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19/01/2009 - 15:23

O mapa do inferno

Por Henrique Marques Porto

Nassif,

Um primeiro grupo de jornalistas entrou em Gaza depois do cessar-fogo e do início da retirada de parte das tropas de Israel. Descrevem o cenário como “desolador”. Muita destruição, milhares de desabrigados, corpos empilhados nas ruas ou ainda sob escombros. O depoimento de um palestino vale mais do que muitas análises: “-A guerra foi contra nós, o povo. O que aconteceu com o Hamas? Nada!”

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional, Política Tags: ,

56 comentários para “O mapa do inferno”

  1. Antonio Carlos Santos disse:

    Veja o anarquista defendendo o exterminio do povo palestino, porque “esses assassinos induzem desde os 6/7 anos de idade suas crianças a odiarem os outros”. E diz que depois vão acabar com o Brasil.
    Há vários palestinos vivendo no Brasil, e são bem vindos.
    Anarquista, opiniões como a sua já foram ouvidas de pessoas como Hitler!

  2. Paulo Alvim disse:

    “Talqualmente” as guerras entre grupos de traficantes, entre os mesmos ou contra as milícias armadas, no Rio de Janeiro, onde quem paga o pato é o povo pacato e oprimido, acontece agora em Gaza. Se o Hamas não está nem aí para seu povo o que se dirá então de Israel que muito gostaria de provocar uma nova diáspora na região!

  3. Henrique Klein Pedroso disse:

    O Hamas foi eleito em eleições limpas e democráticas, acompanhadas de perto por observadores internacionais e isto numa região onde a democracia é mercadoria escassa. desde este ponto de vista, os palestinos deram um show de democracia, mesmo não tendo ainda, e infelizmente, um estado. E o que faz Israel e a comunidade internacional? Isolam a parte legítimamente vencedora. Chega ao aos píncaros do cinismo comentários lidos neste blog como: Bem feito para os palestinos, quem mandou voces votarem no Hamas? Ele, o Hamas, é, ou deveria ser, no momento atual, o legítimo interlocutor dos Palestinos em qualquer processo de negociação de paz. Mas os líderes israelenses não o consideram como tal. A alegação é de que se trata de uma organização inimiga, que não reconhece a existência de Israel, extremista e terrorista. Bem, para começo de conversa, não é possível celebrar a paz com amigos, a paz, só se celebra com os inimigos. Quanto a reconhecer a existência de Israel, porque deveria o Hamas fazê-lo? O Fatah assim procedeu e o que ganhou em troca? Nada! Em qualquer tipo de negociação a regra é que não se devem fazer concessões sem contra partida. A contra partida aquí seria um empenho sério da parte de Israel na criação de um estado palestino viável, inclusive com a devolução de terras tomadas. Mas esta nunca pareceu ser a vontade dos sucessivos governos israelenses. Quanto a ser extremista ou terrorista, depende muito da definição que se dê a estes termos. O Fatah era julgado pelos líderes de Israel, até bem pouco tempo atrás, uma organização terrorista. Agora que perdeu substancial força entre seu próprio povo, transforma-se, de repente, no único interlocutor viável. Ademais, inúmeros lideres históricos de Israel , entre eles menachem begim, foram militantes de organizações como o Irgum e o Haganah, que durante o período anterior e imediatamente posterior à fundação de Israel dedicavam-se a detonar bombas sobre soldados da Inglaterra, então potência ocupante da palestina, bem como ao assassinato de Palestinos. Estas organizações foram, por todos os padrões de julgamento atuais e sem sombra de dúvida, terroristas. Israel comporta-se agora como um verdadeiro estado terrorista. Os palestinos, quando conseguem, detonam homens bomba em onibus israelenses cheios de civis. São chamados de terroristas. Não é menos terrorista um piloto de avião que detona uma escola lotada de crianças com bombas de fósforo branco e meia hora depois está de volta à sua casa para o chá das cinco. A única diferença óbvia é que o último escapa com vida. Os líderes israelenses acham, e seu povo parece concordar com isto, que os trágicos fatos recentes relacionados às atrocidades cometidas pelos nazistas contra judeus lhes deram carta branca para fazer o que bem entendem, ao arrepio das mais comezinhas normas internacionais e da decência. Se alguém ainda achava que os judeus, devido à sua história recente, constituiam uma espécie de reserva moral da humanidade, hoje tem certeza de que tal pretensão acaba de escoar definitivamente pelo ralo da história. Não estão, com os atos que os vimos praticar, honrando seus avós tágicamente mortos. Muito ao contrário.

