Trivial da maior cantora
Da Comunidade do Blog
Vatapá (Dorival Caymmi) # Rosa Passos
* Adicionado por Cafu
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta, MPB Tags: Caymmi, Rosa Passos* Adicionado por Cafu
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta, MPB Tags: Caymmi, Rosa Passosgordurinha
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Nova York – Vice-Presidente do think-thank Public Agenda e autor de Forgive Us Our Debts: The Intergenerational Dangers of Fiscal Irresponsibility, publicado nos Estados Unidos pela editora da Universidade de Yale, Andrew L. Yarrow defendeu, em artigo publicado na página de opinião do The Baltimore Sun, que a apologia da impossibilidade funcional dos governos está com os dias contados. E que um trio de líderes – formado pelo recém-eleito Barack Obama, o presidente francês Nicolas Sarkozy e o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva – representam a ascendência, no mundo ocidental, do idealismo, do ativismo e da cooperação supra-partidária sobre o unilateralismo, a política mais convencional e o apadrinhamento de aliados característico da administração Bush.
Professor da American University e consultor do centrista Brookings Institution, Yarrow vai além e propõe o estabelecimento de uma nova era, calcada na imagem dos presidentes de Brasil, França e EUA. “Prestando atenção no simbolismo político dos três estadistas, vê-se que o mundo democrático está entrando em um novo período, tão definitivo e transformador quanto o pacto social-democrático de Franklin Delano Roosevelt após a Segunda Guerra Mundial, o chamado Consenso Liberal, ou a Ascensão Conservadora das últimas três décadas, marcadas pelas políticas de Ronald Reagan e Maragareth Thatcher”, escreve. (continua)
Putz! O Obama ainda nem tomou posse e já se tornou modelo do século 21? Deve estar escrito nas estrelas.
Sarkozy: um link contido no próprio artigo mostra o desacordo de alguns franceses com esta tese.
Não é a primeira vez que escrevo isso, mas o violonista Fábio Zanon é, de longe, o melhor crítico musical brasileiro.
Não apenas pelo domínio do violão – já foi considerado um dos cinco melhores violonistas clássicos do mundo -, mas pelo conhecimento da psicologia do instrumentista, da história da música, do embricamento da cultura popular e erudita.
O especial que gravou sobre Yamandu Costa (clique aqui para baixar o podcast) é o que de mais completo apareceu até agora sobre o maior instrumentista brasileiro da atualidade, situando seus vícios, suas virtudes e a síntese: é um gênio.
O programa é recheado de casos testemunhados pelo próprio Zanon. Como na apresentação dele e do Yamandu em que, a cada ensaio, o gaúcho improvisava uma forma diferente de acompanhamento. Zanon conta que até o tom do telefone de Yamandu era tema para novos sons tirados por ele nos camarins.
No dia da apresentação, no entanto, Yamandu exorbitou. Zanon estava se perdendo com a sucessão de inversões e de harmonias novas testadas por Yamandu. Olhou para ele e percebeu que a corda do meio do violão tinha arrebentado. Yamandu continuou mandando bala. Quando terminou a apresentação, com Zanon suando frio, o gênio explicou: “Não dá para parar porque esfria”.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Violão Tags: Violão, Yamandu, ZanonNassif, o desempenho da economia da Zona do Euro em Dezembro foi catastrófico, segundo afirmou o comissário de Indústria da União Européia.
Notícia:
A economia europeia está se aprofundando ainda mais na recessão e o quarto trimestre do ano passado foi “catastrófico”, disse o comissário de Indústria da União Europeia (UE), Guenter Verheugen, no domingo.
“Os dados da Comissão Europeia, que serão divulgados na semana que vem, vão, infelizmente, mostrar que nos aprofundamos ainda mais na recessão”, disse Verheugen à rádio alemã DeutschlandFunk. “O quarto trimestre de 2008 foi catastrófico em todos os aspectos”, disse. A Comissão Europeia anunciará suas perspectivas para a zona do euro na semana que vem.
O órgão executivo da UE previu em 3 de novembro que a economia da zona do euro cresceria 0,1% em 2009 e 0,9% em 2010. Mas números divulgados desde então apontaram que essas perspectivas podem ser otimistas e, por isso, elas serão revisadas na segunda-feira.
http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200901181354_RTR_1232286851nN18328199&idtel=
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: crise, Europa, União EuropéiaPrezados Amigos :
Verifiquem os sites Liga de Xadrez, Corus Chess (www.coruschess.com) e Clube de Xadrez (www.clubedexadrez.com.br) para acompanhar o Torneio na Holanda.
O primeiro site é o que traz sempre informações sobre mim , como a vitória sobre o GM argentino Diego Flores ( 4 a 6/12/08 ) e a vitória no Campeonato Brasileiro pela Internet , em 21/12/08 .
O segundo site é o específico do Torneio da Holanda.
O terceiro site deverá dar notícias durante a competição.
O blog do Tiago , meu segundo , que estará comigo no Torneio de GM Corus B , na Holanda, é http://tiagopereirarodrigues.blogspot.com/ . Ele vai colocar notícias e fotos do torneio. Este é o torneio mais forte que eu jogarei desde 1978, quando joguei também nesse mesmo lugar , Wijk aan Zee , Holanda.
