Jobs deixa a Apple
Por Sofia
Não é notícia de morte, mas de afastamento: Steve Jobs deixa a Apple.
A primeira página do Huffington Post mostra uma foto em que ele está muito magro.
Não é notícia de morte, mas de afastamento: Steve Jobs deixa a Apple.
A primeira página do Huffington Post mostra uma foto em que ele está muito magro.
Vamos voltar “pra escolinha”.
Somente não sei em qual me matriculo…–
1- STF concede HC a Marcos Valério
2- Preso há dez meses acusado de envolvimento em uma organização criminosa responsável por desvios de verbas da prefeitura de Campos, no Rio de Janeiro, o ex-procurador-geral do município Alex Pereira Campos ajuizou um habeas corpus no STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo para ser colocado em liberdade.
Conforme informa o STF, o ex-procurador foi denunciado pelos crimes de formação de quadrilha, falsidade ideológica, corrupção passiva, prevaricação, condescendência criminosa, advocacia administrativa, fraude a licitação e lavagem de dinheiro, crimes praticados quando exercia a função pública. continua… clique aqui.
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Comentário “cômico”
- Delegados, Juìzes de primeira, segunda (desembargadores) e (terceira min. – STJ) instancia, façam o mesmo, pois tem a quarta a quinta a sexta…que divergem.
Vou voltar pra “escolinha”, porque não sabia que tinha a quarta..quinta…
PS : … e sinceramente, acho que está certíssima a decisão. A “jurisprudência” está aí para todos, e fechem todos os tribunais, pois estes não tem competência. (uma piada sem graça pra mim, e para todos)
Quanto absurdo…
Minha solidariedade aos tribunais citados e delegados e policias que trabalharam no caso ! Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça Tags:Tatu tá só?
http://www.corriere della sera.com.
Cinema: è morto Ricardo Montalban
L’attore di origine messicana si è spento a Los Angeles all’età di 88 anni.
* Adicionado por César Figueiredo
Se os saudosistas quiserem um refresco para estes dias de agruras, a
Coleção Disquinho, com slides e tudo, está no youtube.
Aqui, a primeira parte de A FESTA NO CÉU:

Nassif,
Conta pro povo q quem fazia isso era João de Barro, Braguinha… com Radames na cozinha…
Acham pouco? Tão tá…
Esses disquinhos (no meu tempo coloridos) vivem de camisola transparente e sandália de dedo (solta tiro e fede) no meu coração.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta, Música Tags: infantilÉ temerária a iniciativa do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) de patrocinar uma conglomerização do setor de carne no país. O banco estuda cacifar o Friboi para adquirir o concorrente Bertin e outros de porte. Na laranja, a concentração trouxe problemas enormes aos fornecedores. No setor de carne, poderá desorganizar uma cadeia produtiva complexa e competitiva.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios Tags: BNDES, carne, frigoríficoMorreu no ultimo dia 3, o radialista Fausto Canova. Pelo que pude perceber a morte passou desapercebida por aqui. Postei no meu blog algo sobre isso: clique aqui.
Canova era um dos grandes conhecedores de jazz em São Paulo, responsável pela divulgação do movimento do jazz paulista nos anos 70. Depois, manteve por anos um programa na rádio Cultura AM, muito bom.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: Jazz, rádioAinda precisamos esperar para confirmar os dados do emprego no Brasil.
Mas tudo indica que no momento em que o COPOM estava escrevendo a ata da reunião ordinária de dezembro de 2008 e o relatório de inflação também de dezembro de 2008 em quais afirmava em alto e bom som que havia forte potencial de pressão de demanda sobre os preços no Brasil, estava ocorrendo um grade número de demissóes que podem ser contads aos milhares, justamente por falta de demanda interna e externa,
Demonstrando mais uma vez, que o erro do COPOM tem origens nas avaliaçõs equivocadas da economia Brasileira e Mundial.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: CopomILAN PAPPE, historiador judeu, deu uma entrevista a Silio Boccanera, no programa Milenio na Globo News que vale a pena ser visto. Impressiona isenção do hitoriador, ao virar a moeda pra vero outro lado. Este programa pode ser visto no site abaixo: clique aqui.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: Gaza, IsraelNassif,
Leio no “El Pais” a informação de que o Hamas aceitou o plano egípcio de cessar fogo na Faixa de Gaza. Os pontos principais do plano são: 1) trégua de três dias para ajuda humanitária; e 2) Retirada das tropas de Israel em 48 horas. Em clique aqui.
