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	<title>Comentários sobre: Estado policial ou gangster?</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Por: Raphael Nascimento</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-2/#comment-333111</link>
		<dc:creator>Raphael Nascimento</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 11:48:20 +0000</pubDate>
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		<description>Na Justiça, corrupção tem muitas faces

“O JUIZ DEVE TER COMPOSTURA”


Desperdiçou tempo, desgastou o repórter, desinformou o leitor. Foi isso o que o ministro Gilson Dipp conseguiu com pretensiosa e suposta transparência em entrevista concedida a “O Globo”.

O magistrado, corregedor do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) pretendeu examinar e expor os erros da Justiça. Mas falhou inteiramente pelo fato de usar óculos bifocais com as lentes trocadas.

Assim, não viu nada ou viu tudo deformado. Textual: “Não tenho constrangimento em investigar ou condenar colegas”. Como corregedor do CNJ está acima do presidente desse órgão, ministro Gilmar Mendes? Falou muito em transparência, mas tudo em volta ficou na mais completa escuridão.

Toda a entrevista do ministro-corregedor se enquadra, vá lá, se enquadraria, na disputa do juiz De Sanctis com o ministro Gilmar Mendes. Gilson Dipp falou muito em corrupção, mas especificamente, no caso, passível de corrupção, só mesmo Daniel Dantas.

Que foi aliás, quem provocou todo o desequilíbrio do sistema, por causa do seu relacionamento com Gilmar Mendes, quando este era advogado geral da União.

Se não existe crime de corrupção, e não há mesmo, aparecem incoerências, contradições, privilégios e favorecimentos. O juiz De Sanctis mandou prender Daniel Dantas, era obrigação. Gilmar Mendes mandou soltá-lo, seria um direito, excluído naturalmente o relacionamento entre o ministro e Daniel Dantas.

Com novas provas (como afirmou) o juiz prendeu Dantas pela segunda vez, Gilmar soltou-o outra vez. O fato era tão estranho, o Supremo estava em recesso. Voltando, um ministro “leu” manifesto a “favor” de Gilmar, sem assinatura ou unanimidade. Gilmar presidiu a sessão “do louvor”, tão constrangido, que imediatamente encerrou a sessão.

As incoerências do presidente do Supremo não pararam mais. Com o Supremo em recesso, foi a Fortaleza por um dia, numa viagem que parecia misteriosa. Mas que eu desvendei, revelei e expliquei.

Na terceira intervenção, o bravo juiz de primeira instância condenou Daniel Dantas a 10 anos de prisão. Mas cometeu um equívoco, descuido, desatenção: não determinou a prisão de Daniel Dantas. Poderia e deveria ter feito isso, e aí Gilmar Mendes não teria condições de interferir.

O ministro Dipp acerta em cheio: “Nenhum juiz tem que criticar decisão do outro. Existe um sistema processual que deve ser utilizado e ponto final”. Magnífico, crítica velada e ao mesmo tempo aberta ao presidente do Supremo.

O juiz De Sanctis representa uma instância. Habeas-corpus não é instância e sim recurso eventual. Se De Sanctis tivesse mandado prender Daniel Dantas depois da sentença, ele ficaria preso até o caso ser examinado na instância superior. (Que é o Superior Tribunal de Justiça, ao qual pertence o próprio Gilson Dipp.)

O repórter pergunta sobre corrupção entre juízes, o ministro responde com sabedoria: “São falhas de caráter”. Então é preciso reformar o sistema judiciário para evitar “essas falhas de caráter”.

Existe um exemplo perfeito e irrefutável: o que acontece na Corte Suprema dos EUA. Lá a prioridade dos processos e a pauta diária do tribunal, não são organizadas pelos juízes (lá não existe ministro, todos são juízes) e sim por Oficiais de Justiça. Estes estão imunes à corrupção?

Evidentemente que não. Só que os 9 juízes não podem ser punidos, os Oficiais de Justiça, se cometerem desvios de conduta, são demitidos e presos. Não têm imunidade.

PS – No final, o ministro Dipp merece elogio franco: “Os juízes devem ter compostura”. Passar o Natal na casa do advogado de Daniel Dantas, como fez o ministro Gilmar Mendes, é prova de “boa conduta?”