  4. amnof disse:

    19/01/2009
    Software israelense manobra opiniões na internet

    Nem só de caças F-16 e mísseis teleguiados são feitos os ataques israelenses em Gaza. Uma arma em específico se destacou pela eficiência apresentada desde a escalada do conflito –e continuará sendo usada, mesmo após o cessar-fogo. Ela age nos bastidores da internet, modificando resultados de enquetes on-line, entupindo caixas de e-mails de autoridades e ajudando a protestar contra notícias desfavoráveis à comunidade israelense.

    O nome da ferramenta é Megaphone, um software desenvolvido pela companhia Collactive e distribuído pela organização Giyus (”mobilização” em hebraico, mas também sigla para “Give Israel Your United Support” ou “Dê a Israel seu apoio integrado”, em tradução livre). O programa serve para mobilizar internautas pelo mundo dispostos a manobrar (”balancear”, segundo os usuários) opiniões na rede.

    Desenvolvido em 2006, durante a Guerra do Libano…

    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u491732.shtml

  5. Mario Blaya disse:

    corpos empilhados e uma muito forçado, duvido que houvessem corpos empilhados “pelas ruas”, e a opinião de um palestino que foi bombardeado tem a mesma isenção que torcedores do time que tem um penalti marcado.

    acho que os mesmos que criticam a imprensa tendenciosa contra o governo, deixam de analisar friamente notas da mesma imprensa que publica materias que são do agrado.

    os corpos podem até estar lá, mas isso seria uma cena preparada para reporteres que desejam ser enganados!

  6. gerson dos santos disse:

    Quem vai poder deter Israel? Qual país a não ser os Estados unidos que estão por de trás de toda tragédia? A resposta é ninguém, nem mesmo a Onu, um organismo de merda que não serve pra nada, que não tem autonomia, pois quem manda por lá são os Americanos e ponto final. Não basta uma resolução, não basta intervenção da Onu, mesmo porque é um organismo que não tem poder sozinho, pode haver massacre no mundo todo e a Onu jamais, jamais vai poder fazer alguma coisa, a não ser se os Estados Unidos forem atacados, aí fazem uma reunião pra dar aval aos americanos soltarem a BOMBA que quiserem. A guerra de fato foi contra o povo Palestino crianças e mulheres este era o alvo principal, este era o prato favorito dos Israelenses, pois nunca deram valora a vida e aos outros povos. O próprio jesus que era judeus foi executado por judeus por não compartilhar os pensamentos egoístas, hipocritas da época e que ainda alimentam com essas guerras inuteis, com esse genocidio, e que repetem o holocausto a qual os alemães fizeram. No entanto nada disso foi capaz de ensinar aos Israelenses que guerra e violencia só gera o mesmo, sangue e lágrimas e mortes de tantas crianças que ao invés de estarem brincancado estavam correndo pra se proteger dos tiros e das bombas de fosforos que os israelenses usaram pra matar todo o povo palestino, se o proposito era o HAMAS, não tiveram exito nenhum, muito pelo contrario fomentaram mais ódio entre o povo palestino e o povo judeus. gerson

  7. Eduardo M.Paes disse:

    “Nuremberg injusta. Os verdadeiros criminosos estarão entre os juízes”.
    Em 1935, o bispo Angelo Roncalli, então na Turquia, futuro Papa João XXIII escrevia essa frase em suas pofecias. 11 anos ANTES de Nuremberg.

  8. Piki disse:

    Caro João Batista, não sou insensível qto ao que aconteceu em Gaza. Sou 100% contra Israel na invasão e no massacre que promoveram.
    Eu apenas comentei sobre a frase do palestino falando que morreram velhos, crianças e mulheres e ninguém do Hamas.
    O que quero dizer é que o Hamas está lá pq foi eleito pelo povo palestino. O poder foi dado a eles pelo próprio povo palestino.
    E agora estão abrindo os olhos e vendo que são apenas terroristas e não um grupo que defende os interesses de todo um povo.
    Espero que agora tenha entendido o que eu queria dizer.

  9. Villares disse:

    Os Palestinos há mutos anos vivem em estado de miserabilidade,
    cercados pelos judeus armados, não permitindo nem a utilização das
    praias – sem falar na restrição a qualquer assistencia.
    Quando o Hamas começou a hostiliza-los com os foguetes aparecem
    como vitimas – É preciso que o mundo conheça quem realmente são os
    judeus ortodoxos – fundamentalistas e preconceituosos.

  10. Marko disse:

    Mario Blaya e Piki, o cinismo d vcs só se compara ao dos Neonazistas, olha, realmente… “cena preparada”?

