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06/01/2009 - 15:15

Sem limites

Do Último Segundo

ONU afirma que escola estava demarcada; Israel diz ter respondido a ataque

GAZA – Um funcionário da ONU em Gaza disse que a escola onde dezenas de palestinos foram mortos por um bombardeio israelense, nesta terça-feira, estava claramente demarcada com uma bandeira da organização internacional e que sua localização havia sido comunicada às autoridades de Israel.

Da BBC

O vídeo da reportagem: clique aqui.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , ,

188 comentários para “Sem limites”

  1. Alessandro disse:

    Começaram detonando uma universidade, agora escolas. O que vem em seguida agora? Creches?

  2. walter araujo disse:

    E ainda têm a petulância de dizer que os judeus são os escolhidos de Deus.
    Qual Deus??

  3. anarquista disse:

    Nenhum intuito de ironia.

    Eu quero aprender mesmo.

    Sempre escrevi UOL como masculino.

    E agora leio:

    ”DA” UOL.

    Por que não me corrigiram?

    Não essa correção imbecil .( que sempre escrevo errado)

    Mas trocar o sexo DA UOL é grave.

    Afinal de contas,UOL é do sexo feminino mesmo?

    Dependendo de quem seja do sexo feminino é “uau”

  4. Pretérito Mais Que Perfeito disse:

    Artigo do escritor José Saramago sobre a visita de Nikholas Sarkozy à área de conflito em questão.

    Sarkozy, o irresponsável

    Janeiro 6, 2009 by José Saramago

    Nunca apreciei este cavalheiro e creio que a partir de hoje passarei a apreciá-lo ainda menos, se tal é possível. E não deveria ser assim, se, como a internet acaba de me informar, o dito sr. Sarkozy anda em missão de paz pelas torturadas terras da Palestina, esforço louvável que, à primeira vista, só deveria merecer elogios e votos do melhor sucesso. Da minha parte tê-los-ia todos se não tivesse utilizado, uma vez mais, a velha estratégia dos dois pesos e das duas medidas. Num arranco de hipocrisia política simplesmente notável, Sarkozy acusa Hamas de haver cometido acções irresponsáveis e imperdoáveis lançando foguetes sobre o território de Israel. Não serei eu quem absolva Hamas de tais acções, aliás, segundo leio a cada passo, castigadas pela quase total ineficácia da bélica operação que pouco mais tem conseguido que danificar algumas casas e derrubar alguns muros. Nunca as palavras doam na língua ao sr. Sarkozy, há que denunciar a Hamas. Com uma condição, porém. Que as suas justamente repreensivas palavras tivessem sido igualmente aplicadas aos horrendos crimes de guerra que vêm sido cometidos pelo exército e pela aviação israelita, em proporções inimagináveis, contra a população civil da faixa de Gaza. Sobre esta vergonha o sr Sarkozy parece não ter encontrado no seu Larousse as expressões adequadas. Pobre França.

    http://caderno.josesaramago.org/

  5. PELO QUE VOCÊ TENTA PASSAR, E EU NÃO CONSIGO NOTAR, É A PARCIALIDADE DAS TVs DO MUNDO, QUE SO FOCAM AVIÕES E TANQUES ISRAELENSES DESPEJANDO BOMBAS SOBRE UMA POPULAÇÃO, QUE TENTAM CONTER A AVALANCHE DE PROJETEIS, COM PEDRAS ATIRADAS DE MÃO. PÔ! MOSTREM TAMBEM O PODERIO MILITAR PALESTINO, SENÃO NÃO VALE! NÃO É MESMO ISRAEL?

  6. Daniel Tradicional disse:

    Israel é a superpotência da semente anti-semita.

    Que mostrar que é forte, mas fortalece o inimigo.

    Quer mostrar que “defende os judeus”, mas coloca os judeus do mundo todo em risco.

    Esses crimes de guerra de Israel custarão caro para gerações.

    É o fanatismo em seu estado mais bruto e desumano.

  7. Gustavo Amigo disse:

    Atacar escolas é injustificável, revoltante e criminoso. É aceitar o terror como forma de combate ao terrorismo.

  8. priscila maria presotto disse:

    Nassif,

    na história tudo se repete.
    Parece-me que este governo em questão aprendeu muito com Hitler.

    Abração

  9. Drauzio disse:

    Israel é sem dúvida um Estado Terrorista e o “silêncio” da comunidade internacional nos faz desacreditar na humanidade dessas pessoas (políticos/dirigentes). O genocídio que estão cometendo em Gaza, e com o Povo Palestino, deveria ser considerado como Crime Contra a Humanidade. Espero que a História os julgue, e que o Povo Judeu se posicione a respeito. Um abraço. Drauzio Milagres.

