O plágio da Veja
O GVO, ou Global Voices, é um site com jornalistas do mundo inteiro empenhados em apresentar visões alternativas à da grande mídia.
No dia 29 de dezembro, Aysesha Saldanha escreveu uma reportagem sobre blogs palestinos descrevendo o clima em Gaza. (clique aqui)
Na edição de 5 de janeiro, a revista Veja publicou a reportagem “Blogueiros narram drama da guerra em Gaza”, chupando integralmente as informações do GVO. (clique aqui)
A matéria saiu assinada por um jornalista da Veja. Não foi dado crédito ao autor da pesquisa, menos ainda ao site GVO.
Integrantes do GVO pedem que se divulgue esse episódio, de uma revista comercial de alta tiragem se apropriando do trabalho de voluntários.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Blogs, Mídia Tags:

Nassif, nesse caso a culpa é não só do reporter espertalhão? Alguém da redação teria que ter revisado o que ele escreveu para verificar se foram citadas as fontes corretas?
A Veja é uma revista para quem nao lê . . . . . O leitor de Veja nao escuta absolutamente nada, é um preguiçoso, nao quer esquentar a cabeça com nada, nao quer pensar . . . . . é a água com açucar para as ante-salas de dentistas, medicos etc . . . . . por isso eu acho que a revista nunca vai acabar, ela diminui diminui mas tem um ponto do qual nao passa, é essa massa de ignorantes que quer passar um verniz se disendo informados . . . .
dizendo, lógico . . . . .
Ignoro a Veja.
Veja só!
Nassif,
O jornalismo de esgoto acha que pode tudo. Essa porcaria, nunca mais entra na minha casa.
Há muito que nada mais que venha da “Caolha” me surpreende.
Ela, com plágio ou sem plágio, virou caricatura.
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Enquanto isso, a correspondente da Globo em Israel se enrola ainda mais. Ela publicou uma “nota de esclarecimento” dizendo que todas as barbaridades que escreveu num antigo blog foram ANTES de entrar pra Globo. Mas ela foi traída por suas próprias palavras, como se pode ver por aqui:
http://cloacanews.blogspot.com/2009/01/carta-aberta-renata-malkes.html
Quem sabe se a Veja não agia desta forma há muito tempo e só com o advento da internet se pode a desmascarar.
De vez em sempre sai alguma coisa negativa sobre esse semanário chamado veja. Será que o consumidor deste lixo não acredita que eles são inescrupulosos a esse ponto ou compram pra enfeitar mesas de salas de recepção?
Os piratas modernos trocaram a perna pela cara de pau.
Ailton Medeiros – Natal RN
A FRASE DO DIA: “VEJA É A MAIS “VENDIDA”. Essa eu já sabia.
Bem, pela explicação dada a pergunta de um colega mostra-se que não só o repórter que produziu a matéria é uma pessoa desonesta profissionalmente como os seus superiores são coniventes. No CPP, ao envolver servidores públicos, isso se chama condescendência criminosa e, quando da bobagem do mensalão, a mesma Veja e diversas outras exigiram que o Lula fosse condenado por isso ao acobertar os supostos mensaleiros.
E onde estão os órgãos que deveriam fiscalizar a imprensa? São condescendentes também?
“Onde está o efeito estufa ?
A propósito da matéria da tal revista o blog da Metsul detona, com argumentos técnicos, a reportagem do jornalista “profissional mal informado”.
Vamos deixar o pobre do André Pontes em paz!
O que ele fez não foi nada mais do que preservar as fontes, prática tão em voga na nossa nobre imprensa, independente, livre e responsável
Ou será que só a Andréa Michael pode exercer sua profissão tão eticamente?
LN,
Dizer que a VEJA se apropriou de matéria alheia virou redundância ou como vocês jornalistas denominam “cozidão”, né?
Para que serve a Fenaj?
Nassif:
Abril a Veja…………desinformou-se!
Talvez essa seja a única forma encontrada pela revista de melhorar seu conteúdo (rs…).
Mas é preciso também ter caráter e inteligência. Caráter, por motivos óbvios e inteligência para saber que um mau-caratismo desses não passaria desapercebido.
Nassif
Ler seu blog não tem preço. Além do seus posts, levamos de brinde vários comentários inteligentes e bem-humorados. “Veja é a mais vendida” é impagável!
Nada me assusta quando sai da Veja. Veja é a cara dos seus leitores, uma revista de roupão, quadrada, anêmica, moralista e infeliz. Quem lê veja merece ser enganado.
Nem VEJA, nem LEIA!!
É por isso que eu não sou assinante da Veja, não compro “PIRATARIA”.
Nassif, não sei como a informação vazou para você. Mas, o plágio do texto da Ayesha foi feito a partir de uma tradução minha. Ou seja, o dito jornalista da Veja copiou a tradução que fiz do texto da Ayesha. É uma pena que a notícia tenha se espalhado dessa forma sem que me consultassem. Acredito que foi uma ação precipitada e infantil.