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15/01/2009 - 16:29

Sem limites

Do Último Segundo

Israel diz ter respondido a tiros disparados do prédio da ONU
15/01 – 13:44 – AFP

TEL AVIV – O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert afirmou que Israel havia bombardeado nesta quinta-feira um prédio da agência da ONU para a ajuda aos refugiados palestinos (Unrwa) em Gaza em resposta a tiros disparados desse complexo.

“Não queremos que incidentes desse tipo aconteçam e lamento. Mas o Hamas atirou a partir de uma dependência da UNRWA”, declarou Olmert, durante um encontro com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, em viagem pela região, como parte das discussões para um cessar-fogo na Faixa de Gaza.

O ataque ao prédio da ONU, fortemente criticado, destruiu a ajuda humanitária que tinha entrado na Faixa de Gaza nos últimos dias, após os depósitos das Nações Unidas onde o auxílio estava armazenado serem atingidos pelos bombardeios israelenses.

Por arkx

com a divisão na cúpula militar israelense (http://www.haaretz.com/hasen/spages/1055476.html) bombardeio do prédio da ONU é sinal de perda de unidade e ódio desesperado (como já aconteceu no sul do Líbano contra o Hezbollah).

para acabar com o Hamas, Israel vai ter que botar os reservistas para realizar buscas de casa em casa, de prédio em prédio, de escombros em escombros.

ninguém sabe ao certo o que está acontecendo em Gaza (militarmente, pois o genocídio é cada vez mais unanimidade internacional – neste ponto Israel está sofrendo sua mais dura derrota).

onde estão os resultados? os militantes do Hamas presos ou executados?

Israel alega ter matado membros do alto comando do Hamas (clique aqui).

outras fontes fornecem outra versão:

e Obama? tomará posse em meio a continuidade da extermínio em Gaza?

Por João Saboia Jr

Leiam no Haaretz (clique aqui), jornal israelense, o relato do reporter Gideon Davi:

“Os combates em Gaza é uma “guerra de luxo”. Em comparação com as anteriores guerras, é uma brincadeira de criança – pilotos bombardeamento livremen, praticando, soldados em veículos blindados tanques e artilharia bombardeamentos civis em suas casas, tropas de engenharia protegidas por veículos destruindo ruas sem enfrentar grave oposição. Um grande, amplo exército está lutando contra uma população indefesa e fraca, organização esfarrapada que tem fugido do conflito, e é apenas a colocação de uma luta. Tudo isto deve ser dito abertamente, antes exultarmos do no nosso heroísmo e vitória…

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , ,

77 comentários para “Sem limites”

  1. Geraldo disse:

    Ivan Moraes voce gonhou um doce.
    É simples acaba com os Palestinos de Gaza e fica com a terra deles, o que não é novidade. torna a vida dos mesmo insustentavel na Cisjordânia para sobrar mais terra para os assentamento. Muito simples.
    Quanto os EUA, não esqueçam que o parlamento Americano entra em recesso para comemorar o ano novo Judeu. Por tanto quem manda lá?

  2. anarquista disse:

    Paulo Travaglini:

    levanta uma opinião interessante.

    Se não fosse o pr´pio HAMAS quem diz que está atirando foguetes,até que sua opinião seria palatável

    Mas não se esqueça:

    Todo terrorista,fundamentalista,reliogista,dogmatista, é burro mesmo.

  3. Leiam no Haaretz (http://www.haaretz.com/hasen/spages/1055574.html), jornal israelense, o relato do reporter Gideon Davi:

    “Os combates em Gaza é uma “guerra de luxo”. Em comparação com as anteriores guerras, é uma brincadeira de criança – pilotos bombardeamento livremen, praticando, soldados em veículos blindados tanques e artilharia bombardeamentos civis em suas casas, tropas de engenharia protegidas por veículos destruindo ruas sem enfrentar grave oposição. Um grande, amplo exército está lutando contra uma população indefesa e fraca, organização esfarrapada que tem fugido do conflito, e é apenas a colocação de uma luta. Tudo isto deve ser dito abertamente, antes exultarmos do no nosso heroísmo e vitória…

  4. Hugo Albuquerque disse:

    Nós vivemos em mundo dominado pelo cinismo e se ninguém fizer nada vamos entrar definitivamente numa nova idade das trevas. O que estamos vendo é uma concatenação de crimes contra a humanidade que chega a ser paralisante.