  10. Jorge França disse:

    Vocês não acreditam, mas o Janio de Freitas é (…) e agora quem está bronqueado com ele é o Sérgio Malbergier da mesma Folha de São Paulo. Vejam trecho da matéria em que Sérgio cita a coluna do Janio de hoje:

    “Um chegou a escrever com impunidade que a metade dos israelenses que não apoia a ação de seu Exército em Gaza (na verdade o apoio à ação na pesquisa citada é maior do que 50%) “é a parte da humanidade no Estado de Israel”.

    O ‘humanista’ colocou na coluna dos não-humanos mais da metade dos israelenses, então vamos chamá-lo só de meio-nazista, já que para a ideologia hitlerista nenhum judeu era humano.

    O mesmo híbrido (”humanista” e meio-nazista) escreve ainda que o Estado de Israel foi “instituído por não-judeus” e é fruto do “humanitarismo que proporcionou a criação” do Estado judeu.”

    texto completo em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/sergiomalbergier/ult10011u486786.shtml

  11. Clovis disse:

    Luiz Nassif, que tal tentarmos ver o conflito de uma ótica neutra? Não pergunto diretamente a você, mas a todos. É necessário retroceder um pouco e lembrarmos como foi formado o estado de Israel. Até onde sei colonos que mal sabiam da 2ª Guerra foram expulsos a bala, quando não mortos, por um grupo TERRORISTA ISRAELENSE que foi o embrião de seu atual exército. Grupo que sabotava o império britânico e aterrorizava os colonos palestinos, em nome da “TERRA PROMETIDA”. O que vemos hoje e ninguém quer ver são dois guetos, Gaza e Cisjordânia. Gerações já foram criadas em condições de prisão e humilhação constante. E pior, sabendo que do outro lado estão suas terras e propriedades, devidamente surrupiadas e reconhecidas pela comunidade internacional.
    É fácil acusar o HAmas de terrorista em uma situação dessas e alegar os disparos dos foguetes como motivo. O que esperavam? Submissão total? Estariam mortos ou totalmente exilados, e os Palestinos sabem disso. Não concordo com a maneira que os fatos são colocados pela imprensa. Mídia nenhuma comenta o êxodo palestino. Fosse o contrário, e as manchetes já falariam em um novo holocausto Judeu.
    Assim, sugiro que a história seja contada do início.
    Em tempo: se Deus é Pai, com certeza é o mais justo de todos, e, assim não escolhe filhos – trata a todos da mesma maneira. Terra prometida só para um povo?

  12. Mario Blaya disse:

    Gustavo Amigo

    e usar civis como escudo humano e aceitavel?

    ================================================

    outro ponto, e qual é a tal fonte medica?

  13. Rob disse:

    Gostaria de convidar o povo carioca para essa manifestação de apoiou ao povo palestino que neste momento sofre um extermínio por parte do estado terrorista de Israel.

    Aos Sindicatos filiados, federações/confederações
    e às demais entidades dos movimentos sociais
    ATO PÚBLICO de solidariedade ao povo palestino
    na CINELÂNDIA (concentração a partir das 15h).
    Dia 8 jan 2009, 5ª-feira, às 17 horas

    Rio de Janeiro, 06/01/2009

    Aos
    Sindicatos filiados, federações/confederações
    e às demais entidades dos movimentos sociais

    ATO PÚBLICO de solidariedade ao povo palestino

    na CINELÂNDIA (concentração a partir das 15h).

    Dia 8 jan 2009, 5ª-feira, às 17 horas.

    Companheiros(as),

    A CUT-RJ apela aos militantes e dirigentes de sindicatos filiados para que participem do ato público em repúdio aos ataques do exército de Israel ao povo palestino. A central está reforçando a convocação do ato organizado pelo Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino.

    Sob o pretexto de que sua ação tem caráter “defensivo”, Israel destrói escolas, hospitais, residências, matando um sem-número de civis inocentes, num caso tipico terrorismo de Estado. Se tudo isso não bastasse, o exército sionista sequer permite a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, onde se estabeleceu o caos. A falta de eletricidade, comida e água potável está levando as pessoas ao desespero.

    Ocupando o territórios palestinos desde 1967, a despeito de seguidas resoluções da ONU exigindo sua retirada, Israel sempre agiu respaldado pelos EUA, que ignoram a tragédia do povo palestino em nome de um apoio incondicional às barbaridades cometidas por Israel na região.

    Não é de hoje que a CUT vem se somando às entidades da sociedade, governos, ONGs, partidos políticos e organizações do mundo inteiro que defendem a causa do um Estado palestino livre e soberano.