Israel ainda está analisando a proposta. E enquanto analisa segue bombardeando impiedosamente. Um dos últimos alvos foi o principal cemitério da cidade de Gaza!
Violação por atacado de túmulos! E, provavelmente, para impedir ou dificultar o sepultamento dos mortos que seus ataques produzem. O horror tem agora a companhia do macabro.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: Gaza, IsraelVamos à nota da TV Cultura com as “explicações” sobre a não renovação do meu contrato. Segundo a nota a razão seria o fato de eu não estar toda noite à disposição da Cultura, para entradas eventuais. É um cara de pau.
1. O contrato original com a Cultura previa uma participação no jornal, por um valor menor, e um programa de televisão em parceria. O programa compensaria o valor a menor nos comentários.
2. Quando começou o desmonte do jornalismo da Cultura, antes da entrada do Markun, o programa saiu do ar, mas com a promessa reiterada – e jamais cumprida – de retornar.
3. No ano passado, ao negociar o contrato com a Cultura – já na gestão Markun – fiz-lhe ver que as condições originais tinham sido desrespeitadas. Se fosse só os comentários, teria que haver um reajuste. Alegando dificuldades financeiras da Cultura, Markun propôs a manutenção do valor anterior e a redução da participação para uma ou duas vezes por semana, previamente combinada – para me dar liberdade de viajar. Por isso a desculpa do comunicado não tem fundamento.
4. Principalmente no segundo semestre, deixei de atender a duas ou três convocações por motivo de viagem. No mais das vezes, precisei ligar várias vezes para ter espaço em um programa por semana, que fosse. Na redação, me disseram que a orientação do jornal era torná-lo leve e palatável, fugindo dos temas pesados e esvaziando a participação dos comentaristas.
5. Ser palatável significou não dar destaque, por exemplo, aos dois episódios econômicos mais relevantes do ano passado – quando explodiu a crise mundial (a maior em 70 anos) e a fusão Itau-Unibanco. Liguei para a Cultura para alertar sobre a relevância dos fatos e me colocar à disposição. Em vão. Nas duas vezes, foi-me dito que os temas não comportavam espaço maior. No caso da crise, a aposta é que o Jornal Nacional daquele dia não daria mais que um minuto e vinte – deu 20 minutos, óbvio. No caso da fusão, julgaram que não interessaria ao telespectador – foi matéria de capa de todas as semanais e manchete principal de todos os jornais. Esse mesmo processo de irrelevância atingiu o Roda Viva faz tempo, culminando com o vergonhoso programa com Gilmar Mendes.
6. Em meados de dezembro, Markun me ligou para combinar um encontro, para discutir, finalmente, o lançamento do programa. A reunião foi adiada por algum problema dele. Agora, me comunica a não renovação do contrato. Ou seja, em dezembro iríamos planejar os projetos de 2009; em janeiro não haverá a renovação do contrato. Só posso supor que os episódios que justificariam a mudança de posição da Cultura ocorreram entre um momento e outro.
7. Não vou entrar em considerações sobre Markun. Só repito o que disse: para quem o conhece bem, não foi surpresa a sua atitude. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags:Como entender a atual diplomacia brasileira e a relação do país com a globalização?
Vamos por partes:
a) Sobre a causa do “sofrimento”, comentário de Sergio Rouanet (1):
“Diferentemente de Weber, Marx não evita os julgamentos de valor e é sensível ao sofrimento acarretado pela dissolução dos estamentos e pela profanação do sagrado.
Se acrescentarmos à perspectiva marxista e à weberiana uma perspectiva psicanalítica, creio que estaríamos justificados em substituir a palavra ’sofrimento’ por um termo mais técnico: trauma.
