Para entender o grampo sem áudio
Por José Adailton
Publicado ontem pelo Noblat esta história provavelmente faz parte do relatório da PF sobre a investigação do grampo.
Conversei há pouco com o senador Demóstenes Torres. Ele me contou que estava no seu gabinete acompanhado de cinco pessoas quando conversou com Mendes por telefone. As cinco: três funcionários do Ministério da Justiça, um procurador da Justiça de Minas Gerais e um assessor do Senado.
Tais pessoas ouviram o que Demóstenes disse a Mendes. São testemunhas, portanto, de parte do diálogo.
Semanas depois, Demóstenes foi procurado por um repórter da VEJA que lhe apresentou a transcrição completa da conversa. Ele reconheceu na transcrição o que dissera e ouvira. Mendes também reconheceu.
Protóneges tentou vender a tese de que o repórter da revista reconstituiu a conversa com a ajuda de Demóstenes e de Mendes. No caso, o senador e o ministro teriam sido cúmplices do repórter na invenção de um episódio que quase procovou uma crise institucional.
Comentário
Essa história da importância do áudio merece uma explicação mais detalhada.
Imagine as seguintes hipóteses para o grampo:
Hipótese 1: o senado tem um sistema de telefonia que permite o monitoramento e gravação permanente de gabinetes previamente definidos. O Demóstenes acerta que seu telefone será monitorado em determinado horário. Escolhe um horário em que estão várias testemunhas na sua frente e liga para Gilmar. Depois, pega a gravação e transcreve. É factível? Claro que é.
Hipótese 2 – A revista Veja, que mantém amplas relações com arapongas em Brasilia (confira aqui) encomenda um grampo de uma conversa banal de Gilmar Mendes. Pega o grampo, transcreve a conversa e leva a Gilmar Mendes. Possível? É.
Hipótese 3 – Alguém interessado em comprometer Paulo Lacerda e a Operação Satiagraha providencia o grampo e entrega ao repórter da Veja. Perfeitamente possível.
Hipótese 4 – agentes da ABIN e da Polícia Federal, que trabalham na Satiagraha, fazem o grampo. E um agente descontente vaza. Possível? Também.
Tem-se quatro hipóteses perfeitamente possíveis e uma denúncia – formulada pela Veja e endossada pelo presidente do Supremo, de que a Hipótese 4 é a verdadeira.
Como se procede em ambientes democráticos, seguindo os rituais do Direito? Solicita-se a quem acusou que apresente provas e evidências que corroborem sua acusação. Depois, procede-se a uma investigação policial, em que todas as partes são ouvidas. A partir daí, há elementos para comprovar (ou não) as acusações.
Gilmar diz que, como vítima, não cabe a ele provar nada. Ora, como acusador, cabe a ele mostrar as provas em que se baseou, sim. É tão óbvio que me causa constrangimento dizer isso a um doutor em direito, grande constitucionalista e presidente do Supremo.
A prova máxima é o arquivo de áudio. Analisando-o, a perícia levantará se o grampo foi feito ou não no Senado, ou pela Abin. Ou por um equipamento xis, identificando os arapongas que usam o modelo de equipamento. Simples assim.
Sem o arquivo do grampo, qualquer um poderia ter feito essa armação: o Demóstenes, um araponga contratado pela Veja, alguém da ABIN, da PF, ou Gilmar Mendes (já que não existe cidadão acima de qualquer suspeita). Lembre-se que o senador Demóstenes é do meio judicial e já se envolveu em outros episódios em que aparecia como vítima de grampo. Nos dois casos – o primeiro deles em Goiânia – a denúncia foi-lhe favorável e desfavorável aos seus inimigos.
Sem o arquivo, confere-se a a qualquer cidadão (Gilmar) o direito objetivo de apontar o culpado, sem a necessidade de comprovação da acusação. Atropela todos os princípios de Direito, vira uma balbúrdia jurídica. Ora, não era assim no AI-5, quando se apontava um “subversivo” e se abria mão de qualquer procedimento jurídico? Em uma de suas entrevistas Gilmar alegou que, graças ao episódio, colocou-se um basta na ação arbitrária de policiais. Como Gilmar pode invocar um ato arbitrário – a acusação sem provas – em defesa de direitos democráticos? Para combater a política de os fins justificam os meios, ele recorre ao mesmo procedimento?