    Sem mais, nos encontramos lá, companheiros(as)!

    Darby de Lemos Igayara – Vice Presidente CUT-RJ
    Neuza Luzia Pinto – Presidente CUT-RJ

    Escrito por Imprensa CUT – 05-Jan-2009

    (21) 2196.6700 – CUT RIO DE JANEIRO-RJ

  14. de Israel disse:

    Estou morando em Israel e gostaria de tecer alguns comentários verdadeiros sobre o recente conflito.
    Tenho lido O Globo diariamente e fico estupefato com as noticias que chegam até voces e principalmente com os comentarios deixados pelos leitores.
    Gostariam que voces somassem a estas opiniões o que vou lhes relatar. E como consequencia, que voces tenham uma opinião mais imparcial.
    Em primeiro lugar estou bem. A vida é normal. Universidade, trabalho e diversão.
    Israel desocupou a faixa de gaza em 2000 (importante ressaltar que esta ocupação não foi a causa de tantos anos de conflito, foram consequencia direta deles). Israel saiu desta região e deu autonomia para o governo palestino. Desde o 2o dia em que Israel não estava lá, misseis eram lançados TODOS OS DIAS em direção a Israel. Este ano cairam em territorio israelense 6.000 misseis kassam nas cidades que fazem fronteira com a faixa de gaza. 6.000 MISSEIS.
    Há algum tempo Israel ja vinha tentando o diálogo com o governo eleito Hamas, para que parassem os ataques.
    O Hamas, diga-se de passagem, não possui o menor interesse de diálogo, e sequestra a causa palestina (Causa esta, justa. Todo povo, merece um lugar para desenvolver sua cultura, lingua, tradiçao. Assim como o povo judeu possui Israel, o povo palestino MERECE o pedaço de terra deles). O HAMAS está mais interessado na destruição de Israel do que na criação do estado palestino.
    É muito difícil apertar a mão de quem não estende o braço.
    Ha alguns meses, vivíamos uma falsa calmaria com uns dois ou tres misseis caindo TODOS os dias. Estávamos com um cessar fogo declarado.
    Ha alguns dias o prazo deste cessar fogo acabou. Ao invés de prolongar o cessar fogo, o HAMAS mandou 50 MISSEIS em um dia para dentro do território israelense. Matou um civil. Destruiu algumas dezenas de casa.
    O que o governo israelense poderia fazer? Era hora de um basta e por isso estamos vendo as cenas lamentáveis de destruição em Gaza. Os terroristas se escondem em meio a população civil. Ontem Israel destruiu uma plataforma de lançamento de misseis que ficava em UMA ESCOLA PRIMÁRIA.
    Não acredito que esta ação por parte do exército de Israel vai resolver o conflito. Mas era hora de destruir as instalaçoes terroristas. Imaginem voces se o Uruguai mandasse um missel para dentro do Brasil. Ou o México nos Eua. O que estes países iriam fazer?
    Leio nos jornais que a reação de Israel foi desproporcional. Parto do principio então, que as pessoas entendem e respeitam que Israel tinha que ter uma reação! Se foi desproporcional ou não é outra discussão. Mas reação tem que existir.
    Leio assustado os comentarios dos leitores. Ser contra Israel estar estabelecido na região é uma opinião. Ser contra a reação israelense em Gaza é uma opinião.
    Pedir a morte dos judeus e a volta de Hitler não é uma opinião. É uma declaração deplorável, mas que nestes dias começam a pipocar nos jornais. FIQUEM ATENTOS. ISTO É ANTI-SEMITISMO.
    Li acusaçoes de que os judeus são culpados dos problemas do mundo: da fome, miséria, somos “donos” do banco mundial, somos “donos” de Hollywood, “roubamos” a terra dos palestinos….
    Cada vez que Gaza explode na imprensa internacional — e só explode quando, finalmente, há uma reação israelense —, por trás da notícia, subsistem centenas de ataques prévios palestinos, cuja bondade jornalística não mobiliza nenhum interesse. Isso significa que toda reação israelense é justificada? De forma alguma, e vou aos fatos.
    Creio que Ehud Olmert, em sua necessidade de demonstrar que é um líder forte — depois da acumulação dos erros da guerra do Líbano —, tomou decisões que, se bem têm uma lógica militar, não têm uma lógica democrática. Não se pode justificar, de nenhuma maneira, o isolamento total de uma população civil. Inclusive, ainda sabendo da implicação dessa população na fustigação permanente contra Israel.
    Entretanto, tal defesa, não significa que se esqueça a crítica situação em que vive Israel, em guerra declarada ou latente desde há décadas, rodeado de milhões de inimigos que querem fazê-lo desaparecer, demonizado por quase todos, vigiado até o delírio pela imprensa internacional, e é o país único de todo o mundo que não pode perder a guerra nem um só dia.
    Não tenho dúvida alguma que, apesar de sua notável inteligência militar e de seu armamento, Israel é o país mais frágil da região. À diferença de seus inimigos, que podem permitir-se a ditaduras temíveis, apoio logístico a todo tipo de grupos terroristas e até ameaças de destruição, Israel mantém uma sólida democracia, aporta avanços científicos à humanidade e, além disso, é obrigado a dedicar o volume mais substancial de seu PIB à urgente necessidade de defesa. É o único país do mundo que vive numa situação de tormenta extrema desde que existe e, no entanto, é o único que tem que pedir perdão para sobreviver.
    O que ocorre, pois, em Gaza, é o enésimo capítulo do capítulo de sempre, cujo percurso previsível não implica, infelizmente, que não se repita. O Hamas mantém a violência cotidiana, mantém a ameaça global, e mantém o adestramento no ódio antiisraelense. É claro, mantém também o elogio público ao martírio. Toda esta bomba-relógio, que explode periodicamente, como explodiu a bomba do Hezbolá, e acabou na guerra do Líbano, não merece nem a reprovação da Liga Árabe, que só se reúne para demonizar Israel, nem a crítica da ONU, nem o repúdio internacional.
    Pelo contrário, todos os movimentos de defesa israelenses são demonizados na hora, e aí temos a corte dos intelectuais pró, erguendo sua indignação ao sol. Parece-me bem a crítica democrática a Israel. Mas, para ser crível, seria bom escutar alguma solidariedade com as vítimas israelenses, alguma denúncia ao terrorismo islâmico palestino, algo de indignação pelo uso corrupto das ajudas internacionais, e algo de preocupação pelo papel bélico dos países da região.