    Parecem os neonazistas q afirmam q as imagens do holocausto eram d vítimas alemãs civis dos bombardeios aliados e q no final das contas se aconteceu não teria sido tdo isso q é pura propaganda d hollywood …vcs se irmanam na prática – Patético…

    E, mais à respeito dos internautas convocados por Israel pra tentar c/palavras e falácias dar uma aliviada na máscara caída (prática aliás inspirada na força aérea americana): http://www.infowars.com/?p=7236

  11. Marcelo disse:

    anarquista,

    Meu saudoso pai dizia: “Um homem é bom até o dia que deixa de ser”

    Se voce, em alguns comentários foi “bom” no passado, deixou de sê-lo com sua medíocre avaliação sobre o massacre em Gaza.

    Talvez, seja só para criar polêmica, mas mesmo assim de mau gosto quando se fala da morte de mais de 300 crianças que NÃO MORRERAM POR ACIDENTE.

    As mortes são tambem de mulheres que abrigavam seus filhos, netos e familiares.

    Era melhor ter ficado calado anarquista,. Mas voce disse muita bobagem. Sabe porque? Porque pode.

    As 1500 pessoas assassinadas não podem mais.

  12. antonio barbosa filho disse:

    Concordo com a correção que Nassif fez ao termo “judeu”, para “israelenses”. Confesso que fui tentado a usar “judeu” ao condenar o massacre para provocá-los a pressionarem o governo de Israel que contribuiu muito para a discriminação.
    A violência foi tão grande, o uso de armas químicas (fósforo branco, entre outras) o assassinato deliberado de civis impedidos de fugir, o ataque à ONU, a hospitais, que a indignação nos domina.
    O crime está feito. Nenhum país denunciou Israel aos tribunais internacionais, ao que me consta – e nem creio que isso puniria os responsáveis por evidentes crimes de guerra e contra a Humanidade.
    Importante lembrar o apoio dos EUA a esta atitude de Israel, fornecendo armas e mediando a atual trégua.

  13. Mauri disse:

    Prezado anarquista, analisando o que escreveu:

    “Aquele que atiram bombas nos outros e depois correm pra baixo da saia da mamãe( crianças,velhos e idosos)
    São uns covardes.
    Isolem as crianças,velhos e mulheres e encarem de frente,como homens.”

    Só posso concluir que vc esteve em uma caverna, isolado da civilização, desde o fim da Segunda Grande Guerra.
    Como explicar que você ache razoável que um bando de guerrilheiros (me recuso a considerar o Hamas terrorista, já que Israel é pior) maltrapilhos enfrentem um dos mais bem equipados e preparados exércitos do mundo, que ainda conta com apoio financeiro, logístico e militar dos EUA, no mano a mano? Só pode ser piada! Seria como alguém considerar covardes os judeus mortos no holocausto, por não terem enfrentado na cara e na coragem a Wehrmacht de Hitler.
    A maioria dos comentaristas que defende Israel parece acreditar que essa estória vem de apenas 10 anos para cá, se esquecendo que os verdadeiros terroristas, desde o início, sempre foram os agressores israelenses.
    Acredito que os palestinos tem o direito de lutar pelo seu Estado, da forma como é possível, quer dizer, da única forma que restou, já que os EUA e Israel não tem nenhuma intenção de permitir que isso aconteça com o mínimo de dignidade. E já começou o revisionismo sionista: estão empilhando corpos para as câmeras, não foram tantos mortos como dizem…
    Já está passando da hora de Israel responder, igual a todos os outros países, pelos seus crimes de guerra.
    Agora vão me chamar de neonazista, como todos aqueles que ousam criticar Israel. Paciência…

  14. Luiz G Simões disse:

    Parabéns para Hugo Chaves, por ter cortado relaçoes diplomáticas com Israel, gostaria que demais países da américa latina fizessem mesmo em relação a Israel.

  15. RUSSOMANO disse:

    Crianças morreram é verdade, soldados mataram soldados isso é verdade, a Palestina é palestina antes dos Palestinos atuais isso é verdade, a religião dos Palestinos fomenta a guerra isso é verdade http://anomalias.weblog.com.pt/arquivo/004589.html a TERRA AGORA É DE ISRAEL ISSO É VERDADE. o Hamas ataca ISRAEL COM MISSEIS FAJUTOS E SEM ALCANSE ISSO É VERDADE, se o Hammas pudesse usaria misseis TRIDENT DE LONGO ALCANSE ISSO É VERDADE, ISRAEL TEM QUE SE DEFENDER ISSO É VERDADE, ISRAEL TEM O DIREITO DE SE DEFENDER ISSO TAMBEM É VERDADE.

  16. RUSSOMANO disse:

    ESQUECI DE DIZER QUE A GUERRA TRAZ SOFRIMENTO ISSO É UMA PURA VERDADE

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