Tudo isso, por si, seria lastimável. Tem o agravante de, na ponta do arbítrio haver um presidente do Supremo; na ponta beneficiária, um esquema barra pesada, flagrado na prática de suborno.
Por Luiz Eduardo Brandão
Como é inadmissível que um cidadão de tão alto nível intectual e revestido da elevadíssima responsabilidade de membro do STF, mais alta corte do nosso país – falo de Gilmar Mendes, jurista tarimbado -, não tenha considerado as hipóteses aqui formuladas, e tomado a hipótese 4 como única, forçoso é concluir que a eleição dessa hipótese, sem sequer comprová-la, faz parte da armação do esquema barra pesada operado pelo Dantas. Não dá para acreditar, pelo currículo do ministro, que ele tenha entrado de “inocente útil” nesta história.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: Gilmar, grampo, Satiagraha

Temos uma ótima notícia, Nassif: a TV Brasil irá exibir a entrevista com o delegado Protógenes Queiroz no próximo Domingo, às 16hs.
Quem não pôde ver, terá essa oportunidade, agora.
E eu irei aproveitar a oportunidade para gravar a entrevista.
Ah, eu vi a notícia, Nassif, da reprise do ‘Roda Viva’ com o Protógenes, no blog do Azenha, o ‘VioMundo’.
Nassif, a Teresa Cruvinel explicou, em entrevista ao ‘Terra Magazine’, porque a TV Brasil não exibiu a entrevista do Protógenes no ‘Roda Viva’.
Ela disse que não houve nenhuma censura ao delegado Protógenes e que ocorreu um ‘acidente de programação’.
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3411648-EI6578,00-TV+Brasil+falhou+mas+nao+quis+censurar+Queiroz.html
E a notícia da reprise da entrevista com o delegado Protógenes já está no site do Canal Brasil:
http://www.tvbrasil.org.br/saladeimprensa/release_187.asp
Nassif, a ‘Folha de S.Paulo’ entrevistou o Gilmar Dantas, digo, Mendes, e uma das repórteres que o entrevistou foi… Andréa Michael…
Acredite, se quiser…
http://www.rodrigovianna.com.br/
Na minha opinião, daqui de Floripa vendo o por do sol saboreando um rodizio de camarão, acho que o grampo houve, mas foi feito a pedido, com facilidades, para insinuar que GM e, pior, o Supremo, estavam sendo GRAMPEADOS. Se fossem inimigos, iriam divulgar um diálogo assim tão madame-com-cafê? Iriam, isso sim, divulgar converas escabrosas, como concede,não concede. como conceder, os dois hábeas córpus do Dantas.
O Noblat tem que parar com isso. Quem quer vender tese é a Veja. E o Gilmar “Dantas” e o PIG compraram baratinho. Eu não compro nem por 1 real
Nassif.
Foi uma das cinco testemunhas que estavam com o Demóstenes
Parece que Papai Noel e Coelhinha da Páscoa também estavam presentes e podem confirmar a conversa, que versava sobre as mulheres da Playboy…
Esse seu post, Nassif, tem um tema cuja adjetivação não tem fim: Cristalino, perfeito, inquestionável, claro, lógico, transparente, diamantino, de raciocínio límpido, incontornável, etc…
No entanto, causa-nos uma certa irritação porque, mais uma vez, você tem que abrir a janela, apontar para uma montanha e dizer: “Tá vendo, aquilo é uma montanha!”; apontar para um rio, e calmamente repetir: “É um rio aquilo ali!”.
