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Arquivo de janeiro 7th, 2009

07/01/2009 - 22:45

Trivial do faroeste

Que tal uma relação dos grandes faroestes da história?

Voto em:

1. Meu Ódio Será Tua Herança.

2. Os Imperdoáveis.

3. Matar ou Morrer.

4. O Homem que Matou o Facínora.

Da Comunidade do Blog

Adicionado por Maria Dirce

No Tempo das Diligências – 1939

Autor: luisnassif - Categoria(s): Cinema, Fora de Pauta Tags:
07/01/2009 - 18:00

Villa-Lobos na Música de Banda

Para curtir o fim de tarde: Villa-Lobos na Música de Banda, pela Banda da Polícia Militar de Minas Gerais. Ouçam especialmente “Desfile aos Heróis do Brasil”

Autor: luisnassif - Categoria(s): Erudita Brasileira, Música, Sem categoria Tags: , ,
07/01/2009 - 12:38

O pregão eletrônico

Por Andre Bittencourt

Nassif,

O tema Gestão Pública não costuma despertar muito o interesse dos leitores do blog, mas gostaria de comentar a matéria de hoje do Estadão sobre o uso do Pregão Eletrônico, especialmente a parte final que trata do projeto de lei que modifica a atual Lei de Licitações.

A matéria destaca 2 pontos relativos ao Projeto, que está engavetado desde outubro de 2007.

1º.) De acordo com a reportagem, o projeto torna o Pregão obrigatório para os contratos de até R$ 3,4 milhões, incluindo obras e serviços de engenharia. Nesse primeiro ponto, vejo o mesmo equívoco cometido na elaboração da Lei n. 8.666/93, que foi o de vincular o uso das modalidades licitatórias ao valor do contrato, ao invés vinculá-las ao objeto a ser adquirido.

A contratação de uma obra não deve ter o mesmo procedimento de uma compra de material de escritório. A aplicação do Pregão para obras pode levar ao uso do critério de maior desconto linear sobre o preço de referência, o que pode gerar distorções em função da diversidade de serviços que integram uma obra;

2º.) O Projeto propõe a inversão das fases, ou seja, a análise deverá começar pelas propostas de preços, para depois se verificar apenas a habilitação da empresa com melhor preço. Acho correto. O início pela fase de habilitação toma tempo da Comissão de Licitação, que tem de analisar uma grande quantidade de documentos, e gera disputas inúteis que atrasam o andamento do processo com a análise de recursos de empresas inconformadas com a sua inabilitação, ou com a habilitação de concorrentes, sendo que muitos desses documentos e desses recursos são de licitantes com propostas pouco competitivas.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Tags:
07/01/2009 - 12:00

O jornalismo da Record

Do Grupo de Mídia da Comunidade do Blog

A TV Record faz um Jornalismo Independente?

* Posted by Jair Alves

Sim e não! Mas, isso nem parece ser o mais importante, conta a seu favor ter em seu quadro de funcionários ao menos cinco jornalistas-repórter, tidos como “donos do próprio nariz” (Paulo Henrique Amorim, Luiz Carlos Azenha, Carlos Dorneles, Rodrigo Viana e Celso Freitas), além de ser a única Rede não endividada no mercado financeiro. É provável que resida nesse último componente à resposta para outra pergunta, aí sim mais importante: a TV Record faz o melhor jornalismo para a Sociedade Brasileira? (continua)

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: ,
07/01/2009 - 11:07

Características da crise

Por orlando monteiro

Que tal esta entrevista como contribuição ao debate sobre como desenrolar o nó do desenvolvimento? Que tal Nassif, essa idéia de utilizar os fundos para alavancar como política de estado? Junto com o Pré-Sal dá liga boa, não dá? …”Dá pra fazer uma PAÌS”…!

Leia a seguir trechos da entrevista de Francisco de Oliveira à Carta Maior:

Carta Maior – A crise financeira atual repõe a centralidade do trabalho, ou seja, devolve à esquerda o sujeito histórico que ele acreditava ter se esfarelado na história?
Chico de Oliveira – Na verdade, não concordo que essa seja uma crise financeira; tampouco acho que a sua origem esteja nos mercados financeiros centrais. A meu ver estamos diante de uma crise da globalização do capital. Todas as outras também foram crises globais, claro, devido à centralidade do capitalismo norte-americano. Mas essa crise não floresce exatamente num ponto geográfico; à rigor, se formos localizá-la seria na incorporação da mais-valia gerada na China e na Índia nos últimos vinte anos; novidade esta que influenciou o conjunto da globalização capitalista e redundou no atual colapso; uma crise de realização do valor. O sintoma financeiro é sua manifestação mais evidente, mas não a sua essência.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15467

Comentário

Nesse sentido, é da mesma natureza das crises pré 1890 e das sucessivas crises que marcaram a primeira etapa de internacionalização do capital – que se encerra com a Primeira Grande Guerra.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia, História, Novo Modelo Tags:
07/01/2009 - 10:58

As duas faces do Supremo Gilmar

Por LP

Nassif, para leitura

Duas matérias distintas, mas interessante pela postura conflitante.

