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05/01/2009 - 20:32

Guerra de extermínio

Do Estadão

Feridos em Gaza morrem esperando socorro, diz Cruz Vermelha

Ambulâncias não conseguem chegar até as vítimas devido aos contínuos bombardeios na Faixa, afirma órgão

Efe

Bebê palestino ferido é socorrido em Gaza

Reuters

Feridos em Gaza morrem esperando socorro, diz Cruz Vermelha

GENEBRA – O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) informou nesta segunda-feira, 5, que a situação é tão dramática em Gaza que alguns feridos “morrem enquanto esperam a chegada de uma ambulância”. O responsável do escritório em Gaza, Antoine Grand, assegurou que as ambulâncias não conseguem chegar ao local onde se encontram as vítimas do conflito, por causa dos contínuos combates e bombardeios.

Soma-se a isso o fato de que grande parte do pessoal de saúde não pode trabalhar pela mesma razão e aqueles que conseguem, “já estão exaustos” ao chegar, disse Grand, após afirmar que as salas de emergência e a unidade de terapia intensiva da maioria dos hospitais não podem receber mais pacientes.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , ,

67 comentários para “Guerra de extermínio”

  1. waleria disse:

    Para conhecerem o que ocorre em Gaza e em toda Palestina, desde o final do século 19, principalmente à partir dos anos 20/30 do século 20… até os dias de hoje.

    Para entender a política de “limpeza étnica e cultural” e o que acontece hoje na faixa de Gaza, LEIAM PAPPE.

    Um hebreu que teve a família morta pelo nazismo, e que explica tudo sobre o genocídio. Com isenção.

    Leiam Pappe por favor!

  2. waleria disse:

    The Ethnic Cleansing of Palestine – Ilan Pappé, 2007.

    Imperdível para quem quer conhecer a realidade sobre a Palestina, e a origem do extermínio em Gaza.

  3. Mario Blaya disse:

    acho que precisamos definir se o lobby “judeu” é tão poderoso que impõe sua verdade na imprensa ou se Israel precisa impedir a imprensa de acessar a zona de conflito para evitar mostrar imagens e/ou materias negativas. As duas situações se auto-eliminam não é mesmo?

  4. waleria disse:

    Do alto Xingu o indio Tupi tem razão.

    Obama se mostra um cachorrinho de Israel.

    Ou seja, a mudança de Obama é a mudança para não mudar coisa nenhuma.

    Começo a achar que Obama será o maior furo n’agua que já vimos.

    Esse n’agua não faço idéia se existe na nova ortografia portuguesa – nem na antiga! hahaha!

  5. O comentarista Nei Simas tem toda a razão quando diz:
    “Pobre povo judeu, vai pagar pela brutalidade dos nazistas israelenses.”
    O “pobre povo americano” ja esta pagando pela brutalidade dos nazistas americanos, apesar de ouvirmos bem pouco que uma das razões da crise economica ter sido justamente o desequilíbrio causado pelo alto custo da invasão do Iraque. Contudo seria bom observar que enquanto estavam ganhando a guerra, massacrando civis, a grande maioria dos americanos era favorável a brutalidade.

  6. Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras. Mas uma palavra é mais do que um nome, ela expressa todo um conjunto de idéias abstratas e podem influenciar decisivamente a perspectiva de quem com ela se defronta.

    Concordo que há um abuso do estado de Israel na defesa de seu território e população, aplicando força desproporcional e expondo civis palestinos aos horrores de uma guerra.

    Mas expressões como “guerra total”, “guerra de extermínio” têm um significado relativamente bem definido e não devem ser usados indiscriminadamente. Nenhuma das duas expressões se aplicam ao caso.

    Para se caracterizar uma guerra total por parte de uma nação ou entidade, esta deve estar a utilizar *todos* os seus recursos (bélicos, industriais, humanos, agrícolas, etc) nos esforços de guerra. Israel não está a utilizar todo seu recurso bélico.

    Guerra de extermínio caracteriza-se pelo objetivo de eliminar o inimigo, matando-o a todos. Embora claramente Israel deseje neutralizar o comando do Hamas, não há indícios de que pretenda exterminar todos os seus membros.

    []s,

    Roberto Takata

  7. Tenente EB disse:

    A PF pode até querer ser o FBI, mas poderia também ter seu modelo próprio, com muito mais chances de dar certo no Brasil. Nosso sistema jurídico-policial é uma loucura para pessoas de fora, pois mistura diversas matizes que não dialogam entre si.
    Só no Brasil temos a idéia de PM (Alemanha) e Ministério Público (”O Quarto Poder” na França), para citar.

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