Quando se tem advsersários que contra-argumentam contra os argumentos da VERDADE, os exercícios de paciência devem ser potencializados até à alma. Caso contrário, a nossa energia se esgota, a garganta fica sêca e o cansaço nos domina, e somos atingidos por tal nuvem de poeira que, quanto mais batemos na roupa, mais nos impregna. E os ventiladores, os lançadores de areia nos olhos de quem quer enxergar, não cessam jamais, pois estão conectados numa máquina cujo nome, função e característica é melhor nem mencionar, bastando dizer que um dos objetivos menos importante é adensar a nuvem a ponto de provocar a escuridão e o desespero. Porém cá estamos nós, tão firmes e com olhos tão bons quantos os de Cafezá:
“Sabi, fiinhas, pérto du natar du anu passado, ieu pussuía uma vaquinha leitera co quiria vendê pá cumprá uns poico páássá, cumê um poico nas féstança cosmeu cumpanhero violero i adispois cortá in cuadrados e guardá nas lata di gurdura.
Destonce, ieu tava pitano um paiero dibaxo dum jacarandá cotenho lá nu méo ranchinho, cuando vi apuntanu na istradinha um hômi amuntadu num monstrengu dum cavalo feio.
Ieile foi achégano divagá, virano ú péscosso prá la y pra cá, mei arréparano cumu quem num qué nada. Iéu oiei prêle i falei “Bástardi”. Ieile arréspondeu “Bás, sô di paiz.” Maisi ieu so di oiá us zóio i vê u pôdi pútráis. Matutei cumigu, iesse hômi é incarnassão du mar. Iele, entonces, priguntô:
- Subi lá no arraiá cocê tem uma vaca leitera pra vendê.
- Ié véldade. Tenhu sim.
- Ucê pódi móstra éila, cotô interessadu.
Destonce, truxi éila, maisi tinha cá preu qui num ia dá sérto. I principarmente cuando éila ôiô preu coszóio mei triste. Cosceis, fiinhas, si nao sabi, fica sabeno cos bicho sabi cunhece as mardade dos hômi, i é só priguntá pro burrinho pedrês do sô Rosa quele conta procêis.
Iele, entonce, fichichô us zói néla i falô anssim:
- Maisi isso nao é uma vaca, é um bódi véio.
Avexei. Arrancô réiva dos meus interno, maisi só oiei di lado i sangrei calado, isperano mió hóra. I arréspondi:
- U siôr já viu bódi dá trêis litro di leite por dia? U sôr já pôs a boca ali pra vê? Decerto, já. Num é miesmo!? Cusiôr dévi mamá in quarqué cousa.
Foi cuando eile deu um pulo pátráis, puchô dum révórvi qui divia di tá nu mei da bunda deile, pruquê ieu num tinha visto. I gritô:
- Cala a boca, Cafezá! Senão te quémo é agóra. SÔ jagunço dus fazendero das região i num custa nada gastá uma bala nocê. Ocê é mutio bócudu, já orvi falá docê.
- Maisi, SÕ jagunçu, ieu niem cumecei a arréspondê. Quem manga deu, num sai sem trôco, conumso seu escravu pra baxa a cabeça. Tenhu boca pra falá, cosolivre feito passarim. Tenha carma, qui sinao mia vaquinha vai pulá nocê.
I isso era verdade, fiinhas, mia vaquinha avanço pulado neile i pranchô quele nu chão.
Maisi ieu apartei, senão meu cachorro galogalim tumém ia atacá eile.
Destonce, eile saiu córreno cambetiano i atirano pra tudo quantu é lado, maisi só acertô um gaio do Jacarandá, qui verteu lágrimas e chorou mutio.
Noutro dia, ieu fui nu arraiá i lá me dissero que eile tinha espaiado pro povo cotinha pêgo um révórvi i atirado neile i queu niem tinha vaca leitera pra vendê, só um bódi véio coquiria fazê passá pur vaca. Quiem me cunhece sabe quiem ieu so i nao acreditaro, maisi eile ispaiô por uma tar di mídia da réggiao i mutia jienti miôiô torto maisi méos amigos subéro ispricá u acuntecido pois eiles, aliem di tudo, sabe queu niem tenhu bódi, e ainda conhecem a minha boa vaquinha i todas as mias criaçãozinhas i as mias prantinhas.
