Crimes de guerra
Da Agência EFE, no Terra
Israel reconhece uso de armas proibidas em Gaza, diz jornal
19 de janeiro de 2009 • 18h08 • atualizado em 19 de janeiro de 2009 às 18h45
Pela primeira vez desde o início da operação militar israelense em Gaza, e após as reiteradas queixas de organizações de direitos humanos, fontes militares reconheceram nesta segunda-feira a um jornal israelense que foi utilizada bombas de fósforo branco na região palestina.
A edição eletrônica do Maariv informa que o Ministério da Defesa informou que está realizando uma investigação conjunta com o Comando Sul do Exército e a Promotoria militar para estudar como foi utilizada essa munição durante a ofensiva na Faixa de Gaza.
Durante e depois desta intervenção, palestinos e organizações humanitárias denunciaram que Israel tinha usado bombas de fósforo branco em áreas povoadas da faixa palestina.
A organização Anistia Internacional a partir de sua sede em Londres revelou hoje em comunicado que tem em seu poder provas sólidas de que Israel utilizou estas bombas, cujo uso está proibido em zonas povoadas segundo os convenções internacionais.
O Exército israelense, acrescenta o jornal, abriu uma investigação, após a denúncia desta organização, e sustenta que empregou projéteis de artilharia com fósforo para criar cortinas de fumaça, e que seu conteúdo são telas impregnadas com essa substância.
As organizações de direitos humanos denunciaram que o fósforo disparado sobre Gaza se espalhou em muitos casos já no solo e não no ar, como sustentam as Forças Armadas.
O Ministério da Defesa de Israel reconheceu a utilização de munição de fósforo, embora esclareça que seu uso foi legal.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: fósforo, Gaza, Israel

Sra. Soledad Larraz,
Não sei por que sua crítica irônica ao Fábio.
Ele está sim, nervoso, como eu estou, de tanta indignação ao ver como a mídia manipula a favor de israel. Dá horror ver os Srs., Willian Waak e Caio Blinder terem amplo espaço para falarem suas meias verdades, suas distorções, suas versões: as dos sionistas desumanos.
A sua história é comovente, como foram todas as histórias de todos os judeus, ciganos, poloneses, russos… Todos massacrados por uma máquina militar gigantesca. Massacrados pela visão distorcida da realidade, difundida em toda a Alemanha pelos meios de comunicação habilmente manipulados sob a batuta do Sr. goebbels.
A indignação surge exatamente ao ver as coisas se repetirem e se repetir a omissão mundial frente aos fatos claríssimos: israel vem sistematicamente promovendo limpeza étnica e genocídio sobre os palestinos desde meados do século XX
E usando armas proibidas e sórdidas. A fazendo experiências com essas armas, com apoio dos EUA, exatamente como um tal de josef menguele.
Os governantes de israel são, sim, genocidas e devem ser levados à Corte Internacional de Haia, para serem julgados por crime de guerra, da mesma forma como está sendo o genocida sérvio karadizic, como foi slobodan milozevic, göering, sper, e todas aquelas bestas nazistas.
É lamentável ver judeus repetirem os métodos nazistas.
É lamentável ver a máquina de propaganda sionista manipulando as pessoas e escondendo fatos alarmantes sobre as ações criminosas de israel.
É lamentável ver a máquina de propaganda manipulando as pessoas, escondendo que israel não se retira das terras dos palestinos, rouba a ÁGUA da palestina, submete os palestinos de Gaza à fome e sede, transformando aquela área em gueto como os nazistas faziam.
É lamentável ver a máquina de propaganda mentirosa novamente protegendo genocidas.
Sua história é comovente. Sua complacência com atos genocidas e de limpeza étnica não são.
Que belíssimo depoimento Soledad Larraz.
Transpira os melhores sentimentos.
O mundo está bem amargo mas você é doce.
Quem me dera ter as respostas.
Que posso fazer?
Você é rápida pacas e já sabe bem que eu dentifico este 1% (se tanto…) que governa o mundo como “a fonte” do que está aí. E o que está aí não é nada bom.
Lá em Varsóvia, Soweto, qualquer favela brasileira ou em Gaza… eu tô com aqueles que estão dentro do gueto.
E massacrando o gueto eu sei muito bem quem está.
E infelizmente… é humano também. Não é uma face nada bonita mas é humana.