    Israel é um fracasso ético; surgiu em decorrência do maior crime da história da humanidade com uma missão histórica muito relevante e simplesmente sucumbiu ao revanchismo e a vingança.

    Eles mentem, mentem descaradamente, mas só conseguem enganar os tolos – que não são poucos -, mas será que eles pessoalmente acreditam no que falam? Eu tenho as minhas dúvidas.

    Enquanto isso, só mesmo o Chávez e Morales fizeram algo digno, eles podem ser populistas? Certamente, mas isso não muda o fato de que eles acertaram dessa vez.

  5. anarquista disse:

    ARKX:

    Discordo frontalmente,

    Se a coisa apertar, Israel manda uma bomba atômica na cabeça deles.Por enquanto,nem precisa.

    Quando vc se refere ao Irã,que é o mentor dos 2 terrorismos,fico quieto.Aí mora o perigo.

    Mas se isso acontecer,o Irã ter a bomba atômica,os EUA e os aliados ocidentais entram em cena.E nesse caso,sobra pro mundo inteiro.

    Mais uma x vou repitir:

    Israel,um povo nômade por 20 séculos,foi colocado num lugar errado,São culturas diferentes.Um tremendo erro.

    pela PRIMEIRA x na minha vida dou apoio aos judeus.Nunca gostei deles.

    Não acredito em diálogo com ”deuses” diferentes.Só uma pessoa na história da humanidade conseguiu.

    No século 4 Constantinus deixou de perseguir os cristãos.E a bíblia foi criada.Foi uma jogada de mestre.Por que?

    Ele se converteu?( como dizem alguns livros?? Não)

    ELE MORREU PAGÃO.

    Mas foi um grande político.

    É o que falta agora.

    Só issso.

  6. L Fernando disse:

    “O premiê de Israel, Ehud Olmert, afirmou que o ataque realizado pelas tropas israelenses ao prédio-sede da UNRWA (a agência da ONU para refugiados palestinos) nesta quinta-feira foi uma resposta a disparos inimigos saídos daquele local e restringiu o pedido de desculpas que o ministro de Defesa Ehud Barak havia feito à organização às consequências do ataque.” (Folha on line).

    Eles admitem que não atacaram por erro. Então, obviamente fizeram de propósito. Será que algum dia vão responder por esses crimes de guerra?

  7. Humberto disse:

    Judeu Britanico, e deputado trabalhista, iguala Israel aos Nazistas.

    Jewish British lawmaker likens Israel to Nazis

    AFPJanuary 15, 2009 10:02 AM

    LONDON – A veteran British Jewish lawmaker compared the Israeli offensive in Gaza Thursday to the Nazis who forced his family to flee from Poland.

    Gerald Kaufman, a member of the Jewish Labour movement linked to Prime Minister Gordon Brown’s ruling party, also called for an arms embargo against Israel.

    “My grandmother was ill in bed when the Nazis came to her home town . . . a German soldier shot her dead in her bed,” Kaufman said during a parliamentary debate on the 20-day-old war which has left over 1,000 dead.

    “My grandmother did not die to provide cover for Israeli soldiers murdering Palestinian grandmothers in Gaza.

    “The present Israeli government ruthlessly and cynically exploit the continuing guilt from gentiles over the slaughter of Jews in the Holocaust as justification for their murder of Palestinians.”

    Israel’s claim that many of the Palestinian victims were militants “was the reply of the Nazi,” he said, adding: “I suppose the Jews fighting for their lives in the Warsaw ghetto could have been dismissed as militants.”

