Teste do IE
Atenção, usuários do Internet Explorer: poderiam confirmar se sumiram os scripts que impediam os comentários.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:Atenção, usuários do Internet Explorer: poderiam confirmar se sumiram os scripts que impediam os comentários.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:Esta semana completou-se 80 anos do nascimento de Martin Luther King, Jr., (15/01/1929-4/04/1968). Acredito que o registro e importante visto a posse semana que vem do primeiro negro presidente dos Estados Unidos
Martin Luther freqüentou escolas públicas segregadas na Geórgia, obtendo o diploma de ensino médio com quinze anos de idade, ele recebeu o grau de Baicharel em Administracao pelo Morehouse College, uma distinta instituição de ensino para Negros em Atlanta, em 1948, na qual tanto seu pai e avô tinham graduado-se. Após três anos de estudos teológicos no Seminário Teológico Crozer na Pensilvânia, onde foi eleito presidente de uma classe sênior predominantemente branca, recebeu o Baicharelado de Direito em 1951. Com os contactos feitos em Crozer, ele engracou no curso de pós-graduação da Universidade de Boston, completando sua residência para o doutorado em 1953 e recebendo o grau em 1955. Em Boston, encontrou-se e casou com Coretta Scott, uma jovem mulher de incomum realizações intelectuais e artísticas. Dois filhos e duas filhas nasceram do casamento. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): História Tags: Martins Luther KingMatéria do Estadão, sobre a investigação da corregedoria da Polícia Federal em relação à Satiagraha. A matéria diz que o delegado Protógenes espionou o notório advogado Nélio Machado (clique aqui).
Diz a matéria do óbvio Fausto Macedo:
“O inquérito deverá ser concluído em março. Protógenes deverá ser indiciado por quebra de sigilo funcional.”
Na repercussão, quem o Estadão vai ouvir? Surpresa: Delegado e deputado Marcelo Itagiba:
Itagiba afirmou que a Satiagraha, operação da PF que resultou na prisão temporária de Dantas, foi marcada por “abusos de poder”. “O caso é grave pois viola o Estado democrático de direito”, lamentou. “O episódio reforça os abusos de poder praticados no decorrer da Satiagraha tanto por parte da Abin quanto do delegado da PF”, afirmou.
Na avaliação de Itagiba, a revelação de que Protógenes espionou o advogado de Dantas reforça que “o poder precisa ser controlado”. “As pessoas acham que os fins justificam os meios. Os fins não podem justificar os meios. O Estado não pode cometer os mesmos crimes com a justificativa de que está atrás de criminosos.”
O “furo” do Fausto, que lhe permitiu acusar Protógenes de “quebra de sigilo funcional”, se baseou em uma informação vazada de um relatório sigiloso, de um inquérito em andamento, obtida graças à quebra do sigilo funcional. É o país da piada pronta.
Só para que não pairem dúvidas: o inquérito da PF tem o intuito claro de anular a Satiagraha, não de salvá-la, como originalmente anunciado.
Antes disso, até vídeos pornográficos em computadores da ABIN foram utilizados pelo titular do inquérito – imediatamente reverberado pelos deputados da CPI do Grampo.
Aí vai um comentário foi colocado no Blog no dia 9 passado. Não entendi o que quis dizer, o que vem a ser “acusados secundários” mas deixo registrado. Pode ser que algum novo episódio esclareça o significado desse “acusados secundários” ou indique novos vazamentos e armações. Obviamente o email é falso.
Ricardo Chaer
rickchaer@ig.com.br
LN,
Diga a seus baba-ovos o porquê não comenta os acusados secundários.
Para não comprometer sua torneira-quente, não? Que o diga Demarco.
Veja as próximas Vejas, e verá!
Essas armações se dão em plena era da Internet, dos Blogs, da circulação ampla da informação. Mas continuam agindo como se vivessem os velhos tempos das armações impunes.
Não é à toa que, com praticamente todos os grandes veículos endossando Gilmar, Dantas e Nélio, tenham perdido tão bisonhamente a batalha da comunicação.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça, Mídia Tags: Estadão, Fausto Macedo, Nélio Machado, Protógenes, SatiagrahaComo ainda não temo Trivial, vai aqui mesmo:
Roda de Choro
Danilo Brito, Luizinho 7 Cordas, Alessandro Penezzi, Alexandre Ribeiro, Leo Rodrigues e Milton Mori formam a Roda de Choro, um show com cavaquinho, bandolin, percussão entre outros instrumentos com a presença de Toninho Ferragutti (acordeom). (Samba)
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Sesc Vila Mariana Pça. de eventos
R. Pelotas, 141 – Vila Mariana – Sul. Telefone: 5080-3000.
Quando
Dia 17: 13h30.
Dia 31: 13h30.