Maisi, óia, fiinhas, cumu iéssa tar di mídia é fuórti, inté fizero cumque o povo acreditasse qui arguém nu mundu é capaiz de fazê um bódi si passá por vaca leitera. Chega a sê ingrassado. Os meus amigos me contaro qui eile, o jagunsso, guósta di comprá vaquinhas leiteras pra mordê, sangrá i tomá o leite déilas direto das tetinhas delas, quesse hômi é morcegão capanga.
Maisi, ocêis sabi, fiinhas, qui nóis semos pela VERDADE, e não pela véudade, qui é a mintira.
Repito comentário que já fiz anteriormente (seria a hipótese 5?):
Sobre o “grampo” (sem áudio): pelo que li Gilmar Mendes estava ao celular na conversa “grampeada”. E dizem que ele só utiliza celulares modernos, com tecnologia avançada. Veja o que diz o INFO Online sobre o aplicativo “Vito Audio Notes”:
” (…) o Vito Audio Notes é uma excelente pedida para quem tem um celular, smartphone ou Pocket PC com sistema operacional Windows Mobile.
O aplicativo transforma o celular em um eficiente gravador de voz e ligações, e todo o áudio pode ser registrado em MP3 ou WAV, com diferentes taxas de qualidade e compressão. Esses arquivos podem ser armazenados no cartão de memória do celular, o que garante horas de conversa para cada gigabyte.
Independentemente do formato de áudio escolhido, o Vito Audio Notes conta com filtros para evitar ruídos externos, que usam a tecnologia VAS (Voice Activated System). Isso evita que barulhos atrapalhem a compreensão das falas de quem realmente está sendo gravado.”
Mais detalhes em: http://info.abril.com.br/blog/downloaddahora/20081202_listar.shtml?134031
É só mais uma hipótese… E (como disse GM em relação a Paulo Lacerda) não estamos falando da Madre Tereza de Calcutá…
Caro Nassif,
As pessoas têm o direito de divergir. E não são mais ou menos inteligentes porque divergem de mim. No aceso da discussão, não poucas vezes me flagrei emburrecido. Idem, geralmente, para o meu oponente. Mas depois me acalmo, penso melhor — e, em geral, mantenho minha oposição. Mas não porque sou mais inteligente, porque é assim que aprendi a enxergar o mundo. Diferentemente do meu oponente, que aprendeu a olhar o mundo de outra forma. Nem melhor, nem pior.
Agora, incomoda-me quando se apela a sofismas. No caso do Noblat, que nem sei se pensa mesmo diferente de mim, sei apenas que tem expressado posições bem antagônicas às minhas, para desclassificar o argumento da ausência do áudio, ele usou um raciocínio que deixaria Protágoras orgulhoso (não, não é um irmão do delegado, foi um filósofo grego do final do século V a.c.). Segundo ele, o áudio não aparecer não muda a realidade de sua existência assim como o corpo de Ulisses Guimarães não aparecer não altera a realidade de sua morte. Mas são fatos de natureza distinta. É irrelevante a existência real do áudio, importaria é submetê-lo a análises, descobrir quem gravou a escuta, em que circunstâncias, com que material, para tipificar um crime. No caso Ulisses Guimarães, até onde sei ou desconfio, não há suspeita de crime, portanto o resgate do corpo só teria relevância do ponto de vista pessoal, para a família, amigos e admiradores, que poderiam pranteá-lo como merecia. Merecia e merece o nosso respeito, e não o destino de sua morte ser usada torpemente.
Só tinha dúvidas sobre a participação do Demóstenes na armação. Sabendo que já foi grampeado, e que o grampo lhe teria sido benéfico, para mim fecha a questão. Cravo na hipótese de que os três fizeram uma armação a 6 mãos. Se fosse loteria esportiva, já saia gastando por conta
O Joao Vergilio tocou no ponto, no que e corroborado pelo proprio Noblat, que em um livro de sua autoria afirma tcom toda as letras que donos de empresas de comunicacao e politicosfazem de tudo, pelos motivos citados pelo Joao, para nao conflitarem com o poder judiciario. Parece que o Noblat adotou para si a estrategia.