  8. Ivan Moraes disse:

    “Raí e Ivan Moraes,
    Não tapem o sol com peneira, a posição de vocês é indefensável”:

    Kkkkkkkkkkkk…

    Obrigado pela “ilustre” compania.

    Mas tenho que falar mais uma coisa que ainda nao falei.

    A “Nova Ordem Mundial” ainda esta em acao, eh por isso que os ataques israelenses sao tao calculados pra efeito moral.

    Se nao der certo, e se Israel nao for atacada por ninguem no Middle East em uns 3 mezes, eles vao falsificar um ataque dos paises vizinhos.

    A “Nova Ordem Mundial”, como estou dizendo e como voces vao ver com seus proprios olhos, ainda esta de pe.

  9. peregrino disse:

    Paulo Travaglini

    acredito ser por aí mesmo…israel já sabe que não haverá investigação independente! israel e satã já decidiram assim numa guerra de pudim !!!

  10. Paulo Travaglini disse:

    Estou ficando convencido que é o próprio Israel que está disparando os 10 a 20 foguetes todos os dias contra território israelense, como forma de sustentar a justificativa de continuar a invasão de Gaza.

    Não consigo mais acreditar que o Hamas seja tão cruel e estúpido de continuar disparando foguetes mesmo com tanto sofrimento dos Palestinos e com toda opinião internacional a seu favor.

  11. Fabio Bandini disse:

    Nassif,
    acabo de ler um manifesto de pessoas (todas) de origem judaica no Reino Unido.Diz ali (não li em nenhum lugar) que Dov Wisglass, um assessor do primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, falou em colocar os moradores de Gaza “numa dieta”. E o vice-ministro de Defesa, Matan Vilnai, falou sobre os palestinos experimentarem um “a bigger shoah” (holocausto). É simplesmente inacraditável a rudeza, frieza e maldade dessa gente. Seriam o mesmo povo que passou por isso algumas décadas atrás ?

    link: http://www.guardian.co.uk/world/2009/jan/10/letters-gaza-uk

    We the undersigned are all of Jewish origin. When we see the dead and bloodied bodies of young children, the cutting off of water, electricity and food, we are reminded of the siege of the Warsaw Ghetto. When Dov Weisglass, an adviser to the Israeli prime minister, Ehud Olmert, talked of putting Gazans “on a diet” and the deputy defence minister, Matan Vilnai, talked about the Palestinians experiencing “a bigger shoah” (holocaust), this reminds us of Governor General Hans Frank in Nazi-occupied Poland, who spoke of “death by hunger”.

    The real reason for the attack on Gaza is that Israel is only willing to deal with Palestinian quislings. The main crime of Hamas is not terrorism but its refusal to accept becoming a pawn in the hands of the Israeli occupation regime in Palestine.

    The decision last month by the EU council to upgrade relations with Israel, without any specific conditions on human rights, has encouraged further Israeli aggression. The time for appeasing Israel is long past. As a first step, Britain must withdraw the British ambassador to Israel and, as with apartheid South Africa, embark on a programme of boycott, divestment and sanctions.

  12. Tio Almir da BAhia disse:

    Prometo repetir todos os dias da minha vida, a todos os meus amigos e familiares que Deus deixou na Terra um cancer chamado “Judeu Sionista”!!

    Tirando raríssimas exceções, são o chorume do lixo! Ou o lixo do lixo!!!

    Matar crianças porque atrás tem terroristas, aí é demais!!!