    E, entretanto, há o silêncio. O que leva a uma conclusão inevitável: que, com respeito a Israel, a fronteira entre a crítica democrática e a criminalização maniqueísta, é tão tênue que se viola na maioria dos comentários. Sobre Israel não se faz análise política. Perpetuam-se as velhas artes da difamação e da propaganda.
    Parece-me lógico e exigível que o mundo exclame quando morrem inocentes em Gaza.
    Mas já não me parece tão lógico que não se intente saber o que aconteceu, o teor da convulsão e complexidade que apresenta o conflito. Não existem terroristas que manipulam todo o tipo de explosivos? Não existe o uso de uma violência generalizada que não tem problemas em utilizar adolescentes para perpetrar matanças? Não caem diariamente dezenas de mísseis nas proximidades de Ashkelon (Israel)?
    De maneira que antes de transformar o exército israelense numa espécie de esquadrão assassino, sem escrúpulos nem moral, seria necessário tentar conhecer os fatos. Mas não é o caso. De fato, nunca é o caso quando se trata de Israel. Com um automatismo que não se gera em nenhum ou fato lamentável, a imprensa dá por fato que é normal Israel ir fazendo matanças indiscriminadas de civis palestinos.
    As manchetes eram explícitas: “outra matança de civis nas mãos do exército”, “o exército volta a matar civis”, “como é habitual, Israel…” E assim, o habitual é dar uma imagem distorcida, perversa e criminosa do exército democrático de um estado democrático, sem nenhuma vontade de conduzir-se pelos códigos deontológicos da profissão.

    É provável que a imprensa acredite que esteja a favor das vítimas, e sacrifique o bem superior da solidariedade ao bem público da informação. Certo? Então, por que não fala nunca dos palestinos, vítimas da loucura fundamentalista? Por que não fala das mães que são proibidas de chorar a morte de seus filhos suicidas? Por que não consideram vítimas os palestinos que apóiam o Islã totalitário?
    E, num contexto mais geral, por que não falam das muçulmanas que lutam por sua liberdade, das que querem escolher os seus maridos, as que querem emancipar-se profissionalmente, as que querem ser tratadas como seres humanos dignos? Por que, esta imprensa que acredita que está ao lado das vítimas, não se interessa pelos massacres islâmicos no Sudão, com seus milhares de assassinatos? Por que não nos explica a aterradora asfixia que sofrem os cidadãos do Iêmen? Por que não consideram vítimas os pobres iraquianos massacrados pelos terroristas fundamentalistas? De fato, por que falam de insurgência e não de terrorismo?…
    Não. Não é correto. Porque a motivação não é a solidariedade, mas um estágio ideológico superior — ainda que moralmente inferior —: o que realmente interessa é poder usar as vítimas para estruturar, com convicção, o antiocidentalismo que é latente. Relativismo moral camuflado sob a crosta do esquerdismo.