LN,
Este factóide do grampos inexistente de GM-Veja-Torres me faz lembrar o filme “FX Assassianto sem Morte”.
http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=14218
No caso do filme um especialista em efeitos especiais cnematográficos é contratatado para inventar um assassinato inexistente e depois os contratantes tentam incriminá-lo como autor do crime.
O caso do factóde do grampo de Veja parece uma versão pastelão do filme FX.
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SINOPSE
Especialista em efeitos especiais simula, a pedido da polícia, o assassinato de um mafioso, testemunha chave da Promotoria que precisa de proteção. Mas ele descobre que foi enganado e começa a ser perseguido por assassinos reais.
Glaisson,
Acho que a situação é mais ou menos a seguinte: o Nassif e mais meia dúzia saíram em campo aberto, e levaram chumbo de tudo quanto é lado. Agora, os que estão atrás das moitas ficam olhando um para a cara do outro, querendo sair também. Mas não querem levar chumbo grosso, do tipo desse ali em cima, do Chaer. Ou vão em grupo, ou não sai ninguém.
Vão sair, sim. Daqui a pouquinho. Daniel Dantas é mosca morta. Será um massacre. Todos querendo tirar uma foto com a bota fincada na carcaça do banqueiro.
Alguém tem de avisar pra essa turma da tropa de choque do Daniel Dantas e seu sistema, que já acabou. Lula já pôs Lacerda na geladeira; Protógenes já saiu do cargo, de Sanctis já cumpriu seu papel; e Gilmar Mendes já está blindado e ninguém mais precisa temer a revelação dos HDs de Dantas porque a ministra Ellen Gracie já abriu o precedente ao questionar se Daniel Dantas era Daniel Dantas. Podem comemorar à vontade o Natal. Portanto, Noblat não precisa mais fazer nenhuma defesa. Acabou! Agora é só torcer pra não ter caído na mão do Mardoff, né?? Porque aí…
Comentário colhido do blog do Azenha. Como consta do comentário, se o Gilmar (dantas) Mendes estivesse de posse de um celar desse tipo moderno, ele próprio poderia ter gravasso da conversa e repassado à Veja. Daí porque a revista não fornece o audio. Acho essa hipotese bem provável.
Edmilson (24/12/2008 – 18:06)
Sobre o tal “grampo” (sem áudio): pelo que li Gilmar Mendes estava ao celular na conversa “grampeada”. E dizem que ele só utiliza celulares modernos, com tecnologia avançada. Veja o que diz o INFO Online sobre o aplicativo “Vito Audio Notes”:
” (%u2026) o Vito Audio Notes é uma excelente pedida para quem tem um celular, smartphone ou Pocket PC com sistema operacional Windows Mobile.
O aplicativo transforma o celular em um eficiente gravador de voz e ligações, e todo o áudio pode ser registrado em MP3 ou WAV, com diferentes taxas de qualidade e compressão. Esses arquivos podem ser armazenados no cartão de memória do celular, o que garante horas de conversa para cada gigabyte.
Independentemente do formato de áudio escolhido, o Vito Audio Notes conta com filtros para evitar ruídos externos, que usam a tecnologia VAS (Voice Activated System). Isso evita que barulhos atrapalhem a compreensão das falas de quem realmente está sendo gravado.”
Mais detalhes em: http://info.abril.com.br/blog/downloaddahora/20081202_listar.shtml?134031
Nassif, a respeito da materia do Sr. Noblat, ele esquece que mais de uma pessoa pode cobinar uma mentira.
Um amigo falou um dia: A VERDADE É UMA SÓ, AGORA, A MENTIRA TEM QUE SER COMBINADA.
Incrível esta história e agora muito mais do que antes,pois não existe aúdio,mas existe testemunhas.
Normalmente em casos assim se diz que não se lembra,não tenho certeza,já faz algum tempo,não lembro bem.Mas neste caso o Senador lembra até de quem estava com ele.
Sendo assim a aconversa era sem muita ou nenhuma importânica senão falariam de forma particular e não com testemunhas.
