Trivial de Pink Floyd
Da Comunidade do Blog
Pink Floyd Reunion-Wish You Were Here
* Adicionado por Marcia
Se não estiver vendo, clique aqui.
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Oi, todos! Aqui é a Ruiva da foice
Vou quebrar o galho da Chefia e liberar uns comentários por aqui. Alguns podem ficar parados, à espera da resposta dele, tá?
E vamos ficar com um poema da Comunidade Verso e Prosa, autoria de Pedro Du Bois.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Cultura, Poesia Tags:AMOR E LOUCURA
amanso as árvores
e as distraio em raios solarestenho nas mãos os dedos
ágeis dos batedores:
sei da música o descompassoresisto ao chamado e não me abro
ao folhetim declaradosou meu palco
anímico: descrevo arcos
abobalhados dos exercícios
e me retiro em saltosdas ondas refaço movimentos
ao esvoaçar areias
escaldantes: encerradas aos ventos
abundantes de paisagenssou minha loucura: o amor
conduzido ao ápice da entrega.
Conversa entre crianças:
Cacá, 9 anos – Já sei o fim da novela, Dodó.
Dodó, 9 anos – Como soube, Cacá?
Cacá – Minha avó lê jornais e contou para mim. Vai ser assim. Quando eram pequenas, a Flora e a Donatela brigaram por causa de uma boneca. A Flora rasgou a boneca porque ela não queria que a Donatela ficasse com nada. Aí, a Donatela vai mostrar a boneca para ela e a Flora vai ficar tão louca que vai confessar tudo, tudo.
Dodó – Duvido, Cacá! Duvido que a Flora seja tão burra assim.
O pai-avô – Não duvide de mais nada nessa novela.
Eu tinha acabado de ser informado que as duas moças eram integrantes de uma dupla sertaneja que cantava “Beijinho Doce”. E que a Flora resolveu matar a Donatela porque a dupla foi desfeita.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Cultura Tags: dramalhão, novelaNassif,
Veja essa publicada no blog do Noblat:
“Enviado por Ricardo Noblat -
12.1.2009
| 4h13m
CPI quer barrar nomeação de Lacerda
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Grampo estuda sugerir ao Ministério Público que obstrua a nomeação do delegado Paulo Lacerda como adido policial do Brasil em Portuga. Para integrantes da CPI, a nomeação, feita por decreto presidencial, fere os requisitos para preenchimento do cargo estabelecidos em instrução normativa da Polícia Federal. “O governo poderia nomeá-lo adido cultural, social ou o que for, mas não policial”, disse o deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), presidente da CPI”.
Quer dizer que um decreto presidencial vale menos que um normativo interno da PF? E barrar nomeação está entre os objetivos de qualquer CPI?
Como é que uma CPI pode perder o foco dessa maneira pondo em risco a própria existência de outras CPIs futuras, por total descrédito?
É evidente que como adido policial Lacerda será o elo do país com as autoridades policiais de outros países – especialmente no tema foco da cooperação internacional, que tem como ponto central o caso Dantas. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça Tags:Chamo a atenção, ainda, para a matéria “A luta pela influência na América Latina”, de Stephen Fidler, Financial Times, publicada pelo Valor.
A influência política de Washington na América Latina está declinando. Uma tendência que começou antes dos atentados terroristas de 2001 contra os EUA se acelerou desde então, à medida que o governo de George W. Bush procurava, com pouco sucesso, ampliar a influência do país em outros lugares. A pergunta, oito dias antes de Barack Obama se mudar para a Casa Branca, é se ele fará algo para reverter o quadro.
(…) Os EUA ainda são o mais poderoso vizinho nas redondezas: seu comércio exterior com a América Latina supera os US$ 500 bilhões anuais, mais de cinco vezes o da China. Mas a expansão da influência chinesa e russa, e de potências menores como o Irã, está desafiando o domínio dos EUA na região.
Como deverá reagir o governo Obama a esses recém-chegados? Em primeiro lugar, dizem especialistas em política externa, ele deve reconhecer que os motivos para a Rússia e a China ingressarem na América Latina contrastam.
No caso da Rússia, seu crescente envolvimento – que possui um forte componente militar e é em grande parte direcionado aos adversários dos EUA na região, como a Venezuela de Hugo Chávez – visa a desestabilizar Washington. A intervenção mais discreta da China, cuja orientação é em grande parte econômica, pretende obter o efeito oposto.