PRESIDENTE DO STF FRUSTRA AS ESPERANÇAS DE MILHARES DE APOSENTADOS DO AERUS

http://www.aeroconsult.com.br/textos2008/PRESIDENTE%20DO%20STF%20FRUSTRA%20AS%20ESPERANCAS_301108.htm

O Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Gilmar Mendes, suspendeu decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região que responsabilizou a União por supostos prejuízos ao fundo de pensão Aerus. O TRF havia condenado o Governo Federal a pagar as perdas a aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílio-doença da entidade.

Privilégios públicos

http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&intIdConteudo=107469&intIdEdicao=1671

Cortar privilégio não é fácil para um sistema viciado como o nosso, acostumado a tirar vantagem em tudo.

Combatê-lo é uma necessidade que se impõe. Vale a pena citar, para se ter uma idéia da dificuldade em acabar com privilégios no País, o que disse o presidente do STF, Gilmar Mendes, ao contrapor o entendimento da relatora da ação direta de inconstitucionalidade, ministra Carmen Lúcia Antunes Rocha, quando analisava o caso de percepção de subsídio vitalício do ex-governador de Mato Grosso do Sul, Zeca do PT. Pois bem, ele considera legítima a criação de pensão para ex-presidentes e ex-governadores. E disse mais: a votação democrática torna presidentes da República e governadores, por exemplo, figuras desiguais, que devem ser tratadas como tais.

Quando figuras do STF, como o ministro Gilmar Mendes, defendem solenemente privilégios públicos, entende-se por que o Brasil continua na contramão da moralidade. Mas a sociedade não pode capitular diante das vozes do absurdo e tem que assumir responsabilidade para exigir mudança no gerenciamento do dinheiro público.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça Tags:
07/01/2009 - 10:40

A imprensa digital

Por Fábio

Gostaria de saber se há algum debate na imprensa brasileira quanto ao futuro das publicações impressas. A crise nos EUA acelerou o processo de fechamento de revistas e jornais e não vejo nada sendo discutido aqui.

Mês passado a PC Magazine, a mais importante publicação de informática encerrou a publicação da revista e essa semana foi a Dr. Dobb’s, que era a principal publicação na área de desenvolvimento de software.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags:
07/01/2009 - 10:26

Java em MAC

Estou com problemas no Java de meu MAC. Não consegui instalar adequadamente o Thunderbird e estou com dificuldades para abrir a janelinha para colocar links na matéria.

Alguém poderia me fornecer o mapa da mina sobre como desinstalo e reinstalo as últimas versões do Java?

Autor: luisnassif - Categoria(s): Software, Tecnologia Tags:
07/01/2009 - 10:25

A adequação dos estoques

Ontem, na análise dos indicadores industriais de novembro, chamei a atenção para o fator estoques. A economia vinha em um determinado ritmo. Quando cai a expectativa de crescimento, em um primeiro momento a produção industrial sofre dois trancos: a demanda menor na ponta do consumidor; e o período em que as empresas ficam sem comprar, gastando os estoques acumulados até que cheguem ao patamar adequado ao novo ritmo de vendas.

Além do aquecimento das vendas, a especulação internacional com commodities acabou levando à formação de estoques especulativos em diversos setores da economia.

Depois que os estoques se adéquam, a economia entre na nova normalidade, e aí se saberá com mais segurança qual o novo ritmo da atividade econômica.

Matéria de Alex Ribeiro, no Valor, mostra que fontes da Fazenda estimam de três a cinco meses o ajuste nos estoques (clique aqui).

O nível maior de estoques estava nas montadoras.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags:
07/01/2009 - 10:14

A perna manca das reformas

Entre os economistas das diversas linhas de pensamento, há uma dicotomia que precisa ser superada. Do lado mercadista, a visão de que apenas com reformas microeconômicas a economia embala, sem necessidade de um ambiente macroeconômico favorável. Do lado keynesiano, a idéia de que criando o ambiente adequado – câmbio e juros competitivos – a economia embala, sem a necessidade de reformas microeconômicas.

O desenvolvimento é uma soma virtuosa dos dois lados. Há a necessidade de câmbio competitivo, sim. Mas reformas estruturantes são relevantes para melhorar o ambiente competitivo.

As mudanças ocorridas na área de crédito ajudaram na expansão do setor nos últimos anos, especialmente no crédito habitacional. Mudanças na Previdência – que não mexessem em direitos adquiridos – ajudariam a ampliar o estoque de investimentos no país. A desburocratização do serviço público e da política tributária, outro tema relevante. O aprimoramento da gestão pública, com a obrigatoriedade de criação de indicadores de desempenho, outro tema relevante.

Em artigo no Valor Econômico, o repórter Cristiano Romero escreve sobre o abandono das reformas pelo governo Lula (http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDQJ-SgoQ9cHehusj).