Mas acredito que será mais um episódio interessante da vida pólítica brasileira.Um grampo,ou melhor uma inteceptação de audio em que existe a transcrição,mas não o audio.
Acretito embora seja natal e não primeiro de abril.
Logo que surgiu a história do grampo, o senador repetiu em toda entrevista que deu que estava acompanhado de cinco pessoas. Isso não é novidade nem para o Noblat. O que não se sabe é se alguma daquelas pessoas estava alí porque tinha interesse na resolução do problema que ele estava expondo por telefone ao Gilmar Mendes, ou se todas elas estavam ali unicamente para testemunhar o telefonema.
É não é que o Fernando Rodrigues fez escola? Promoção de Natal da editora Abril (vi num shopping em BH): assine a Veja e ganhe uma linda sandália tipo Havaianas, com a logomarca da Veja, pra desfilar por aí. Só pode ser brincadeira: onde já se viu assinante da Veja dar bandeira e assumir publicamente que é assinante da Veja?! Ora, é a mesma coisa que exigir que agente secreto use crachá de agente secreto…
Está faltando a hipótese do próprio Gilmar ter feito a gravação e ter passado à Veja.
GM foi eleito MALA DO ANO no balaio do Kotcho (IG). 2 em cada 3 votantes optaram por ELE, o todo poderoso Gilmar Dantas, ops, Gilmar Mendes.
Acho quem le Kotcho le LN e vice versa.
Alguem ja levantou a teoria do blogs cruzados ?
Estando anos à frente de Tom Zé, o talento inesgotável da dupla Mendes & Demostenes surpreende o publico brasileiro e do mundo com o revulucionário CDsemAUDIO. Uma realização literalmente incrível, totalmente em LIBRAS, este trabalho se destina a atender significativa faixa dos consumidores com deficiência visual. Sob o titulo de VEJA O SOM, o revolucionário trabalho tem tido ótima aceitação também pelo universo dos surdos.
Essa é ótima!
Se a conversa foi no viva-voz, então qualquer um dos presentes poderia ter gravado a conversa e vazado à Veja!
Isso é insólito? Pois eu, com um celular bastante mixuruca, há mais de um ano coloco o gravador de voz no atalho, para me proteger de certos abusos. A gravação do som ambiente é muito eficiente (assim como a desses pendrives/mp3 — nunca viram alguém gravando aulas ou palestras com um?), e a gravação das conversas no próprio celular é perfeita. Eu disse perfeita. Quero dizer que meu celular faz facilmente um “grampo telefônico”. Com uma observação: é MEU. E se fosse o celular de algum dos interlocutores? Ou que seja, como disse: se a conversa foi no vivavoz, qualquer um entre os presentes poderia tê-la gravado.
Só resta uma questão: por que não liberam o áudio? Simplíssimo: isso seria muito conveniente — dar mais credibilidade a essa farsa — contudo seria um tiro no pé. Os farsantes não liberam o áudio porque, seja lá como tenham gravado a conversa, se liberassem o áudio da gravação, com toda certeza as perícias seriam capazes de identificar o instrumento que gravou a conversa (por exemplo, através da análise do espectro sonoro captado pelo aparelho) e, a partir daí, desvendar a farsa. E se descobrissem que as freqüências captadas jamais corresponderiam às freqüências próprias de uma gravação de grampo telefônico? Observem ainda, queridos, que com investigações incansáveis não se detectou efetivamente NENHUM vestígio de que tenha sido feito grampo telefônico. Adicionalmente, e se eles descobrem que as freqüências eram aquelas tipicamente captadas por um “pendrive”, ou que a voz do Itagiba soaria mais natural e próxima (no caso de ter sido usado viva-voz) — ou seja, gravação através de um aparelho externo (qualquer gravadorzinho de camelô)?
Repito: seria totalmente conveniente que os farsantes efetivamente entregassem o áudio às autoridades. Contudo, se fizessem isso, teriam sua farsa descoberta, pois através do áudio se chegaria ao meio pelo qual foi feita a gravação, e assim seria desmascarada a farsa.