Vou experimentar o chá de alface mas sabe eu não procuro nenhum tipo de anestesia, porque por mim a rebelião, a revolução, a intifada global… começa ontem.
Tudo de bom para você.
Fabio,
Quando me referi ao humano, não foi somente aos israelenses e palestinos. Foi a todos que perdem suas vidas em todos os lugares do planeta, pelo falta de tolerância.
Não sou doce Fabio. Não tem como ser doce assistindo tudo isso. O que tento manter sempre é a razão aliada ao sentimento.
Porque do jeito que vai, se não tivermos um pouco de equilíbrio, se não pudermos separar as coisas, perde-se o senso de julgamento. O que não é fácil.
Não é só você que sabe quem massacra todos os guetos. Eu também. Somos de certa forma massacrados a cada dia. Cada um dentro do seu contexto de vida, país ou crença.
Se voce olhar, é INDIGNAÇÃO o que digo a respeito dos atos dos DIRIGENTES de Israel e Palestinos. Aprovo o que o Hamás está fazendo pelo povo Palestino, que não é divulgado pela mídia internacional, por não ser conveniente aos interesses dos donos do planeta. Tenho dois amigos no MSF, que nos disseram que no começo do conflito, muitas das cirurgias foram feitas sem anestésicos…A Cruz Vermelha não conseguia passar medicamentos, nada, através de Rafah no Egito.
Concordei com o que você disse no Blog do Mino, porque achei o termo usado correto. Gosto da maneira como se expressa. Vejo o que escreve sempre.
Entendo perfeitamente não só a sua indignação, mas a de todo mundo.
É indefensável o que está sendo feito pelos dirigentes de Israel..Quando disse que a meu ver, os dirigentes de Israel estariam com a Síndrome de Estocolmo, acha que quis dizer o que? Que o que esta sendo feito é uma cópia horrorosa do que foi feito com o povo judeu na Segunda Guerra.
Em hipótese alguma Fabio, eu aprovo o que esta sendo feito há décadas com o povo Palestino, injustamente, desde 47/48, 67 e etc.etc. Disse 6 milhões e 5 milhões, quis mostrar a insanidade da coisa. Frisei bem, que se nenhum judeu conseguia ler Palestinos e vice e versa …
Pela falta de tolerância.
Faço trabalho voluntário há 15 anos. As favelas e o convívio com os que lá residem só me mostraram o quão importante é saber analisar os fatos e ter conhecimento.
A única ironia foi o chá de alface, por ser tão leve, depois de texto sobre um assunto tão pesado … Não para anestesiar.
Nem mil doses cavalares de morfina podem anestesiar a dor que está se sentindo em Gaza.
Concordo com você que o que tem que ser dito e feito é pra começar ontem …
Outro abraço,
Soledad
Doses cavalares de morfina não conseguiriam quando temos
Sr. Alexandre Meloni.
Em hipótese alguma, fui irônica com o Fábio. A quem acompanho aqui e em outros Blogs. O respeito, como á todos os freqüentadores desse e outros espaços democráticos da Net.
Minha história não é comovente. Comovente é história das pessoas que citei, que me fizeram mudar alguns conceitos e maneira de ver a vida.
Que me deram fibra, verve.
O fato de dizer que conheci ” um velho que tinha os braços tatuados pelo regime nazista”, e que meu pai, sofreu pelo regime Franquista e 2ª Guerra, não é comovente.É uma verdade factual.
Não é nem um pouco comovente dentro das minha origens. Se o senhor têm ascedência européia, sabe que muitos dos imigrantes vieram para fugir desses conflitos. E que muitos passaram pelas grandes guerras. Ou grandes conflitos como queira.
Quando disse que minha avó fazia sopa com casca de batatas, lhe digo:
Ela foi abeçoada, pois vivemos num país em que velhos não tem luz elétrica em seus domicílios, não têm assistência social nenhuma. Minha vó tinha. E graças a esse episódio desperdiçamos menos. Fomos educados a saber o que seria não ter.
Serei irônica agora. Por favor não se comova, não fomos privados de nenhum tipo de coisa ao longo da nossa existência, pelo contrário, tomamos bons vinhos em casa, viajamos, e lutamos cada um a sua maneira pelos ideais que nos foram incutidos desde pequenos.Sociais, políticos, enfim, fazemos de tudo para que isso não ocorra com ninguém.