http://www.tribuna.inf.br/coluna.asp?coluna=helio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na Justiça, corrupção tem muitas faces</p>
<p>“O JUIZ DEVE TER COMPOSTURA”</p>
<p>Desperdiçou tempo, desgastou o repórter, desinformou o leitor. Foi isso o que o ministro Gilson Dipp conseguiu com pretensiosa e suposta transparência em entrevista concedida a “O Globo”.</p>
<p>O magistrado, corregedor do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) pretendeu examinar e expor os erros da Justiça. Mas falhou inteiramente pelo fato de usar óculos bifocais com as lentes trocadas.</p>
<p>Assim, não viu nada ou viu tudo deformado. Textual: “Não tenho constrangimento em investigar ou condenar colegas”. Como corregedor do CNJ está acima do presidente desse órgão, ministro Gilmar Mendes? Falou muito em transparência, mas tudo em volta ficou na mais completa escuridão.</p>
<p>Toda a entrevista do ministro-corregedor se enquadra, vá lá, se enquadraria, na disputa do juiz De Sanctis com o ministro Gilmar Mendes. Gilson Dipp falou muito em corrupção, mas especificamente, no caso, passível de corrupção, só mesmo Daniel Dantas.</p>
<p>Que foi aliás, quem provocou todo o desequilíbrio do sistema, por causa do seu relacionamento com Gilmar Mendes, quando este era advogado geral da União.</p>
<p>Se não existe crime de corrupção, e não há mesmo, aparecem incoerências, contradições, privilégios e favorecimentos. O juiz De Sanctis mandou prender Daniel Dantas, era obrigação. Gilmar Mendes mandou soltá-lo, seria um direito, excluído naturalmente o relacionamento entre o ministro e Daniel Dantas.</p>
<p>Com novas provas (como afirmou) o juiz prendeu Dantas pela segunda vez, Gilmar soltou-o outra vez. O fato era tão estranho, o Supremo estava em recesso. Voltando, um ministro “leu” manifesto a “favor” de Gilmar, sem assinatura ou unanimidade. Gilmar presidiu a sessão “do louvor”, tão constrangido, que imediatamente encerrou a sessão.</p>
<p>As incoerências do presidente do Supremo não pararam mais. Com o Supremo em recesso, foi a Fortaleza por um dia, numa viagem que parecia misteriosa. Mas que eu desvendei, revelei e expliquei.</p>
<p>Na terceira intervenção, o bravo juiz de primeira instância condenou Daniel Dantas a 10 anos de prisão. Mas cometeu um equívoco, descuido, desatenção: não determinou a prisão de Daniel Dantas. Poderia e deveria ter feito isso, e aí Gilmar Mendes não teria condições de interferir.</p>
<p>O ministro Dipp acerta em cheio: “Nenhum juiz tem que criticar decisão do outro. Existe um sistema processual que deve ser utilizado e ponto final”. Magnífico, crítica velada e ao mesmo tempo aberta ao presidente do Supremo.</p>
<p>O juiz De Sanctis representa uma instância. Habeas-corpus não é instância e sim recurso eventual. Se De Sanctis tivesse mandado prender Daniel Dantas depois da sentença, ele ficaria preso até o caso ser examinado na instância superior. (Que é o Superior Tribunal de Justiça, ao qual pertence o próprio Gilson Dipp.)</p>
<p>O repórter pergunta sobre corrupção entre juízes, o ministro responde com sabedoria: “São falhas de caráter”. Então é preciso reformar o sistema judiciário para evitar “essas falhas de caráter”.</p>
<p>Existe um exemplo perfeito e irrefutável: o que acontece na Corte Suprema dos EUA. Lá a prioridade dos processos e a pauta diária do tribunal, não são organizadas pelos juízes (lá não existe ministro, todos são juízes) e sim por Oficiais de Justiça. Estes estão imunes à corrupção?</p>
<p>Evidentemente que não. Só que os 9 juízes não podem ser punidos, os Oficiais de Justiça, se cometerem desvios de conduta, são demitidos e presos. Não têm imunidade.</p>
<p>PS – No final, o ministro Dipp merece elogio franco: “Os juízes devem ter compostura”. Passar o Natal na casa do advogado de Daniel Dantas, como fez o ministro Gilmar Mendes, é prova de “boa conduta?”</p>