(…) Ainda assim, os EUA continuam sendo o país em que a China deposita seu maior interesse estratégico. Para Cynthia Watson, professora de estratégia na Escola Nacional de Guerra dos EUA, “Pequim não cruzará uma linha que ameace [os laços com os EUA] por temer que isso ponha em risco o crescimento econômico exigido para sustentar o monopólio político do Partido Comunista Chinês”.
Nassif, a OCDE constatou que o Brasil é o único país que, ainda, não entrou em crise:
Notícia:
OCDE: Brasil é o único país a ‘escapar de forte desaceleração’ Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags:A pouco tempo o Brasil assinou um contrato que previa a produção no Brasil de helicopteros franceses, modelos EC725.
Na materia abaixo a marinha francesa recebe unidades do tipo como quebra-galho até a chegada do NH90, esse sim um modelo muito moderno
http://www.meretmarine.com/article.cfm?id=109185
O que costuma acontecer quando um tipo é substituido por outro? a desativação da linha de montagem, com liberação de boa parte de itens que serviam para a produção do tipo especifico, com o inicio da produção no Brasil do EC725 da para imaginar que boa parte desses itens especificos serão tranferidos para ca, a que preço? vamos pagar por unidade de um projeto dos anos 70 atualizado quanto?
O equipamento que está sendo desativado e outro, a materia esta falando do Super Frelon, e o aparelho que o Brasil já usa e esta comprando mais é o Super Puma. São equipamentos distintos. o Frelon e maior e tem uma função tanto de resgate maritimo, como operação anti-submarino.
Mesmo assim concordo que seja um projeto antigo, mas ainda é eficiente, e atende as necessidades do pais, não adiantaria nada trazermos um aparelho mais sofisiticado se nossas equipes de terra, não teria capacidade tecnica e ferramental para fazer sua manutenção.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Defesa Tags: helicópterosFora de pauta para começar a semana.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta Tags:Matéria de Cibelle Bouças, do Valor, sobre cortes de emprego. Com base em entrevista com Júlio Sérgio de Almeida, do IEDI, traçou o seguinte quadro (clique aqui):
Indústrias de bens de consumo duráveis (como eletroeletrônicos e eletrodomésticos), construção civil, papel, celulose, couro, madeira e agroindústrias (…) Também participam do “grupo de risco” as montadoras, as indústrias siderúrgicas, de autopeças e de máquinas e equipamentos, que já indicavam um quadro de agravamento no fim do ano passado. “Não existe setor que sairá ileso da crise, mas certamente os que dependem do crédito e já apresentam redução da demanda estarão mais propensos a fazer demissões neste início de ano”, avalia o economista e professor da Unicamp Júlio Sérgio Gomes de Almeida.
Já setores ligados a serviços essenciais e produtos básicos, como alimentação, saúde, educação, água e esgotos e energia, apresentam mais chances de encerrar o primeiro trimestre com o nível de emprego inalterado. Apesar das perspectivas pouco favoráveis para a construção, Almeida acredita que os setores de cimento e outros insumos podem ter desempenho razoável. Embora as vendas de imóveis tenha caído, as construtoras continuam as obras, diz ele.
Caso se confirme as 300 mil demissões mais do que o esperado para dezembro de 2008, já poderemos afirmar que o circuito do diabo já se instalou na economia brasileira e a sua magnitude dependerá da capacidade do governo do Presidente Lula e principalmente do COPOM em responder a atual crise econômica.
O COPOM precisa agir rápido para impedir um desemprego em massa no Brasil, até mesmo a antecipação da reunião ordinária do COPOM já não mais parece tão maluca assim diante dos assustadores dados que vão se revelando a cada dia.
Maluquice será cortar apenas 0,5% na próxima reunião, mas pelo jeito os membros do COPOm são todos malucos, ou pelo menos já demonstraram isso ao manter os juros da Selic em 13,75% mesmo depois da quebra de uma importante instiuição americana, e ter mantido até agora, quase três meses depois da quebra de uma importante instituição americana.
O Nosso problema, é que os membros do COPOM estão todos malucos.
O Roberto se refere à previsão do Ministério do Trabalho, de que em dezembro houve 600 mil demissões, contra a média (por conta do trabalho temporário) de 300 mil em outros anos.