Aqui ou em qualquer lugar do mundo.
Afinal tenho uma filha, e consequentemente (espero) terei netos. Não é este o mundo que desejo para êles ou ninguém.
Acho extremamente imprópria a sua afirmação Sr. Alexandre, ao dizer que eu seja complascente com limpezas etnicas ou atos de genocídio.
Somente seres destituídos de humanidade podem aprovar o que foi feito na Albânia, Sérvia, Bósnia, e é feito em Darfour, Miamar, Taiti, Timor Leste, Tibet, Congo, Butão, Iraque, Afeganistão e etc.etc.
Não me incluo nessa categoaria.
Sugiro, que venha ao Nordeste para que se comova de fato. Após 40 anos de Sampa, o que se vê aqui são de fato “histórias comoventes”.
Soledad Larraz
Gostaria que todos que comparam Gaza com genocidio nos campos de concentracao nazista passassem pela seguinte experiencia: esta pessoa e toda sua familia ate 3o grau e todos amigos e colegas seriam enviados para um campo exatamente como existiram. Passariam por um holocausto real. Experiencias de Mengele (nao com armas, mas testes mais bizarros possiveis como realmente ocorreram), passariam anos… esta pessoa veria todos morrerem de todas maneiras como realmente ocorreu…todos! É isso. Talvez assim algumas comparações e banalizações não seriam tão comuns…
Condenar da maneira mais veemente ou indignada o que os governantes de Israel fizeram ou fazem hoje com cidadãos palestinos é uma coisa.
Agora, dizer que os “judeus” repetem o que já sofreram é ignorância ou ofensa aos que perderam suas vidas lá e seus familiares.
É um pensamento recorrente…
Fui.
Socorrendo-me nos clichês:
O tempo é o senhor da razão…
Aqui se faz aqui se paga….
E a pergunta que não quer calar: Israel chegará ao 70 anos?
A Alemanha de Hitler sabe como termina a historia….
Caro “pensamento recorrente…”
O quê é hoje Gaza que não um gigantesco campo de concentração?
A população palestina está lá confinada, sem ter como sobreviver, sem água, sem comida, sem trabalho, cercada por muros e arames farpados!
E vêm do outro lado da cerca pessoas, que há 100 anos moravam em outro lugar, usufruindo a água do aqüífero sob seu subsolo,
Os palestinos estão lá confinados na cerca de arame farpado. Eles não têm o direito de ir-e-vir em suas próprias terras. Não têm direito de plantar, pois a água é só para os israelenses.
Repetindo o seu texto (em minúsculas) com algumas inserções minhas (em maiúsculas para diferenciar):
Gostaria que todos que comparam Gaza com genocídio nos campos de concentração nazista passassem pela seguinte experiência: esta pessoa e toda sua família ate 3o grau e todos amigos e colegas seriam enviados para um campo exatamente como existiram (POIS É, COMO TE DESCREVI, GAZA HOJE, E HÁ MAIS DE 40 ANOS, É UM CAMPO DE CONCENTRAÇÃO). Passariam por um holocausto real (E NÃO É REAL O HOLOCAUSTO VIVIDO PELOS PALESTINOS? ATACADOS POR BOMBAS PROIBIDAS BOMBAS RADIATIVAS E POR ARMAS EXPERIMENTAIS). Experiencias de Mengele (nao com armas, mas testes mais bizarros possiveis como realmente ocorreram), passariam anos… esta pessoa veria todos morrerem de todas maneiras como realmente ocorreu…todos! MORRERAM AGORA CENTENAS DE INOCENTES. MORRERAM MAIS DE 4000 PALESTINOS EM 5 ANOS! E QUANTOS MAIS MORRERAM DE INANIÇÃO E DOENÇAS PELA FOME HÁ QUIE SÃO SUBMETIDOS EM GAZA E CISJORDÂNIA?E QUANTOS MAIS MORRERÃO CONTAMINADOS PELAS MUNIÇÕES DE URÂNIO EXAURIDO QUE ISRAELM USOU NO LÍBANO EM 2006 E REPETIU O USO AGORA EM GAZA (E DEPOOIS, CINICAMENTE, DIZEM QUE VÃO INVESTIGAR! QUE NOJENTOS IGUAIS AOS NOJENTOS NAZISTAS!