  13. Carlos Alberto disse:

    Nada que o governo israelense diga tem importância, pois não há nada que justifique a prática sionista contra os palestinos. É tudo mentira, quando eles se preocupam a justificar, porque em geral nem se preocupam com isso. Nada do que os EUA, a Europa (em especial a Inglaterra) e a ONU diga merece crédito também, porque governos e nações unidas (no caso, contra os palestinos) criaram o Estado de Israel, o apoiam e ignoram o martírio palestino. Se a ONU quisesse, se alguma nação poderosa quisesse enfrentar o poder dos EUA, imporia sanções a Israel, denunciaria as fontes de recursos do seu exército e das suas colônias, lideraria um boicote aos sionistas. Há quem compare a situação na Palestina ao apartheid na Áfria do Sul. Na verdade, as condições dos palestinos são piores e suas perspectivas, ainda mais sombrias. Os brancos na AS eram minoria decrescente, enquanto os sionistas não param de ampliar sua própria população. Os brancos da AS usavam a mão-de-obra africana, enquanto os sionistas exterminam os palestinos. O que realmente torna as duas aberrações sociais semelhantes é que Israel, assim como o apartheid, não não tem futuro, não pode sobreviver em longo prazo. Nossos filhos ou netos ainda verão autoridades sionistas sendo julgadas por crimes contra a humanidade, como foram julgados os nazistas que exterminaram judeus.

  14. arkx disse:

    Anarquista, não é tão simples!

    Hamas, no sul, e Hezbollah, ao norte, são – atualmente – duas tremendas dores de cabeça para Israel.

    não eles mesmos (o Hamas e o Hezbollah) mas por causa do conflito vindouro com o Irã.

    Israel não tá nem aí para os foguetes de artifício Qassam do Hamas.

    o que Israel não pode admitir ficar entre duas forças inimigas dispondo (aí sim!) de mísseis de médio alcance (não precisa mais do que isto) fornecidos pelo Irã – com ogivas químicas.

    IDF, que já foi considerado modelo, é hoje uma tropa incapaz de suportar um guerra de verdade contra inimigos treinados.

    um exército não é um bando de assassinos. guerra é sim um dos aspectos mais deploráveis da psicopatologia social, mas não pode conduzida de modo eficaz por psicopatas.

    quem sente prazer em matar e destruir perde totalmente o senso estratégico necessário para conduzir uma conflito armado.
    .

  15. Ângelo disse:

    É lamentável, revoltante, assistir à passividade da ONU frente ao genocídio que está sendo perpetrado por Israel. Este espaço é pequeno para que eu possa expressar minha revolta com o que está acontecendo. No meu blog (http://www.angelo.blog.br/?p=112) escrevi um artigo extenso, com links para várias páginas que mostram a barbárie que vem sendo promovida pelo estado sionista há bastante tempo.

  16. Carlos Alberto disse:

    Só ingênuos pensam que Israel ocupa Gaza em busca do Hamas. Hamas incomoda Israel como uma pulga. A política sionista, para quem não sabe (pensa que é anarquista, desconhece história e acredita no noticiário declaratório dos governantes), é a mesma há um século, antecede a criação de Israel: ocupar e fazer a limpeza étnica da Palestina. Tem dinheiro, armas, apoio de nações poderosas e fanáticos religiosos para isso.

  17. Marcia disse:

    Muito triste essa notícia.
    Fico aqui pensando, será que não se poderia prever que uma bomba, jogada a esmo poderia alcançar alvos não desejados?
    Muito estranho e lamentável!!!

  18. Pilar Rahola disse:

    O principal inimigo do povo palestino vive em seu próprio meio.