Diríamos então que a modernidade infligiu a milhões de seres humanos dois grande traumas, o primeiro ao arrancá-los de suas culturas tradicionais e, o segundo, ao impor-lhes uma secularização forçada.”
b) A globalização do ponto de vista psicanalítico (2):
“Do ponto de vista psicanalítico o principal fator que define a globalização é a mudança do eixo das identidades de vertical para horizontal. Explico: quando dizemos eixo vertical das identidades fazemos referência a um laço social padronizado: todos unidos em torno a um ideal. Na família, o pai; no trabalho, o chefe; na sociedade civil, a pátria. Assim funcionava o laço social até uns trinta anos atrás, constituindo uma sociedade hierárquica e piramidal. Tínhamos um mundo uni-versal, que tendia ao um, a uma versão do mundo superiora às outras. Muito diferente é a globalização: caem os padrões verticais, estabelece-se uma sociedade de rede, na qual todos estão conectados e interdependem. Não há mais um piloto automático de como proceder, a rota tem que ser reavaliada por um cálculo coletivo a todo instante.”
c) Trecho de discurso de Celso Amorim, que incorpora “a mudança do eixo das identidades de vertical para horizontal” e reconhece o trauma causado pelo colapso das “culturas tradicionais” (3):
“O apoio mútuo entre países em desenvolvimento, coordenando suas prioridades e estratégias de ação, fortalece a todos. Torna esses países menos dependentes dos centros tradicionais de poder. Diminui ressentimentos e ajuda a construir uma arquitetura internacional adequada aos tempos em que vivemos.”
Notas:
(1) http://www.machadodeassis.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1785&sid=394
(2) http://www.jorgeforbes.com.br/br/contents.asp?s=23&i=128
(3) http://www.mre.gov.br/portugues/politica_externa/discursos/discurso_detalhe3.asp?ID_DISCURSO=3415
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia Tags: globalização, ItamaratiMinistro alega que caso é político e que Cesare Battisti não teve direito a ampla defesa
Com a decisão, o processo de extradição de Battisti, que tramita no Supremo, ficará suspenso; italiano pode ser solto ainda hoje
Ação visava responsabilizar militares, mas Procuradoria alega que crimes prescreveram
Após decisão, a única forma de mover uma ação criminal contra oficiais do DOI-Codi de SP será recorrer à Corte Interamericana de Justiça
DA REPORTAGEM LOCAL
A Justiça Federal de São Paulo decidiu aceitar a solicitação da Procuradoria Criminal do Ministério Público Federal e arquivar o pedido de investigação criminal das mortes do jornalista Vladimir Herzog e do militante da ALN (Ação Libertadora Nacional) Luiz José da Cunha, o Crioulo, mortos por agentes do DOI-Codi durante a ditadura militar (1964-1985)
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça Tags:A atual conta de mortos civis em Gaza já supera a dos massacres punitivos emblemáticos da Segunda Guerra executados pelos amlemães.. Em Oradour-sur-Glane a 2ª Divisão SS “Das Reich” liquidou com 642 civis, a maioria mulheres e crianças, em represalia a ções da Resistência. Em Lidice, na Tchecoslovaquia, o massacre para vingar o atentado a Reinhard Heydrich custou a vida de 340 civis. Na Guerra Civil Espanhola, a Legião Condor, unidade aerea alemã, comandada por Hugo Sperrle, arrasou Guernica, produzindo a morte de 600 civis.
Nessas manifestações da diaspora, fiquemos com a representação humanistica da valorosa cultura judaica, que nos deu Marx, Freud e Einstein., as vozes de Gideon Levy, principal editorialista do “Haaretz”, jornal simbolo de Israel, de Naomi Klein, ilustre escritora canadense, de Naom Chomsky, celebre linguista, , de Norman Finkenstein, escritor americano, todos condenando essa ação de uma direita militar destemperada que choca o mundo.
Lembremos as grandes mudanças demograficas ocorridas em Israel desde a fundação do Estado em 1948. No passado estão os descendentes da elite do judaismo europeu, dos alemães, franceses e austriacos. que foram os pais intelectuais da ideia sionista.
Foram largamente superados primeiro pelos safaraditas, judeus da Siria, do Libano, do Egito, da Africa do Norte, do Iraque, muito menos cultos e que nada representavam em termos de uma visão humanista judaica. Depois da queda da URSS ocorreu um grande influxo de judeus da Europa do Leste e especialmente da Russia, mais belicosos, acostumados a regimes autoritários, que fortaleceram substancialmente os partidos da direita , enfraquecendo o lado laico, humanista, de esquerda e mais propenso a um Estado palestino, que era a ideia original de 1948.
