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06/01/2009 - 15:15

Sem limites

Do Último Segundo

ONU afirma que escola estava demarcada; Israel diz ter respondido a ataque

GAZA – Um funcionário da ONU em Gaza disse que a escola onde dezenas de palestinos foram mortos por um bombardeio israelense, nesta terça-feira, estava claramente demarcada com uma bandeira da organização internacional e que sua localização havia sido comunicada às autoridades de Israel.

Da BBC

O vídeo da reportagem: clique aqui.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , ,

188 comentários para “Sem limites”

  1. Alexandre Meloni disse:

    Atenção pessoal,

    Um esclarecimento: o fato de eu ter elogiado o programa Arquivo N não significa que o programa tenha sido isento. Pelo contrário: O Sr. Willian Waak (me parece ser judeu ou descendente, pois sempre defende só o lado de israel) apresentou um trecho em que mostra um vídeo de ataque de homem bomba em israel. Não vi mostrarem nenhum ataque recente dos terroristas-de-uniforme de israel contra as crianças inocentes palestinos, com a mesma nitidez e a cores (perdi um pedacinho do programa). É sempre assim na mídia pig: Quando o ataque é contra israelenses, mostram todo o horror e dor. Quando o ataque é contra inocentes palestinos, quando muito dizem, sem imagens, “que morreram X palestinos! É vergonhosa a manipulação, pois entre esses X palestinos quase sempre tem mulheres e crianças, pois israel ataca as casas sem dó nem piedade!

    Arquivo N teve a virtude de mostrar aos ataques aos palestinos dos grupos terroristas israelenses Irgun, Stern a Haganá, ataques esses que causaram a diáspora dos palestinos. E teve a virtude de permitir a professora da USP Arlene Clemesha mostrar a história pelo lado palestino. Uma das poucas vezes em que vi a mídia mostrar o outro lado!

    Por que a mídia mundial reprisa dezenas e dezenas de vezes o chinês enfrentando o tanque da ditadura chinesa, mas esconde as imagens do “buldozer” (trator-tanque) israelense matando a jovem americana que se postou entre ele e a casa dos palestinos que ia ser destruída? Esse foi outro dos atos mais covarde que já vi na minha ida e é escondido pela mídia. Será que alguém poderia postar essas imagens?

    Por que a mídia mundial se esquece da imagem daquele garoto palestino sendo morto nos braços do pai pelas “forças de defesa” (sic) de israel?

    Por que a mídia mundial chama os defensores da ocupação da palestina de terrorista e enaltece os atos das resistências francesas, norueguesas, italianas, polonesas na Segunda Grande Guerra, que eram chamadas de terroristas pelos nazistas?

    Dois pesos, duas medidas! É por isso que os EUA e israel são tão repudiados em todo o mundo. Dá raiva ver como a mídia esconde as falcatruas dos dois. Graças à internet estamos conseguindo furar o bloqueio dessa manipulação sórdida!

    O grande problema da mídia é esse: manipula fingindo não manipular, pois quando mostra alguma verdade, só mostra em horário ou em canais de pouca penetração. ou se é jornal, bem pequenininho lá no meio do caderno, para ser visto por poucos!

  2. Alexandre Meloni disse:

    Um esclarecimento: o fato de eu ter elogiado o programa Arquivo N não significa que o programa tenha sido isento. Pelo contrário: O Sr. Willian Waak (me parece ser judeu ou descendente, pois sempre defende só o lado de israel) apresentou um trecho em que mostra um vídeo de ataque de homem bomba em israel. Não vi mostrarem nenhum ataque recente dos terroristas-de-uniforme de israel contra as crianças inocentes palestinas, com a mesma nitidez e a cores (perdi um pedacinho do programa). É sempre assim na mídia pig: Quando o ataque é contra israelenses, mostram todo o horror e dor. Quando o ataque é contra inocentes palestinos, quando muito dizem, sem imagens, “que morreram X palestinos! É vergonhosa a manipulação, pois entre esses X palestinos quase sempre tem mulheres e crianças, pois israel ataca as casas sem dó nem piedade!

    Arquivo N teve a virtude de mostrar aos ataques aos palestinos dos grupos terroristas israelenses Irgun, Stern a Haganá, ataques esses que causaram a diáspora dos palestinos. E teve a virtude de permitir a professora da USP Arlene Clemesha mostrar a história pelo lado palestino. Uma das poucas vezes em que vi a mídia mostrar o outro lado!