É isso. Talvez assim algumas comparações e banalizações não seriam tão comuns…
NÃO SÃO COMUNS? NÃO SÃO, POIS ATUALMENTE SÃO APENAS 2 PAÍSES ENTRE 210 QUE FAZEM ESSAS BARBÁRIES: ISRAEL E EUA!
Condenar da maneira mais veemente ou indignada o que os governantes de Israel fizeram ou fazem hoje com cidadãos palestinos é uma coisa.
Agora, dizer que os “judeus” repetem o que já sofreram é ignorância ou ofensa aos que perderam suas vidas lá e seus familiares.
É um pensamento recorrente…
Fui.
QUEM AQUI FALOU EM JUDEUS? EXISTEM MUITOS, MUITOS MESMO, JUDEUS QUE SÃO HUMANISTAS, SÉRIOS QUE MERECEM MESMO VIVER NUMA TERRA DELES EM PAZ PELO MENOS 30% DA POPULAÇÃO DE ISRAEL É CONTRA ESSES MASSACREWS. VÁRIOS JOVENS SE RECUSARAM A ALISTAR. E, NO PASSADO, ALGUNS SOLDADOS DE ISRAEL SE RECUSARAM A PARTICIPAR DE AÇÕES CRIMINOSAS COMO A ATUAL (FORAM POUCOS? NÃO SEI. PARECE-ME QUE SIM, MAS ESSAS ATITUDES DIGNIFICAM OS JUDEUS).
MINHAS CRÍTICAS SÃO CONTRA OS SIONISTAS, QUE PREGAM A LIMPEZA ÉTNICA, CONTRARIANDO TUDO QUE A HUMANIDADE AVALIZOU COM A CRIAÇÃO DE ISRAEL.
ESSES GENOCIDAS QUE GOVERNAS ISRAEL ESTÃO PONDO A PERDER O SONHA DA PÁTRIA JUDIA, POIS ESTÃO REPETINDO OS ATOS NAZISTAS
NÃO VEJO MUITA DIFERENÇA ENTRE OS DOIS CASOS:
- OS NAZISTAS CONFISCAVAM AS PROPRIEDADES DOS JUDEUS. OS SIONISTAS CONFISCAM AS TERRAS DOS PALESTINOS, ONDE IMPLANTAM SUAS COLÔNIAS
- OS NAZISTAS INVENTARAM ARMAS AVANÇADAS E TÁTICAS DE GUERRA. TESTARAM NA ESPANHA E DEPOIS EMPREGARAM NOS DEMAIS PAÍSES. ISRAEL INVENTA ARMAS AVANÇADAS E TÁTICAS DE GUERRA (OU USA OS DOS EUA) NA PALESTINA.
- OS NAZISTAS ATACAVAM A POPULAÇÃO CIVIL PARA “DAR EXEMPLO” OU OBRIGAR AS DELAÇÕES CONTRA OS MOVIMENTOS DE RESISTÊNCIA (FRANCESA, NORUEGUESA, POLONESA,…). ISRAEL ATACA A POPULAÇÃO CIVIL PALESTINA PARA “DAR EXEMPLO” OU OBRIGAR AS DELAÇÕES CONTRA OS MOVIMENTOS DE RESISTÊNCIA (HAMAS, FATAH, HEZBOLAH).
NÃO VEJO DIFERENÇA. NÃO HÁ DIFERENÇA. LAMENTAVELMENTE, ISRAEL ESTÁ REPETINDO A EXPERIÊNCIA NAZISTA EM MUITOS, MAS MUITOS MESMO, ASPECTOS.
CARO NASSIF,
PEÇO PUBLICAR APENAS ESTE!
GRATO,
ALEXANDRE
Caro “pensamento recorrente…”
O quê é hoje Gaza, senão um gigantesco campo de concentração?
A população palestina está lá confinada, sem ter como sobreviver, quase sem água e sem comida, sem trabalho, cercada por muros e arames farpados!
E vêem do outro lado da cerca pessoas, que há 100 anos moravam em outro lugar, usufruindo a água do aqüífero sob seu subsolo.
Os palestinos estão lá confinados na cerca de arame farpado. Eles não têm o direito de ir-e-vir em suas próprias terras. Não têm direito de plantar, pois a água é só para os israelenses.