Estou repetindo essa nota sobre Mequinho, porque traz os endereços dos sites que permitem acompanhar o Torneio – que começou agora.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Xadrez Tags: MequinhoNassif quando puder de uma olhadinha neste link.
Espaço Cultura do Choro – A Alvorada Brasileira
17 de Janeiro de 2009 by Carlos Henrique Machado Freitas
“O período atual do Brasil, especialmente o das artes, é o de nacionalização. Estamos procurando conformar a produção humana do país com a realidade nacional. A música popular brasileira é a mais completa, a mais totalmente nacional, a mais forte criação da nossa raça brasileira. Todo artista brasileiro que no momento atual fizer arte brasileira, é um ser eficiente com valor humano. O que fizer arte internacional ou estrangeira, se não for um gênio, é um inútil, um nulo. “E é uma reverendíssima besta”. (Mário de Andrade).
Há uma coisa muito séria neste país chamada música popular brasileira que a leviandade institucional, carregada de absoluta ignorância, insiste em marginalizar, promovendo verdadeira cruzada libertária para o estrangeirismo barato em detrimento à total independência da sociedade em, pelo menos, dois séculos da nossa música técnica. (continua)
Nas rodadas de negócio que o Ministro Luiz Furlan montou ao redor do mundo, sob a coordenação da Apex, o grande fator de atração era a música instrumental brasileira, especialmente as apresentações de Armandinho e Yamandu.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Cultura, Música Tags: Choro, cultura brasileira, DiplomaciaEsse episódio da Palestina é extremamente interessante porque nos dá uma certa oportunidade de analisar o fenômeno do sionismo (logo, logo, a janela vai se fechar) – E é bom diferenciar o sionismo da “herança judaica” – Herança judaica, ou seja, ter um ascendente que eventualmente tenha seguido as “práticas sionistas”, é provavelmente um atributo comum a uns 40%, 50% dos brasileiros, por exemplo.
O sionismo é uma doutrina que usa da “herança genética” – ficta ou não – como fator de coesão entre os seus adeptos. Fatores de coesão como uma “raça” que compõe uma minoria dentro de uma coletividade mais abrangente ajudam a abstrair as relações pessoais das “antipatias” naturais entre os seres-humanos. Você pode não gostar daquele sujeito, mas o ajuda porque ele é da mesma “raça”, que por sua vez forma uma minoria e precisa, portanto, se proteger – ou prevalecer.
Assim é que os sionistas em geral parecem dar extrema importância ao episódio envolvendo Jacob (Israel) e Esau (edomitas – os palestinos – os “gentios”) – tomando os filhos de Esau num contexto mais amplo, i.e., toda a humanidade não enquadrada na “raça” acolhida pelo sionismo .
Já antes do nascimento de seus gêmeos, Rebecca teria ouvido de “Deus” (ou a serpente ? – pode-se travar um paralelo com o episódio de Adão e Eva ?) que os seus dois filhos dariam origem a duas grandes nações.
Esse “Deus” diz ainda a Rebecca que um(a) deles(as) seria mais forte que o(a) outro(a), e o irmão mais velho serviria o mais novo… Jacob(Israel) nasce após Esaú, segurando os calcanhares deste – Bom, o resto da história conhecemos – Jacob consegue “comprar” o direito de herança de seu irmão com um prato de lentilhas, e consegue enganar o próprio pai para dele obter a necessária benção – Após Jacob encontra um anjo, luta com ele e desse anjo recebe o nome de “Yisrael” – aquele que luta (com ou contra) Deus…
Independentemente da verdade eventualmente oculta na história, o fato é que esse episódio parece refletir uma característica bastante visível do sionismo – o caráter segregacionista – e eventualmente pode estar a refletir outro – a busca pela hegemonia.
Daí a atitude comunal para os de dentro – o auxílio, a ajuda, a oferta de oportunidades – e a pouca importância para a desigualdade externamente – se ela existe, eventualmente parte dos que apenas tem a “herança sionista”, mas não mais pertencem, de fato, ao sistema..
Interessante que as atitutes “discriminatórias”, as críticas dos de fora parecem até ser bem-vindas, pois ajudam a reforçar a coesão… De um lado, limita-se o proselitismo, evitando-se o caráter universalista, com a auto-imposição e propaganda de elementos raciais – e por outro, faz-se a vitimização da “comunidade” quando da crítica.
Faço algumas provocações, até esperando respostas iradas… Mas parece que não estou falando algo tão absurdo… Cadê o questionamento ?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional, Política Tags: Israel, sionismoAi vai o fora de pauta de domingo.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta Tags:Uma bandeira antiquíssima – e sempre atual – tem sido sistematicamente derrotada na administração pública: os programas de desburocratização. Isso desde os tempos heróicos do Ministro Hélio Beltrão.
Agora, a Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento tenta colocar em prática normas desburocratizantes, através de um decreto de lei de “simplificação da vida do cidadão”.