    Por que a mídia mundial reprisa dezenas e dezenas de vezes o chinês enfrentando o tanque da ditadura chinesa, mas esconde as imagens do “buldozer” (trator-tanque) israelense matando a jovem americana que se postou entre ele e a casa dos palestinos que ia ser destruída? Esse foi outro dos atos mais covardes que já vi na minha vida e que é escondido pela mídia. Será que alguém poderia postar essas imagens? Da mesma forma a mídia esconde que israel usa palestinos como escudo humanos, como já mostrados pelos debatedores aqui deste blog!

    Por que a mídia mundial se esquece da imagem daquele garoto palestino sendo morto nos braços do pai pelas “forças de defesa” (sic) de israel? Isso ocorreu nas terras dos palestinos, não em israel.

    Por que a mídia mundial chama os defensores da ocupação da palestina de terrorista e enaltece os atos das resistências francesas, norueguesas, italianas, polonesas na Segunda Grande Guerra, que eram chamadas de terroristas pelos nazistas?

    Dois pesos, duas medidas! É por isso que os EUA e israel são tão repudiados em todo o mundo. Dá raiva ver como a mídia esconde as falcatruas dos dois. Graças à internet estamos conseguindo furar o bloqueio dessa manipulação sórdida!

    O grande problema da mídia é esse: manipula fingindo não manipular, pois quando mostra alguma verdade, só mostra em horário ou em canais de pouca penetração. ou se é jornal, bem pequenininho lá no meio do caderno, para ser visto por poucos!

  3. Alexandre Meloni disse:

    O artigo “Tempo dos Virtuosos”, de Gideon Levy, no Haaretz (Tel Aviv, 9 de janeiro) é muito bom. Felizmente ainda existem pessoas sensatas em Israel (em maiúsculas). Infelizmente, são a minoria.

    A atual ação de israel ((em minúsculas) escancarou o objetivo, sempre bem disfarçado, do sionismo, que sempre foi o de fazer limpeza étnica. E escancarou a forma de ação da mídia, que sempre esconde fatos desabonadores a israel e sempre exaltou desabonos em relação aos palestinos, generalizando . A mídia faz isso por interesse pelo dinheiro.

    Quando criança a ação da mídia me manipulava. Quando houve a guerra dos 6 dias eu tinha 9 anos e achei bacana: um país pequeno e “bonzinho” conseguiu vencer um monte de grandões e “maus”.

    À medida que fui buscando informação (minha mãe era professora de história), fui percebendo o quanto a mídia nos manipulava, fui vendo o outro lado da história e vendo a verdade. Uma viagem que fiz à Europa em 1990 me abriu os olhos de vez: Ficou extremamente claro como a mídia e a elite manipulam os brasileiros. (PS: estou dentro dos 3% da elite). Fui assinante da veja 3 anos e cancelei nessa época, ao enxergar o quanto são enviesadas e distorcidas suas matérias pseudojornalísticas.

    Exemplos não faltam como a defesa do criminoso corruptor Daniel Dantas.

    A ação atual de israel é clara: provocou o Hamas a lançar mais foguetes para criar o álibi para atacar “para se defender” (sic). A verdade é que quer criar o fato consumado antes que Barak Obama assuma, pelo fato de Obama ainda ser uma incógnita, mas que pelo histórico deve atuar de forma bem diversa da defesa incondicional de bush. jr, derivada de estreiteza de visão mesclada a fundamentalismo religioso evangélico.

    israel sempre ataca a qualquer líder ou movimento palestino que dê alguma abertura à Paz, pois o objetivo sionista sempre foi fazer a limpeza étnica da região e garantir a posse das melhores terras e da água do Rio Jordão.
    Como eu disse, quando criança admirava Israel. David Bem Gurion me parecia uma pessoa boa. Aquele velhinho de cabeça branca, sempre em imagens agradáveis parecia bem legal. O mesmo quanto a Golda Meir, que me lembrava alguns aspectos de minha bisavó. À medida que me informei mais fui vendo a realidade muito deferente da mostrada pela mídia. Hoje por exemplo, o Globonews Painel com William Waak foi manipulação pura: Fazer um painel com duas pessoas do lado de Israel e uma (embaixador Azambuja) quase neutra? Isso é um painel, sr. Waak?

    Depois de começar a ler o livro “Imagem e Realidade do Conflito Israel-Palestina”, de Norman Finkelstein (historiador de origem judaica) caiu por terra, de vez, a imagem de Gurion e Golda. Finkelstein mostra que Gurion e Golda Meir sempre buscou a limpeza étnica na região.

