, eventualmente, medir o combustível dentro do tanque de “testa alta” e 45 litros.

    Além disso, não tinha luzes de seta sobre os pára-lamas, mas duas pequenas “bananinhas”, uma em cada uma das colunas logo atrás das portas, que faziam o papel de pisca-pisca.” (continua)

    http://oglobo.globo.com/blogs/rebimboca/post.asp?t=feliz-aniversario&cod_Post=155058&a=306

  5. Edson disse:

    Os melhores bateristas para Jazz são os americanos . . . . . agora, pra tocar Quebradeira os brasileiros são únicos, imbatíveis . . . . . adoro

  6. Edson disse:

    Só a Elis consegue cantar este Corcovado que o Hermeto “fez existir” . . . ele toca altas sacanagens pra cima da gaucha, que nao se entorta e busca em si uma haromina propria . . . . ela olha pra ele e ele se delicia nas “atravessadas e travessuras” . . . . . e ainda ri . . . . .*rs . . . . .

  7. Sancho Brancaleone disse:

    então, mais um:

    http://www.youtube.com/watch?v=fhHU9a8Z-l0

  8. Rodney disse:

    (off-topic) Recoemçaram os rumores de uma possível vendo do Grupo Estado às Organizações Globo. Veja o último parágrafo da nota abaixo:

    http://cheninocampo.blogspot.com/2009/01/eldorado-e-espn-vo-transmitir-futebol.html

    Notícia exclusiva do Blog foi confirmada nesta segunda-feira pela emissora

    A rádio Eldorado e a ESPN, no projeto Equipe Eldorado ESPN, firmaram uma parceria com a rádio 107,3 MHz FM, (antiga Brasil 2000) para transmitir jogos de futebol em FM. A partir do dia 21/01, início do Campeonato Paulista, a 107,3 MHz vai transmitir o primeiro jogo, entre Santo André e Palmeiras – a mesma programação pode ser ouvida pelos 700 kHz AM e nos sites ESPN Brasil e Território Eldorado.
    A direção da emissora informou ao site comunique-se que a rádio decidiu fazer uma parceria com outra rádio FM que não a Eldorado FM (92,9 MHz), pelo fato do ouvinte da 92,2 não gostar de transmissões de futebol.
    No projeto inicial a transmissão no FM era para ter acontecido em Outubro de 2008, mas alguns detalhes não foram fechados na ocasião.

    Lembro que esse prefixo (92,2 Mhz) é cobiçado pelo SGR (Sistema Globo de Rádio), que segue acertando detalhes para confirmar a compra da emissora e do Grupo Estado.

  9. Marco disse:

    Aos saudosistas:

    “Morreu, aos 69 anos, Bob May, ator que vestia a roupa do robô no seriado de televisão dos anos 60 “Perdidos no espaço”. Ele morreu neste domingo (18) de ataque cardíaco em um hospital em Lancaster, nos EUA, segundo a sua filha, Deborah May.
    Ator e dublê veterano, May havia aparecido em filmes, programas de TV e em espetáculos de vaudeville quando foi chamado por Irwin Allen, criador de “Perdidos no espaço”, para fazer o papel do ajudante de metal na série, que estreou em 1965.
    “Ele sempre disse que conseguiu o trabalho porque cabia na roupa de robô”, disse June Lockhart, que fazia o papel de Maureen Robinson, matriarca da família.’É uma daquelas maravilhosas histórias de Hollywood. Ele estava dentro do estúdio, quando alguém o viu e mandou até Allen. O diretor disse: ‘Se você couber no traje, o emprego é seu’’.
    Apesar de May não dar voz ao robô (que ficava a cargo do locutor Dick Tufeld), ele desenvolveu um culto de fãs que o seguia pelas convenções de ficção científica.”

  10. Romanelli disse:

    NOTA inicial

    de minha parte quero saber, O CARA É ou não é inocente?

    NÃO quero saber de tratamento VIP ou de foros, leis e direitos especiais

    quero JUSTIÇA célere e igual pra todos, não quero lei só pra alguns

    Se inocente, que o reabilitem …se culpado, que seja pendurado pelos testículos …junto com tantos outros, inclusive de TODOS os demais partidos

    de Gilson Caroni na Carta Maior

    Se uma boa maneira para se analisar uma notícia é o ângulo sob o qual o fato que a gerou é abordado, a edição do Jornal Nacional que foi ao ar na sexta-feira, 16/01/2009, é rica pelo que contém de tendenciosidade e sonegação informativa. Revela como o jornalismo global adota ritos de exclusão para quem já condenou a priori. Não estamos descrevendo um mero desvio padrão, mas o quanto há de singular na construção do discurso noticioso.