<p><a href="http://www.tribuna.inf.br/coluna.asp?coluna=helio" rel="nofollow">http://www.tribuna.inf.br/coluna.asp?coluna=helio</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Bruno Ferreira</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-2/#comment-332562</link>
		<dc:creator>Bruno Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 05:05:07 +0000</pubDate>
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		<description>Abrir mão das garantias constitucionais é complicado, ainda que sob o pretexto de combater crimes, seja quais forem eles, desde a corrupção ativa e passiva puras e simples até o latrocínio. A constituição está aí para ser respeitada, assim como as leis processuais penais. Flexibilizar garantias sob o pretexto de combater crimes é coisa das ditaduras, meus caros, não é atitude de Estado democrático. Por isso que entendo que foi problemática a frase de Fausto de Sanctis, quando disse que a constituição não passa de um documento. É um documento sim, mas que serve de limitação aos poderes do Estado, e é aí que entram os direitos fundamentais. Concordo que o foco deveria ser nos crimes, mas sem deixar de lado possíveis abusos da polícia, caso ocorram. O problema, no caso Dantas, é que nem sabemos direito quais são os crimes, uma vez que as informações vazadas do inquérito sigiloso são picadas. Fica difícil focar nos crimes quando nem sabemos direito quais são eles. Podem reparar, quando se fala no caso Dantas, o máximo que se fala de concreto é que ele teria conchavos com setores da mídia e estaria envolvido em lavagem de dinheiro, corrupção, etc, sem haver o mínimo de individualização das condutas. Fala-se das suspeitas e dos crimes, sem se dizer quando e como tudo foi cometido. Temo que tais informações nunca virão para a opinião pública de modo oficial, mas apenas de modo oficioso. Aí fica difícil focar nos crimes, a não ser que se fique teorizando sobre eles.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Abrir mão das garantias constitucionais é complicado, ainda que sob o pretexto de combater crimes, seja quais forem eles, desde a corrupção ativa e passiva puras e simples até o latrocínio. A constituição está aí para ser respeitada, assim como as leis processuais penais. Flexibilizar garantias sob o pretexto de combater crimes é coisa das ditaduras, meus caros, não é atitude de Estado democrático. Por isso que entendo que foi problemática a frase de Fausto de Sanctis, quando disse que a constituição não passa de um documento. É um documento sim, mas que serve de limitação aos poderes do Estado, e é aí que entram os direitos fundamentais. Concordo que o foco deveria ser nos crimes, mas sem deixar de lado possíveis abusos da polícia, caso ocorram. O problema, no caso Dantas, é que nem sabemos direito quais são os crimes, uma vez que as informações vazadas do inquérito sigiloso são picadas. Fica difícil focar nos crimes quando nem sabemos direito quais são eles. Podem reparar, quando se fala no caso Dantas, o máximo que se fala de concreto é que ele teria conchavos com setores da mídia e estaria envolvido em lavagem de dinheiro, corrupção, etc, sem haver o mínimo de individualização das condutas. Fala-se das suspeitas e dos crimes, sem se dizer quando e como tudo foi cometido. Temo que tais informações nunca virão para a opinião pública de modo oficial, mas apenas de modo oficioso. Aí fica difícil focar nos crimes, a não ser que se fique teorizando sobre eles.</p>
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	<item>
		<title>Por: João Vergílio</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-2/#comment-330611</link>
		<dc:creator>João Vergílio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 21:51:10 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Então, em vez de nos perguntarmos se no Brasil é corrente ou subjacente um Estado policial ou gângster, precisamos nos perguntar se é pelo menos democrático.&quot;