    Vale a pena ler!

  4. Alexandre Meloni disse:

    Acho engraçado algumas das colocações aqui dos pró-genocídio, ao criticarem que o Hamas faz contrabando de armas e de que a culpa das forças de israel (terroristas-de-uniforme)matarem inocentes é dos palestinos. Só o fato de usarem a palavra “contrabando” já é para desclassificar os palestinos.

    Qual diferença entre as armas de israel e do Hamas? Só porque as armas de israel chegam de avião ou navio, aos bilhões de dólares, são armas boazinhas? As poucas armas que os palestinos conseguem para se defender são más? Existe arma boazinha e arma má?

    Tenham dó!

    Os nazisionistas realmente não têm argumentos!

  5. JJLABORET disse:

    Conclamo aos “escreventes” que aqui postam opiniões, que o façam com conhecimento de história, ao invés de colocarem disparates condenando uma ou outra parte. Se lhes faltarem meios para pesquisar, então ofereço-lhes uma ajuda: Eis…

    Canaã, a terra prometida! Que rolo Deus arrumou para os hebreus
    A Palestina é historicamente dos judeus. Tomada pelos hebreus comandados por Moisés às várias tribos (não árabes) de povos extintos, hoje sem descendência, foi por longo período a terra bíblica de Canaã. Em 50aC foi dominada pelos romanos e em 70dC sublevou-se contra esse domínio e Jerusalém, sua capital, foi tomada por Tito. Em 135 dC, nova revolta sufocada por Adriano, que junto com a Síria teve o mesmo destino: província anexada de Roma. Só com a queda do Império Romano, a Turquia invadiu e anexou a Palestina, tornando-a sua província e expulsando os povos judeus, descendentes históricos dos hebreus. Sob a Turquia começou a introdução da língua árabe, com a imigração de povos vizinhos tolerados pela Turquia na área. Em 1918 a Inglaterra tomou dos turcos a Palestina, ficando essa sob o mandato britânico até por volta de 1947, quando a Inglaterra renunciou a esse mandato. Acontece que quando sob domínio da Turquia ali se formou um povo de língua árabe, com descendência nascida no local, os hoje denominados palestinos. Ainda em 1947, após a renúncia da Inglaterra ao mandato sobre a Palestina, a ONU editou uma resolução criando o Estado de Israel naquelas terras por herança histórica, como forma de compensar o holocausto daquele povo pelos nazistas. Assim a Palestina foi desmembrada para os dois povos: os natos e os israelenses da diáspora. Convém lembrar que os palestinos nunca se constituíram em Estado. Era apenas um povo nascido no local, sem uma constituição formada em Estado. Portanto não reconhecidos. Em 1948 os judeus proclamaram ali o seu Estado. Logo, os vizinhos árabes (Síria, Egito, Jordânia, Líbano) se revoltaram, por não aceitarem ali, de volta os judeus, e pegaram em armas tentando a invasão e dissolução do Estado de Israel que malogrou em 1949. Após isso, o desmembramento da Palestina foi consolidado definitivamente. Mas os vizinhos árabes continuaram não aceitando Israel, e após sucessivas tentativas de invasão foram derrotados, com Israel ocupando a parte jordaniana da Palestina e a faixa de Gaza. Em 1979, Israel assinou o tratado de paz com o Egito, concedendo autonomia relativa para essas áreas, desocupando-as. Essa é a história. A palestina foi o berço do judaísmo, a continuação do povo hebreu que segundo a bíblia, ocupou depois de muitas agruras a terra de Canaã. Dalí foram expulsos pelos turcos, passando a vagar sem pátria pelos quatro cantos do mundo, até o holocausto. Também, sob o manto turco, ali se desenvolveu um povo formado pelos descendentes dos imigrantes dos vizinhos árabes. Povo de língua árabe e descendência árabe, os atuais palestinos. A conclusão é que ambos os povos têm razão de estarem ali agora. Portanto, deveriam tentar dividir a Palestina em duas nações: uma árabe, dos descendentes palestinos e outra judia, dos descendentes dos históricos hebreus. E viverem em paz. Israel aceita, porém os fundamentalistas islâmicos do Hamas não querem. Pregam a destruição pura e simples de Israel. como se isso fosse agora possível. Por fim, esclareço que a paz entre judeus e palestinos está nas mãos do próprio povo das duas nações e não nas mãos dos líderes islâmicos fanáticos do Hamas, nem tampouco dos líderes fanáticos ortodoxos judaicos, cujos seguidores roubaram as terras dos nascidos na Palestina, ocupando-as e negando-se a abandoná-las, preferindo a guerra. Como chegar à paz? Basta que o povo palestino não dê mais apoio ao Hamas, não saia às ruas vociferando quando morre um desses líderes e nunca mais vote nesse tipo de liderança insensata, perniciosa, terrorista, covarde e bélica. Que sacrifica inocentes por uma causa suja. E basta que o povo israelense dê um basta nos religiosos ortodoxos, usurpadores, imorais e belicosos, nunca votando em um religioso desses para o mando da nação e nem os apoiando. Outrossim, façam pressão para que abandonem as terras que roubaram dos palestinos natos.Esse é meu comentário, baseado na história e na razão. Portanto neutro!

