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Na aba CRÔNICAS, uma homenagem ao maior símbolo sexual dos anos 50 e 60: Brigite Bardot. Clique aqui
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Caro Nassif;
Primeira vez que posto aqui e queria parabenizá-lo por este espaço de discussão dos destinos do Brasil, sempre com informações fundamentais para quem deseja ver um país mais justo, crescendo e distribuindo renda, com soberania e aproveitando as oportunidades para se firmar como uma potência.
Sempre apreciei seus comentários, desde a Bandeirantes, nunca me esqueço de um debate logo após a vitória de FHC em 94, quando discutia-se a aliança com o PFL e como ele iria governar. Vc estava presente, assim como o Gianotti e o Paulo Sérgio Pinheiro. Num dado momento, o Gianotti discorreu sobre um tal “pêndulo político” que FHC faria, para agradar aliados mas governando com foco nas prioridades sócio-econômicas. Você de forma visionária ponderou que isso era utopia, que ele jamais ia conseguir dobrar o PFL, que ficaria refém do sistemão.
As coisas não mudaram…rs
Forte Abraço de um leitor.
Rodrigo,
mas a esperança não morre.
A esperança não pode acabar nunca, Nassif.
As reformas estruturais precisam acontecer, política, tributária, previdência, mas a sociedade tem a responsabilidade de ser mais proativa, principalmente os que podem fazer algo, que tenham condições e tempo para isso. Quando criticamos os polítcos e o Congresso, dizendo que é um antro, esquecemos que ele nada mais é que o reflexo da sociedade e suas contradições, temos que eliminar a corrução no nosso dia-a-dia, em nossas relações de trabalho, enquanto cidadãos, porque não existe pequena corrupção ou muita, é como penalty, não existe pouco ou muito, ou é ou não é.
Abraço