    Ao anunciar a decisão judicial que absolvia o ex-ministro chefe da Casa Civil da presidência da República de um processo movido por ação do Ministério Público Federal, a jornalista e apresentadora Fátima Bernardes se limitou a informar que “Justiça Federal de Brasília excluiu os ex-ministros José Dirceu e Anderson Adauto de uma ação de improbidade administrativa relacionada ao escândalo do mensalão. O juiz Alaôr Piacini alegou que os ex-ministros têm direito a foro privilegiado e não podem responder a processo por improbidade administrativa. Segundo o juiz, eles só podem ser julgados por crime de responsabilidade no Senado e não no Judiciário. Os ex-ministros ainda respondem a uma ação penal no Supremo Tribunal Federal e a outras quatro ações por improbidade também na Justiça Federal.”

    A “concisão” textual, no entanto, oculta um detalhe e, como todos sabem, é nele que mora o diabo. A sentença é clara ao dizer que não há indício de qualquer ato de improbidade administrativa cometido por José Dirceu. E mais, como noticiaram outros veículos, inclusive o diário das Organizações, Alaôr não poupou críticas aos procuradores que subscreveram a petição por “proporem cinco ações de improbidade versando sobre os mesmos fatos”.

    Será que o trecho omitido mostra algo que cale fundo no fazer jornalístico da TV Globo? Descortinaria uma pactuação do Judiciário com o roteiro da grande imprensa? Se, como destacamos em artigo escrito para Carta Maior (“Sobre organizações e seus crimes” 31/08/2007) “a conduta do STF foi festejada pelo Partido Globo como absolvição política de sua cobertura jornalística”, qual seria a reação em caso de mudança de rumo? Deformar ainda mais a informação ou fazer mea-culpa? Ressalve-se aqui que nossa postura permanece a mesma. Não prejulgar, respeitando o princípio do contraditório e da ampla defesa assegurado pela Constituição Federal.

    É bom lembrar que Piacini explicou que o teor das outras ações é idêntico ao do processo no qual o nome de Dirceu foi excluído. Pode ser o prenúncio de mudança de uma trama. Um ponto a partir do qual a justiça possa ser feita dentro do seu próprio campo, sem sobreposição de editoriais furiosos e recortes elaborados nos laboratórios do monopólio informativo.

    Encerrada a novela das 21 horas, resta saber quem será a “ Flora” da vida política brasileira, seus crimes e canções prediletas. Afinal, Ali Kamel sabe o quão folhetinesco é o jornalismo da Rede Globo. Um reforço dramatúrgico teria alguma serventia.

    * Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Observatório da Imprensa

  11. Romanelli disse:

    AMIGO não é só aquele que fala o que queremos ouvir, mas também o que precisamos ouvir

    ABAIXA O JUROS LULA !! Mostra quem foi eleito pra mandar nesta espelunca ómi !!

    http://www.estadao.com.br/economia/not_eco310245,0.htm

    viu? é o povo que diz

    Daqui do mundo dos pés nos chão, eu Robertinho, Nassifinho, a menina Conceição, o menino Delfin, o Marcio e tantos outros, estamos torcendo pra seja feito o QUE TEM SER FEITO

  12. Romanelli disse:

    VOLTEMOS a barbárie então

    Índios impedem e atrapalham tratamento de menina picada por cobra

    Desde quando esta provado que o tratamento indígena é eficiente?

    O que fazermos com Vital Brasil?

    ora faz favor viu …não tô gostando de ver esta briga entre marmanjos …pior, tendo como bucha uma criança

    é muita tolerância com a ignorância

    http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL964729-5598,00-INDIA+MORDIDA+POR+COBRA+DIVIDE+MEDICOS+E+PAJES.html

  13. Cafu disse:

    Dez dentre dez músicos estrangeiros que eu conheço adoram Tom Jobim e alucinam com o Hermeto…

    Tenho a impressão que uma lista dos músicos brasileiros que os músicos estrangeiros adoram teria Tom, Hermeto, Egberto, Milton e Ivan. E vocês, o que acham?

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