BRASÍLIA – Para contemporizar o quadro bem negativo que teria sinalizado no fim de semana, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, negou hoje que o país tenha registrado perda de 600 mil vagas formais em dezembro, o dobro da média histórica para o período. O ministro negou essa estimativa e manteve a previsão de recorde histórico para a geração líquida de vagas em 2008, acima do total de 1,6 milhão registrado em 2007.
Por meio de sua assessoria, Lupi negou que a crise financeira internacional tenha gerado tamanho número de cortes no Brasil no mês passado.
Nunca ouvi falar em desmentido visando “contemporizar o quadro bem negativo que teria sinalizado no final de semana”. Ou o Ministro não disse o que o jornal publicou – nesse caso, o jornal errou. Ou então ele disse e voltou atrás – nesse caso, o Ministro mentiu. O jornal nem assume a informação nem assume o desmentido.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: empregoO IEDI (Instituto de Estudos de Desenvolvimento Industrial) traz um bom diagnóstico sobre a crise da indústria (clique aqui).
Critica a atuação do Banco Central especialmente em dois pontos: a política de injetar liquidez na economia, sem criar mecanismos para que o dinheiro chegue às empresas; e sua incapacidade de trabalhar a alta volatilidade do câmbio.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: Banco Central, créditoO artigo “O equívoco do alvo mais fácil”, de Sergio Leo, no Valor de hoje, confirma a excelência do repórter, que consegue transitar através de temas relevantes e complexos, com visão histórica e noção de relevância.
Ele contextualiza de modo correto as críticas ao assessor internacional de Lula, Marco Aurélio Garcia. Lembra que muitos presidentes trabalharam com pessoas de fora do Itamaraty para assessora na política externa.
O mais famoso foi Augusto Frederico Schmidit, influente junto a Juscelino Kubistcheck, e que montou a Operação Panamericana, como uma tentativa, já naquele tempo, de criar um polo alternativo à influência norte-americana no continente. E Schmidit estava longe de ser considerado um anti-americano.
Tenho um bom depoimento do diplomata Celso de Souza Mello contando a improvisação que foi a OPA e o “pequeno Itamaraty” – como era tratada a equipe de Schmidit.
Sérgio poderia mencionar outros assessores pouco conhecidos e que tiveram papel fundamental na história diplomática do país. Como Valentim Bouças, que assessorou Vargas.
A aproximação do governo Lula com o governo Bush, por exemplo, foi conduzida por assessores informais, brasileiros com trânsito junto ao Partido Republicano – e não foi Mário Garnero.
Todos eram bem mais sutis do que Marco Aurélio. De qualquer modo, a conclusão final do Sérgio mata a pau: o assessor fala o que o chefe pensa. As críticas ao assessor são uma maneira de criticar o chefe, mas sem se expor ao desgaste de atacar de frente o governante popular.
Chamo a atenção, ainda, para a matéria “A luta pela influência na América Latina”, de Stephen Fidler, Financial Times, publicada pelo Valor.
A influência política de Washington na América Latina está declinando. Uma tendência que começou antes dos atentados terroristas de 2001 contra os EUA se acelerou desde então, à medida que o governo de George W. Bush procurava, com pouco sucesso, ampliar a influência do país em outros lugares. A pergunta, oito dias antes de Barack Obama se mudar para a Casa Branca, é se ele fará algo para reverter o quadro.
(…) Os EUA ainda são o mais poderoso vizinho nas redondezas: seu comércio exterior com a América Latina supera os US$ 500 bilhões anuais, mais de cinco vezes o da China. Mas a expansão da influência chinesa e russa, e de potências menores como o Irã, está desafiando o domínio dos EUA na região.
Como deverá reagir o governo Obama a esses recém-chegados? Em primeiro lugar, dizem especialistas em política externa, ele deve reconhecer que os motivos para a Rússia e a China ingressarem na América Latina contrastam.
No caso da Rússia, seu crescente envolvimento – que possui um forte componente militar e é em grande parte direcionado aos adversários dos EUA na região, como a Venezuela de Hugo Chávez – visa a desestabilizar Washington. A intervenção mais discreta da China, cuja orientação é em grande parte econômica, pretende obter o efeito oposto.
(…) Ainda assim, os EUA continuam sendo o país em que a China deposita seu maior interesse estratégico. Para Cynthia Watson, professora de estratégia na Escola Nacional de Guerra dos EUA, “Pequim não cruzará uma linha que ameace [os laços com os EUA] por temer que isso ponha em risco o crescimento econômico exigido para sustentar o monopólio político do Partido Comunista Chinês” (…)
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia Tags: