O Madoff dos anos 60
Maddof não foi nem o primeiro nem o último grande punguista internacional que tinha laços com o Brasil.
Uma das “locomotivas sociais” – como se dizia ne época – do Rio de Janeiro dos anos 50 e 60 foi Perla Lucena, frequentadora do chamado circuito Elizabeth Harden (Londres-Paris-Nova York), o mais disputado pelos diplomatas de todo mundo.
Uma das mulheres antológicas da elegância brasileira. Perla foi casada com Graham Mattison, financista que acabou envolvido em escândalos, acusado de ter enrolado a milionária Bárbara Hutton, que foi casada com Cary Grant.
O fato gerou uma série de TV “Poor Little Rich Girl: The Barbara Hutton Story”, em que o papel de Bárbara foi protagonizado por Farrah Fawcett e o de Mattison por David Ackroyd.
Autor: luisnassif - Categoria(s): História Tags:

” Certo ou errado,Chavez não ficou só na hipocrisia de condenar a covarde invasão promovida pelos judeus.”
Certo. Se amanha de manha todos os problemas do Oriente Medio fossem resolvidos, notaria se que ninguem do Oriente Medio tem qualquer controle sobre o petroleo, e que ele estaria todinho nas maos de estrangeiros.
Proxima parada neocon: America Central e do Sul.
Julieta, me referi ao Star Trek porque a publicação fundiu tanto a minha cuca que as sobrancelhas começaram a levantar como as do Dr. Spok. Nem o oráculo destes tempos, o Google, conseguiu aliviar a barra. Quando cheguei no seu comentário senti-me aliviada por ter mais gente a não entender. Sou bem mais jovem que isso, mas contando com o atraso da TV brasileira em exibir os enlatados me tornei espectadora de uma das séries surgidas em meados da década de 1960, salvo erro. Traduzida aqui por Jornada nas Estrelas. Há quem tenha nos dias de hoje até brinco comunicador e participa de encontros internacionais conferindo os últimos lançamentos de acessórios e falam a língua klingon, criada pela série, incrível. Meu comentário foi elíptico, eu sei… mas entre os Trek, se bem me recordo, além de homens e mulheres, existem humanóides, robôs etc. Não tem a ver com conversa apenas de meninos, se foi o que entendeu. Eu quis dizer que parecia outra língua. Depois pensei, a gente não precisa mesmo saber tudo, não é?
Nassif, a postagem me fez pensar se as mulheres, para melhor circularem na aristocracia, não desenvolveram artimanhas que misturam elegância sedutora e gesto certeiro, um jeito dúbio de lidar com o sistema que o cinema tanto explorou. Intuo que para sobreviver nesses ambientes não havia (ou continua não havendo) espaço para a loucura e que é fundamental não ser pego com a mão na massada. Quero dizer, roubar pode, o que não pode é ser pego. Para o cinema, um prato cheio.
Mas creio que esse assunto já rendeu.
Anarquista,
concordo em tudo. neste quesito o Brasil é imbativel….
por isso penso como você: menos Estado menos roubo.
antes de qualquer replica: sou contra Governo americano ajudar Banco/fundo/empresa que teve seu produto/dinheiro mal gerido.
Estão fazendo curso para serem igual o Brasil, prova da decadencia americana…..
RESPOSTA AO SR. BENEDITO LEMES(POST DE ONTEM).
Caro Benedito Lemes, Não lhe respondi tempestivamente, porque tinha certeza que, após alta de 10% o tal mercado ia dar uma derrubada “ligth” nas bolsas. Sem nenhum fundamento econômico, sem produzir nenhum parafuso, sem nada que explique o fato… somente especulação e manipulação. Nunca, nenhum ser humano, em sã consciência, poderá classificar como normal tal fato. Cada guinada dada pelo mercado, arrasta consigo o dolar, as comodities, os níveis de produção e os empregos, inclusive o seu. Se é empresário, poderá quebrar sua empresa. Se é financista, a água vai secar. O que a maoir parte dos economistas não admitem é que o único fator capaz de gerar riquezas é o trabalho. As matérias-primas, os insumos, tudo o demais está aí, nunca aumentou desde que o mundo é mundo… como dizia Lavosier, nada se cria, nada se perde, tudo se tranforma!!! È Sr. Benedito, se tranforma com a ação do trabalho e no máximo muda de mãos. Por isso que defendo o controle rígido das ações do mercado financeiro, limitando suas incursões, tributando seus lucros, e encurtando suas rédeas, a fim de que sejam tolhidos na especulação e manipulação.
Nassif, parece-me querer dizer muito mais do que escreve Então, censura-se. É como se estivesse sob o AI5 da época dos generais.
Um grande pilatra era ACM, o cara conseguiu convencer um Estado inteiro, a BA, que sair inaugurando banco pelo interior como se fosse escola era sinal absoluto de competência, e quase conseguiu eleger o presidetne do banco, um tal de Cleristom, se não fosse a intervenção da Força lá de cima,
Sr. Zé Chico, não consegui encontrar o post citado, porém suas declarações são brilhantes e concordo integralmente com elas. O mercado não pode continuar dominando o mundo da maneira atual, sem produzir nada. Do jeito que está o neo liberalismo ganha força novamente.
Nassif, esse nome Perla de Lucena (acredito que conhecí pessoa dessa família), não me é estranho. A única coisa que lembro, relativo a essa estória, que na verdade não tem nada a ver, era a fábrica de perfumes e cosméticos “Elizabeth Arden”, na década de 60, no bairro de S.Cristòvão, que exalava odores maravilhosos, pelas ruas do bairro.