Luiz Horácio

MInha opinião é a seguinte. Nós, da classe média, vivemos numa democracia. Um miserável brasileiro vive numa ditadura, sem nenhum direito efetivo. Lembre-se da foto de uma cela de cadeia, por exemplo. 

Vez por outra, o Gilmar Mendes dá um habeas corpus escrito num papel de pão para poder dizer, depois, nas entrevistas, que as instituições funcionam. Nâo funcionam coisa nenhuma. O que existe é um caldeirão social fervendo o tempo todo, e um gigantesco e brutal aparato de repressão montado para manter as coisas no lugar a qualquer custo. Com direito a tortura, e tudo mais.

Os juristas precisam parar de se preocupar tanto com as REGRAS, e olhar mais para a REGULARIDADE instituída por elas. Somos uma democracia do ponto de vista das regras. A regularidade instituída no país está muito longe disso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Então, em vez de nos perguntarmos se no Brasil é corrente ou subjacente um Estado policial ou gângster, precisamos nos perguntar se é pelo menos democrático.&#8221;</p>
<p>Luiz Horácio</p>
<p>MInha opinião é a seguinte. Nós, da classe média, vivemos numa democracia. Um miserável brasileiro vive numa ditadura, sem nenhum direito efetivo. Lembre-se da foto de uma cela de cadeia, por exemplo. </p>
<p>Vez por outra, o Gilmar Mendes dá um habeas corpus escrito num papel de pão para poder dizer, depois, nas entrevistas, que as instituições funcionam. Nâo funcionam coisa nenhuma. O que existe é um caldeirão social fervendo o tempo todo, e um gigantesco e brutal aparato de repressão montado para manter as coisas no lugar a qualquer custo. Com direito a tortura, e tudo mais.</p>
<p>Os juristas precisam parar de se preocupar tanto com as REGRAS, e olhar mais para a REGULARIDADE instituída por elas. Somos uma democracia do ponto de vista das regras. A regularidade instituída no país está muito longe disso.</p>
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	<item>
		<title>Por: peregrino</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-2/#comment-330442</link>
		<dc:creator>peregrino</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 21:15:09 +0000</pubDate>
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		<description>de repente é por aí mesmo, João Vergílio...perfeito
mas pudesse eu escrever com a clareza do Luiz Horacio...concordo plenamente com que foi colocado e diria também que os “concentrados”, como sempre, estão condenados ao fracasso, pois o tempo não fica suspenso enquanto eles projetam suas  pirâmides e catedrais !!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>de repente é por aí mesmo, João Vergílio&#8230;perfeito<br />
mas pudesse eu escrever com a clareza do Luiz Horacio&#8230;concordo plenamente com que foi colocado e diria também que os “concentrados”, como sempre, estão condenados ao fracasso, pois o tempo não fica suspenso enquanto eles projetam suas  pirâmides e catedrais !!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Wesley Silva</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-330031</link>
		<dc:creator>Wesley Silva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 18:45:35 +0000</pubDate>
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		<description>Perfeito o texto do Alexandre, curioso salientar que a expressão: Estado Policialesco veio à tona (por puro oportunismo) num passado muito recente. Enquanto a polícia prendia apenas os ladrões de  não se cogitava em Estado Policialesco. No momento em que a Polícia Federal em parceria com o MPF e a JF passou a alcançar àqueles que a sociedade de bem sempre quisera ver atrás das grades, mais que depressa, insurgiram -se os defensores da (GM) Democracia, das (DD) Garantias Individuais, (PIG)etc, alardeando os abusos (?) do Estado contra o cidadão.
Não há que se falar em Estado Policial. O que existe na conjuntura atual é apenas um esforço, homérico, diga-se de passagem, de um seguimento policial de visão privilegiada e acertada, no combate das principais mazelas que acometem essa República, dentre estas o Câncer instalado no Organismo, que é o crime organizado, que ao que consta do diagnóstico propalado, possui células cancerígenas instaladas nos principais Órgãos do Corpo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perfeito o texto do Alexandre, curioso salientar que a expressão: Estado Policialesco veio à tona (por puro oportunismo) num passado muito recente. Enquanto a polícia prendia apenas os ladrões de  não se cogitava em Estado Policialesco. No momento em que a Polícia Federal em parceria com o MPF e a JF passou a alcançar àqueles que a sociedade de bem sempre quisera ver atrás das grades, mais que depressa, insurgiram -se os defensores da (GM) Democracia, das (DD) Garantias Individuais, (PIG)etc, alardeando os abusos (?) do Estado contra o cidadão.<br />
Não há que se falar em Estado Policial. O que existe na conjuntura atual é apenas um esforço, homérico, diga-se de passagem, de um seguimento policial de visão privilegiada e acertada, no combate das principais mazelas que acometem essa República, dentre estas o Câncer instalado no Organismo, que é o crime organizado, que ao que consta do diagnóstico propalado, possui células cancerígenas instaladas nos principais Órgãos do Corpo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Souza</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-329282</link>
		<dc:creator>Alexandre Souza</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 16:32:23 +0000</pubDate>
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		<description>Eu pergunto: Qual o temor de um cidadão de bem, que paga seus impostos e cumpre suas obrigações, caso o Brasil vivesse um Estado Policial? Acho que ele teria (ou será que já tem) se vivesse num estado como esse que nós vivemos. O da impunidade, aonde, as vezes temos vergonha de sermos honestos
alex</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu pergunto: Qual o temor de um cidadão de bem, que paga seus impostos e cumpre suas obrigações, caso o Brasil vivesse um Estado Policial? Acho que ele teria (ou será que já tem) se vivesse num estado como esse que nós vivemos. O da impunidade, aonde, as vezes temos vergonha de sermos honestos<br />
alex</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Vergílio</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-329072</link>
		<dc:creator>João Vergílio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 15:11:25 +0000</pubDate>
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		<description>A máxima de Gilmar Mendes é a seguinte: &quot;Aos amigos, Dworkin; aos inimigos, Kelsen!&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A máxima de Gilmar Mendes é a seguinte: &#8220;Aos amigos, Dworkin; aos inimigos, Kelsen!&#8221;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Horacio</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328951</link>
		<dc:creator>Luiz Horacio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 14:43:26 +0000</pubDate>
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		<description>No Globo Painel mais recente um dos entrevistados foi embaixador brasileiro em lugares muito importantes, e hoje faz análises estratégicas. Em dado momento, ele afirmou, a fim de de postular para o Brasil uma posição entre os novos &quot;centros regionais de poder&quot;, quase em tom de checagem da própria afirmação, que o Brasil é uma democracia, e prosseguiu com a descrição das outras condições favoráveis ao país, com as quais concordo, mas, naquele instante, percebi no debate um instante de silêncio, como se todos repetissem a mesma &quot;checagem&quot; ou reflexão. Ficou no sub-consciente a dúvida: o Brasil é mesmo uma democracia? Qual poderia ser essa dúvida?

Acho que tem tudo a ver com esta questão levantada, dos riscos para o Estado brasileiro e para a democracia em nossa sociedade, e mesmo para as postulações do país: ter enormes recursos básicos significa acesso ao G-20, e mesmo ao G-8 ampliado, mas não é suficiente, este é o ponto.