Repetindo o seu texto (em minúsculas) com algumas inserções minhas (em maiúsculas para diferenciar):
Gostaria que todos que comparam Gaza com genocídio nos campos de concentração nazista passassem pela seguinte experiência: esta pessoa e toda sua família ate 3o grau e todos amigos e colegas seriam enviados para um campo exatamente como existiram (POIS É, COMO TE DESCREVI, GAZA HOJE, E HÁ MAIS DE 40 ANOS, É UM CAMPO DE CONCENTRAÇÃO). Passariam por um holocausto real (E NÃO É REAL O HOLOCAUSTO VIVIDO PELOS PALESTINOS? ATACADOS POR BOMBAS PROIBIDAS BOMBAS RADIATIVAS E POR ARMAS EXPERIMENTAIS?). Experiencias de Mengele (nao com armas, mas testes mais bizarros possiveis como realmente ocorreram), passariam anos… esta pessoa veria todos morrerem de todas maneiras como realmente ocorreu…todos! NINGUÉM AINDA CONHECE COMO SE COMPORTA A MUNIÇÃO DE URÂNIO EXAURIDO. ISSO NÃO É UMA EXPERIÊNCIA?
MORRERAM AGORA CENTENAS DE INOCENTES. MORRERAM MAIS DE 4000 PALESTINOS EM 5 ANOS! E QUANTOS MAIS MORRERAM DE INANIÇÃO E DOENÇAS PELA FOME HÁ QUE SÃO SUBMETIDOS EM GAZA E CISJORDÂNIA? E QUANTOS MAIS MORRERÃO CONTAMINADOS PELAS MUNIÇÕES DE URÂNIO EXAURIDO QUE ISRAELM USOU NO LÍBANO EM 2006 E REPETIU O USO AGORA EM GAZA (E DEPOIS, CINICAMENTE, DIZEM QUE VÃO INVESTIGAR! QUE NOJENTOS IGUAIS AOS NOJENTOS NAZISTAS!
É isso. Talvez assim algumas comparações e banalizações não seriam tão comuns…
NÃO SÃO COMUNS? NÃO SÃO, POIS ATUALMENTE SÃO APENAS 2 PAÍSES ENTRE 210 QUE FAZEM ESSAS BARBÁRIES: ISRAEL E EUA!
Condenar da maneira mais veemente ou indignada o que os governantes de Israel fizeram ou fazem hoje com cidadãos palestinos é uma coisa.
Agora, dizer que os “judeus” repetem o que já sofreram é ignorância ou ofensa aos que perderam suas vidas lá e seus familiares.
É um pensamento recorrente…
Fui.
QUEM AQUI FALOU EM JUDEUS? EXISTEM MUITOS, MUITOS MESMO, JUDEUS QUE SÃO HUMANISTAS, SÉRIOS QUE MERECEM MESMO VIVER NUMA TERRA DELES EM PAZ PELO MENOS 30% DA POPULAÇÃO DE ISRAEL É CONTRA ESSES MASSACREWS. VÁRIOS JOVENS SE RECUSARAM A ALISTAR. E, NO PASSADO, ALGUNS SOLDADOS DE ISRAEL SE RECUSARAM A PARTICIPAR DE AÇÕES CRIMINOSAS COMO A ATUAL (FORAM POUCOS? NÃO SEI. PARECE-ME QUE SIM, MAS ESSAS ATITUDES DIGNIFICAM OS JUDEUS).
MINHAS CRÍTICAS SÃO CONTRA OS SIONISTAS, QUE PREGAM A LIMPEZA ÉTNICA, CONTRARIANDO TUDO QUE A HUMANIDADE AVALIZOU COM A CRIAÇÃO DE ISRAEL.
ESSES GENOCIDAS QUE GOVERNAS ISRAEL ESTÃO PONDO A PERDER O SONHA DA PÁTRIA JUDIA, POIS ESTÃO REPETINDO OS ATOS NAZISTAS
NÃO VEJO MUITA DIFERENÇA ENTRE OS DOIS CASOS:
- OS NAZISTAS CONFISCAVAM AS PROPRIEDADES DOS JUDEUS. OS SIONISTAS CONFISCAM AS TERRAS DOS PALESTINOS, ONDE IMPLANTAM SUAS COLÔNIAS
- OS NAZISTAS INVENTARAM ARMAS AVANÇADAS E TÁTICAS DE GUERRA. TESTARAM NA ESPANHA E DEPOIS EMPREGARAM NOS DEMAIS PAÍSES. ISRAEL INVENTA ARMAS AVANÇADAS E TÁTICAS DE GUERRA (OU USA OS DOS EUA) NA PALESTINA.