Em breve, esse decreto será colocado em discussão pública. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia, Gestão Tags: atendimento ao cidadão, desburocratização, Secretaria de GestãoQuais serão os elementos de “poder brando” da nova potência que emerge, a China?
Os filmes épicos chineses, como “O Herói” desenham alguns desses elementos. Há valores típicos do faroeste – o herói solitário, lutando contra o opressor -, mensagens sobre a importância da solidariedade para vencer os desafios, a fantasia extraordinária, retirada das lendas chinesas – as lutas, os movimentos de objetos – atores bonitos para o gosto ocidental.
O que mais a China tem produzido de poder brando, nesses seus primeiros passos rumo à hegemonia?
PS – Estava lendo outro dia meu “Thesouro da Juventude”, edição de 1925. No capítulo sobre a China dizia-se que, depois de séculos e séculos, ela começava a sair da toca e caminhava para ser uma grande nação mundial.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional, Novo Mundo Tags: China, Cultura, DiplomaciaNão consegui encontrar o link do artigo “E venceu a frugalidade”, do Sérgio Augusto, no caderno Aliás do Estadão. Clique aqui (com a ajuda de vocês, achei).
O Sérgio é um craque que junta experiência de vida, leitura eclética, pesquisa, anti-pedantismo (que acomete todos os candidatos a Paulo Francis) e sensibilidade social e política.
O artig analisa um dos aspectos mais relevantes da atual crise mundial: a frugalidade, imposta pela crise econômica.
O artigo ainda se concentra muito nas consequências imediatas da crise sobre diversos setores das artes – arquitetura, revistas, cinema.
Mas um tema recorrente, nos próximos anos, será a mudança radical nos hábitos, costumes, valores, onde a tônica será, justamente, a frugalidade, a solidariedade, o fim do consumismo desvairado, da busca do sucesso a qualquer preço, da possibilidade das grandes tacadas financeiras – com profundas implicações sobre a formação dos jovens.
Vem aí um mundo novo, cujo profeta é meu amigo e guru Ignacy Sachs.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Mundo Tags: mundo novoVale licença poética para título de matéria de jornal? Vale. Confira que belo título no Estadão
Depois de 14 anos sem tocar no Brasil, cantor britânico começou show com “Funeral for a Friend”
Saudade dos anos 70 e de Skyline Pigeon, uma das músicas mais marcantes de Elton John.
No Estadão, artigo de Joseph S. Nye Jr, autor da tese do “poder inteligente” pelos Estados Unidos. De um lado, usando o poder “soft”, a ideologia, os valores culturais; do outro, o poder “hard”, a mão pesada.
Confesso não ver nenhuma diferença do padrão diplomático americano no pós-primeira guerra e, especialmente, a partir do pré-Segunda Guerra. Jazz, Hollywood, Broadway, mariners, CIA (mais recentemente) sempre fizeram parte dessa lógica.
Guerra tirou EUA do rumo; país deve deixar de exportar o medo para voltar a inspirar a esperança
Joseph S. Nye Jr.*, Global Viewpoint
Em sua audiência de confirmação para o cargo de secretária de Estado, Hillary Clinton disse: “Os EUA não podem resolver sozinhos os problemas mais prementes, e o mundo não pode resolvê-los sem os EUA. Precisamos usar o que tem sido chamado de ?poder inteligente?, o leque completo de ferramentas à nossa disposição.”
Poder inteligente é a combinação de poder duro (hard power) e poder brando (soft power). Poder brando é a capacidade de obter os resultados preferidos mais pela via da atração do que da coerção ou de pagamentos. As pesquisas revelam um sério declínio na capacidade de atração americana na Europa, América Latina e em todo o mundo muçulmano.
Os recursos que produzem poder brando para um país incluem sua cultura (que tem de ser atraente para outros); seus valores (que devem ser atraentes, e não solapados por práticas inconstantes); e suas políticas (que têm de ser vistas como inclusivas e legítimas aos olhos de outros). Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:Uma das críticas feitas ao Ministro Tarso Genro é a comparação com o que alguns leitores imaginam ter sido o caso dos boxeadores cubanos – que não teriam recebido o asilo solicitado. Está errado.
Lembrando:
1. Durante dias Ali Kamel, da Globo, testou a hipótese da tentativa de asilo solicitado e não obtido.
2. O jornal Extra, do próprio grupo Globo, levantou a história dos pugilistas. Foram enganados por um empresário europeu, passaram alguns dias em uma boa farra, enquanto aguardavam para fugir para a Europa e seguir carreira profissional. Até que se deram conta de que os empresários eram malandros.
3. Aí os pugilistas pegaram um táxi e se apresentaram (se não me engano) em uma delegacia, manifestando a intenção de voltar a Cuba. Com isso criaram um baita problema diplomático para o Brasil.
4. O erro de Tarso Genro foi o de ter providenciado a volta imediata desses pugilistas. Deveria tê-los detido por aqui, chamado a imprensa, para que eles próprios desfizessem o rolo que armaram. Mesmo por que outros atletas cubanos, durante o mesmo Panamericano, solicitaram asilo e conseguiram.
Todo esse material está disponível no Google e foi bastante analisado pelo Blog na época. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia Tags: asilo, pugilistas cubanos