Avançou-se na parte macro – especialmente depois do rompimento da política de “gerenciamento na boca do caixa” da gestão Palloci. Mas deixou-se de lado a questão microeconômica e regulatória.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: ,
07/01/2009 - 10:03

Fora de pauta

Aí vai o de quarta, enquanto me preparo para uns dias na mais bela cidade do interior, Poços de Caldas, um retrato dolorido na parede.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta Tags:
07/01/2009 - 10:02

O tamanho da crise

Por rodrigo

Nassif, que tal um post com comentários dos participantes do Blog, relativo as atividades de início de ano em suas respectivas empresas para vermos o tamanho da Crise.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags:
07/01/2009 - 09:53

A vida no interior

Nos últimos tempos, o professor de história Marco Antonio Villa foi uma das fontes em permanente disponibilidade quando a mídia necessitava de manifestações neocon.

Hoje, na “Folha”, ele envereda por um tema interessante – o interior -, mas com a mesma dose de maniqueísmo que emprega em temas políticos (clique aqui).

O artigo lembra filmes B norte-americanos em que famílias cosmopolitas viajam para o interior profundo e se deparam com cidades fantasmas, assassinos cruéis, mais próximos de bichos do que de humanos. O interior, por ele retratado, é tenebroso. Seu exemplo máximo é o cidadão de Araraquara que abriu processo contra José Celso Martinez Correa. Poderia ser contraposto ao exemplo os skin heads dos grandes centros, especializados em executar homossexuais.

Embora o que lhe sobra em preconceito falte em cuidado analítico, vale a pena aprofundar-se no tema.

Com o avanço da Internet, da banda larga e o aumento da violência nos grandes centros, o interior – especialmente as cidades médias – tornaram-se alternativa de vida. Hoje em dia, a parte mais dinâmica do país (com crescimento acima da média) está no interior de Minas, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, nordeste e centro-oeste. Com as mudanças econômicas globais a caminho, cada vez mais haverá a volta para o interior e o descongestionamento das regiões metropolitanas.

Poderia ser a grande oportunidade para as cidades do interior trazerem de volta seus melhores quadros – que ganharam visão mais ampla nas metrópoles – e revolucionar a vida municipal.

O que lhes falta? Primeiro, abertura para acolher os conterrâneos que venceram fora. Segundo, ambiente cultural para atrair os melhores quadros, como lembrado por Villa.

Tempos atrás conversava com um amigo que morava em uma das grandes cidades do interior de São Paulo. Pensava em se mudar. Justificativa: me recuso a ficar em uma cidade onde faço parte dos 1% mais esclarecidos.

Daí a importância da regionalização das universidades – não apenas as federais e estaduais mas as católicas e outras de bom nível – e sua inserção na vida local. Poços de Caldas mudou substancialmente depois que abrigou o campus da Universidade Católica de Minas Gerais, por exemplo.

Mas ainda falta muito para poder atrair seus melhores quadros. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Cultura, Novo Modelo Tags:
07/01/2009 - 09:15

Intervenção no BC

Por Roberto São Paulo/SP

José Alencar defende intervenção política no BC

JB Online

BRASÍLIA – Maior entusiasta dentro do governo pela baixa na taxa de juros do Banco Central, o presidente da República em exercício, José Alencar, aproveitou nesta terça a ausência de Lula e cobrou, mais uma vez, um compromisso do Comitê de Política Monetária (Copom) para reduzir a Selic e ajudar o setor produtivo a retomar o crescimento. Para o vice-presidente, “a questão é política e não técnica”.

- Olha, eu não tenho nada contra o Comitê de Política Monetária. Nós trabalhamos com o regime de metas de inflação. Mas, eu não quero discutir com o Copom porque essa não é uma questão técnica, é política – ponderou Alencar, durante uma rápida entrevista coletiva, concedida no fim da tarde, no Palácio do Planalto, para em seguida atacar. – E o que temos que fazer é dar uma ordem ao Banco Central para que pratique uma taxa de juros de mercado. Nem mais, nem menos.

Autor: klinger.portella - Categoria(s): Crise, Economia, Sem categoria Tags: ,
07/01/2009 - 09:14

Captação externa

Por Roberto São Paulo/SP

Da Agência Brasil

Tesouro Nacional volta ao mercado externo e capta US$ 1 bilhão
Wellton Máximo Repórter da Agência Brasil

(…) Desde o final de 2006, o governo brasileiro havia feito outras duas emissões de títulos de dez anos. Em abril de 2007, o Tesouro lançou papéis com juros de 5,88% ao ano. Em maio do ano passado, semanas após o Brasil conquistar o grau de investimento (garantia de que o país é seguro para os investidores estrangeiros), a taxa havia sido de 5,29%, a menor da história. Leia mais »

Autor: klinger.portella - Categoria(s): Crise, Economia, Sem categoria Tags: ,
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