Então, em vez de nos perguntarmos se no Brasil é corrente ou subjacente um Estado policial ou gângster, precisamos nos perguntar se é pelo menos democrático. Se as instituições cumprem seu papel e se a cidadania também cumpre o seu papel. Se isto ocorrer, naturalmente há a profilaxia institucional evitando que a corrupção e os abusos se reproduzam. Enquanto a democracia não se fortalecer de fato, especialmente nos momentos de confronto, como é o caso, a comunidade internacional não vai confiar inteiramente no Brasil, e o país não terá tanta importância no cenário internacional, a não ser pelos recursos naturais. A diferença, então, está no desenvolvimento social e institucional, pois o natural nós já garantimos. O Brasil não pode continuar a ser uma democracia &quot;em formação&quot;, superficial ou formal, ou até eventual, recuando nos momentos decisivos. O Brasil e os brasileiros precisam jogar integralmente esse jogo, para serem reconhecidos efetivamente como liderança global. Não dá mais prá jogar o jogo do &quot;conforme a música&quot;, às vezes interessa para quem está &quot;lá em cima&quot;, uma coisa, às vezes interessa outra. Pois esse jogo os estrangeiros estão cansados de ver, e creio que a opinião pública brasileira também já se cansou dele. As aparências enganariam cada vez menos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No Globo Painel mais recente um dos entrevistados foi embaixador brasileiro em lugares muito importantes, e hoje faz análises estratégicas. Em dado momento, ele afirmou, a fim de de postular para o Brasil uma posição entre os novos &#8220;centros regionais de poder&#8221;, quase em tom de checagem da própria afirmação, que o Brasil é uma democracia, e prosseguiu com a descrição das outras condições favoráveis ao país, com as quais concordo, mas, naquele instante, percebi no debate um instante de silêncio, como se todos repetissem a mesma &#8220;checagem&#8221; ou reflexão. Ficou no sub-consciente a dúvida: o Brasil é mesmo uma democracia? Qual poderia ser essa dúvida?</p>
<p>Acho que tem tudo a ver com esta questão levantada, dos riscos para o Estado brasileiro e para a democracia em nossa sociedade, e mesmo para as postulações do país: ter enormes recursos básicos significa acesso ao G-20, e mesmo ao G-8 ampliado, mas não é suficiente, este é o ponto.</p>
<p>Então, em vez de nos perguntarmos se no Brasil é corrente ou subjacente um Estado policial ou gângster, precisamos nos perguntar se é pelo menos democrático. Se as instituições cumprem seu papel e se a cidadania também cumpre o seu papel. Se isto ocorrer, naturalmente há a profilaxia institucional evitando que a corrupção e os abusos se reproduzam. Enquanto a democracia não se fortalecer de fato, especialmente nos momentos de confronto, como é o caso, a comunidade internacional não vai confiar inteiramente no Brasil, e o país não terá tanta importância no cenário internacional, a não ser pelos recursos naturais. A diferença, então, está no desenvolvimento social e institucional, pois o natural nós já garantimos. O Brasil não pode continuar a ser uma democracia &#8220;em formação&#8221;, superficial ou formal, ou até eventual, recuando nos momentos decisivos. O Brasil e os brasileiros precisam jogar integralmente esse jogo, para serem reconhecidos efetivamente como liderança global. Não dá mais prá jogar o jogo do &#8220;conforme a música&#8221;, às vezes interessa para quem está &#8220;lá em cima&#8221;, uma coisa, às vezes interessa outra. Pois esse jogo os estrangeiros estão cansados de ver, e creio que a opinião pública brasileira também já se cansou dele. As aparências enganariam cada vez menos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Orides</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328932</link>
		<dc:creator>Orides</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 14:42:22 +0000</pubDate>
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		<description>Senhores,

Será impossível deixar de filigranas e chamar esse pessoal de quadrilha de bandidos?

Por que insistir em passar a mão na cabeça dessa cambada?

É bom explicar as mil maneiras que usam para mentir, mas chamá-los pelo verdadeiro nome ajuda muito a esclarecer quem são.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhores,</p>
<p>Será impossível deixar de filigranas e chamar esse pessoal de quadrilha de bandidos?</p>
<p>Por que insistir em passar a mão na cabeça dessa cambada?</p>
<p>É bom explicar as mil maneiras que usam para mentir, mas chamá-los pelo verdadeiro nome ajuda muito a esclarecer quem são.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: peregrino</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328852</link>
		<dc:creator>peregrino</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 14:28:47 +0000</pubDate>
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		<description>Pelo meu ponto de vista, acredito que caberia uma peça a mais neste quebra-cabeça de ameaças, conquistas e de rotas...a influência  da grande mídia que vem se mostrando assustadoramente tendenciosa e, como não poderia deixar de ser, faz tempo, vergonhosamente comprometida e somando barbaridades
Há justificativas aceitáveis, sabemos, mas já está beirando à ilegalidade o entendimento de que à mídia é permitido também gerar dúvidas...é bom prestar muita atenção neste ponto, pois entrar numa de se defender com a alegação de que é para permitir que as coisas sejam esclarecidas em todos os sentidos é uma tremenda furada e pode fazer com que venha ser detonado com um único artigo o mecanismo de proteção mais eficiente da imprensa... “proteção da fonte”
Podemos tolerar, sim, a existência da fonte, mas a ideologia e o propósito, jamais !!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo meu ponto de vista, acredito que caberia uma peça a mais neste quebra-cabeça de ameaças, conquistas e de rotas&#8230;a influência  da grande mídia que vem se mostrando assustadoramente tendenciosa e, como não poderia deixar de ser, faz tempo, vergonhosamente comprometida e somando barbaridades<br />
Há justificativas aceitáveis, sabemos, mas já está beirando à ilegalidade o entendimento de que à mídia é permitido também gerar dúvidas&#8230;é bom prestar muita atenção neste ponto, pois entrar numa de se defender com a alegação de que é para permitir que as coisas sejam esclarecidas em todos os sentidos é uma tremenda furada e pode fazer com que venha ser detonado com um único artigo o mecanismo de proteção mais eficiente da imprensa&#8230; “proteção da fonte”<br />
Podemos tolerar, sim, a existência da fonte, mas a ideologia e o propósito, jamais !!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ivan Moraes</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328801</link>
		<dc:creator>Ivan Moraes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 14:13:50 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;O foco do debate é deslocado para as estrelas, invocando-se temas universais como o da “liberdade”, o da “dignidade da pessoa humana” e o da “garantia dos direitos fundamentais”. Coisas importantes no mundo jurídico, mas que jamais foram asseguradas em lugar algum, de modo eficaz – ironicamente, uma das razões de tal ineficácia é a própria ingerência do Crime Organizado junto ao Poder Público&quot;