- OS NAZISTAS ATACAVAM A POPULAÇÃO CIVIL PARA “DAR EXEMPLO” OU OBRIGAR AS DELAÇÕES CONTRA OS MOVIMENTOS DE RESISTÊNCIA (FRANCESA, NORUEGUESA, POLONESA,…). ISRAEL ATACA A POPULAÇÃO CIVIL PALESTINA PARA “DAR EXEMPLO” OU OBRIGAR AS DELAÇÕES CONTRA OS MOVIMENTOS DE RESISTÊNCIA (HAMAS, FATAH, HEZBOLAH).
NÃO VEJO DIFERENÇA. NÃO HÁ DIFERENÇA. LAMENTAVELMENTE, ISRAEL ESTÁ REPETINDO A EXPERIÊNCIA NAZISTA EM MUITOS, MAS MUITOS MESMO, ASPECTOS.
NÃO FUI. NÃO IREI. CONTINUAREI AQUI E NOUTROS BLOGS MOSTRANDO OS FATOS QUE A IMPRENSA PIG, LAMENTAVELMENTE, ESCONDE!
Nassif,
Se possível, peço publicar o artigo abaixo. A Ana me autorizou a divulgá-lo.
Grato,
Alexandre
A ÁGUA (QUE NINGUÉM VÊ) NA GUERRA
Publicado no site CARTA MAIOR
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15476
Na guerra do momento – Israel em Gaza -, por que a mídia não fala sobre a água – um dos itens mais importantes dos conflitos no Oriente Médio? Embora Israel tenha sérios problemas com recursos hídricos, detém o controle dos suprimentos de água, tanto seus como da Palestina. Além de restringir o uso d’água, luta pela expansão do seu território para obter mais acesso e controle deste recurso natural.
Ana Echevenguá (*)
http://www.ecoeacao.com.br
“Para além das manchetes do conflito do Oriente Médio, há uma batalha pelo controle dos limitados recursos hídricos na região. Embora a disputa entre Israel e seus vizinhos se concentre no modelo terra por paz, ‘há uma realidade histórica de guerras pela água’ – tensões sobre as fontes do Rio Jordão, localizadas nas Colinas de Golã, precederam a Guerra dos Seis Dias”. Raymond Dwek – The Guardian, [24/NOV/2002] *
A nossa sobrevivência na Terra está ameaçada. Sem alimento, o ser humano resiste até 40 dias; sem água, morre em 3 dias. Somos água! Mas, enquanto a população se multiplica e a poluição recrudesce, as fontes de água desaparecem.
Na guerra do momento – Israel em Gaza -, por que a mídia não fala sobre a água – um dos itens mais importantes dos conflitos no Oriente Médio?
Oriente Médio… uma região aonde água vale mais do que petróleo… E sempre nos passam a idéia de que lá as guerras ocorrem pela conquista das reservas de petróleo.
E a conquista das reservas de água? Em 1997, o então vice-diretor geral da UNESCO, Adnan Badran, no seminário “Águas transfronteiriças: fonte de paz e guerra” (que centrou os debates nas águas do Mar Aral, do rio Jordão, do Nilo…) disse que “a água substituirá o petróleo como principal fonte de conflitos no mundo”.
Embora Israel tenha sérios problemas com recursos hídricos, detém o controle dos suprimentos de água, tanto seus como da Palestina.
Além de restringir o uso d’água, luta pela expansão do seu território para obter mais acesso e controle deste recurso natural. Ali, ele é o “dono” das:
- águas superficiais: bacia do rio Jordão (incluindo o alto Jordão e seus tributários), o mar da Galiléia, o rio Yarmuk e o baixo Jordão;
- águas subterrâneas: 2 grandes sistemas de aqüíferos: o aqüífero da Montanha (totalmente sob o solo da Cisjordânia, com uma pequena porção sob o Estado de Israel), aqüífero de Basin e o aqüífero Costeiro que se estende por quase toda faixa litorânea israelense até Gaza.
