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30/11/2006 - 16:51

Idéias selecionadas

Das torrentes de idéias jogadas até agora sobre o segundo governo Lula, duas mereceriam ser desenvolvidas:

1. A montagem de um sistema de governança nas estatais, na qual o governo participaria apenas dos conselhos de administração, ao lado de outros acionistas minoritários.

2. O desmembramento de um Ministério da Gestão do Ministério do Planejamento, incumbido de pensar nos processos e no aprimoramento da gestão pública.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

29 comentários para “Idéias selecionadas”

  1. Lucio F.Pereira disse:

    Tá bom! ? Quem sugeriu, acordou agora.
    O orgão, chefiado pelo ilustre Paulo Bernardo, se chama (poucos sabem) MINISTERIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÂO.
    Chega de reinvenções. É só fazer a roda rodar.
    Padecemos de uma paixão por organogramas vaidosos. Criamos as agências regulatórias (visando empresa privadas exploradoras de serviços publicos) e, em seguida, surgiu a ABAR-Associação Brasileira das Agências de Regulação.
    Falta competência (uns Helios- Beltrão, uns Pedros- Parente) e menos gente querendo aumentar as tetas da porca.

  2. Marco Fedeli disse:

    Além das duas citadas, proponho que os ministérios sejam diminuidos em número pela fusão de alguns deles como segue e já considerando o desmembramento de um deles como sugerido:

    1) Ministério de Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Abastecimento;
    2) Ministério de Desenvolvimento das Comunicações;
    3) Ministério da Defesa e Justiça;
    4) Ministério do Desenvolvimento da Indústria, Comercio, Ciências e Tecnologia;
    5) Ministério de Desenvolvimento Social;
    6) Ministério de Desenvolvimento da Educação, Cultura e Esporte;
    7) Ministério de Desenvolvimento de infra-estrutura, energia, minas, saneamento básico e meio ambiente;
    8) Ministério de Desenvolvimento das Relações Exteriorex, do Comercio Exterior e Turismo;
    9) Ministério de desenvolvimento da Saúde;
    10) Ministério de Desenvolvimento do Trabalho e Previdência Social;
    11) Ministério de Desenvolvimento dos sistemas de transportes;
    12) Ministério da Fazenda e Desenvolvimento Econômico;
    13) Ministério de Planejamento e Orçamento;
    14) Ministério de Desenvolvimento da Gestão.

    Os ministérios unificados permitiriam que as ações não se chocassem como ocorre com os ministérios de meio ambiente e energia por exemplo.

    É óbvio que achar que os políticos aceitem diminuir ministérios, não ter cargos em estatais pela causa única da boa gestão ocorrerá por volta da segunda vinda de nosso senhor Jesus Cristo!…Sabe Deus quando…

  3. Gesil S. Amarante II disse:

    Esta estória de dizer que os custos do SL são maiores só colam para quem é apaixonado pela Micro$oft. Isto até ocorre em certos casos, mas de uma maneira geral o custo é relacionado à reeducação dos funcionários para o uso, o que ocorre também quando muda-se a versão dos softwares pagos. Outro caso é quando há necessidade de adequação do software às necessidades específicas do órgão ou empresa, mas isso também é custoso com software proprietário e o resultado é que ficamos reféns da companhia. Hoje há softwares livres de uso bem parecido com os similares pagos e respondem pela maioria das tarefas que as pessoas podem precisar fazer. Em muitos casos, o SL é bem superior aos pagos. No mundo inteiro, especialmente os governos vão transitando para o SL. E o Brasil já esteve na liderança deste processo.

  4. Gestor disse:

    O Ministerio da Gestao existiu no governo FHC. Chamava-se Ministerio da Administracao e Reforma do Estado – MARE, comandado por Bresser Pereira. Deu no que deu.

  5. Luis Nassif disse:

    Deu no que deu porque FHC matou a idéia.

  6. Spassos disse:

    Jornalista Nassif, permita-me,

    Já que você citou o Rio, já foi inaugurada a bela árvore de Natal da Lagoa. Para quem gosta de beleza , imperdível.

  7. luiz cezare vieira disse:

    Estava na hora do Lula dar um pouco de atenção à gestão pública.
    Sugiro que você promova um debate sobre governança corporativa. O termo é polissêmico. Corremos o risco da versão selvagem anglo-saxã que separa a sociedade da economia: para os acionistas tudo, para a sociedade nada.

  8. EDUARDO TERRA COELHO disse:

    Querido Luís Nassif

    Circula, mais uma vez, um texto certamente apócrifo, que diz serem suas afirmações absurdas. Sei não ser esse o espaço e sei não ser seu o texto, bem mau escrito por sinal, mas há pessoas ingênuas que acreditam.

    Vi uma contra-resposta ao texto, mas não sei se é sua, em forma de poema, inclusive. Gostaria de saber se a contra-resposta é sua?

  9. Luis Nassif disse:

    O cordel é sim.

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