Enquanto agora o Hamas é apontado como a raiz do conflito, lembremos que até há poucos anos não existia o Hamas e nem porisso os palestinos conseguiram resultado melhor.. Com ou sem Hamas o destino dos palestinos parece traçado, devem sair do territorio onde foi outrora a Palestina e se virar pelo mundo, todos os atos e passos de Israel caminham nessa direção desde 1948 e só quem pode decidir em contrário são os EUA, que até agora não deram qualquer sinal que o queiram.
Autor: luisnassif - Categoria(s): História, Internacional Tags: Gaza, Hamas, IsraelAí vai o fora de pauta de quarta,
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta Tags:Atendendo a pedidos de comentaristas, abri na Comunidade do Blog um Fórum de “Mobilidade Sustentável” para discutir a questão dos transportes urbanos (cique aqui).
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Tags: transporte urbanohttp://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090114/not_imp306862,0.php
Futura secretária de Estado quer ?poder inteligente? como diretriz da política externa dos EUA no governo Obama
Fernando Dantas, WASHINGTON
A futura secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, defendeu ontem o uso do “poder inteligente”(smart power, na expressão em inglês), a volta da diplomacia e a cooperação com aliados como focos principais da política externa do presidente Barack Obama, sinalizando uma ruptura com o unilateralismo belicoso que caracterizou o governo de George W. Bush. Para combater as ameaças e desfrutar das oportunidades em um mundo interdependente, observou a senadora, “diplomacia é um trabalho duro, mas quando trabalhamos duramente, a diplomacia funciona”.
Numa longa sabatina na Comissão de Relações Exteriores do Senado, Hillary disse que “devemos usar o que foi chamado de poder inteligente, o conjunto completo de ferramentas à nossa disposição, diplomática, econômica, militar, política, legal e cultural”. Para ela, é preciso pegar “a ferramenta certa, ou a combinação de ferramentas, para cada ocasião”.
A expressão smart power foi cunhada pelo acadêmico Joseph Nye (leia quadro nesta página). Segundo Hillary, com o poder inteligente, “a diplomacia será a vanguarda da política externa”. Ela ressalvou que “diplomacia é um trabalho duro, mas quando trabalhamos duramente, a diplomacia funciona”. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia, Internacional Tags: HillaryDO “NEW YORK TIMES”, EM JERUSALÉM
Para os críticos de Israel no exterior, a situação não poderia estar mais clara: a guerra na faixa de Gaza é uma resposta totalmente desproporcional aos foguetes disparados pelo Hamas, está causando sofrimento humano indescritível, e é preciso pôr um ponto final nela.
Em Israel, muito poucas pessoas veem a guerra dessa maneira. Os protestos contra a guerra têm tido dificuldade em atrair mil participantes.
Um editorial do “Jerusalem Post” disse que o mundo deve estar se perguntando se os israelenses realmente acreditam que todo o resto do mundo está enganado e apenas eles estão com a razão. A resposta é “sim”.
“É muito frustrante para nós não sermos compreendidos”, diz Yoel Esteron, editor do jornal “Calcalist”. “Quase 100% dos israelenses sentem que o mundo é hipócrita. Onde estava o mundo quando nossas cidades foram alvejadas por foguetes por oito anos? Por que deveríamos nos importar com a opinião do mundo agora?”
Israel converteu-se nas últimas semanas num paradigma de unidade e apoio mútuo. Pergunte a pessoas em qualquer parte do país, hoje, sobre o fato de o Exército ter barrado a entrada de jornalistas na faixa de Gaza, e a resposta é “deixem o Exército fazer seu trabalho”.
Com ou sem razão, os israelenses acreditam que seus soldados se esforçam para poupar vidas. Como seus combatentes se escondem entre pessoas comuns, o Hamas é visto como responsável pelas vítimas civis.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: Gaza, guerra, IsraelNassif,
A Austrália atraiu um bom contingente de cientistas ingleses, logo após o término da II Guerra, e fundou um centro de pesquisas que funciona até hoje e que desenvolveu uma série de equipamentos, com patentes australianas. Um dos mais famosos é o Espectrofotômetro de Absorção Atômica com chama, usado hoje por 10 entre 10 siderúrgicas e extremamente útil na análise de metais em geral. Mas há outros equipamentos e tecnologia australiana em vários outros desenvolvimentos.