Tais águas são ‘transfronteiriças’, recursos naturais compartilhados. Segundo recente inventário da UNESCO, 96% das reservas de água doce mundiais estão em aqüíferos subterrâneos, compartilhados por pelo menos dois países.
Há regras internacionais para o uso dessas águas. Algumas destas obrigam Israel a fornecer água potável aos palestinos.
Mas Israel não compartilha a água; afinal, tais regras internacionais não prevêem mecanismos de coação ou coerção; é letra morta. O Tribunal Internacional de Justiça, até hoje, condenou apenas um caso relacionado com águas internacionais.
A estratégia de Israel é outra. Em 1990, o jornal Jerusalém Post publicou que “é difícil conceber qualquer solução política consistente com a sobrevivência de Israel que não envolva o completo e contínuo controle israelense da água e do sistema de esgotos, e da infra-estrutura associada, incluindo a distribuição, a rede de estradas, essencial para sua operação, manutenção e acessibilidade” (1). Palavras do ministro da agricultura israelense sobre a necessidade de Israel controlar o uso dos recursos hídricos da Cisjordânia através da ocupação daquele território.
O Acordo de Paz de Oslo de 1993, por exemplo, estipulou que os palestinos deveriam ter mais controle e acesso à água da região.
Nessa época, segundo o professor da Hebrew University, Haim Gvirtzman, dos 600 milhões de metros cúbicos de água retirados anualmente de fontes na Judéia e Samaria, os israelenses usavam quase 500 milhões, satisfazendo cerca de um terço de suas necessidades hídricas. Para ele, isso gerou um ‘direito adquirido sobre a água’. Questionado sobre o acesso palestino à água, o professor respondeu:
“Israel deve somente se preocupar com um padrão mínimo de vida palestino, nada mais, o que significa suprimento de água para eles só para as necessidades urbanas. Isso chega a cerca de cinqüenta/cem milhões de metros cúbicos por ano. Israel é capaz de suportar essa perda. Portanto, não deveríamos permitir que os palestinos desenvolvessem qualquer atividade agrícola, porque tal desenvolvimento virá em prejuízo de Israel. Certamente, nunca permitiremos aos palestinos suprir as necessidades hídricas da Faixa de Gaza por meio do aqüífero montanhoso. Se purificar a água do mar é uma solução realista, então deixemos que o façam para as necessidades dos residentes da Faixa de Gaza”.
E na Guerra pela Água vale tudo: os israelenses bombardeiam tanques d’água, grandes ou pequenos (muitas vezes construídos nos telhados das casas), confiscam as bombas d’água, destroem poços, proíbem que explorem novos poços e novas fontes d’água (a Cisjordânia, em 2003, contava com cerca de 250 fontes ilegais e a Faixa de Gaza, com mais de 2 mil). Israel irriga 50% das terras cultivadas, mas a agricultura na Palestina exige prévia autorização.
Então, furto de água das adutoras de Israel é comum naquela região.
A regra do jogo é esta: enquanto o palestino não tem acesso à água para beber, o israelense acostumou-se ao seu uso irrestrito.
Sendo assim, dá pra imaginar uma outra forma de divisão ou de uso compartilhado desses recursos hídricos para os próximos anos? Dá pra imaginar a sobrevivência de qualquer estado e, nesse caso, da Palestina sem o controle efetivo do acesso e da distribuição dos recursos hídricos que necessita?
Botar a mão na água é coisa antiga. Britânicos e franceses no Oriente Médio definiram as fronteiras (em especial da Palestina) de olho nas águas da bacia do rio Jordão.
Desde 1948, Israel prioriza projetos, inclusive bélicos, para garantir o controle de água na região. Dentre estes:
- a construção do Aqueduto Nacional (National Water Carrier);
- em 1967, anexou os territórios palestinos de Gaza e Cisjordânia e tomou da Síria as Colinas do Golã, ricos em fontes de água, para controlar os afluentes do Rio Jordão. Sobre esta guerra, Ariel Sharon falou que a idéia surgiu em 1964, quando Israel decidiu controlar o suprimento d’água;
- em 2002, a construção o ‘muro de segurança’ viabilizou o controle israelense da quase totalidade do aqüífero de Basin, um dos três maiores da Cisjordânia, que fornece 362 milhões de metros cúbicos de água por ano. Segundo Noam Chomsky, “o Muro já abarcou algumas das terras mais férteis do lado oriental. E, o que é crucial, estende o controle de Israel sobre recursos hídrico críticos, dos quais Israel e seus assentados podem apropriar-se como bem entenderem…” (2). Antes do muro, ele já fornecia metade da água para os assentamentos israelenses. Com a destruição de 996 quilômetros de tubulação de água, agora falta água para beber à população palestina do entorno do muro;
- antes de devolver (simbolicamente) a Faixa de Gaza, Israel destruiu os recursos hídricos da região. E, até hoje, não há infra-estrutura hídrica nas regiões palestinas.
