Em solidariedade ao companheiro Audálio Dantas, os membros do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Imprensa, representação São Paulo, apresentam, por este meio, pedido de irrevogável renúncia coletiva.
Sustentam este pedido as mesmas razões expostas por Audálio Dantas em sua carta de renúncia, entre elas a impossibilidade de continuar a aceitar os métodos autoritários do atual presidente da entidade, Sr. Maurício Azêdo, na administração da ABI. São inaceitáveis as suas continuadas atitudes de ofensivo desrespeito ao homem digno e ao cidadão exemplar que é Audálio Dantas, admirável protagonista de lutas históricas em favor da liberdade, da democracia e dos direitos humanos.
Atestamos que todos os fatos apontados na carta-renúncia de Audálio Dantas são rigorosamente verdadeiros. A gravidade do que se relata justifica, portanto, e plenamente, a atitude tomada por ele, que deve ser entendida como gesto de grandeza em defesa da própria ABI, cuja história centenária a identifica e qualifica como instituição símbolo dos ideários democráticos da Nação brasileira.
E essa História vem sendo vilipendiada pelos comportamentos inadequados do atual presidente da instituição.
Por isso, e em favor da preservação da ABI, Audálio Dantas renuncia. E nós o acompanhamos, solidariamente.
São Paulo, 17 de dezembro de 2008. (Assinam: Alberto Dines, Carlos Marchi, Eduardo Ribeiro, Egydio Coelho da Silva, Gioconda Bordon, José Marques de Melo, Laurindo Lalo Leal Filho, Leandro Buarque, Manuel Carlos Chaparro, Ricardo Viveiros e Sérgio Gomes da Silva)
The study of power is not only diverting (which Homer and Shakespeare knew), but illuminating. A biography of an ancient human impulse.
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1: Barack Obama
2: Hu Jintao
3: Nicolas Sarkozy
4-5-6: Economic Triumvirate
7: Gordon Brown
8: Angela Merkel
9: Vladimir Putin
10: Abdullah bin Abdulaziz Al-Saud
11: Ayatollah Ali Khamenei
12: Kim Jong Il
13-14: The Clintons
15: Timothy Geithner
16: Gen. David Petraeus
17: Sonia Gandhi
18: Luiz Inácio Lula da Silva
19: Warren Buffett
20: Gen. Ashfaq Parvez Kayani
21: Nuri al-Maliki
22-23: The Philanthropists
24: Nancy Pelosi
25: Khalifa bin Zayed Al Nahyan
26: Mike Duke
27: Rahm Emanuel
28: Eric Schmidt
29: Jamie Dimon
30-31: Friends of Barack
32: Dominique Strauss-Kahn
33: Rex Tillerson
34: Steve Jobs
35: John Lasseter
36: Michael Bloomberg
37: Pope Benedict XVI
38: Katsuaki Watanabe
39: Rupert Murdoch
40: Jeff Bezos
41: Shahrukh Khan
42: Osama bin Laden
43: Hassan Nasrallah
44: Dr. Margaret Chan
45: Carlos Slim Helú
46: The Dalai Lama
47: Oprah Winfrey
48: Amr Khaled
49: E. A. Adeboye
50: Jim Rogers
Com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo regida pelo maestro John Neschling, a Biscoito Fino está lançando o CD Heitor Villa-Lobos, Choros Nº 1. 4. 6. 8. 9, tendo como convidados especiais, Fábio Zanon (violão), Linda Bustani e Ilan Rechtman (piano).
“Nos anos de 1920 Villa-Lobos desenvolve seu grande projeto de composição com a série dos Choros. Para ele, é a descoberta da Europa, e lá, da sedução que provocava um certo sabor de barbárie nas artes. Villa-Lobos percebe que uma imagem exótica do Brasil pode ser explorada com sucesso diante do público europeu. Ela também lhe serve de extraordinário impulso criativo (continua,m com vídeos).
A deputada Nancy Pelosi, presidente da Câmara, brilha na transição e mostra ser peça-chave para Obama implementar as reformas Fernando Dantas, Washington
Ela é considerada a mulher mais poderosa dos Estados Unidos, e terá um papel decisivo na implementação da agenda de reformas do presidente eleito Barack Obama. Como presidente da Câmara de Representantes desde 2006, a deputada democrata Nancy Pelosi é a principal responsável em determinar a ordem de votação dos projetos de lei, e exerce uma influência fundamental na aprovação de projetos difíceis.
Nancy ganhou mais visibilidade no atual período de transição, com um presidente (George W. Bush)em fim de mandato politicamente fragilizado e outro eleito (Obama)….. Leia mais »
O ministro da Comunicação de Governo, Franklin Martins, chega ao Palácio do Planalto às 8h30, meia hora antes do chefe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nesse intervalo de 30 minutos, organiza por ordem de importância o noticiário do Brasil e do mundo, que ele já leu. Em seguida, sobe do segundo – onde fica seu gabinete – para o terceiro andar, em que Lula despacha. Ali, os dois comentam a repercussão diária das ações do governo e o que deve ser feito e dito nas próximas 24 horas pelo presidente.