Crime organizado da direita pode, da esquerda nao pode.  Sabotagem vinda da direita pode, da esquerda nao pode.  Espionagem vinda da direita pode, da esquerda nao pode.  Assassinato de character vindo da direita pode, da esquerda nao pode.

Esse eh o continente hoje e agora.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O foco do debate é deslocado para as estrelas, invocando-se temas universais como o da “liberdade”, o da “dignidade da pessoa humana” e o da “garantia dos direitos fundamentais”. Coisas importantes no mundo jurídico, mas que jamais foram asseguradas em lugar algum, de modo eficaz – ironicamente, uma das razões de tal ineficácia é a própria ingerência do Crime Organizado junto ao Poder Público&#8221;</p>
<p>Crime organizado da direita pode, da esquerda nao pode.  Sabotagem vinda da direita pode, da esquerda nao pode.  Espionagem vinda da direita pode, da esquerda nao pode.  Assassinato de character vindo da direita pode, da esquerda nao pode.</p>
<p>Esse eh o continente hoje e agora.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328781</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 14:09:16 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre infiltrações nas instituições, não precisa sequer ser Dantas para tal. Um dia, em um ônibus, ouvia um advogado falar com o cliente no telefone. Deu a entender que era um processo trabalhista. O advogado conversava com o cliente e abertamente dizia existirem empresas influentes nos tribunais, que era preciso tomar cuidado com elas, essas coisas.
Não me surpreende essa coisa de qualquer forma, assim como não me surpreende que me contem sobre quaisquer outras mazelas envolvendo autoridades de menor calibre, mas que muitas vezes cantam de galo para cima de elementos do povo que queiram exercer seus direitos de cidadão.