Para os aficcionados, é o melhor choro de São Paulo. Só tem fera nessa time.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Música Tags:Não consegui confirmar com nenhuma fonte que Henrique Meirelles esteja demissionário, como sugere a capa da Carta Capital – na qual escrevo um artigo.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags:Aí vai o de sexta.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta Tags:16/01/2009 – 07h00
Rosanne D’Agostino
Do UOL Notícias
Em São Paulo
A decisão do Ministério da Justiça de conceder refúgio político a Cesare Battisti, condenado por terrorismo na Itália, é soberana e deve ser respeitada. É o que afirmam juristas sobre a concessão de status de refugiado ao ex-ativista da esquerda radical, condenado a prisão perpétua por quatro assassinatos. O anúncio foi feito na terça-feira (13) pelo ministro Tarso Genro, cujo entendimento foi criticado por familiares das vítimas e pelo governo italiano. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia, Justiça Tags: asiloOs comentaristas que estão com problemas de assistir vídeos, poderiam informar se conseguem, agora?
O plano Obama, de recuperação da economia americana, merece uma boa discussão por aqui.
Exponho alguns pontos:
1. Os investimentos em infraestrutura serão suficientes para gerar empregos em uma economia que, há muito, se baseia no setor de serviços? Qual o impacto efetivo na geração de empregos?
2. Os incentivos fiscais a empresas com prejuízo ameniza problemas de capitalização e capital de giro. Para pessoas físicas, ajudará a reduzir dívidas. Mas dificilmente virão para o consumo. A sensação de perda patrimonial das famílias americanas as induzirá a um processo de poupar o que der. Levará muito tempo para que o consumo volte a melhorar.
3. Segundo foi mostrado recentemente aqui, nos comentários, a maior parte das grandes corporações americanas estão capitalizadas. Acontece que, nos anos 90, houve um profundo processo de transferência da produção de manufatura para outros mercados. Pergunto: qual a probabilidade desses recursos serem investidos no próprio país?
4. O sistema financeiro norte-americano – peça central no novo desenho do país pós-anos 80 – implodiu. Começa agora a terceira onda, provocada pelo impacto da crise das empresas sobre a carteira de bancos já combalidos. Toda a ajuda prometida visa, no máximo, evitar novas quebras.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: EUA, ObamaJá se fala em crescimento de 4% a 6% no PIB chinês deste ano. Vai ser primeiro grande desafio da China, rumo ao seu destino de superpotência.
Já há alguns anos, quando estive por lã, a conversa com os especialistas permitia antever uma crise cultural e política inevitável, assim que o ritmo de crescimento cedesse.
A modernização chinesa criou dois desequilíbrios inevitáveis – mas dificílimos de administrar, em função da imensa população local.
O primeiro, o surgimento de disparidades sociais. A criação de uma nova China sobre os escombros da velha China produziu, de um lado, uma nova classe empresarial feroz (como em todo início de processo capitalista) e uma classe média ocidentalizada. É um pessoal que cada vez mais sairá da área de influência do PC chinês.
No outro, desmontou a estrutura assistencialista das antigas estatais, sem haver criado uma rede de proteção social substituta.
Antes, havia pouco para muitos. Agora, há muito para poucos. As diferenças produzem o atrito.
O segundo problema são as desigualdades regionais, que acabaram provocando atrito entre o governo central e províncias.
Todos esses pontos eram mais facilmente administráveis com crescimento, pois expectativas positivas serviam para amenizar frustrações.
Com a crise, esses conflitos serão colocados à prova. Mais: está havendo uma reversão do êxodo rural.
Desempregados estão voltando para o campo. O governo chinês estava propenso a mudar a estrutura fundiária, substituindo a agricultura de subsistência por propriedades maiores, mais produtivas. Agora, há uma reversão nesse processo pela incapacidade das cidades em absorver os egressos da zona rural – aliás, não conseguia nem no período de abundância.
Vai ser um capítulo interessante na saga chinesa, acompanhar como o Partido Comunista irá administrar essa próxima etapa. Não tem lhe faltado pragmatismo até agora.
No cliiping (clique aqui), algumas matérias sobre a crise na China.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: ChinaA PDVSA está sofrendo com problemas de caixa, segundo matéria de hoje da Dow Jones. A empresa tem atrasado pagamento a fornecedores.
Em parte pode ser reflexo da imprudência de Hugo Chavez com a PDVSA, mudando sua direção e aproveitando os tempos de bonança para toda sorte de gastos fora do foco da companhia – de construção de casas populares e venda de alimentos, internamente, até para subsidiar transporte para pobre nos Estados Unidos e em Londres.
Todo esse processo ocorreu simultaneamente à estatização da produção interna – o que exigiria mais capacidade de investimento da PDVSA para substituir as multinacionais. Chavez chegou a acenar com parcerias com a Rússia e o Irã. Mas a queda nos preços do petróleo expôs a fragilidade da empresa.