(…) Desde que Franklin assumiu o cargo, em 29 de março de 2007, houve uma mudança radical nas relações entre o governo e a mídia. Arredios ao extremo, o presidente Lula e os ministros mudaram. E muito. “Desde que ele chegou, mudou a comunicação externa e a interna. E o presidente ganhou um conselheiro de peso”, admite Gilberto Carvalho, o chefe de gabinete de Lula.
Comentário
Quando alguém se dispuser a levantar a crônica desses tempos bicudos, de perda de rumo da mídia, da complacência com as atitudes mais canalhas da história contemporânea do jornalismo, capítulo relevante será a saída de Franklin da Globo.
O que o vitimou foi sua insistência no óbvio: a cobertura completa do “mensalão” deveria passar pela identificação das fontes de financiamento. O que bateria inevitavelmente na Telemig Celular, controlada por Daniel Dantas.
Àquela altura, com a Veja fechada com Dantas, coube a Diogo Mainardi – principal instrumento de Dantas na revista – cometer o assassinato de reputação de Franklin, da mesma maneira como me atacou, quando insisti no mesmo tema.
Para isso contou com duas ajudas inestimáveis.
Uma, do jornalista Cláudio Humberto, providenciando o levantamento de informações sobre Franklin, para permitir a escandalização da insignificância, própria de Mainardi. Houve também jornalistas da Globo, colegas de Franklin, empenhados nesse levantamento, provavelmente a serviço de Ali Kamel.
A peça seguinte foi o próprio Kamel, aproveitando a armação para livrar-se de um jornalista com vôo próprio, que não se curvava ao seu dogmatismo ideológico. Ao romper com o contrato de Franklin no momento em que era alvo do ataque de Mainardi, a intenção clara de Kamel foi destruir o jornalista, sem dó nem piedade.
As últimas análises de Franklin, antes de ir para o governo, foram sobre o fim do efeito pedra no lago, pelo qual a imprensa criava um escândalo que, por círculos concêntricos, influenciava amplamente a opinião pública. Leia mais »
Um dos pontos centrais da visita do presidente francês Nicolas Sarkozy ao Brasil é a perspectiva de venda e transferência de tecnologia de submarinos franceses ao Brasil.
Vamos a um apanhado do que significa o programa de submarino nuclear para o Brasil. Leia mais »
Entrevista por e-mail de Nicolas Sarkozy a Clóvis Rossi, da Folha (clique aqui). Comprova, primeiro, a maneira homogênea e objetiva com que as lideranças européias estão ocupando o espaço político para enfrentar a crise. Reforça o que o primeiro-ministro britânico Gordon Brown declarou a um grupo restrito de lideranças – entre os quais Lula – em uma das reuniões reservadas do grupo do G20: não se trata apenas de uma crise econômica (como pretende a maioria dos analistas norte-americanas) mas de uma crise no seu sentido amplo, de valores, de hábitos, de modo de pensar o mundo.
É curioso também – embora não seja novidade – a maneira como analisa o papel de Lula no cenário global, em contraposição ao provincianismo extremo de parte majoritária da análise política midiática.
Seja por sua intuição, seja pela visão estratégica do Itamarati, Lula tem idéias claras e simples sobre a inserção do país no mundo e na América Latina – muito mais claras, aliás, do que suas idéias sobre o Banco Central.
Aliás, quando se compara o discursos de Felipe Gonzales, agora os de Sarkozys e Brown, com aquele que era desenvolvido por FHC, percebe-se a diferença nítida entre a visão do Estadista e a do intelectual dispersivo. Os estadistas têm discurso simples, onde conseguem identificar o centro da questão, as idéias-força dos novos momentos. O intelectual não-estadista faz embaixadas no meio campo.
A seguir, trechos da entrevista. A manchete destaca a afirmação de Sarkozys em relação ao Brasil: “Ninguém resolve problemas hoje sem o Brasil, diz Sarkozy”
Na abertura, Clóvis Rossi minimiza: Claro que tal reforma tem que incluir o Brasil: “Quem pode imaginar hoje poder resolver os problemas do mundo sem países como a China, a Índia e, é claro, o Brasil?” Leia mais »
Se possível agradeceria um post aprofundando mais esse assunto (Mr. Link). Principalmente, agora, que foi requentado pelo Mainardi. Acho que o desconhecimento é grande. Leia mais »
Em 2010 haverá, pela primeira vez, três candidatos a presidente com currículo, passado e seriedade: José Serra, Dilma Rousseff e Aécio Neves. É um privilégio para o país dispor dessas alternativas.
Mas o xadrez ainda é confuso e haverá muitos lances pela frente. Leia mais »
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.