    Por enquanto é isso.

    Obrigado pela atenção.

    Seu IP é de Sâo Paulo.

  15. Romanelli disse:

    SHIMON PERES (Chefe de estado Israelense) ao ser questionado sobre a DESPROPORÇÃO e morte de tantas crianças palestinas, vítimas inocentes desta carnificina, responde mais ou menos o seguinte:

    ” ..é que nós sabemos cuidar de nossas crianças…”

    Ave Maria, Ala, Elias …cinismo aqui é pouco não ?!

  16. Cesar A disse:

    Israel esta fazendo ataques muito pesados, o uso de bombas cluster, que se dividem em varias menores, e de fósforo branco é condenada por convenção internacional, é crime de guerra.

    Um historiador judeu afirmou que a ocupação do estado de Israel se fez com vários massacres de palestinos.

    Estão aproveitando o fim do governo bush para fazer os ataques, deve ter havido um acordo para poupar Obama politicamente, no dia 20 veremos um cessar-fogo e uma delegação americana para tratar de paz.

  17. Fernando disse:

    A volta de judeus para a região de Israel começou ainda na época do Império Otomano e não por conta de 2a Guerra Mundial. O Império Otomano autorizou a volta de judeus na tentativa de trazer pessoas que pudessem lhe trazer alguma vantagem comercial, visto que os judeus, por conta dos exôdos, eram grandes comerciantes. A 2a Guerra só fez o número de judeus aumentar drasticamente. E nessa época quem controlava a região eram a Inglaterra e a França.

    Quando o número de judeus cresceu tanto que já se equiparava ao de árabes, estes pediram a Inglaterra que proibisse a entrada de mais judeus na região. O que foi atendido. Isso levou a criação de grupos paramilitares judeus que lutavam contra a dominação inglesa.

    Ao fim da 1a Guerra foi o Império Otomano que caiu. Ao fimda 2a Guerra, a Inglaterra precisou se reestruturar saiu da região. Nessa época se forma a ONU e têm os EUA e a URSS como potências dominantes. É nesse momento que se forma o estado de Israel.

    O plano de partilha das terras pela ONU previa a criação de 2 estados: um judeu (Israel) e outro árabe (Palestina). Mas somente Israel tomou a inciativa de se proclamar um estado (antes da partilha ser finalizada pela ONU). Os árabes por outro lado não concordaram com um estado judeu e se revoltaram contra Israel.

    É esse momento de tensão que cria as fugas em massas (de judeus para Israel e de árabes para fora de Israel). Fugas essas que os árabes concordavam pois achavam que Israel não iria se sustentar por muito tempo.

    E é essa situação que se reflete até hoje. Milhões de pessoas foram expulsa de suas terras pelo exército de Israel e judeus por árabes. Pouco se fala da expulsão de judeus pois esses tinham para onde ir: Israel. Mas é um fato. Já os árabes palestinos nunca tiveram para onde ir pois não houve a ação da ONU e nem dos vizinhos árabes para criação do estado da Palestina. Os vizinhos árabes sempre trataram (e tratam) os palestinos como um problema. A Jordânia não os quis. O Egito não os quis (e não os quer). E no Líbano são tratados como uma população problemática até hoje.

    São sessenta anos de guerra que essa população palestina vive. E pouca ajuda tiveram.

    Nessa crise humanitária que vivem, grupos como o Hamas e Hezbolah são as únicas que fornecem ajuda com alimentação, educação, saúde, etc. Não é a toa que estes grupos possuem o prestígio que têm. Onde está a ONU? Onde estão os vizinhos árabes? Onde está os EUA que dizem querer criar um estado palestino? E mesmo Israel que tem uma dívida enorme com esse povo?

    Cadê as ações construtivas que ajudem a minimizar os sofrimentos? E desta forma criar condições para um diálogo? Os 2 lados só pensam em destruir. Enquanto uns fazem política e guerra a maior parte da população sofre.

  18. Paulo disse:

    Alguém precisa parar Israel. Ao desrespeitar até as Nações Unidas, os israelenses provam que estão agindo exatamente como os terroristas que dizem combater. A diferença é que estes são bárbaros; já Israel é um Estado que precisa se submeter às regras da comunidade internacional. A aguardar reações mundo afora contra essa mais nova atrocidade.

  19. Robety disse:

    Esse cara de Israel é laranja!

  20. Marcia disse:

    Me faz muito mal ver pessoas defendendo assassinos de crianças.
    Ponto.

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