Embora Chavez garanta que a produção permaneceu estável em 3,3 milhões de barris por dia, a OPEP aponta uma queda de 16% no ano passado, para 2,4 milhões.
Mas é evidente que a queda nos preços de petróleo – de US$ 150,00 para menos de US$ 40 o barril – deixou todos os produtores de petróleo com problemas de liquidez.
Agora, com falta de recursos para investimento, foi retomado o namoro entre a Venezuela e as multinacionais. Ontem algumas agências internacionais começaram a especular sobre essa reaproximação.
As multinacionais fazem corpo mole, sobre a insegurança jurídica. Mas a verdade é que o volume de investimento no setor é superior à oferta de campos para prospecção. Com México e Irã segurando suas reservas, resta a Venezuela e o pré-sal.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia, Energia Tags: PDVSA, petróleo, VenezuelaFui fazer checkup ontem de manhã e acabei não lendo o artigo do Renato Janine Ribeiro, na Folha. Embora ele me critique indiretamente (o jornalista econômico que dizia que FHC não tinha apetite gerencial), concordo quase integralmente com o que ele escreve, sobre o papel do líder político e do gerente.
As diferenças entre o que pensamos são nuances, mas que fazem a diferença.
Para Janine – um dos melhores intelectuais brasileiros – cabe ao líder o papel de consolidar alianças, compor maiorias etc. E ao gerentão, debaixo dele, gerenciar. Conclui que Lula e FHC são os grandes líderes políticos contemporâneos, e José Serra e Dilma Rousseff são gerentes.
Concordo com a classificação. Só que líderes compõem alianças visando objetivos e metas e não a governabilidade em si. E objetivos e metas são alcançados no dia a dia da administração, na construção sistemática do futuro, na repetição permanente dos princípios. Especialmente em um governo presidencialista, os sistemas de poder são difusos, entre os MInistérios. Quem decide é o presidente. Daí que um governo depende do pique do presidente.
É nesse ponto que faltava a FHC a gana da transformação. Era um presidente que se contentava com muito pouco, um mercadismo que andava de forma inercial (em direção ao barranco), as privatizações (consolidando uma nova hegemonia econômica entre aliados), a desregulamentação, o embrião de algumas políticas sociais e alguns ensaios de gestão interministerial – nas mãos de dois bons gerentes, Clóvis Carvalho e Pedro Parente, mas com pouquíssimo empenho do presidente.
Lembro-me quando foi criada a Câmara do Comércio Exterior. Quando foi assumida pelo Ministério do Desenvolvimento, indaguei do Ministro Sérgio Amaral como conseguiria cobrar Ministros, do mesmo nível hierárquico dele. Sua resposta é que tinha o porrete, a proximidade do presidente. Garanto que nunca usou, porque faltava a FHC o apetite para avançar nas mudanças. Não pensava grande, como lhe cobrou Sérgio Motta na última carta. É a isso que chamo de falta de apetite gerencial, não ao gerenciamento do governo em si.
Juscelino era um caos orçamentário e administrativo. Mas era um bólido, empurrando o governo com sua vontade. Getúlio Vargas foi o maior estadista do século (pelo conjunto de transformações pelas quais foi responsável). A consulta aos seus arquivos mostra um governante permanentemente às voltas com questões concretas, desde a montagem de alianças (e havia, mesmo no Estado Novo), até discussões para a implantação de indústrias, negociações diplomáticas, acordos financeiros.
FHC nunca teve esse ânimo. Lula passou a ter a partir do segundo semestre de 2006, quando esteve prestes a sofrer o impeachment. Desde então, ganhou pique, ajudado pela implantação de modelos gerenciais e de acompanhamento mais eficientes, ainda que embrionários.
Mas concordo integralmente com Janine quanto à sucessão: ser gerente não é condição necessária, nem suficiente. E, até agora, não apareceram candidatos a sucessores à altura de FHC e Lula.
Abaixo, a íntegra do artigo. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Política Tags: 2010, sucessãoHá um ponto em comum na concepção econômica tanto da linha da PUC-Rio quanto dos chamados desenvolvimentistas: a suposição de que o desenvolvimento só se dá através de fusões que criem super-empresas.
A diferença está apenas na escolha dos vencedores. No caso da PUC-RJ – que dominou a era FHC -, os gestores de fortunas do mercado financeiro. No caso dos desenvolvimentistas, as grandes empresas do setor real da economia. Nas duas escolas, muito pouco espaço para as pequenas empresas, para a importância de equilibrar as relações comerciais nas cadeias produtivas, a visão do fornecedor, do consumidor. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia, Negócios Tags: carne, frigorífico