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30/12/2008 - 12:11

Imagens da guerra

Por Sofia

Sei que é terrível, mas infelizmente têm chegado notícias de inúmeras mortes de crianças em Gaza.

Clique 1

Clique 2

http://countercurrents.org/

Comentário

Estou dividindo a incumbência de liberar comentários, lendo-os depois de liberados. Por isso, passaram inadvertidamente dois comentários racistas, que já foram devidamente exluídos.

Por weden

Os pacifistas israelenses

A discussão sempre será equivocada se cair no aspecto pró ou contra Israel, pró ou contra palestinos.

Há uma certeza hoje: é necessário um estado palestino pacificado, ou seja, sem grupos terroristas. Do outro lado a desocupação imediata de Israel também é necessária.

Um artifício interessante para que os que vêem os ataques atuais do Estado Israelense como desmedidos (entendamos: defender-se contra provocações do Hamas, sim, atacar a população civil não), é ver qual a opinião dos pacifistas da esquerda daquele país.

No último domingo, diversos deles foram às ruas como noticiou o Haaretz, um jornal bem mais equilibrado que as paixões que despertam estes últimos acontecimentos.

Com isso, caem os argumentos já lidos aqui de que todos aqueles que condenam a ação israelense são pró-terrorismo ou coisa parecida.

A menos que se acredite realmente que os pacifistas israelenses sejam contra o seu próprio país.

Aqui a notícia a que me refiro:

Hundreds of activists in Tel Aviv protest IAF strike in Gaza

By Ofri Ilani, Haaretz Correspondent

Por jose

Para todos que atacam Israel e defendem os membros do Hammas,Hesbolla,Fatah,OLP, as tiranias ,os despotas,ditadores,do Oriente medio a excessao da unica democracia vigente naquela regiao ,recomendo o video da pratica adotada pelos fanaticos terroristas . Clique aqui.

Vejam o video e facam uma reflexao.

Sera que esses comentaristas querem a adocao desse tipo de regime?

Vejam como eles tratam dos que ,de alguma forma sao contrarios.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: ,

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170 comentários para “Imagens da guerra”

  1. GUTIERRITOS disse:

    LU DIAS

    Foram excelentes suas postagens, que li e concordo em gênero e número.

    Fiquei chocado com a foto acima.

    Que os homens se entendam é o meu desejo para o Ano vindouro e a paz seja possível

    Feliz Ano novo, com os seus familiares, o sr. Moá e a Sissi e que todos os seus sonhos sejam alcançados.

  2. Marcio Leandro disse:

    Mais um governo de direita, com vistas a manter-se no poder, mancha a reputação de todo um povo e joga-a na lata de lixo, transformando todos os judeus em assassinos, quando sabemos que não é verdade.
    Intervenção internacional já, tanto em Israel quanto na Palestina, em nome da paz.

  3. Francisco Ernesto Guerra disse:

    Sra Rebeka,
    MInha atividade profissional é o ramo imobliário, que oferece a oportunidade de conviver com pessoas de todo tipo.
    Juízes deveriam ser imparciais. Acredito sinceramente que se esforçam para isso, com as conhecidas e aqui muito debatidas exceções. Nas centenas de ações judiciais inerentes à minha atividade profissional, volta e meia recebemos decisões judiciais dignas de virar piada. Mas há outras instâncias prá se discutir e reformar a decisão exdrúxula.
    Agora, a Sra. é parcial, na medida em que defende com unhas e dentes o seu lado. É seu direito.
    Sou muito interessado em história. Assisti inúmeros filmes e documentários sobre o holocausto. Também li muitos livros sobre o assunto. A história de um judeu que trabalhou comigo por cinco anos é digna de outro filme sobre o assunto e avivou mais ainda meu interesse sobre o assunto.
    Mas, Sra. Rebeka, não sei o que isto tem a ver com o fato de crianças palestinas serem assassinadas por israelenses. Que relação há entre este fato lamentável e o holocausto ocorrido há 65 anos. Os assassinatos são fatos concretos e objetivos. Temos os mortos, o modo como foram mortos e sabemos quem são os assassinos. Qual a motivação? Direito de defesa? Que loucura se alguém alegar isso. Qual o motivo humanamente aceitável para estes crimes?
    Também, fiquei preocupado quando a Sra. diz: “… raivoso por natureza…”
    Até onde sei a natureza não produz homens raivosos. Genéticamente, será? Prefiro acreditar que homens fiquem raivosos em determinadas circunstâncias adversas. Mas logo passa.
    A sua recusa em comentar o ítem 5 do meu post, parece ser reveladora.
    Por fim, não me sinto o causador do seu prometido afastamento deste espaço. Aqui, sob os auspícios da serena vigilância do Nassif, nós divergentes convivemos pacificamente. E, sobretudo, aprendemos uns com os outros.
    Feliz ano novo!