Quantos falam a respeito disso?
Em 2003, na 3ª Conferência Mundial sobre Água, em Kyoto, Mikhail Gorbachev bateu na tecla dos conflitos mundiais pela água: contabilizou, na época, 21 conflitos armados que objetivavam apropriação de mais fontes de água; destes, 18 ocorreram em Israel.
Gestão conjunta, consumo igualitário de água, ética e consenso na água – palavras bonitas no papel, nas mesas de negociação, na mídia. Na prática, é utopia.
O que a ONU e os donos do planeta estão esperando para exigir que Israel cumpra as regras internacionais sobre águas mesmo que estas contidas em convenções, acordos, declarações (e outras abobrinhas)?
Quem vai ter coragem de criar regras claras e objetivas para punir a violação dos direitos dos povos e nações à sua soberania sobre seus recursos e riquezas naturais?
* Ver http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/internacional/
2002/11/23/jorint20021123004.html
(1) Do livro de Noam Chomsky: Novas e Velhas Ordens Mundiais, São Paulo, Ed. Scritta, 1996.
(2) Ver http://www.galizacig.com/actualidade/200403/
portoalegre2003_muro_humilhacao_e_roubo.htm
(*) Ana Echevenguá, advogada ambientalista, coordenadora do programa Eco&Ação, presidente da ong Ambiental Acqua Bios e da Academia Livre das Águas, e-mail:ana@ecoeacao.com.br, website: http://www.ecoeacao.com.br
Somente à partir de ontem grupos de oservadores internacionais,imprensa, ONU, começam a ter acesso à Gaza, muita coisa ainda vem a tona. Caso todos os excessos sejam confirmados, o que me parece ser inevítável, visto as primeiras imagens e relatos já divulgados, é de fundamental importância puniição aos culpados . Se tal medida não for tomada abre-se grande lacuna na regulação das relações internacionais, A ONU sub risco de cair em total discrédito, tem como dever imediato o de levar a corte internacional o atual governo de Israel.
Salvo engano, duas crianças morreram ontem ao tocar em dispositivos deixados por soldados israelenses.
Campanha pela libertação dos jovens pacifistas israelenses
Participem e ajudem a divulgar a campanha pela libertação dos shministim – os jovens israelenses, estudantes do último ano do ensino médio, que foram presos por se recusarem a servir no Exército de ocupação dos territórios palestinos. A coragem desses jovens merece ser anunciada em todos os espaços possíveis. Existe um abaixo-assinado, dirigido ao Ministro da Defesa de Israel, pedindo a libertação desses adolescentes. Além do abaixo-assinado, no site abaixo pode ser visto um vídeo no qual os próprios jovens expõem seus princípios de respeito e convivência pacífica com os palestinos e sua discordância com a política repressiva do governo israelense:
http://december18th.org
Há uma versão legendada em protuguês no Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=KYlK9jid-XE
bom dia, gostaria de um relato completo da guerra dos seis dias com israel
pois eu sei muito pouco o que aconteceu nesta guerra , gostaria muito a vossa colaboração .
sds… givan de souza
Sem dúvida a ONU não representa mais as nações unidas. Não tem moral para isso.; supõe-se que o tribunal de Haia que julga crimes praticados contra a humanidae deva levar a julgamento os acusadospor prática crimes hediondos, cuja lista se inicia com o jeorge bush, seguido de dick cheney, TZIP LIVNI, ehud olmet, ehud barak, donald rumsfeld, shimon peres (Lista de Fábio passos), eu acrescentaria o nome do responsável pelos massacres Sabra e Chatila,ARIEL Sharon, que embora morto, ou morto vivo em aparelhos, para ser cremado com napalm em praça pública..
Quais foram as atitudes de paz de Martin Luther King?
por favor preciso da resposta até 19/03/09
obrigada