A tal disputa entre quem quer mudar o Brasil para melhor e os que querem que tudo fique como está é mais profunda do que parece. O exemplo acima é apenas um de uma série de coisas pequenas que aparentemente passam desapercebidas. Isso para não falar de outras tantas que conheço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre infiltrações nas instituições, não precisa sequer ser Dantas para tal. Um dia, em um ônibus, ouvia um advogado falar com o cliente no telefone. Deu a entender que era um processo trabalhista. O advogado conversava com o cliente e abertamente dizia existirem empresas influentes nos tribunais, que era preciso tomar cuidado com elas, essas coisas.<br />
Não me surpreende essa coisa de qualquer forma, assim como não me surpreende que me contem sobre quaisquer outras mazelas envolvendo autoridades de menor calibre, mas que muitas vezes cantam de galo para cima de elementos do povo que queiram exercer seus direitos de cidadão.</p>
<p>A tal disputa entre quem quer mudar o Brasil para melhor e os que querem que tudo fique como está é mais profunda do que parece. O exemplo acima é apenas um de uma série de coisas pequenas que aparentemente passam desapercebidas. Isso para não falar de outras tantas que conheço.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: constantino kavafis</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328711</link>
		<dc:creator>constantino kavafis</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 13:46:25 +0000</pubDate>
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		<description>Que texto perfeito!!!  Diz tudo... É exatamente nesse ponto que &quot;a porca torce o rabo&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que texto perfeito!!!  Diz tudo&#8230; É exatamente nesse ponto que &#8220;a porca torce o rabo&#8221;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: antonio barbosa filho</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328691</link>
		<dc:creator>antonio barbosa filho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 13:39:54 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com César A: o Estado gângster é o que existe hoje no Brasil, institucionalizado em leis como a Fleury, a que garante celas especiais para formados em curso superior, etc. Quando este Estado, tradicional, aceito pela maioria como se fosse o &quot;Estado de Direito&quot;, porque está escrito, começa a ser desmantelado por servidores públicos honestos ou por jornalistas corajosos e independentes, surge o clamor contra um &quot;Estado policial&quot;. 
É o passado contra o futuro, a estrutura corrupta secular contra a incipiente Democracia, a elite coronelista contra os direitos sociais. 
Tenho certeza de que o Brasil avança e avançará sobre esses resquícios coloniais, tão arcaicos que perderam a noção da História. Gilmar Mendes seria um excelente ministro no Império, para servir à Mejestade; é um péssimo servidor do público, que na República é seu patrão, não seu servo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com César A: o Estado gângster é o que existe hoje no Brasil, institucionalizado em leis como a Fleury, a que garante celas especiais para formados em curso superior, etc. Quando este Estado, tradicional, aceito pela maioria como se fosse o &#8220;Estado de Direito&#8221;, porque está escrito, começa a ser desmantelado por servidores públicos honestos ou por jornalistas corajosos e independentes, surge o clamor contra um &#8220;Estado policial&#8221;.<br />
É o passado contra o futuro, a estrutura corrupta secular contra a incipiente Democracia, a elite coronelista contra os direitos sociais.<br />
Tenho certeza de que o Brasil avança e avançará sobre esses resquícios coloniais, tão arcaicos que perderam a noção da História. Gilmar Mendes seria um excelente ministro no Império, para servir à Mejestade; é um péssimo servidor do público, que na República é seu patrão, não seu servo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Clovis Campos</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328661</link>
		<dc:creator>Clovis Campos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 13:26:36 +0000</pubDate>
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		<description>A modesta sugestão de Carlos Graça Aranha parece-me  a elição de uma nova assembleia constituinte, específica à reforma  júridica.
Sem dúvidas, parece-me boa sugestão exceto quando se trata dos &quot;pré-requisitos mínimos obrigatórios&quot;. Ai residem os detalhes, e como se sabe 
nos detalhes  reside o demônio.
É em torno de Como serão indicados os candidatos e quais os pré-requisitos necessários que se estabelecerá a luta politica e o embate ideológico. Como serão representadas as diferentes classes sociais?
&quot;Os pré -requiitos mínimos &quot; gerarâo uma constituinte no mínimo oligárquica com base no saber. Resolvido esse nó a sugestão é prim orosa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A modesta sugestão de Carlos Graça Aranha parece-me  a elição de uma nova assembleia constituinte, específica à reforma  júridica.<br />
Sem dúvidas, parece-me boa sugestão exceto quando se trata dos &#8220;pré-requisitos mínimos obrigatórios&#8221;. Ai residem os detalhes, e como se sabe<br />
nos detalhes  reside o demônio.<br />
É em torno de Como serão indicados os candidatos e quais os pré-requisitos necessários que se estabelecerá a luta politica e o embate ideológico. Como serão representadas as diferentes classes sociais?<br />
&#8220;Os pré -requiitos mínimos &#8221; gerarâo uma constituinte no mínimo oligárquica com base no saber. Resolvido esse nó a sugestão é prim orosa.</p>
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	<item>
		<title>Por: Antônio Mário</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328651</link>
		<dc:creator>Antônio Mário</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 13:25:09 +0000</pubDate>
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		<description>Para nós, o estado gangster é píor. Imagina ter com minstro do STF uma pessoa como o Gilmar Dantas, ser manipulado por uma mídia venal e mediíocre e uma bandido bravateiro como o Daniel Mendes alardeando sua impunidade?
O estado policial, se existiu, incomodou apenas os bandidos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para nós, o estado gangster é píor. Imagina ter com minstro do STF uma pessoa como o Gilmar Dantas, ser manipulado por uma mídia venal e mediíocre e uma bandido bravateiro como o Daniel Mendes alardeando sua impunidade?<br />
O estado policial, se existiu, incomodou apenas os bandidos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Daher</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328631</link>
		<dc:creator>Rui Daher</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 13:19:13 +0000</pubDate>