  4. Carlos J.Ribeiro disse:

    Inaugurem logo o Quinto Reich pois o Quarto(israel e EUA) é pior que o Terceiro…

  5. Marcos Doniseti disse:

    Nassif, veja as notícias abaixo:

    1) Unión Europea reitera alineamiento con Israel respecto a Gaza

    http://www.aporrea.org/internacionales/n126323.html

    2) El Consejo de Seguridad de la ONU terminó su reunión sin ningún acuerdo sobre bombardeo de Israel a Gaza

    http://www.aporrea.org/actualidad/n126371.html

    3) Israel bombardea Parlamento en Gaza

    http://www.aporrea.org/internacionales/n126365.html

    4) La impotencia y la ira recorren Cisjordania; palestinos acusan al Gobierno de Abbas de tibieza frente a Israel

    http://www.aporrea.org/internacionales/n126362.html

    5) Israel busca restabelecer seu orgulho militar

    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081230/not_imp300547,0.php

    Nassif, creio que as notícias acima permitem concluir, claramente, que há um desejo global (da parte dos EUA, da UE, da Liga Árabe e da própria Fatah) de destruir com o Hamas. O Conselho de Segurança nada faz. Os governos dos países árabes nada fazem, de fato, para que Israel pare com a guerra. EUA e UE dizem que Israel tem o direito de ‘responder aos ataques do Hamas’.

    Enfim, ninguém faz absolutamente nada, de fato, para acabar com a guerra iniciada por Israel.

    Entendo que Israel não lançaria uma operação desta envergadura contra o Hamas, na Faixa de Gaza, se não tivesse certeza de que teria, no mínimo, o silêncio ou o apoio, da comunidade internacional.

    Não podemos esquecer que a tal da ‘comunidade internacional’ procurou sufocar o Hamas desde o momento em que ele venceu as eleições palestinas.

    Portanto, já que não conseguiram derrotar o Hamas nas urnas, passaram a utilizar a via militar.

    E como Israel foi, de forma humilhante, derrotado pelo Hezbollah em 2006, na invasão do Líbano, o governo do país (que estava muito enfraquecido, com baixos índices de aprovação, devido a casos de corrupção e à derrota militar de 2006), aproveitou-se desta vontade da ‘comunidade internacional’ de se livrar do Hamas para iniciar esta nova guerra.

    De todos estes que, de fato, apóiam o ataque de Israel, creio que quem mais tem a perder é o Fatah, tanto que os próprios palestinos já estão criticando, duramente, a Mahmoud Abbas, pela reação tímida deste aos ataques israelenses em Gaza.

    Assim, com um Hamas enfraquecido e um Fatah desmoralizado, a questão que se faz: quem irá, agora, assumir a liderança da luta dos palestinos pela criação de um Estado próprio e independente?

    Parece que os palestinos ficaram órfãos, sem liderança, depois destes ataques israelenses contra o Hamas.

  6. Marcos Doniseti disse:

    Nassif, encontrei um ótimo texto para se entender os dilemas que Israel enfrenta:

    “Como a ocupação invadiu Israel”.

    Trecho:

    “A dificuldade do país não é apenas o prolongamento do conflito: o exército não está obtendo vitórias. Também historiador, o general reformado Dov Tamari observou, logo depois dos acontecimentos do Líbano (julho de 2006), que a guerra de 1967 foi a última vitória incontestável de Israel. Segundo Tamari, todos os outros braços-de-ferro desembocaram numa retirada ou numa derrota. E, muits vezes, Tel-Aviv fez importantes concessões. Assim, a Guerra de 1973 resultou na retirada total do Sinai, conforme os acordos assinados com o Egito em 1979. A primeira Intifada conduziu aos acordos de Oslo em 1993. A invasão do Líbano, em 1982, terminou numa retirada incondicional, em 2000. Já a segunda Intifada desmantelou as colonias de povoamento de Gaza em quase dois anos.”.

    http://diplo.uol.com.br/2007-06,a1645

  7. Sergio disse:

    Olá Luis. Bom ano novo. Estou triste pela forma como está sendo conduzida no blog a questão palestina. Se o nazi-facismo produziu o holocausto, sua contra-partida, o sionnismo produz a crucificação palestina. É inconcebível o GOLIAS israelense (detentor da bomba A) massacrar por fome e armas o DAVID palestino sem uma atiradeira.

  8. Soy Contra disse:

    Ninguém sabe que o acordo de trégua deveria haver sido cumprido por ambas as partes? Creio que o Hamas só voltou com seus fogos de artifício depois que o acordo expirou. O Hamas afirmou que não renovaria o acordo porque Israel não o havia cumprido. Em nenhum jornal, TV e nem nesse blog aparece uma explicação sobre se realmente o acordo foi cumprido ou não.
    Para quem quer saber o que ocorreu na Palestina com respeito ao início da briga judeus x árabes, indico o livro “Ó Jerusalém” de autoria de Dominique Lapierre & Larry Collins, aparentemente os autores não são nem pró-árabes nem a favor dos hebreus.
    Na Estante Virtual existe uma tonelada de exemplares à venda pela Internet. http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/inicio2.cgi

  9. Isrrael invadir Gaza é uma vergonha, mata-se cívis e crianças, a troco de nada!!!
    Isso é uma vergonha e desumano!!!
    Algum país de posse de bomba atômica deveria explodir Isrrael ou mandar um cessar fogo imediato!!!
    O gente ruim!!! Má!!
    André Lauro Galvão – SJC-SP

  10. valdemar machado disse:

    os palestinos ficam lansando foguetes varios e varios dias no povo de israel e ninguem fez nada quando israel contra ataca para defender o seu povo a imprença brasileira fica mostrando criaças e mulheres mortas para jogar o mundo contra israel porque israel esta atacando os terrorista da faixa de gaza e e claro que sempre vai morrer inoçentes no meio de uma guerra porque os terrorista levam crianças e mulheres de escudo israel esta fazendo o que o governo da palestina devia fazer a paz so volta a regiao sem grupos terroristas

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