O que quero ressaltar é o fato de que a Austrália é um país ainda mais novo que o Brasil, mas soube aproveitar melhor esta oportunidade histórica, pelo menos nesse aspecto.
Mas há casos brasileiros também. Fritz Feigl, que ajudou a formar vários químicos da UFRJ, trabalhou durante muitos anos no Brasil e desevolveu várias de suas pesquisas aqui – o que tem consequências até hoje na Química Analítica e na Química Orgânica brasileiras. Seria interessante levantar as contribuições dos refugiados de guerra no nosso país antes (quando começaram as perseguições), durante e depois do conflito. Garanto que há outras contribuições significativas. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): C&T Tags:Nassif, o site do ‘Estadão’ publicou um ‘Mapa do colapso econômico, social e institucional no mundo’.
Bem, eu vi coisas nesse Mapa que até Deus duvida… eles criaram uma escala (de 0 a 100… é uma espécie de ‘termômetro’) e quanto mais pontos um país tem mais próximo ele está de um colapso econômico, social e institucional.
O Brasil tem um índice de 67.6… Já a Islândia, que quebrou totalmente, tem um índice de 20.9. Já os EUA, epicentro da crise e onde 1,5 milhão de trabalhadores perderam seus empregos nos últimos 3 meses e o governo teve que estatizar e ajudar boa parte do sistema financeiro do país, tem um índice que não é nem metade do brasileiro, de 32.8.
Eu fico imaginando quem foi o autor desse mapa tão ridículo. Ele deve ter sido feito pelo Maguila, o ex-boxeador que, durante um certo período de tempo, chegou a fazer comentários sobre Economia num antigo e extinto programa do SBT.
Se você clicar em “ranking”, ao lado do mapa, encontrará a explicação de que ele não segue apenas indicadores econômicos. Corrupção e criminalidade, situação dos serviços públicos, desigualdades sociais, parcialidade da justiça, milícias armadas, entre outros, também entram na conta. Daí fica difícil mesmo para o Brasil aparecer melhor do que a Islândia.
Veja que no ranking, Argentina (nº 151) e Chile (nº 157) estão melhor do que o Brasil (117), mas Israel (nº 58) está pior.
Marcos:
“O ‘Mapa’ constata o óbvio, ou seja, vive-se melhor em países como EUA, Canadá, na Europa Ocidental, no Japão e ‘tigres asiáticos’ do que no Haiti, na Bolívia, na Etiópia ou no Afeganistão.”
O mapa nao tem nada a ver com viver melhor ou pior. Eh um mapa de capacidade institucional dos estados. Leia a explicacao, eh bem clara.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags:Vice-presidente da General Motors, Pinheiro Neto não está entusiasmado, mas não chega a ficar pessimista com o quadro do setor. Pelas projeções da Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Autoveículos) até setembro, o mercado interno consumiria 3,2 milhões de veículos em 2008. Em outubro ocorreu o que ele chama de “desastre ecológico”. Houve suspensão total dos financiamentos pelo setor bancário. 70% das vendas eram financiadas. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia, Negócios Tags: montadorasQuem assiste, hoje em dia, ao massacre de Gaza, não pode imaginar o que foi a odisséia dos judeus até conseguirem sua pátria, Israel. É um dos episódios nobres do século 20 – assim como a militarização de Israel e os massacres praticados, um dos pontos vergonhosos da história.
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A base da criação de Israel foi a chamada “Declaração de Balfour”, carta do Ministro das Relações Exteriores da Inglaterra, Arthur James Balfour, a Lord Rotschild, em 1919, estimulando a criação de uma pátria para os judeus. A carta evoluiu para o “Acordo de Balfour”, pelo qual a Liga das Nações lançava as bases do estado judeu, até seu reconhecimento pela ONU em 1948.
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Esse acordo – que selou o apoio inglês à criação do Estado de Israel – foi possível, em grande parte a um químico judeu, Jospeh Blumfeld, que morou no Brasil nos anos 40 e ajudou a desenvolver a tecnologia para exploração das areias monazíticas. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Brasileira, Coluna Econômica, Economia Tags: Israel, judeus