    “Entendo que queiram nos apagar do mapa, mas não podem pretender que cooperemos com vocês para conseguir este objetivo”. O fato de que esta velha frase, dita por uma cáustica Golda Meir aos dirigentes palestinos, seja tão atual nos dá a medida da tragédia que sofre a Terra Santa há décadas.
    Na realidade, esta mesma frase está embutida na drástica decisão militar que o governo israelense tomou, e que voltou a colocá-lo sob a mira – e ira – planetária: a necessidade de frear o permanente intento de destruição de Israel.
    Como dizia recentemente o professor Joan B. Culla, com relação à incursão militar do exército israelense na Faixa de Gaza, são cabíveis múltiplas reações e algumas têm um sentido crítico justo. No entanto, como abundam as reações histéricas, carentes de qualquer vislumbre de reflexão serena, estritamente baseadas no maniqueísmo e no preconceito, será necessário fazer-se algumas perguntas com relação aos fatos.
    Como escreveu recentemente o jornalista Ari Shavit no jornal israelense Haaretz: “A operação Chumbo Fundido é uma operação justa. E é, também, uma operação trágica”. Discordo do termo “justo” porque, como também dizia Golda Meir, “não gostamos das guerras, nem quando as vencemos”. Nunca se pode considerar justa uma incursão militar que provoca dezenas de mortos, ainda que tenha como objetivo a destruição das instalações militares do Hamas. Porém, pode considerar-se que seja inevitável?
    Alguns intelectuais, como Amos Oz, já haviam alertado que a incursão em Gaza implicaria em uma nova grande campanha contra Israel. Mas até a esquerda israelense está mantendo uma posição muito morna a respeito da incursão. É que a decisão de atacar o Hamas chega depois de um tremendo cansaço da sociedade israelense, farta de não encontrar nenhuma saída e nenhuma esperança. E farta de saber que o outro lado trabalha incansavelmente para destruí-la.
    Vejamos, pois, as perguntas, dirigidas especialmente aos manifestantes panfletários, que vociferam seu ódio a Israel pelas ruas de nossas cidades, a maioria deles suspeitos habituais, desde os convencidos da esquerda intolerante, sempre preparados para levantar os punhos contra Israel, até os múltiplos setores do islamismo. Curioso, por certo, esta exibição pornográfica. Os que saem à rua dizem fazê-lo à favor da liberdade da Palestina.
    Bem, onde estavam durante todos estes anos em que cresceram os fenômenos fundamentalistas que oprimiam até o delírio os próprios palestinos? O Hamas tem algo a ver com a liberdade ou tem a ver com o fascismo do tribunal islâmico? Defende-se a liberdade adestrando-se crianças para o suicídio e escravizando-se mulheres? O Irã, país que sustenta economicamente o Hamas, defende a liberdade? O patrimônio dos terroristas do Hizbullah é a liberdade?
    Dizem, também, que saem às ruas por solidariedade. Bem. Solidários com quem? Com Mahmud Abbas, o presidente palestino, que tem sido menos crítico com a incursão, do que qualquer manifestante panfletário europeu? Com os palestinos, que não estão de acordo com o uso dos fundos de ajuda à Palestina para armar exércitos e preparar atentados? Já se perguntaram o que acontece com estes fundos? A solidariedade com os palestinos se defende minimizando o terrorismo e perdoando as agressões do Hamas? Se defende a paz ajudando líderes palestinos que não crêem nela?
    É certo que, contra Israel, a esquerda intolerante vive melhor. E é certo também que, a massa vociferante prefere a versão simplista de um mundo de bons e maus às realidades complexas. Mas, acima dos preconceitos, os fatos são imperiosos. Israel se retirou de Gaza, deixando intactas as estruturas econômicas que havia criado. O Hamas destruiu todas elas e aproveitou a retirada para voltar a preparar um exército de destruição. E, centenas de mísseis depois, continua preparando-se para isso.
    O silêncio dessa esquerda, que hoje grita tanto, tem sido muito significativo. O que está ocorrendo em Gaza é trágico. Porém, não começou com a incursão de Israel. E colocar todas as culpas em Israel é cômodo e simples, mas não resolve nada. Porque o principal inimigo do povo palestino vive em seu próprio meio.

    Escrito por: Pilar Rahola. Publicado: La Vanguardia, de Barcelona. Tradução: Irene Walda Heynemann

  19. Tenho que reconhecer que nosso amigo Anarquista aprendeu rápido, ou se contaminou mais rápido ainda, com a lógica e a dialética de um bicho de goiaba que usa chapeu.

  20. Paulo Fessel disse:

    Pilar, seu artigo é simplesmente desprezível porque, como sempre, transforma as vítimas em culpados.

    Pergunta: as crianças votaram no Hamas?

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