CQD (Como Queríamos Demonstrar)
Da coluna da Sonia Racy
O fato de o ministro Guido Mantega, presidente do CMN, na reunião desta semana, ter explicitado seu voto, dizendo que a fixação da meta de inflação de 4,5% ‘não significa que, se as condições macroeconômicas assim o indicarem, o BC não possa perseguir um objetivo de inflação ainda mais reduzido’, libera o BC de trabalhar com foco em 4%. Isto é, o Copom poderá focar um porcentual menor que 4,5%. Mas, atenção, não um maior.
‘Se não fosse isto, o BC teria que se ater aos 4,5%’, explica o ex-BC Ilan Goldfajn. Uma resolução do CMN tem, juridicamente, o mesmo peso da lei que criou o sistema de metas de inflação.
Enviado por: Andre Araujo
Na realidade o BC ampliou seu espaço politico às custas do Conselho Monetário Nacional, cada vez mais uma espécie de orgão-carimbador e não locus de discussão.. Ninguem mais consegue domar o poder avassalador do Banco Central, o verdadeiro centro do decisões na politica economica brasileira.
Nos tempos de Campos e Delfim jamais houve dúvidas de quem mandava, o BC obedecia e fazia o seu papel subordinado ao Estado e não o contrário, como hoje ocorre neste País dominado pelo núcleo do mercado financeiro, uma anomalia rara ha historia politica moderna.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags:

QED,
a distincao entre moeda interna e esterna e’, alem de controversa, completamente inutil.
Moeda e’ o que funciona como moeda. (E obviamente os processos de criacao de credito som cruciais em quanto permitem despesas). E hoje com os derivativos ficou ainda mais dificil definila.
O ponto e’ outro. Por exemplo o Presidente Americano Thomas Jefferson declarou: …Eu acredito que os bancos som mais perigosos pela liberdade que exercitos…se os Americanos vao a entregar o controle da emissao da moeda aos banqueiros particulares, antes com a inflacao depois com a deflacao, os bancos e as corporacoes…vao tirar do povo todas as propriedades…O poder de emitir moeda deveria ser tirado dos bancos e restituído ao povo, ao qual pertence….
E