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		<description>Nassif, a matéria de Raymundo Costa, no &quot;Valor&quot; de hoje, acrescenta fatos, pelo menos para mim, novos e importantes sobre as participações de Paulo Lacerda e da ABIN na Operação Satiagraha. Profissional sério, dá a entender que o ocorrido vai além do até agora se pensou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nassif, a matéria de Raymundo Costa, no &#8220;Valor&#8221; de hoje, acrescenta fatos, pelo menos para mim, novos e importantes sobre as participações de Paulo Lacerda e da ABIN na Operação Satiagraha. Profissional sério, dá a entender que o ocorrido vai além do até agora se pensou.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gersier</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328792</link>
		<dc:creator>Gersier</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 13:04:14 +0000</pubDate>
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		<description>O estado gangster já está  incrustado em vários poderes.Lembram  que já na era FHC surgiram fatos como vendas de sentenças por juízes  de várias instâncias?Lembram que vários deles foram presos?Lembram que vários desembargadores foram acusados?Com relação as “firulas” da lei em relação ao estado de direito,a justiça só é ágil e só são válidos para os endinheirados.No  estado gangster resolve se na hora.Lembro que quando a  Record entrevistou o Fernandinho  beira mar  na prisão de segurança máxima,mostrou na sequencia ele “julgando e condenando”  por telefone,um rapaz. Depois do sarcasmo dizendo que mandaria um taxi levar o rapaz  até a casa da mãe dele,disse pro  capacho que estava  torturando o rapaz,”está demorando”.Ouve se então quatro disparos.Pois bem,esse assassino frio e covarde,reclamava  que na prisão não tinha  certas “regalias”,certos “direitos” pedindo ao repórter  para este interferir,na tentativa de convencer ao Juiz responsável por aquele estabelecimento prisional, a ter um pouco  de piedade,o que ele não teve ao mandar torturar barbaramente, mutilar e assassinar um coitado pelo simples fato de ter tido a “ousadia” de namorar uma sua  ex amante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O estado gangster já está  incrustado em vários poderes.Lembram  que já na era FHC surgiram fatos como vendas de sentenças por juízes  de várias instâncias?Lembram que vários deles foram presos?Lembram que vários desembargadores foram acusados?Com relação as “firulas” da lei em relação ao estado de direito,a justiça só é ágil e só são válidos para os endinheirados.No  estado gangster resolve se na hora.Lembro que quando a  Record entrevistou o Fernandinho  beira mar  na prisão de segurança máxima,mostrou na sequencia ele “julgando e condenando”  por telefone,um rapaz. Depois do sarcasmo dizendo que mandaria um taxi levar o rapaz  até a casa da mãe dele,disse pro  capacho que estava  torturando o rapaz,”está demorando”.Ouve se então quatro disparos.Pois bem,esse assassino frio e covarde,reclamava  que na prisão não tinha  certas “regalias”,certos “direitos” pedindo ao repórter  para este interferir,na tentativa de convencer ao Juiz responsável por aquele estabelecimento prisional, a ter um pouco  de piedade,o que ele não teve ao mandar torturar barbaramente, mutilar e assassinar um coitado pelo simples fato de ter tido a “ousadia” de namorar uma sua  ex amante.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo Petrucci Gigante</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328582</link>
		<dc:creator>Eduardo Petrucci Gigante</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 12:47:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=14941#comment-328582</guid>
		<description>O Estado gangster já existe. Basta ver a cleptocracia instituída, onde filhos de autoridades do executivo são cooptados por &quot;gotejamento&quot;. Infimas partículas dos recursos do povo que são desviados e &quot;gotejam&quot; sobre uns poucos. Irmãs de virtuais candidatos sócias de irmãs de banqueiros bandidos. Legislativo venal quando da aprovação de leis que interessam a poucos. Judiciário célere na defesa de marginais endinheirados. Se não é gangsterismo, é o quê?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado gangster já existe. Basta ver a cleptocracia instituída, onde filhos de autoridades do executivo são cooptados por &#8220;gotejamento&#8221;. Infimas partículas dos recursos do povo que são desviados e &#8220;gotejam&#8221; sobre uns poucos. Irmãs de virtuais candidatos sócias de irmãs de banqueiros bandidos. Legislativo venal quando da aprovação de leis que interessam a poucos. Judiciário célere na defesa de marginais endinheirados. Se não é gangsterismo, é o quê?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José de Abreu</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/05/estado-policial-ou-gangster/comment-page-1/#comment-328572</link>
		<dc:creator>José de Abreu</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 12:46:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=14941#comment-328572</guid>
		<description>Enquanto isso o STF abre concorrência pública para alugar carros em SP e no Rio para seus supremos ministros em suas viagens (a concorrência não fala se pode usar o carro para ir a Sampa dar entrevistas no Roda Viva(?) ou na Folha): os carros devem ser sedan executivos, com bancos de couro (claro, as Supremas Bundas só se sentam em couros legítimos, os de plástico e tecidos são para os pobres que, &quot;graças a esse presidente nordestino que nem dedo tem, passam agora a comprar carros e entupir o trânsito, da mesma maneira que sairam das rodoviárias e passaram para o aeroporto, provocando esse caosaereo&quot;), potência superior a 161 cavalos (deve ser para poder fugir da PF) e são admitidos apenas 7 modelos, Citroen C-5, Ford Fusion, etc, com blindagem que deixem os ministros imunes até a tiros de metralhadoras Uzi... maneiro, 93 mil reais em 2009. Só para viagens a SP e Rio. E a notícia é boa, acreditem, por que é a primeira vez que há licitação. Nos anos anteriores era feito tudo sem.
bom dia.
zeh 
ps. Não vi a notícia na primeira pagina da Folha, estranho, né?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto isso o STF abre concorrência pública para alugar carros em SP e no Rio para seus supremos ministros em suas viagens (a concorrência não fala se pode usar o carro para ir a Sampa dar entrevistas no Roda Viva(?) ou na Folha): os carros devem ser sedan executivos, com bancos de couro (claro, as Supremas Bundas só se sentam em couros legítimos, os de plástico e tecidos são para os pobres que, &#8220;graças a esse presidente nordestino que nem dedo tem, passam agora a comprar carros e entupir o trânsito, da mesma maneira que sairam das rodoviárias e passaram para o aeroporto, provocando esse caosaereo&#8221;), potência superior a 161 cavalos (deve ser para poder fugir da PF) e são admitidos apenas 7 modelos, Citroen C-5, Ford Fusion, etc, com blindagem que deixem os ministros imunes até a tiros de metralhadoras Uzi&#8230; maneiro, 93 mil reais em 2009. Só para viagens a SP e Rio. E a notícia é boa, acreditem, por que é a primeira vez que há licitação. Nos anos anteriores era feito tudo sem.<br />
bom dia.<br />
zeh<br />
ps. Não vi a notícia na primeira pagina da Folha, estranho, né?</p>
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