  6. Bruno disse:

    Desproporcional é o repúdio aos ataques israelenses em contrapartida aos inúmeros ataques do Hamas. Querem condenar a morte de civis? O façam com ressalvas deixando bem claro que o Hamas é um grupo terrorista que não distingue crianças, mulheres, velhos e militares.

    Esses grupos islâmicos radicais aprovam qualquer morte de israelenses partindo do pressuposto de que como o serviço militar em Israel é obrigatório todos são militares.

    A esquerda brasileira tem se deliciado com essa guerra pra voltar a entoar seu mantra anti-ianque. Ainda mais em tempos de crise financeira.

    Falar em limites numa guerra? Existe isso?

  7. Marco Antônio disse:

    Sim, existem limites em uma guerra. A convenção internacional de Genebra, por exemplo, estabeleceu limites entre o totalmente inaceitável e intolerável em uma disputa bélica_ embora a própria guerra em si já seja inaceitável. Há, sim, também, uma desproporção entre os ataques hebraicos à Palestina, que já vitimaram mais de mil civis. É absolutamente risível tentar atribuir a culpa dessas mortes ao grupo Hamas. Israel sabe que a região é civil. Quem invadiu a região e disparou armas e canhões foram os judeus. Que carreguem as mortes na consciência. Nunca se viu o Estado Judeu empenhado na paz com a mesma euforia com que se lança à guerra. E curioso. Dizem que o povo palestino aprecia as mortes de judeus? Mas Israel, a exemplo dos EUA, sempre deflagra um conflito próximo às eleições, o que significa dizer que atacar os povos árabes gera crédito junto à população. Ainda me lembro de um Jornal Nacional, há uns três anos atrás, em que hebreus faziam manifestações pedindo o recrudescimento contra os palestinos. Questionada sobre o fato de o local a ser atacado também geraria mortes de crianças, uma professora universitária israelense (!!!!), de cartaz beligerante na mão, afirmou, aos berros: ” crianças? Mas eles vão crescer, e ficar como os pais. Então, que morram logo!” Pasme-se, uma professora universitária! E é com estes exemplos que Israel quer cognomizar seus antagonistas como ” extremistas” e ” terroristas”, atribuindo-se o monopólio da racionalidade e espírito de paz? Até a tradicional alienação dos brasileiros tem limite. Não se trata de ser a favor de um povo porque se é de direita ou de esquerda. Trata-se de enxergar interesses econômicos e a disparidade de forças que faz com que uma nação subjugue totalmente outra com a complacência da comunidade internacional. Mas justiça não é um vocábulo muito cultivado pela sociedade hedonista e mercantilizada de hoje.

  8. Alexandre Meloni disse:

    Caro direitóide Bruno,

    Como você aceita as distorções e propaganda sionista, não?

    Isso não é uma Guerra e mesmo em guerras se esperam atitudes mínimas de serem humanos, do contrário todos seremos bichos!

    israel vem tomando as terras dos palestinos ano a ano. É uma ocupação ilegal, suja, nojenta, RACISTA e NAZISTA! Sem dó de crianças!

    Os palestinos atacam com foguetes por que querem que israel deixem as suas terras, pois a ONU já tem várias resoluções pedindo a retirada de israel para as fronteiras definidas por ela (ONU) e esses genocidas de israel não obedecem.

    E os EUA são os maiores apoiadores desses genocidas, inclusive ganhando bilhões de dólares com a venda de armas e usando essas batalhas para testes dessas arma.

    Tudo isso é crueldade por dinheiro e para o roubo das terras dos palestinos e limpeza étnica. Métodos nazistas.

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